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15.3.19

"O Rio Ave joga e pensa como equipa pequena"

Subscrevo quase tudo o que Rui Rodrigues escreve esta semana no jornal Vilacondense.
Uma frase como esta "O Rio Ave joga e pensa como equipa pequena" deve fazer-nos refletir.
"A equipa mais cara de sempre foi perdendo objetivos e agora luta pelo pontinho para alcançar a manutenção".

4.2.19

Ainda os reforços de janeiro e as opções de Daniel Ramos

Se temos a melhor equipa do campeonato sub23 é porque, para além de outros fatores como a qualidade do treinador, temos bons jogadores.
A verdade é que o treinador da equipa principal olha para eles como tapa-buracos e não como opções.
Critico Daniel Ramos, como critiquei Gama (continuo muito desiludido com o seu trabalho) e José Gomes (e também o Presidente por não conseguir impor-se).
Na época com mais lesões de que há memória nem isso fez os treinadores olhar para estes jovens, cheios de qualidade.
Preferem insistir em soluções esgotadas e preferem 'inventar' posicionamentos do que dizer claramente: este jovem tem valor e vai ser aposta.
Mais a mais, e esta é que não consigo mesmo entender - quando é preciso por um jovem dos sub23 não se escolhe o melhor.
Desculpem-me a falta de modéstia, mas já vi todos estes jovens que agora estão nos sub23 mais vezes a jogar do que Daniel Ramos. Sei das qualidades de Rafa ou mesmo de Jaiminho. Talvez ele não os conheça assim tão bem e se tenha precipitado na escolha. Mas ninguém o ajuda?
PS - Rui Rodrigues, no último Vilacondense, lamenta a falta de aposta nos jovens da equipa sub23.

14.12.18

Os erros defensivos do Rio Ave, segundo Rui Rodrigues

"Erros primários de posicionamento e abordagem aos lances em organização defensiva"
(no jornal Vilacondense desta semana)

3.6.18

O Barrete, Rui?!

(jornal Vilacondense desta semana)

24.6.17

O que falhou? (pergunta Rui Rodrigues)

Crónica de final de época no jornal Vilacondense por quem acompanhou o Rio Ave semana após semana. Uma opinião que vale a pena, independentemente de com ela concordarmos ou não.


10.12.16

"Mudou muito mais do que apenas o treinador"

É a opinião de Rui Rodrigues no Vilacondense desta semana.
Uma opinião que naturalmente vale a pena ler, até por fazer contraste com aquela que aqui expressei.
(clicar para aumentar)

4.12.13

Luís Freitas Lobo explica o que se passa no Rio Ave (ATUAL.)

Para ler com muita atenção nos Arcos
Ainda há algumas horas escrevi isto...

ATUALizo: e Rui Rodrigues, no Vilacondense, também não anda muito longe da mesma análise.

23.10.13

A análise de Rui Rodrigues ao momento do Rio Ave

Depois de ontem aqui termos trazido a opinião de Duarte Leite de Sá, recuperamos agora a que Rui Rodrigues deixou no último Jornal Vilacondense (9/10).
Diz o Rui:
«Para mim ganha vida de novo o 1x4x3x3, com Wakaso a 6, Tarantini a 8 e Braga a 10. A posse necessita deste upgrade de intensidade tática/física. Esta vertente melhoraria o posicionamento e a relação entre o meio-campo e o ataque (...) tenho a certeza que este Rio Ave pode e deve ser uma equipa de contra-ataque, para fugir e matar aqueles jogos ditos equilibrados. Defendo por isso a mudança de desenho do meio campo de 2x1 para 1x2, um pivô e dois interiores subidos, melhorar o início de construção de jogo e criar mais linhas de passe e espaços para desenvolver os processos ofensivos».

27.9.13

As duas hipotéticas mudanças no onze

Acabo de ouvir Rui Rodrigues na Linear dizendo que também apostaria em Braga para médio criativo (um lugar que já fez no Rio Ave e que fez bem) e em Del Valle para o lugar de Braga (a produtividade de Braga a extremo continua a estar abaixo do que o jogador pode fazer  e o Rio Ave exige). Já não falo com o Rui há muitas semanas, mas registo a coincidência.

PS - dois Rioavistas que gostam do Rio Ave, apenas isso.

7.5.13

Ainda a derrota em Olhão, vista por Rui Rodrigues

Ideias que retive do comentário de Rui Rodrigues ontem na Linear, ele que esteve em Olhão:
- derrota «mais por demérito do que o Rio Ave não fez»;
- Nuno não repetiu o mesmo onze «erradamente»;
- «faltou na ala esquerda uma referência»
- «bastava adaptar Wires a lateral direito»
- Rio Ave «foi uma equipa muito longe do que podia render»
- «não me lembro de uma oportunidade clara de golo»
- as substituições (...) «tardias e até descaracterizaram o jogo»
- «não era a altura de mudar [do 4-2-3-1 para o 4-4-2)»
- «Nuno leu tarde o jogo»
- «a equipa não reagiu positivamente ao golo sofrido»
- «a não acontecer o 5º lugar será uma frustração pela qualidade do plantel»

1.4.13

Ainda o (meio...) elogio a Nuno

Pelas reações que me chegaram, este não foi o meu texto mais popular...
Compreendo e aceito, mas gostava de voltar ao assunto: o que Nuno fez, penso, foi tentar contrariar o inevitável, a derrota. O Benfica está num excelente momento e dá a ideia de que qualquer equipa (ainda por cima num momento menos bom, como o do Rio Ave) entra na Luz derrotada. Que o resultado não começa em 0-0 mas já a perder.
Nuno tentou surpreender, tentando ganhar mais agilidade no ataque com o avanço dos laterais, que ultimamente tem estado muito preso. Fê-lo da melhor maneira, sobretudo se se pensar que o Benfica tem um forte meio campo? Nuno teve de lidar com outro problema:, falta de alternativas a meio campo.
É por isso, por não se ter resignado, que deixei o elogio.
Correu muito mal.
Porque o Benfica marcou demasiado cedo, porque o livre foi à barra e não entrou, porque o penalti ficou por marcar, porque...
"Ses" à parte, nada justifica, com 2-0, manter 30 minutos o mesmo esquema tático.

ATUALizo com o comentário de Rui Rodrigues (retirado do seu Facebook): «O Rio Ave perdeu por 6-1 na luz,muito por culpa de um jogar posicional errado. Nuno quis inventar sem lógica de interpretação, o 5-2-3 estratégico foi um fracasso total, baixar o bloco e as linhas anteciparam o desenrolar do resultado. Retirar o pivot mais ofensivo do sector intermediário deu espaço para o Benfica acelerar processos e circular a bola a um ritmo mais elevado. Um bloco defensivo de 3 centrais, sem rotinas de processos e desorganizado foi muito permeável. Inventar um sistema táctico perto do fim desta liga mostra incompetência e pouca leitura do jogar da equipa nesta fase da época. Perder a identidade do 4-2-3-1 foi oferecer meia dúzia de ovos a este Benfica muito forte e que assim goza uma Páscoa muito mais gostosa. O Rio Ave ontem foi o exemplo mais claro de como perder um jogo antes deste se iniciar, nunca deves perder a tua identidade e modelo de jogo,seja com que adversário for e em que campo o defrontares, é a minha ideia de ler o jogo,não basta querer ganhar o jogo antes de mais temos que o perceber e o saber ler e preparar,espero que o colectivo se recomponha para o Dragão»

15.2.13

Rui Rodrigues explica o 4-2-3-1

Na sequência disto, o comentador da Linear Rui Rodrigues enviou-nos esta explicação:

«Penso que actualmente o Rio Ave joga preferencialmente com dois médios paralelos, Wires e Tarantini, e um pivot ofensivo, Diego Lopes, buscando um equilíbrio agressivo em organização defensiva, uma boa ocupação dos espaços e, ao mesmo tempo, uma pressão mais alta sobre os primeiros momentos de construção do adversário.
Eu vejo largura em primeira fase onde Lionn e Edimar estão abertos e incorporam-se nas dinâmicas ofensivas. A espaços este Rio Ave interpreta duas estruturas, 4-2-3-1 e 4-3-3, numa só. Ambas têm amplitudes e posicionamentos diferentes, mas em muitos momentos do jogo os princípios coincidem.
Acho também que as formas de criar dinâmicas deste 4-2-3-1 têm muito a ver com que adversário está a jogar; fora de casa os adversários assumem mais o risco e o controlo do jogo e este posicionamento estrutural ocupa melhor os espaços e aumenta o número de recuperações de bola, os dois pivots complementam-se bem nas ações, Wires mais posicional, Tarantini mais móvel e Diego lopes a verticalizar os passes e a potencializar amplitude máxima para situações de 1x1 onde Ukra e Bébé desequilibram e servem Hassan para momentos de finalização.
Vejo que em muitos momentos do seu jogo os dois pivots dão superioridade no meio campo e ao mesmo tempo libertam a criatividade de Diego Lopes e desenvolvem e desdobram a equipa para momentos de transições rápidas.
Com estes princípios bem definidos o Rio Ave nunca se desorganiza e dificilmente é surpreendido em contra-transições por parte dos adversários. Esta estrutura melhorou o jogo posicional da equipa e potencializou o colectivo e encaixa melhor nas características e evidencia melhor os pontos fortes dos atletas na sua organização colectiva»
(obrigado Rui)

16.8.12

Logo, 18h na Linear

Os dois comentadores residentes da Linear (Duarte Sá e Rui Rodrigues), um dos dois '12º jogador' (Vitor Carvalho) e eu próprio (como adepto e não como comentador) perspetivamos a nova época do Rio Ave, num debate de hora e meia moderado pelo Paulo Vidal.
Embora em causa própria, aconselho porque são abordadas questões importantes (a presença de jogadores de Vila do Conde na equipa, a ligação a Jorge Mendes; o trabalho Nuno Espírito Santo) ou interessantes (a comparação do plantel com o da época passada, os jogadores que podem dar melhor resposta; um plantel com 27 elementos; o esquema tático preferencial), mas sempre com o Rio Ave no centro da discussão.
Repete amanhã a partir das 13h

16.5.12

A 3ª Tertúlia do Reis do Ave

Depois de Carlos Brito, na primeira, Mário Almeida, na segunda, é a vez do presidente ASC ser o convidado especial da 3ª Tertúlia rioavista, que decorre entre as 21h e as 23h em direto do Restaurante Praça Velha (e na Linear).
Mas há mais convidados: entre eles, juntámos por exemplo um painel de luxo para comentar a época que terminou (Carlos Costa e Vítor Carvalho, Duarte Sá e Rui Rodrigues a que se junta o jornalista desportivo do ano, João Ricardo Pateiro). Ao longo de hora e meia vamos tentar perceber o que correu mal nesta época e reservamos a meia hora final para perspetivar a nova época.
(atenção à surpresa musical!...)

PS - se puderem acompanhem a emissão em direto na Linear, mas no blogue também vamos colocando alguma informação ao longo