24.9.25
O novo edifício de apoio à estrutura profissional: estará mesmo pronto nas datas partilhadas pela Presidente?
13.8.25
Direção transmite informações sobre as obras (presentes e futuras)
Na última AG ordinária (finais de junho) a Presidente do Rio Ave FC falou num conjunto de obras, umas a decorrer e outras futuras (o tal masterplan). Na última AG extraordinária, quando interpelada por um sócio sobre a falta (crónica) de informação, disse que o Clube está de portas abertas e que não recebera qualquer pedido de informação por parte dos sócios. Para saber mais sobre as obras, um grupo de três sócios (Daniel Silva e João Paulo Meneses, do Reis do Ave, e Sérgio Oliveira, do Rioavistas, que não esteve presente na reunião por motivos de força maior) pediu um encontro e visita às obras, tendo esse encontro decorrido ontem na sede, mas sem visita às obras (segundo Alexandrina Cruz, por não haver condições). Na reunião estiveram presente, além da Presidente, o presidente adjunto Luís Oliveira e o diretor João Borges.
Eis uma súmula do que nos foi dito:
1) Estragos da depressão Martinho: só houve tempo para reconstruir o que foi e o que estava destruído no espaço da atual bancada (exemplo: casas de banho), sendo o mais importante garantir que o Rio Ave jogaria o primeiro jogo em Vila do Conde. E isso está certo. Ficou tudo preparado para uma cobertura integral da bancada, mas não se sabe se ou quando será feito. Soubemos entretanto que na primeira pausa do campeonato (setembro) as cadeiras serão substituídas.
2) Novo edifício de apoio ao futebol profissional (e sub23) no topo norte. Está em andamento e a primeira fase ficará pronta em janeiro. Servirá também de apoio aos jogos oficiais (os jogadores passarão a sair desse edifício). Tudo estará pronto em um ano, promete AC. Haverá dois novos relvados e um mini-estádio, onde jogarão os sub23 e a equipa feminina (enquanto não estiver pronto, as senhoras jogarão no campo principal). A Academia ficará para apoio à formação e ao futebol feminino. Sub-23 para já continuam a jogar em casa emprestada.
3) Bancada nascente: AC reafirmou que estará pronta até 2028 e o principal argumento é que, disse-nos, o investidor quer o Rio Ave a jogar nas competições europeias; sem a nova bancada, a UEFA não licencia o estádio e, se nos apurarmos entretanto, os jogos terão de ser fora dos Arcos. Posteriormente, os sócios passarão para a nova bancada. Não há calendário, mas, como disse AC, "2028 é amanhã", não há muito tempo, portanto…
A Presidente prometeu uma AG extraordinária para falar das obras antes ainda da AG ordinária prevista para outubro.
(falou-se também da sede e foi explicado que, após analisados os prós e contras, o futuro museu será mesmo no Estádio, no miolo da bancada atual, e que não haverá 'sports bar')
(texto conjunto Daniel Silva e João Paulo Meneses)
17.6.25
Uma promessa que tarda em ser cumprida
20.10.24
Sede do Rio Ave terá brevemente um SportsBar
Da AG de hoje: o investidor vai gastar 26 milhões até final da época
Assembleia Geral para aprovação do relatório e contas relativo à época passada (23-24), hoje realizada. Uma AG muito pouco participada (pouco de mais de 30 sócios, excluindo os que fazem parte dos órgãos sociais), mas intensa.
O fundamental:
- Alexandrina Cruz (AC) revelou que o investidor (RAH Sports) meteu 6,5 milhões de euros até ao momento da criação da SAD (31/5/24), através de 4 empréstimos com escritura pública;
- depois disso, mais 7,7 milhões, o que dá, até ao momento, 14,6 milhões.
- Até ao final da época está previsto investir mais 12 milhões, o que significa que a 20/6/25 a família Marinakis terá 'deixado' em Vila do Conde 26 milhões de euros (irei escrever sobre isto posteriormente). Destes 26 milhões, 17 são o orçamento da SAD e 6 são ativos de jogadores. O restante até aos cerca de 26M é para investimentos, outras despesas e abatimento de parte do passivo. O passivo foi abatido em 1 milhão, até agora.
Relativamente ao relatório e contas do Rio Ave Futebol Clube, que foi hoje discutido e aprovado por esmagadora maioria, houve um resultado positivo de 130 mil euros. Um dos sócios presentes questionou o facto de o número de associados ter aumentado e as receitas com a quotização terem diminuído (cerca de 20 mil euros). AC afirmou que não tinha mais esclarecimentos a prestar sobre o assunto, o que, no meu entender, se revelou uma recusa em esclarecer a situação, facto que, espero, tenha sido única e irrepetível, pelo precedente que abre. O presidente da Mesa da AG deveria ter sensibilizado a Presidente para a situação, como certamente Mário Almeida teria feito.
Abstive-me na votação do relatório, não porque veja qualquer problema com as contas, mas porque, como foi detetado pelo Daniel Silva, uma parte do documento que nos foi entregue é plágio. No mínimo embaraçoso.
- Nova campanha de e para os sócios será lançada antes do fim do ano e piso térreo da sede vai ser concessionada para um sports bar, alusivo ao Rio Ave FC.
- Sobre a saída de Quim Vitorino da estrutura técnica da formação do Rio Ave, AC disse (mas num tom que demonstrava alguma irritação) que o que veio escrito sobre o assunto é mentira e que a AG seria o local para o ex-atleta se pronunciar, se assim o entendesse.
26.6.24
AG ontem à noite: presidente da SAD não vai viver em Portugal
Como previsto, realizou-se ontem à noite uma Assembleia Geral para aprovação do orçamento do Clube para a próxima época. Além disso, houve oportunidade para prestar esclarecimentos sobre a SAD.
Principais notas (presentes cerca de 70 sócios):
- reforço do orçamento, com especial destaque para o futsal, que terá uma equipa para tentar subir de divisão;
- reforço das verbas para obras, destinadas à sede que, apesar da intervenção recente, precisa de obras consideráveis para acolher o futuro Museu do Clube.
- Alexandrina Cruz diz que o Clube está a pensar criar outras modalidades;
- Para falar da SAD primeiro tomou a palavra o administrador Diogo Ribeiro, que falou várias vezes nas vantagens do 'multiclube', que prometeu investimento na equipa (para lutar pelo 7º/8º e se calhar 'morder os calcanhares' do 5º, mas sem ter ainda como objetivo lutar pela Europa), que prometeu a bancada para crescer a nível de adeptos e que prometeu autonomia, face a Atenas, no dia a dia (a ajuda será sobretudo na construção do plantel e nas futuras obras);
- Depois seguiram-se as perguntas dos associados e Alexandrina Cruz teve oportunidade de dizer que não está prevista a criação de uma Comissão Executiva dentro da Administração (que isolaria os dois administradores do Rio Ave), que pelo menos por agora continuarão a ser 4 administradores, que reconheceu falta de informação aos sócios, resultante do momento de transição que se vive, mas a resolver em breve (com o anúncio da estrutura do futebol e dos estatutos da SAD), e que, finalmente, anunciou aquela que para mim foi a informação mais relevante: o presidente da SAD, Boaz Toshav, não viverá em Vila do Conde, mas "virá cá com alguma frequência, será uma pessoa muito presente". O investidor ser estrangeiro é uma coisa, o presidente da SAD não estar em Portugal é outra. Acho preocupante e voltarei ao assunto em breve.
PS - Alexandrina Cruz respondeu a um sócio confirmando a demissão do vice-presidente Paulo Calhão, por "motivos profissionais"
21.9.20
Ainda a AG de ontem
Assuntos soltos, além do que já aqui foi publicado:
- Futsal, após o fracasso da subida de divisão: "Não vamos desistir, vamos continuar a lutar pela subida de divisão" (ASC)
- o operador televisivo (MEO) interrompeu os pagamentos durante o confinamento, "mas tenho a certeza de que vamos ser ressarcidos" (ASC),
- Academia: houve problemas com o empreiteiro, "em breve será uma realidade";
- Bancada: será demolida em breve e será construída de forma faseada. Foram instalados contentores para albergar balneários e serviços que estavam na bancada, enquanto a primeira fase da Academia não estiver pronta;
- Equipa B é aposta; manter equipa sub23 é obrigatório, segundo a FPF; papel da equipa sub23 será queimar etapas, com jogadores dos sub19 ou sub17. "Média etária dos sub23 vai baixar" (ASC)
- Aproveitamente da formação: "temos que apostar na formação, os resultados vão aparecer, temos de aproveitar 2,3 jogadores por época" (ASC)
- objetivos desportivos da equipa principal: conquista de nova presença europeia;
- Negociações com o Ministério da Justiça por causa da cedência do relvado de Santa Clara não avançam;
- principais receitas previstas: 4,2 milhões em direitos televisivos e 1 milhão em patrocínios;
- participação na fase de grupos da Liga Europa poderia valer 2,9 milhões;
- orçamento prevê 3,5 milhões em vendas de jogadores;
- "continuamos a cumprir com o fair play financeiro" (Alexandrina Cruz)
- 7,6 milhões em gastos com pessoal, sendo 4,3 com jogadores e 0,7 com treinadores (mais encargos);
- orçamento prevê 390 mil euros para acabar a Academia; 130 mil para a sede, 180 mil para a demolição da bancada; 250 mil para adaptação do Espaço Agros e 230 mil para o novo relvado (1,3 milhões de investimento);
24.8.20
Obras paradas
Há muito que a construção da Academia está parada, imagina-se que por questões financeiras relacionadas com a Covid19. A primeira fase não chegou a ficar concluída e a segunda ficou-se pelos alicerces.
Sem Acedemia não há demolição na bancada, mas nas últimas semanas deu para perceber que os bancos da bancada nascente foram retirados.
Nestes cinco meses o Rio Ave nunca informou os sócios e adeptos sobre o ponto de situação das obras. Eu não vejo necessidade de continuar a aguardar, mas pelo menos esperemos que o faça na próxima AG.
(Já a sede, por fora, parece pronta; teremos novidades em breve?)
5.11.19
(da AG) Obras
17.9.19
Começaram as obras na antiga sede?
Recorde-se que na última AG, o Presidente disse que a obra tinha sido adjudicada e que custaria 60 mil euros.
Na altura, com tanta informação, passou despercebido, mas o que se fará com 60 mil euros, sendo que o telhado ruiu e nesta altura pouco ou nada se aproveita no interior.
Estou enganado ou 60 mil é apenas para reparações?
Se assim é, não é dinheiro deitado fora, até à próxima reparação?
(ASC é Presidente há 11 anos)
1.7.19
Ecos finais de uma AG calma
Outras notas:
- quem esperava uma AG com o aparecimento de críticas saiu desiludido. Foi das mais tranquilas de sempre. Apenas quatro sócios intervieram [eu intervim para perguntar pela bancada].
- foi, no entanto, das assembleias mais participadas. Como dizia Pedro Soares, que regressou 4 anos depois para elogiar ASC e lembrar o que é o Clube hoje, não há muitos anos tinhamos assembleias com 10 sócios.
- o futsal vai custar 105 mil euros na próxima época;
- o Rio Ave vai criar dois pólos das escolinhas em Aveleda e Guilhabreu (aproveitando os relvados sintéticos aí existentes) [aqui sugerido em 2015];
- vai abrir uma loja nova nas Caxinas, com mais condições, que vai substituir a existente;
- vai haver uma App Rio Ave e será possível pagar as quotas online;
- as obras na sede vão arrancar em breve (já feita a adjudicação), custarão 60 mil euros e serão pagas pela SDUQ, como todas aliás;
(amanhã as contas da equipa principal)
21.5.19
10ª Tertúlia Rioavista - Obras (e outras questões)
ASC:
- as obras só começarão na academia quando os campeonatos terminarem, antes não é possível;
- no que toca à bancada do estádio, a obra foi adjudicada a uma empresa espanhola. O Rio Ave consultou o Instituto Superior de Engenharia para lhe dar parecer sobre a obra e este Instituto descobriu alguns problemas técnicos que colocam em causa a segurança da bancada. Isto atrasa o início da obra, que não estará em caso algum pronta no início de 2019/2020;
- o presidente tem atitude prudente quanto a adiantar datas para o avançar e concretização da obra, mas espera que seja rápido.
- as obras da sede vão começar muito em breve.
4.11.18
Cobertura da bancada pronta antes do 1º jogo da próxima época
ASC revelou que o objetivo é ter a obra pronta a tempo do 1º jogo oficial da próxima época (que, esperamos todos, poderá ser da Liga Europa!).
Para isso terá de haver um calendário muito rígido, uma vez que a montagem da cobertura terá de ser feita entre o último jogo em casa, desta época, e esse primeiro jogo de 19/20.
O valor global rondará o 1,5 milhões de euros.
Foram mostradas imagens dos projetos (as que reproduzimos, via site do Clube, referem-se aos dois projetos, um espanhol outro turco):
20.10.18
As obras que têm de ser feitas. JVC junta-se à discussão
O JVC insiste nestas duas ideias:
- as obras na sede pagam-se a si próprias;
- a criação de uma comissão técnica, para apoiar a Direção, dá mais garantias de sucesso.
2.10.18
Referendo sobre vender a sede
O problema é que o disse há tantos anos que o assunto começa a ser caricato.
Por outro lado, se as obras não surgiram quando o Clube não estava comprometido com obras importantes (academia e cobertura), irão surgir agora com tantos encargos previsíveis?
A solução, parece-me, poderá passar por um referendo interno: que sejam os sócios a decidir. Se o referendo não for (técnica e legalmente) viável, que se apresente o assunto a uma Assembleia Geral extraordinária.
(o problema, contudo, não desaparece: se a maioria dos sócios decidir que se devem fazer as obras na sede, com que dinheiro elas serão feitas?)
PS - estamos em outubro. Não há obras nem na Academia nem na bancada.
8.4.18
Obras (da Sede ao Estádio e à Academia)
Noutro jornal de Vila do Conde, o Terras do Ave, lembro esta semana que ASC prometeu obras no Estádio há oito meses e que aguardamos todos pelo início das obras da Academia.
Antes da sede...
24.1.18
Lembrar uma promessa ao Presidente
Nunca esperei que fosse 'imediatamente' mas passaram cinco meses.
E nada aconteceu.
PS - por falar em obras na bancada; já este ano voltei ao assunto para abordar uma questão que sei ser polémica: vender a sede para fazer uma bancada nova (uma vez que o dinheiro não chega para tudo, é preciso definir prioridades). Após a publicação desse texto um sócio disse-me que era completamente contra porque, numa futura SAD, o Rio Ave perderia o património do Estádio. Sinceramente não vejo como pode isso vir a acontecer. O património do Rio Ave Futebol Clube nunca será de uma SAD, que alugaria as instalações e pagaria uma renda.
21.11.17
Sobre os propósitos de ASC para o 4º mandato: sem SAD e talvez obras no Estádio
2): Academia Rio Ave Futebol Clube. "Este será o sonho que nos guiará no futuro mandato com a consciência da sua necessidade e do que este projecto representa para o futuro do nosso Clube."
3) Estádio: "iremos tentar continuar com o seu melhoramento dotando-o de condições de maior conforto e funcionalidade. Tentaremos realizar uma intervenção ao nível da cobertura da bancada poente por se tratar do aspecto mais necessitado no momento e que mais penaliza os associados no que concerne ao seu conforto."
4) Finanças: "o objetivo desta nova Direcção é continuar a realizar uma gestão financeira responsável e equilibrada, sob o princípio de que jamais a ambição poderá ser maior do que a responsabilidade do seu cumprimento"
14.11.17
Agora que aí vêm as eleições - a sede
Nove anos não foram suficientes para cumprir uma promessa, ainda por cima repetidamente feita.
E até parece que, com isto, estou a criticar o Presidente.
A verdade é que já defendi que se deve ter a coragem de assumir que não há condições para tal objetivo. Se houvesse, nove anos teriam sido suficientes.
Para o próximo mandato ASC vai querer construir o edifício da formação e não pode deixar de mexer na cobertura da bancada. Ainda se arranja dinheiro para a sede? Não acredito.
Que sentido faz gastar meio milhão na sede e deixar os sócios, com ou sem lugar anual, à chuva?
Quem ganha jogos, a sede ou os sócios na bancada?
(relembro que o Presidente prometeu na penúltima AG iniciar as obras na bancada, coisa que, alguns meses depois, não aconteceu)
Por tudo isto, caro Presidente, vamos ter a coragem de assumir que é preciso dar outro rumo à sede - para a esmagora maioria dos sócios, aliás, a sede é no Estádio.
22.6.17
O resto dos camarotes [CORR.]
No Estádio os velhos camarotes do lado norte foram abaixo. As obras decorrem nesta altura.




























