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19.6.15

Balanço 2014/15 (12): Hassan, o pé-rápido

Apenas 14 jogadores do Rio Ave marcaram golos em 57 jogos.
Um quarto de todos os golos foi marcado por Hassan e 15% por Diego Lopes e Del Valle.
Três jogadores assinaram 45% de todos os golos, o que é impressionante.
Vejamos agora quanto tempo precisaram para marcar um golo.
Hassan apenas de 156 minutos.
Esmael fez um golo a cada 236 minutos e segue-se Diego Lopes  (369 minutos).
Entre os da frente, Zeegelar e Jebor têm médias francamente abaixo.
O holandês precisa de 2370 minutos para marcar um golo (o único que fez) e o liberiano 1465 minutos.

18.6.15

Balanço 2014/15 (11): vinte minutos fatais

Dos 72 golos sofridos, 21 aconteceram nos primeiros 20 minutos da segunda parte.
Se virem o gráfico, percebe-se que sofremos tantos golos nesses 20 minutos como em quase toda a primeira parte.
E que sofremos  muito mais na segunda do que na primeira.

17.6.15

Balanço 2014/15 (10): uma parede ocupada com 53 onzes diferentes

Em 57 jogos, Pedro Martins teve 53 onzes diferentes.
É obra!
Quase se pode dizer que, tirando a 18ª e 19ª jornadas e o jogo da Liga Europa com o Steua (em que jogaram os mesmos), foi sempre a mudar.
Aliás, se as nossas contas não estão erradas, desde a 20ª jornada (entrou Ederson), foi sempre a mudar o onze nos 37 jogos seguintes.
Incrível.
Pedro Martins repetiu o onze nos dois primeiros jogos da Liga Europa, no terceiro (Supertaça) entrou Nuno Lopes; depois repetiu da 8ª para 9ª jornada e só voltou a repetir naqueles três jogos já referidos.
(o míster precisa de uma parede do seu gabinete só para afixar todos os onzes diferentes)

16.6.15

Balanço 2014/15 (9): lesões

O Rio Ave deixou de apresentar boletim clínico regularmente e houve até situações em que as lesões não foram referidas para preservar os jogadores, tanto quanto se percebeu. Um exemplo: o que aconteceu a Tarantini em dezembro?
Mesmo assim, fomos contando ao longo da época as semanas em que cada um estava indisponível por lesão.
E, sem um rigor absoluto, aqui ficam:
Marcelo falhou 27 jogos por lesão, seguido de Roderick, com 24.
A grande distância aparecem Tiago Pinto (10) [impressionante como, tendo falhado 10 jogos, ainda foi dos mais pontuados!]; Hassan e Nuno Lopes (8) e Pedro Moreira (7).
Jogadores como Ederson, Diego Lopes, Ukra, Luis Gustavo ou Zeegelar nem conhecem o médico...


12.6.15

Balanço 2014/15 (8): o super-suplente

Já vimos quem mais vezes ficou no banco, sem ser utilizado, mas também tem interesse perceber quem foi jogador mais vezes suplente (sem os guarda-redes, claro).
E o jogador que mais vezes se sentou ao lado de Pedro Martins foi... Bressan.
16 vezes foi utilizado, seis não chegou a tirar o fato de treino. São 22 vezes, o que para um jogador com as suas qualidades é francamente uma deceção.
O segundo jogador mais vezes utilizado ao longo dos 90 minutos é outra surpresa: Diego Lopes: 14 vezes, mais duas em que não entrou. Tambem Boateng foi 14 vezes utilizado.

10.6.15

Balanço 2014/15 (7): eu tenho dois guarda-redes...

No total das cinco competições:
Ederson fez 28 jogos, Cássio 29.
Ederson sofreu 33 golos, Cássio 34.
Ederson viu três amarelos, Cássio 2.
Na Liga;
Ederson fez 17 jogos, Cássio,.. 17.
Ederson sofreu 18 golos e Cássio 24.
E aqui está a única diferença entre eles, favorável a Ederson.
No Reis do Ave, Ederson somou 503 pontos e Cássio 519 (favorável a Cássio, portanto).
Mais equilibrado seria difícil.

9.6.15

Balanço 2014/15 (6): aprender no banco

Ontem vimos como Jebor foi o primeiro dos últimos e o último dos primeiros... hoje vemos quem mais vezes ficou no banco, sem ser utilizado (sem contar com os guarda-redes).
Por 17 vezes, Luis Gustavo não chegou a tirar o fato de treino.
Por 16, Vilas Boas viu o jogo do banco durante 90 minutos.
A diferença é que o nosso defesa fez 34 jogos (33 a titular)  e Gustavo apenas 20 (11 a titular).
Seguem-se Boateng e Esmal (13), Monte (12) Roderick, Abalo e Jebor (11)

PS - aprender no banco? Sim, foi a grande escola de Nuno Espírito Santo!

8.6.15

Balanço 2014/15 (5): o que mais vezes ficou frustrado

Não ser convocado é frustrante, mas ser o 19º...
É aquele que está quase, quase dentro, mas depois fica de fora.
Jebor foi 9 vezes o 19º.
Luis Gustavo 8  e Monte e Abalo 7 vezes.
Mas se estes dois últimos são jovens que só têm a aprender, Jebor e mesmo Luís Gustavo são casos diferentes.
O 19º jogador é o primeiro dos últimos e o último dos primeiros. Mas quem quer ser o primeiro dos últimos ou mesmo o último dos primeiros?
Jebor sabe bem o que isso é...

5.6.15

Balanço 2014/15 (4): de onde marcámos e sofremos os golos

Eis uma imagem que diz muito sobre os golos marcados e sofridos na época que terminou (liga).
Por exemplo, só conseguimos marcar cinco golos fora da área, mas sofremos mais do dobro dessa mesma zona.
Outra diferença: os golos que sofremos espalharam-se pela nossa grande área, mas basicamente marcámos os nossos da zona frontal ao guarda-redes adversário.


4.6.15

Balanço 2014/15 (3): O jogador mais 'correto' foi...

Del Valle.
Impressionantes números do avançado: um amarelo e um vermelho em 44 jogos.
Nos mesmos 44 jogos, Wakaso viu 18 amarelos e Tarantini 8 (e um vermelho).
Aliás, dos jogadores que fizeram 30 ou mais jogos, ninguém se aproxima do venezuelano. Jebor fez 25 e viu 5 amarelos e 1 vermelho; Prince viu seis em 41 jogos e foi o segundo melhor (mas em contrapartida viu duas vezes o duplo amarelo e um vermelho).
Wakaso destaca-se no lado oposto, como o jogador que mais cartões amarelos viu. Seguem-se Lionn (12), Tiago Pinto (11) e Ukra (9).
Uma nota final para André Vilas Boas: em 34 jogos viu apenas cinco amarelos (e um duplo), o que provavelmente pode revelar uma nova faceta do nosso jogador.

3.6.15

Balanço 2014/15 (2): E o jogador com melhor média de minutos é

... Tiago Pinto!

Ou melhor, Tiago Pinto se tirarmos os dois guarda-redes, que por regra não são substituídos e quando jogam fazem-no 90 minutos.
Dos restantes, e dividindo o numero de minutos pelos jogos realizados, Tiago Pinto tem uma média de 87,6 minutos por jogo.
Seguem-se Lionn, Marcelo, Tarantini, Nuno Lopes, Prince, Óscar, Filipe Augusto e só depois o Rei Ukra.
Diego Lopes por exemplo tem uma média baixa de 67 minutos por jogo, o mesmo valor de Hassan e Del Valle (Diego só 14 vezes não foi substituído).
Tiago Pinto e Tarantini foram respetivamente 41 e 40 vezes titulares, e só uma vez cada um deles foi substituído.
Para se perceber o que isto significa: Ukra foi titula 41 vezes e em 10 jogos saiu antes do fim.

2.6.15

Balanço 2014/15 (1): Super Ukra

Começamos hoje, e vai durar até ao início da próxima época, o balanço em números da temporada 2014/15


Ao longo dos 57 jogos, Ukra foi o jogador mais utilizado: 3920 minutos em 52 jogos! (41 a titular e 11 a suplente). Houve uma vez que foi suplente não utilizado.
Diego Lopes fez menos 3 jogos, sendo 35 a titular.
Seguem-se Wakaso, Tarantini e Del Valle que fizeram 44 jogos esta época, com a curiosidade de Tarantini ter feito o mesmo numero de jogos a titular que Ukra, 41 (só esteve três vezes como suplente utilizado).
O jogador menos utilizado foi Renato Santos - 1 jogo a titular, ainda assim mais do que os zero minutos de Julio Alves e Carlos Alves (Julio foi uma vez ao banco e Carlos três).

19.3.15

Recuperar de alguma esperança?

Refiro-me à qualificação europeia via Liga. O 5º está agora 7 pontos acima de nós. E nós recuperámos o 8º lugar.

Apenas o segundo jogo em que Ederson não sofreu golos

Ederson já participou em 8 jogos da Liga, jogos completos, e foi sempre titular. Nesses 8 jogos apenas não tinha sofrido golos no empate a zeros em Guimarães na 13ª jornada. Após esse jogo, o seu primeiro para a Liga, só voltou a ser titular a partir da jornada 19. Depois disso, sempre que jogou, Ederson sofreu golos. Penafiel marca aquilo que eu espero seja um ponto de viragem. O Rio Ave tinha sofrido golos em 8 jogos consecutivos. Será que vamos conseguir igualar essa marca em jogos sem sofrer golos? Para já a melhor série é de 3.

13.3.15

Sucesso de mais longe

Olhando para a mancha dos golos marcados e sofridos, vemos que os nossos adversários marcaram 9 golos de fora da área contra 4 obtidos por nós. Por outro lado, nota-se uma maior concentração de golos sofridos mesmo na zona frontal da nossa baliza, enquanto nós temos zonas de finalização mais dispersas.

Marvin estreou-se na lista dos marcadores, enquanto Hassan não aproveitou a oportunidade de chegar à dúzia de golos. Continua, ainda assim, destacadissimo na liderança dos goleadores.

Quando o meio não é virtude

Depois do empate com o Nacional, o Rio Ave manteve o seu 9° lugar. Estamos precisamente a meio da tabela, fora do objectivo inicial de ficar nos 8 melhores. Temos 10 pontos de atraso em relação ao 5°lugar e 11 de vantagem sobre os lugares de despromoção. Se perdermos em Penafiel temos motivos para nos preocuparmos um bocadinho com quem vem atrás?

12.3.15

O descanso merecido de Ukra

Ukra falhou o jogo com o Nacional por castigo. Foi o primeiro jogo da Liga que falhou, ele que é o mais utilizado na Liga com mais de 100 minutos a mais de utilização que o segundo que é Tarantini.



Já em todas as competições, Ukra leva mais de 3000 minutos em 40 jogos que foi utilizado. São números impressionantes de um jogador que acusava algum desgaste e que, fruto disso, teve um abaixamento de forma. Este descanso mesmo tendo sido forçado foi bem merecido e poderá trazer-lhe algum alento extra para os (espero eu) 13 jogos que ainda faltam até ao fim da temporada futebolística.

28.2.15

Não repetir Arouca

Para já, o Arouca pode afirmar que é a única equipa que não permitiu que o Rio Ave pontuasse nos dois jogos entre as duas equipas a contar para a Liga. O Arouca acabou também com o 'amuleto' de Vilas Boas. Sempre que o nosso capitão tinha sido titular o Rio Ave não tinha perdido.


Hoje com o Braga é importante, por todos os motivos, não deixar engrossar o rol das equipas que nos venceram os dois jogos do campeonato. Eu não vou poder assistir, estou muito longe, mas como estou em terras de internet conto poder acompanhar o relato do Paulo Vidal.

21.2.15

Pedro Martins e as substituições

Ao ler este texto (impressiona perceber que sofremos 5 golos nas primeiras partes e 22 nas segundas!), lembrei-me de outro dado que  é confirmado estatisticamente (ver página 8): as substituições feitas por Pedro Martins por regra não resultam.
em 124 situações, só em 10 é que os resultados melhoraram após a substituição.
Azar?
Más escolhas?
Tarde demais?

20.2.15

O que se passa connosco nas segundas partes?

O destaque estatístico desta semana vai para o mau desempenho do Rio Ave nas segundas partes.
Se compararmos os pontos que teríamos ao intervalo com os que temos no final dos jogos, a relação é de 36-29 (ver página 2). De 8 vitórias, 12 empates e 1 derrota ao intervalo passamos para 7 vitórias, 8 empates e 6 derrotas no final dos jogos. Esses 36 pontos dariam para estarmos em igualdade com o Guimarães no 5º lugar.

Se olharmos para os golos: 15 marcados nas primeiras partes e 13 nas segundas, mas nos golos sofridos a diferença impressiona e assusta, 5 para 22. Sofremos golos em 13 jogos e em todos eles sofremos golos nas segundas partes, excepto no último quando recebemos o Moreirense.

Como se explica? Mistério ou caso sério?