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14.3.14

«É uma pena, com um plantel destes, não estarmos mais acima na classificação»

É Edimar quem o diz, no Record de ontem
Outras ideias:
«O campeonato sempre foi a prioridade»
«Infelizmente as coisas não têm corrido da maneira que nós queríamos, mas temos confiança num triunfo sobre o Gil Vicente»;
«A barreira dos jogos em casa está ultrapassada. [depois do jogo com o Gil Vicente em Vila do Conde] o treinador falou connosco e disse que as coisas iam mudar. Agora estamos mais confiantes e jogamos da mesma forma em qualquer campo. Basta ver os últimos resultados»
(sobre a continuidade, já que o contrato acaba nesta época) «Tanto posso continuar como lançar-me noutros voos»

13.3.14

«Vantagem de jogar em casa já não é bem o que era»

O psicólogo desportivo Jorge Silvério apresentou o seu estudo sobre a vantagem de jogar em casa na principal Liga portuguesa ao longo dos últimos 18 anos.
Há um capítulo especial sobre o Rio Ave?

21.1.14

O que podia Nuno ter dito no final do jogo (ainda os jogos em casa)

Em complemento a isto:
1)
«Nos últimos 6 jogos não perdemos e nos últimos oito temos uma derrota que é com o FC Porto. Compreendo a pergunta, mas da próxima vez que estiver aqui em jogos do campeonato, espero que ela já não se justifique, porque seria sinal de que voltámos a vencer e o problema, que assumimos, está ultrapassado»
2)
«Ninguém melhor do que nós compreendeu e aceitou o facto de durante tantas jornadas termos apenas uma vitória em casa para o campeonato. Hoje tivemos a segunda. Até ao fim acredito que ainda teremos muitas mais».
Diferente, não?

20.1.14

Nuno mal no fim do jogo

Se é como o Mais Futebol diz, acaba por ser uma forma de de condicionar os jornalistas que estão a fazer o seu trabalho.
(além do mais seria, parece-me, uma pergunta legítima):
"Nuno Espírito Santo (...) não gostou de uma pergunta sobre o facto de ser apenas a segunda vitória do Rio Ave em casa e reagiu com os números dos últimos encontros: «Nos últimos 6 jogos não perdemos e nos últimos oito temos uma derrota que é com o FC Porto. Da próxima vez que estiver aqui espero que não perguntem pelos jogos em casa, porque já não se justifica.»"

18.1.14

Fazer do jogo da Taça uma festa

O próximo do jogo da Taça de Portugal pode ser uma oportunidade para reconciliação dos adeptos com a equipa principal de futebol.
As meias finais estão perto e esse entusiasmo não pode ser desperdiçado pelos responsáveis.
Mesmo sendo uma quinta-feira e mesmo sendo transmitido na televisão, justifica-se um esforço de comunicação e marketing para fazer desse jogo um momento especial.

PS - por muito entusiasmo que se possa 'gerar' para esse jogo, ganhar o de amanhã seria uma grande ajuda.

26.12.13

Vilas Boas: adeptos «estão afastados e tenho pena»

Uma página para André Vilas Boas em O Jogo de hoje.
Algumas ideias:
- «Eu sei que o Rio Ave tem adeptos mas estão um bocado afastados e tenho pena. Lembro-me de estar na II Liga a lutar para subir e ter o estádio cheio de adeptos do Rio Ave e isso motiva os jogadores. Sabemos que os adeptos querem bons espetáculos e nós tentamos, mas por vezes é preciso jogar para os pontos e essa mentalidade tem de mudar. (...) temos tentado agradar com bom futebol»;
- «Acreditamos que é possível» chegar à Europa;
- esteve mais perto de ir para o Benfica mas acabou por ir para o FC Porto, estreando-se com Mourinho frente ao Paços de Ferreira;
- recorda a estreia, com 18 anos, frente ao Nacional, em Vila do Conde, na II liga (treinador Horácio Gonçalves);
- «temos outros jogadores (da formação) que podem aparecer, como o Silvério ou o Nelson Monte. Quando for apenas um adepto vou gostar de ver jogadores da terra a jogar».

18.12.13

Fez-se história - e ainda mal!

A equipa do Rio Ave igualou, com a derrota frente ao Benfica, o recorde negativo de 1996/97, época em que tivemos seis derrotas seguidas em Vila do Conde (Guimarães, Nacional, Gil Vicente, Estoril, Benfica e FC Porto). 96/97 foi a época da milagrosa recuperação feita por Carlos Brito.

PS - o que todos desejamos é que a equipa não queira bater o recorde absoluto de derrotas em casa, 9, em 1979/80, a primeira época em jogámos no principal campeonato.

16.12.13

(13 FC Porto) Levem a equipa ao Pneugiro!

Para mim, a equipa de futebol do Rio Ave nesta época é um carro que tem um problema no motor que o impede de andar a mais do que 80 quilómetros por hora. Há qualquer coisa entupida na mecânica que não deixa dar mais. O carro anda, às vezes até chega primeiro do que os outros, mas quando é preciso não dá mais. Vai certamente atingir os seus objetivos finais, devagarinho, mas ninguém espere outras velocidades.
É um Rio Ave triste, desinspirado, com pouco fôlego, que defende bem e marca raros golos.
Ontem o Rio Ave só se mostrou quando empatou e se manteve por cima nos minutos seguintes.
Qualquer um de nós reconhece mais capacidade aos jogadores do FC Porto, mas daí até não ter havido Rio Ave na segunda parte vai uma distância muito grande.
Eu acho que é uma distância preocupante.
Mas se o 'míster' está satisfeito, que interesse tenho eu em discordar?
Não critico Nuno por mudar  (pelo contrário, até tenho de elogiar) a frente de ataque.
Critico por NUNCA conseguir antecipar os movimentos adversários, através das substituições, por apenas reagir e nunca agir. As substituições acabam por ser inócuas.
E, claro, critico Nuno por não levar o carro à oficina. Ou, então, Nuno é como aqueles condutores que vão a 40 na autoestrada e comentam para o lado que o resto do pessoal é que anda em excesso de velocidade. Nota 1 para o míster em jogo de nota 1

6.12.13

Nuno assume incidentes no balneário com Bruno Paixão (ATUAL.)

Nuno acabou por falar, aproveitando a conferência de imprensa de antevisão do jogo com o Olhanense.
No essencial, o nosso treinador confirma o que ontem veio a público, justificando a a entrada no balneário com aquilo que considerou um comportamento de Paixão, que no seu entender desrespeitou o Rio Ave.
Nuno aguarda agora o processo da Liga para se defender.
(ATUAL. mais sobre o que Nuno disse)

PS - irá o Rio Ave tomar uma posição "definitiva" contra Bruno Paixão?

O meu comentário: Nuno muito bem!

4.12.13

Luís Freitas Lobo explica o que se passa no Rio Ave (ATUAL.)

Para ler com muita atenção nos Arcos
Ainda há algumas horas escrevi isto...

ATUALizo: e Rui Rodrigues, no Vilacondense, também não anda muito longe da mesma análise.

Nuno e o problema dos jogos em casa

Nesta curta notícia há muito para concluir:
1) «Até para nós é difícil de perceber. Não temos explicação para isso, mas cabe-nos encontrar uma solução»
2) «o Rio Ave vai encontrar formas de resolver a questão dos jogos em casa. Até porque joga da mesma forma, com o mesmo modelo, em casa e fora».

O meu comentário: parece-me que será difícil encontrar uma solução sem encontrar, primeiro, uma explicação (é como tratar uma lesão só pelos sintomas, sem diagnóstico). Mas a explicação não será precisamente o facto de o Rio Ave jogar de igual forma em casa e fora? É que os adversários não o fazem e temos de ter isso em atenção.

3.12.13

Somos os bombos da festa...

três pontos de 18 possíveis para o Rio Ave em Vila de Conde, haverá melhor anfitrião? Não, não há.

2.12.13

(11j Benfica) Mais do mesmo, infelizmente

Uma pergunta: foi este jogo do Rio Ave melhor do que os últimos?
Vejamos: escassa produção atacante (dois lances de perigo?), jogadores sem inspiração, alguma consistência defensiva e pouco mais.
Tivemos um frango, mas até isso já não é propriamente novidade. E tivemos um treinador a reagir tarde às incidências.
Não há, assim, grande novidade. A expulsão de Wakaso é que foi anormal, a arbitragem não teve influência, apesar de fraca.
Eu esperava que os jogadores aparecessem com outra motivação, com outro brilho, mas se calhar sentiram-se intimidados pelo que disse o míster... (estou a brincar...).
Pensava que aproveitassem o jogo com o Benfica para dar a 'chicotada' na letargia em que vivem(os) há algum tempo.
Mas todas as expetativas saíram furadas.
Nem perante um Benfica-a-gasóleo conseguimos dar outro sinal - lembram-se do jogo frente ao Benfica, na época passada? Foi muito diferente!
Foi, portanto, mais do mesmo.
Infelizmente.
A Nuno, nota 1. Pelas trocas na equipa, pela má resposta nas substituições mas sobretudo pela incapacidade, até agora, em conseguir acordar a equipa!

29.11.13

Nuno: a convicção absoluta em pontuar

"Todos os jogos que vamos ter em casa, até à nossa vitória, terão dois objectivos: ganhar ou conseguir pontos. Temos a convicção absoluta que o vamos conseguir, porque temos qualidade para isso", observou, em conferência de imprensa.

«Será que os outros avançados não têm capacidade para jogar?»

Esta é a pergunta do JVC desta semana. «Não se aceita a estratégia do treinador Nuno Espírito Santos, ao manter sistematicamente um ataque que vem revelando preocupantes carências na concretização. (...) Ukra, Hassan, Del Valle e Braga não estão em forma e a insistência neles, em bloco, é errada. Será que os outros avançados não têm capacidade para jogar? Então não deviam ser contratados...»

28.11.13

Defender com 11 nos cantos

Era para ter falado disto no final do jogo, mas não deu para tudo...
Sempre que o Estoril marcou um canto, o Rio Ave meteu onze jogadores na sua área. Na primeira e na segunda parte (mesmo com um-zero).
Resultado: quando era para sair em contra-ataque ou pelo menos construir jogo, não havia ninguém para pegar na bola, a não ser quatro ou cinco jogadores do Estoril que desarmavam facilmente as nossas tentativas.

ASC: «total apoio» a Nuno

No Record de hoje, ASC revela que «demonstrei total apoio [ao treinador] para ultrapassarmos esta situação», acrescentando que «o jogo contra o Benfica vai ser o ponto de viragem».
O Presidente refere-se ainda a alguma contestação que Nuno tem visto, dizendo que «Os sócios também ajudam a que a equipa fique intranquila, embora não os critique, dado que a maior parte deles não se pode deslocar aos jogos fora e praticamente só veem o Rio Ave perder».

Nuno: fazer o que ainda não foi feito

Nuno já mudou todos os jogadores que era possível e desejável mudar (excluo a defesa, Tarantini e Ukra), já trocou posições no terreno, só lhe falta fazer uma coisa para contrariar este 'fatalismo' das derrotas caseiras: mudar o sistema tático. O míster já afastou essa hipótese, mas - sinceramente - não vejo razão para essa irredutibilidade.
Estará o Rio Ave refém de um sistema tático?
Como podemos dizer que que não, sem o termos experimentado?
Estaremos em condições de recusar esse cenário?
Não deve o míster tentar tudo o que está ao seu alcance para inverter uma realidade que - ainda por cima - parece não ter antídotos?
Não sei se com o Benfica (o jogo tem determinadas características que o distinguem dos outros) se com outro adversário, mas Nuno deveria fazer o que ainda não fez...

25.11.13

Nuno a dar confiança

«Estes jogadores têm qualidade para ganhar a qualquer equipa em casa»
O que Nuno pode estar a querer dizer é que não é pelos jogadores que não ganhamos em casa.
Mas também não é justo dizer/concluir que - em alternativa- é pelo treinador que isso acontece.
Mais de metade dos jogadores está a render menos do que pode e deve mas também saltam à vista lacunas no plantel.

"A equipa produz"

Começa a ser cada vez mais difícil estar de acordo com as leituras que Nuno faz no final dos jogos.
Disse ele que «a equipa produz».
Pois esse é o problema.
A equipa não produz jogadas de ataque que possam resultar em golo.
Nuno: diga-me por favor quantas defesas o guarda-redes do Estoril fez? Na primeira parte, zero. Na segunda, uma? duas?
Produz?
Das duas, uma hipótese é verdadeira: ou Nuno está convencido que assim é, e vou mudar de óculos na primeira ocasião; ou Nuno está a ler muito mal o que se passa em campo* e talvez encontremos aí uma das explicações para o problema 'caseiro'.

* não me quero alongar sobre as duas últimas substituições feitas ontem, mas parece-me que foi altamente conservador, pouco ou nada arriscando.