3.1.21
Derrota 2-0 em Paços
Primeiro 11de Pedro Cunha mantém André Pereira a titular
Expectativa
2.1.21
A cadeira de sonho de Pedro Cunha
Novo treinador, novas escolhas?
1.1.21
A equipa de PCunha: Homens da casa e a surpresa Quim
31.12.20
Tempo de Pedro Cunha
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| foto: Rio Ave FC |
Não é propriamente claro o tempo que Pedro Cunha será o treinador principal do Rio Ave. Para já é interino, o que costuma significar que é um posto a prazo, de transição até se encontrar uma solução "definitiva".
Pedro Cunha tem quase uma década de ligação ao Rio Ave sempre ligado às camadas de formação, tendo esta época assumido a equipa B. Tem 54 anos e frequenta o curso de nível IV da UEFA que começou este mês, curiosamente o mesmo curso que o treinador cessante frequenta.
O seu nome foi referido por muitos entre a comunidade rioavista nas redes sociais como uma boa solução. Reconheço a Pedro Cunha muitos méritos no excelente trabalho feito nas camadas jovens, ainda que esse trabalho não tenha tido uma expressão muito grande no número de jovens que chegou à equipa principal. Mas essa decisão não passava por PC, como é óbvio.
Em Maio de 2019 confessava na 10ª tertúlia rioavista a sua ambição de ser profissional de futebol, de chegar a treinador principal de uma equipa profissional, admitindo que já recebera contactos. Na altura, faltava-lhe ainda o nível mais alto do curso de treinadores, o tal que agora frequenta. O desejo parece agora cumprir-se, pelo menos parcialmente.
Pedro Cunha merece a sua oportunidade. Entre um desconhecido e um homem com conhecimento profundo da casa, prefiro Pedro Cunha mil vezes. Não seria a minha escolha óbvia, porque também eu na vertigem de achar que o Rio Ave já não é clube para experiências, queria um treinador de perfil consolidado e com mais provas dadas a um nível competitivo que Pedro Cunha não tem. Mas enquanto for o treinador principal, tem a minha confiança e apoio até deixar de os merecer.
30.12.20
É oficial: Mário Silva já não é o treinador do Rio Ave.
Mário Silva de saída
29.12.20
O que havia ontem de diferente no banco do Rio Ave?
Lembram-se da última vitória em casa? Claro que se lembram, não sejam más línguas. Foi para a Taça e ganhámos 2-1 ao Famalicão e foi a 12 de Dezembro. O que havia de diferente no banco? Certo, Estavam mais jogadores que ontem. Mais? Sim, não eram os mesmos jogadores. Mais? Isso! Estava lá o presidente e ontem não esteve.
Ou seja, faltou o amuleto.
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| foto: A Bola |
Rescaldo da derrota contra o Marítimo
Percorre-se as redes sociais rioavistas e é só sangue por todo lado. A guilhotina virtual já cortou a cabeça do treinador, de meia equipa, do director desportivo, da Direcção. É assim que nós somos, tão frustrados estamos com o desmoronar de uma ilusão, de um sonho.
Mas no meio de tanto pessimismo, há que ter alguma razoabilidade e perceber que nem tudo é mau. É certo que Mário Silva continua (pelo menos à hora em que escrevo este texto) a ser o nosso treinador, mas vejamos: este ano já não voltamos a ver este Rio Ave jogar. Isso é bom. Também percebemos que André Pereira deve ser uma excelente pessoa e por isso é que foi titular no Rio Ave, porque para futebolista não parece ter muito jeito e isso é bom porque o mundo precisa de boas pessoas. Também é bom perceber que Pedro Amaral só pode melhorar no futuro, porque não é possível fazer pior do que tem vindo a fazer. Também é bom terem-nos poupado a ver este jogo ao vivo, tão mau estava o tempo.
O problema é termos expectativas, se não as tivéssemos, a derrota não doía tanto. De quem é a responsabilidade? Da Direcção porque tem trabalhado muito bem. E da má época? Aí se calhar de toda a estrutura do futebol profissional, da Direcção, à equipa técnica, aos jogadores. De uns por abordarem tarde o mercado ou não terem trazido mais-valias a sectores que ficaram mais débeis pelas saídas, de outros por não estarem a saber conduzir e motivar um grupo, dos demais por não estarem a corresponder.
O mais natural é pedir-se sempre a cabeça do treinador, porque entre despedir uma pessoa e despedir um grupo delas é sempre mais fácil despedir só uma. É solução? Depende de quem venha. Luis Castro revolucionou o Rio Ave quando veio substituir Capucho.
| foto: A Bola |
Eu não desejo o mal a Mário Silva. O meu desejo é que se revelasse como uma excelente aposta e continuasse na senda dos bons resultados de outros técnicos. Neste momento, porém, não parece que esteja preparado para o conseguir. Quem será o senhor que se segue?
28.12.20
André Pereira e Tarantini titulares
3 diários, 3 onzes
27.12.20
A falta que um líder faz
Uma coisa que me parece que tem faltado recentemente ao Rio Ave é liderança em campo. Não há uma figura que consiga exercer o inequívoco papel de líder. Essa figura existe no plantel, essa figura é a do capitão Tarantini.
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| foto: record.pt |





