A convocatória para a AG de domingo diz que os documentos estão ao dispor dos sócios desde a passada segunda-feira.
Como sabem aqueles sócios que os costumam consultar, isso NUNCA acontece.
Os da AG de domingo foram-me entregues esta manhã.
Não posso deixar de lamentar que sendo este o orçamento um dos mais pequenos dos últimos 50 anos da vida do Clube, e numa altura que temos um Rio Ave profissionalizado como nunca, a AG seja tão tarde (face ao dizem os Estatutos) e os documentos entregues em desrespeito pelos mesmos Estatutos.
Algumas notas:
- só são entregues os documentos do Clube e não da SDUQ; aliás, registei uma frase do JVC, que diz que se desconhece se serão dados a conhecer idênticos documentos relativamente à SDUQ; não o fazer seria um retrocesso, depois do que aconteceu no ano passado;
- o Clube pretende gastar 75 mil euros com o futsal, menos 25% do que na época passada;
- as contas são entregues sem o parecer do Conselho Fiscal???
(deixo uma análise mais detalhada para depois da Assembleia)
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31.7.15
3.9.14
Uma nova dinâmica na comunicação do Rio Ave
Há dois meses dei, aqui, conta da entrada ao serviço de Marco Carvalho, como diretor de comunicação do Rio Ave FC.
Dois meses depois é forçoso reconhecer que muita coisa mudou, mesmo que dois meses seja pouco e que ainda tenhamos o mesmo (e ultrapassado...) site (e haja coisas a melhorar na necessidade de manter o site atualizado com a informação institucional).
A contratação de Marco Carvalho reforça uma ideia que defendi em tempos: os bons profissionais são sempre bem vindos ao Clube (basta comparar com o que foi feito no passado recente). E quer o Marco quer, também, Miguel Ribeiro são disso bons exemplos (três anos e alguns meses de Rio Ave, eis o que já leva o diretor-geral de ligação ao nosso Clube; mesmo os que na altura foram contra a contratação de um diretor geral/desportivo reconhecerão, certamente, que uma parte do sucesso atual também a si se deve).
Dois meses depois é forçoso reconhecer que muita coisa mudou, mesmo que dois meses seja pouco e que ainda tenhamos o mesmo (e ultrapassado...) site (e haja coisas a melhorar na necessidade de manter o site atualizado com a informação institucional).
A contratação de Marco Carvalho reforça uma ideia que defendi em tempos: os bons profissionais são sempre bem vindos ao Clube (basta comparar com o que foi feito no passado recente). E quer o Marco quer, também, Miguel Ribeiro são disso bons exemplos (três anos e alguns meses de Rio Ave, eis o que já leva o diretor-geral de ligação ao nosso Clube; mesmo os que na altura foram contra a contratação de um diretor geral/desportivo reconhecerão, certamente, que uma parte do sucesso atual também a si se deve).
Publicada por
João Paulo Meneses
8.11.13
ASC: 5 anos/5 textos - o Clube (ATUAL.)
Neste texto pretendo abordar questões que não estão diretamente relacionadas com os resultados desportivos, a formação, o património ou as finanças.
Mas não é fácil fazer a separação.
O Clube é uma soma de tudo isto.
E ainda assim essa soma chamada Clube não cresceu - penso - proporcionalmente. Há menos sócios e, penso, menos gente a assistir aos jogos (por fatores exteriores ao Clube, mas também por 'culpa' própria?).
E há uma diminuição da identidade Rioavista (por vários fatores, incluindo haver menos jogadores de Vila do Conde nas principais equipas).
Veja-se esta ficha de um jogo da época 95/96 (jornal Record): cinco mil espetadores, frente ao Setúbal? Vale o que vale, e nem sei se é uma informação rigorosa, mas deve ser motivo de reflexão. Aliada a mais isto.
Nota: 3 (em 5).
(amanhã, dia em que ASC assinala cinco anos, texto final)
ATUAlizo a 11/11/2013: o nosso amigo e leitor Miguel Dias lembra-nos que este jogo com o Setúbal terá sido aquele em que se festejou a permanência nessa época, com portas abertas a todos.
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João Paulo Meneses
9.10.13
Ainda a metáfora com a União de Leiria
No 12º Jogador de ontem, Carlos Costa desafiou Vítor Carvalho a explicar melhor a comparação com a União de Leiria (que terá sido mal interpretada por alguns Rioavistas).
O Vítor voltou a explicar que o que pretendeu salientar era que o Rio Ave não deveria seguir esse exemplo (traduzido, de uma forma geral, no facto de haver cada vez menos sócios, apesar dos bons resultados, desportivos e financeiros), lembrando também que lançou o desafio a Carlos Costa para uma discussão no Conselho Geral sobre o assunto.
O Vítor voltou a explicar que o que pretendeu salientar era que o Rio Ave não deveria seguir esse exemplo (traduzido, de uma forma geral, no facto de haver cada vez menos sócios, apesar dos bons resultados, desportivos e financeiros), lembrando também que lançou o desafio a Carlos Costa para uma discussão no Conselho Geral sobre o assunto.
à(s)
12:18
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João Paulo Meneses
18.9.13
Ainda a carta-aberta de ontem (três notas)
A iniciativa de ontem gerou - e ainda bem - algumas reações:
1) No 12º Jogador da Linear, Vítor Carvalho e Carlos Costa manifestaram uma posição coincidente - de uma forma geral - com aquilo que escrevi. Podem ouvir aqui. O Vítor teme um novo «União de Leiria» e desafiou o Conselho Geral do Clube a refletir; Carlos Costa falou na necessidade do Clube estar em simbiose com os adeptos, de haver «química» e bairrismo. «O Clube não pode viver deslocado dos vilacondenses, tem de se humanizar», disse o antigo presidente.
2) Do lado mais oficial, recebi sinais de algum receio de que o meu texto pudesse ter alguma componente pessoal, contra alguém em particular. Afasto esse cenário completamente. Já o disse: tenho boa impressão técnica dos profissionais que o Clube tem contratado. E quando o Clube pede as minhas opiniões, estou sempre disponível. Mas gostaria que a minha preocupação fosse muito para além de, hipoteticamente, uma ou duas pessoas, deste ou daquele momento, se me permitem pensar assim;
3) Porquê agora esta preocupação? Porque não agora? O Clube está bem desportiva e financeiramente, pode e deve preocupar-se com outras coisas. Mas primeiro temos que entender-nos sobre o diagnóstico: há ou não afastamento dos sócios em relação ao Clube? Depois podemos tentar analisar porquê e finalmente pensar no que fazer para contrariar a situação;
1) No 12º Jogador da Linear, Vítor Carvalho e Carlos Costa manifestaram uma posição coincidente - de uma forma geral - com aquilo que escrevi. Podem ouvir aqui. O Vítor teme um novo «União de Leiria» e desafiou o Conselho Geral do Clube a refletir; Carlos Costa falou na necessidade do Clube estar em simbiose com os adeptos, de haver «química» e bairrismo. «O Clube não pode viver deslocado dos vilacondenses, tem de se humanizar», disse o antigo presidente.
2) Do lado mais oficial, recebi sinais de algum receio de que o meu texto pudesse ter alguma componente pessoal, contra alguém em particular. Afasto esse cenário completamente. Já o disse: tenho boa impressão técnica dos profissionais que o Clube tem contratado. E quando o Clube pede as minhas opiniões, estou sempre disponível. Mas gostaria que a minha preocupação fosse muito para além de, hipoteticamente, uma ou duas pessoas, deste ou daquele momento, se me permitem pensar assim;
3) Porquê agora esta preocupação? Porque não agora? O Clube está bem desportiva e financeiramente, pode e deve preocupar-se com outras coisas. Mas primeiro temos que entender-nos sobre o diagnóstico: há ou não afastamento dos sócios em relação ao Clube? Depois podemos tentar analisar porquê e finalmente pensar no que fazer para contrariar a situação;
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12:39
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Vítor Carvalho
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João Paulo Meneses
17.9.13
Carta-aberta ao presidente da SDUQ
Caro presidente Campos,
Escrevo-lhe para partilhar consigo (e com os Rioavistas que nos lerem) a preocupação com aquilo que me parece ser o facto de o nosso Clube se estar a fechar, em vez de se abrir à comunidade e aos nossos sócios/adeptos em geral.
A opção de limitar à direção as opções relativamente aos 75 anos é um exemplo; outro, a forma como se fez a divulgação das contas da SDUQ para a época em curso (quem fosse à AG não tinha qualquer documento para consultar).
A criação da SDUQ não pode ser aproveitada para fechar e esconder o Clube. A criação da SDUQ até poderia ser, se possível, pretexto para mais transparência.
A profissionalização do Clube, com a entrada de técnicos externos, não dever ser feita à custa dos contributos/ideias que os sócios podem e DEVEM dar.
O que temo é que o Clube, fechado sobre si próprio, perca alma, alterando a nossa identidade.
E há um primeiro sintoma disso mesmo: nunca estivemos tão bem (desportiva e financeiramente) e não me lembro de tanto alheamento. Recorda-se de como terminámos a época passada num excelente 6º lugar e até parecia que tínhamos descido de divisão?...
Mais uma vez: os profissionais são desejáveis no Clube (tenho boa impressão daqueles que conheço no nosso Clube) mas eles não conseguem saber o que é o Rioavismo.
O que temo, em resumo, é que pela sua própria competência eles acabem por aplicar no Clube basicamente as receitas que vêm nos livros (em contrapartida, o que julgo ser certo é equilibrar as suas mais-valias com a nossa identidade/realidade).
O que maior receio, no fundo, é que sejamos cada vez menos - nunca houve muitos sócios nas AG, mas sete?
Se entender que isto é um exagero da minha parte, esqueça por favor; se achar que vale a pena parar para pensar não deixe de partilhar com todos nós.
Um abraço Rioavista do jpmeneses
Escrevo-lhe para partilhar consigo (e com os Rioavistas que nos lerem) a preocupação com aquilo que me parece ser o facto de o nosso Clube se estar a fechar, em vez de se abrir à comunidade e aos nossos sócios/adeptos em geral.
A opção de limitar à direção as opções relativamente aos 75 anos é um exemplo; outro, a forma como se fez a divulgação das contas da SDUQ para a época em curso (quem fosse à AG não tinha qualquer documento para consultar).
A criação da SDUQ não pode ser aproveitada para fechar e esconder o Clube. A criação da SDUQ até poderia ser, se possível, pretexto para mais transparência.
A profissionalização do Clube, com a entrada de técnicos externos, não dever ser feita à custa dos contributos/ideias que os sócios podem e DEVEM dar.
O que temo é que o Clube, fechado sobre si próprio, perca alma, alterando a nossa identidade.
E há um primeiro sintoma disso mesmo: nunca estivemos tão bem (desportiva e financeiramente) e não me lembro de tanto alheamento. Recorda-se de como terminámos a época passada num excelente 6º lugar e até parecia que tínhamos descido de divisão?...
Mais uma vez: os profissionais são desejáveis no Clube (tenho boa impressão daqueles que conheço no nosso Clube) mas eles não conseguem saber o que é o Rioavismo.
O que temo, em resumo, é que pela sua própria competência eles acabem por aplicar no Clube basicamente as receitas que vêm nos livros (em contrapartida, o que julgo ser certo é equilibrar as suas mais-valias com a nossa identidade/realidade).
O que maior receio, no fundo, é que sejamos cada vez menos - nunca houve muitos sócios nas AG, mas sete?
Se entender que isto é um exagero da minha parte, esqueça por favor; se achar que vale a pena parar para pensar não deixe de partilhar com todos nós.
Um abraço Rioavista do jpmeneses
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João Paulo Meneses
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