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5.11.19

(da AG) Obras

Informações dadas pelo Presidente:

Academia:
As obras estão atrasadas, por culpa do construtor, mas o Clube está a tentar recuperar, tendo lançado a segunda fase. A primeira fase deveria estar pronta em dezembro, sendo que existem penalizações previstas.
(foto: Facebook Rio Ave FC)

Sede: 
"Já poderia estar pronta", mas existem prioridades. "Não pára mais, mas não quero prometer datas". A chuva não tem deixado andar como se queria. "Aquele edifício será para os sócios", nomeadamente o 1º e 2º andares (museu do Clube); o r/c será para alugar;

Bancada:
A obra deverá arrancar, tal como foi anunciado, na próxima época, depois da Academia estar pronta. Será uma bancada mais próxima das linhas de jogo. Os estudos de preparação vão arrancar esta época. O Presidente disse ainda que a bancada poderá ter 3500 lugares mais camarotes e que os sócios poderão escolher em qual bancada preferem estar.
[a minha opinião: discordo, vai fragilizar, porque divide, o apoio à equipa e pode aumentar a confusão com os adeptos adversários]

Sobre as obras ainda: o sócio Manuel Quintela interveio para criticar a proposta feita repetidamente pelo JVC para criação de uma comissão de acompanhamento, constituída por sócios do Clube. O Presidente secundou a ideia de que criar a comissão seria um atestado de incompetência à Direção. 

17.9.19

Começaram as obras na antiga sede?

Nos últimos dias têm sido vistas movimentações no edifício da antiga sede. Hoje mesmo três ou quatro operários procediam a limpezas/reparações.
Recorde-se que na última AG, o Presidente disse que a obra tinha sido adjudicada e que custaria 60 mil euros.
Na altura, com tanta informação, passou despercebido, mas o que se fará com 60 mil euros, sendo que o telhado ruiu e nesta altura pouco ou nada se aproveita no interior.
Estou enganado ou 60 mil é apenas para reparações?
Se assim é, não é dinheiro deitado fora, até à próxima reparação?
(ASC é Presidente há 11 anos)


1.7.19

Ecos finais de uma AG calma

Da AG de ontem já destaquei três momentos: ASC a assumir a Liga Europa, a confirmação de que não teremos bancada coberta antes de 2021 e a saída do vice-presidente José António Pereira.

Outras notas:
- quem esperava uma AG com o aparecimento de críticas saiu desiludido. Foi das mais tranquilas de sempre. Apenas quatro sócios intervieram [eu intervim para perguntar pela bancada].
- foi, no entanto, das assembleias mais participadas. Como dizia Pedro Soares, que regressou 4 anos depois para elogiar ASC e lembrar o que é o Clube hoje, não há muitos anos tinhamos assembleias com 10 sócios.
- o futsal vai custar 105 mil euros na próxima época;
- o Rio Ave vai criar dois pólos das escolinhas em Aveleda e Guilhabreu (aproveitando os relvados sintéticos aí existentes) [aqui sugerido em 2015];
- vai abrir uma loja nova nas Caxinas, com mais condições, que vai substituir a existente;
- vai haver uma App Rio Ave e será possível pagar as quotas online;
- as obras na sede vão arrancar em breve (já feita a adjudicação), custarão 60 mil euros e serão pagas pela SDUQ, como todas aliás;
(foto: Rio Ave FC)

(amanhã as contas da equipa principal)

21.5.19

10ª Tertúlia Rioavista - Obras (e outras questões)



ASC:
- as obras só começarão na academia quando os campeonatos terminarem, antes não é possível;

- no que toca à bancada do estádio, a obra foi adjudicada a uma empresa espanhola. O Rio Ave consultou o Instituto Superior de Engenharia para lhe dar parecer sobre a obra e este Instituto descobriu alguns problemas técnicos  que colocam em causa a segurança da bancada. Isto atrasa o início da obra, que não estará em caso algum pronta no início de 2019/2020;

- o presidente tem atitude prudente quanto a adiantar datas para o avançar e concretização da obra, mas espera que seja rápido.

- as obras da sede vão começar muito em breve.

4.11.18

Cobertura da bancada pronta antes do 1º jogo da próxima época

Uma parte da AG foi dedicada às obras, nomeadamente àquela que mais interessa: a cobertura da bancada poente.
ASC revelou que o objetivo é ter a obra pronta a tempo do 1º jogo oficial da próxima época (que, esperamos todos, poderá ser da Liga Europa!).
Para isso terá de haver um calendário muito rígido, uma vez que a montagem da cobertura terá de ser feita entre o último jogo em casa, desta época, e esse primeiro jogo de 19/20.
O valor global rondará o 1,5 milhões de euros.
Foram mostradas imagens dos projetos (as que reproduzimos, via site do Clube, referem-se aos dois projetos, um espanhol outro turco):

Outras obras referidas: a sede vai avançar "e é urgente". Custará 50 mil euros [não foi esclarecido o que é possível fazer com 50 mil euros]; a Academia da formação está em fase de licenciamento; custará cerca de 700 mil euros e será feita em 3 fases

20.10.18

As obras que têm de ser feitas. JVC junta-se à discussão

O Jornal de Vila do Conde junta-se esta semana à discussão lançada pelo Reis do Ave sobre as próximas obras.
O JVC insiste nestas duas ideias:
- as obras na sede pagam-se a si próprias;
- a criação de uma comissão técnica, para apoiar a Direção, dá mais garantias de sucesso.
(clicar para aumentar)

2.10.18

Referendo sobre vender a sede

ASC disse que faria obras na sede para reativá-la.
O problema é que o disse há tantos anos que o assunto começa a ser caricato.
Por outro lado, se as obras não surgiram quando o Clube não estava comprometido com obras importantes (academia e cobertura), irão surgir agora com tantos encargos previsíveis?
A solução, parece-me, poderá passar por um referendo interno: que sejam os sócios a decidir. Se o referendo não for (técnica e legalmente) viável, que se apresente o assunto a uma Assembleia Geral extraordinária.
(o problema, contudo, não desaparece: se a maioria dos sócios decidir que se devem fazer as obras na sede, com que dinheiro elas serão feitas?)

PS - estamos em outubro. Não há obras nem na Academia nem na bancada.

8.4.18

Obras (da Sede ao Estádio e à Academia)

A propósito da queda da lona que protegia a fachada da sede, o último JVC escreve que espera que as obras comecem em breve e que a lona não será reposta, precisamente porque as obras vão começar "face à boa situação financeira do Clube".
Noutro jornal de Vila do Conde, o Terras do Ave, lembro esta semana que ASC prometeu obras no Estádio há oito meses e que aguardamos todos pelo início das obras da Academia.
Antes da sede...

24.1.18

Lembrar uma promessa ao Presidente

No final da Assembleia Geral de agosto do ano passado, o Presidente Campos disse que as obras para tapar os topos da bancada começariam de imediato.
Nunca esperei que fosse 'imediatamente' mas passaram cinco meses.
E nada aconteceu.

PS - por falar em obras na bancada; já este ano voltei ao assunto para abordar uma questão que sei ser polémica: vender a sede para fazer uma bancada nova (uma vez que o dinheiro não chega para tudo, é preciso definir prioridades). Após a publicação desse texto um sócio disse-me que era completamente contra porque, numa futura SAD, o Rio Ave perderia o património do Estádio. Sinceramente não vejo como pode isso vir a acontecer. O património do Rio Ave Futebol Clube nunca será de uma SAD, que alugaria as instalações e pagaria uma renda.

21.11.17

Sobre os propósitos de ASC para o 4º mandato: sem SAD e talvez obras no Estádio

1) Sede : "Tem sido um desejo adiado devido a inúmeras circunstâncias, mas que se mantém como um objectivo fundamental"

2): Academia Rio Ave Futebol Clube. "Este será o sonho que nos guiará no futuro mandato com a consciência da sua necessidade e do que este projecto representa para o futuro do nosso Clube."

3) Estádio: "iremos tentar continuar com o seu melhoramento dotando-o de condições de maior conforto e funcionalidade. Tentaremos realizar uma intervenção ao nível da cobertura da bancada poente por se tratar do aspecto mais necessitado no momento e que mais penaliza os associados no que concerne ao seu conforto."

4) Finanças: "o objetivo desta nova Direcção é continuar a realizar uma gestão financeira responsável e equilibrada, sob o princípio de que jamais a ambição poderá ser maior do que a responsabilidade do seu cumprimento"

5) Sócios: "Queremos que os sócios sintam orgulho no Clube que amam e queremos que cada vez mais adeptos se deixem seduzir pelo Clube continuando a aumentar o numero de associados e de pessoas que vêm ao estádio ou ao pavilhão."

(o meu comentário: O documento não aborda a questão da SAD, o que entendo ser positivo. É sinal que não será uma prioridade para este mandato. Gostaria no ponto 3 que não houvesse a palavra "tentaremos" mas "faremos", mas o Presidente é que sabe.)

14.11.17

Agora que aí vêm as eleições - a sede

A sede é, pelo menos aparentemente, o ponto fraco dos mandatos de ASC.
Nove anos não foram suficientes para cumprir uma promessa, ainda por cima repetidamente feita.
E até parece que, com isto, estou a criticar o Presidente.
A verdade é que já defendi que se deve ter a coragem de assumir que não há condições para tal objetivo. Se houvesse, nove anos teriam sido suficientes.
Para o próximo mandato ASC vai querer construir o edifício da formação e não pode deixar de mexer na cobertura da bancada. Ainda se arranja dinheiro para a sede? Não acredito.
Que sentido faz gastar meio milhão na sede e deixar os sócios, com ou sem lugar anual, à chuva?
Quem ganha jogos, a sede ou os sócios na bancada?
(relembro que o Presidente prometeu na penúltima AG iniciar as obras na bancada, coisa que, alguns meses depois, não aconteceu)
Por tudo isto, caro Presidente, vamos ter a coragem de assumir que é preciso dar outro rumo à sede - para a esmagora maioria dos sócios, aliás, a sede é no Estádio.


22.6.17

O resto dos camarotes [CORR.]

Por regra aproveita-se as férias competitivas para fazer obras no Estádio.
Tapar os topos seria a minha grande prioridade, mas vamos ter de esperar. Por uma bancada nova?
No Estádio os velhos camarotes do lado norte foram abaixo. As obras decorrem nesta altura.
PS - por falar em obras, há uma grua na sede há meses. Já nem falo se isso tem custos, mas dá mau aspeto... CORReção: se mais cedo escrevia, mais cedo a grua saía... Afinal já não está. Ainda bem

23.11.16

As novidades dadas por ASC sobre o novo regime de quotização

ASC está na Linear a explicar a proposta de novo regime de quotizações:
- se vier a ser aprovado, o lugar anual entrará apenas na próxima época desportiva e não já em janeiro;
- o filho menor (sub25) para o lugar anual pagará os 60 euros de adulto (mais do que uma mulher, portanto). Ou seja, o pai que quiser levar o filho terá de comprar um lugar anual também para a criança. [não me parece uma boa solução, demasiado rígida];
- será criado um pack família, com 10% de desconto [não ficou claro se o pack família tem numero minimo de aderentes];
- "o lugar anual é muito vantajoso para o sócio";
- este novo esquema não acabará automaticamente com as borlas;

Outras questões também abordadas:
- substituir a totalidade da cobertura da bancada (tapando os topos?) custará mais de 1,2 milhões de euros;
- sede: esta semana será montada a grua para substituir o telhado;
- demolição total da bancada nascente é o projeto seguinte (com novos balneários)
- relvados sintéticos para futebol de sete vão avançar; relvado sintético da formação vai ser substituído na primeira oportunidade;

ASC contra ideia de vender a sede

O assunto surgiu na reunião de domingo e o Presidente deixou claro: "não será esta Direção a tomar essa decisão", preferindo antes "valorizar o património".
ASC voltou a dizer que os planos passam por entregar o piso térreo para exploração, fazer uma sala de convívio/receção no primeiro piso e um museu no segundo.

(para mim o assunto está encerrado; ou apenas adiado?)

13.11.16

Ainda a ideia de vender a sede para melhorar o Estádio

Genericamente, pelos comentários lidos no Facebook, a ideia não foi bem recebida.
Aceito, como é natural, mas continuarei a defendê-la.
É evidente que  isto teria de ser discutido em Assembleia Geral, mas  gostaria de deixar mais dois elementos, até porque me parece que continuamos, neste assunto, com a cabeça enfiada na areia:
- quanto vamos gastar na recuperação da sede e com que benefício?
- o Estádio é a nossa 'sede', é lá que os Rioavistas são felizes ou choram, vibram ou se vão abaixo. E nós temos um dos piores estádios da primeira liga.
No fundo somos como aquelas famílias que vivem numa casa que mete água mas que têm um ferrari na garagem, que não usam por falta de combustível. Eu preferia ter um fiat e viver numa casa confortável.
PS - há duas maneiras alternativas de fazer obras no Estádio sem ter de perder a sede. Vender um jogador por um valor importante (um milhão?) ou a chegada da SAD.

9.11.16

Vender a sede para cobrir a bancada

Passo a expor a minha ideia:
- a sede na Praça da República é sobretudo uma questão geracional. Há 20 anos (menos?)que a sede não funciona e verdadeiramente já nos desabituámos.
- a sede, por outro lado, encontra-se numa zona extremamente valorizada de Vila do Conde, com grande procura para investimento.
- uma venda do edificio (meio milhão de euros?) iria permitir fazer uma nova cobertura da bancada e tapar os topos - não é esta a grande prioridade? 
Durante quanto tempo continuaremos a ter o pior ou um dos piores estádios da primeira Liga?
Haverá outra forma de fazer a obra no Estádio? Será possível conciliar tudo? A mim parece-me uma boa solução.

19.5.16

ASC abre a porta à recandidatura

Ainda a entrevista de ASC a O Jogo de domingo:
"Agora só quero acabar o meu projeto com os meus colegas, fazendo o resto do parque desportivo do Clube, terminar a sede e fazer uma equipa competitiva (...). No ano e meio que falta podemos conseguir estes objetivos mas temos outros projetos que serão para outra fase, se eu tiver forças para isso".

6.5.16

A nova cobertura da sede

(ASC em recente entrevista ao jornal Vilacondense disse que as obras começarão em breve)

22.4.16

ASC fala sobre o Estádio e a Sede

"É arrepiante ver os sócios debaixo de chuva a ver os jogos"
(dois excertos da entrevista de ASC ao jornal Vilacondense desta semana)

19.1.16

Sede ou Estádio?

Imaginando que a Direção encontrou uma folga de, vá lá, 200 mil euros, qual seria prioritário: fazer a reconstrução da Sede ou intervir na bancada coberta, tapando as laterais, por exemplo?
É verdade que as obras na sede já foram objeto de várias intervenções em assembleias gerais, mas a intervenção na sede é pouco mais do que simbólica; os sócios que apanham chuva na bancada agradecem!