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13.6.11

A descida do futsal: três treinadores (o bom e o mau)

Como prometido, aqui fica o primeiro de vários textos sobre a descida da equipa de fusal.
Comecemos pelos três treinadores.
- Paulo Morim pareceu a escolha lógica no regresso à primeira divisão, mas saiu cedo de mais. Ainda  hoje não se conhecem todos os pormenores que ditaram a sua saída, mas é curioso que tenha acontecido depois de um jogo que não orientou (por estar castigado). Ainda assim, terá as suas responsabilidades, quer na escolha dos reforços quer pelos maus resultados nessas primeiras jornadas;
- Fernando Melo foi o treinador que fez mais jogos, mas isso não lhe permitiu fazer melhor do que o seu antecessor. Deixou o Rio Ave no mesmo lugar e saiu sem glória. Deveria ter saído antes, porque se é certo que houve um ou outro resultado bom, no geral esteve sempre abaixo.
- Raul Moreira é o menos culpado. Falhou o milagre, é verdade, mas não era legítimo pedir mais. A AMSAC era mesmo melhor e o Freixeiro tinha muito mais pontos. E a verdade é que conseguiu adiar a descida de divisão até ao limite do possível.
Assim sendo, nota negativa para Fernando Melo, nota neutra (mas a pender ligeiramente para o negativo) para Paulo Morim e nota positiva para Raul Moreira.

(amanhã: os reforços)

3.5.11

Nova equipa técnica no futsal (ACTx2)

Confirma-se a informação que avançámos ontem à noite [com uma correcção: não foram jogadores a orientar o treino, mas já a nova equipa técnica, segundo o «site» do Clube]: «a partir de hoje, dia 03 de Maio, a nova equipa técnica passa a ser constituída por Raul Moreira (Treinador Principal), Filipe Monteiro (Treinador de Guarda-redes) e Rui Ribeiro (Preparador-Físico), até agora técnicos da Fundação Jorge Antunes e os quais orientaram já o treino de hoje»
(foto Povoa Semanário; Raul Moreira foi treinador dos poveiros)

Os meu comentários:
- como sabem, defendi a saída de Fernando Melo há muito tempo, quando percebi que estava a ser incapaz de dar a volta [além deste balanço, há uma coisa que é preciso dizer: deixou a equipa no mesmo lugar que encontrou quando substituiu Paulo Morim];
- Fernando Melo saiu sem nota positiva e parece não haver dúvidas de que a substituição de Paulo Morim foi uma precipitação;
- agora parece-me um pouco tarde, embora ainda seja possível;
- vamos em busca do milagre?

[o «site» diz que o novo treinador era o até agora treinador da Fundação Jorge Antunes, mas A Bola diz que que esta época chegou a orientar a Fundação Jorge Antunes. O JN diz que Raul Moreira regressa ao Clube];

ACT: há um Raul Moreira na equipa de 97-98, mas sinceramente não me lembro dele; O Gil garante que é o mesmo, portanto  quando o JN diz que regressa ao Clube, é ao Clube onde jogou futebol.
ACtualizo novamente, com um contributo que nos chegou de um leitor: Raul Moreira começou no futsal das Caxinas, foi adjunto no Rio Ave na época aseguir à primeira descida de divisão e, ainda nessa época,  treinador principal; depois foi para a Juvenorte/Póvoa Futsal. Na Fundação Jorge Antunes foi preparador-físico. [se a coisa não resultar, Raul Moreira pode criar a equipa de futebol de praia...]

2.5.11

Futsal: equipa técnica demitida?

Não tenho confirmação oficial, mas julgo saber que o treino desta noite foi realizado por alguns jogadores, depois de ASC ter demitido o treinador e, por extensão, a equipa técnica.
A ser verdade, é no mínimo estranho o 'timing', muito mais porque, quem ouviu a Linear esta tarde, pôde ouvir as considerações de Fernando Melo sobre o sorteio.
E agora?
Haverá novo treinador para dia 14?
E que razões levaram a uma decisão destas nesta altura?
A desenvolver mal haja outras informações.

26.4.11

Futsal: balanço da primeira fase

26 jogos, apenas sete vitórias (e, destas, quatro têm um 'valor' diferente, porque foram contra Alpendorada e Mogadouro, que perderam todos os jogos). Ou seja, APENAS três vitórias 'a sério', conseguidas no tempo de Fernando Melo;
- Paulo Morim fez nove jogos, Melo 19 [o jogo nº 9, o último, nos Olivais, foi feito com Morim castigado e Melo a comandar a equipa];
- O Rio Ave não ganhou uma única vez fora (se tirarmos Alpendorada e Mogadouro) nem sequer empatou; os dois empates (com o Modicus e o Belenenses) foram em Vila do Conde.
- Morim, em nove jogos, fez cinco fora e quatro em casa (derrotas com o Instituto D. João V, Sporting, Fundão e Freixeiro). Apenas ganhou em Mogadouro; nos quatro jogos em casa, empatou com o Modicus, perdeu com o Instituto e com o Sporting e foi a Mogadouro;
- Melo, em 19, tem as tais seis vitórias (três mais três);
O que é que estes números significam? Que foi uma primeira fase de grande desilusão, em que podiamos e deviamos ter feito mais (perdemos os quatro jogos com os nossos adversários mais directos, AMSAC e Vitória de Oliveias);
- O Modicus, que subiu connosco, fez um campeonato brilhante;
(foto AVL)
Agora é preciso ganhar todos os jogos (sobretudo ao AMSAC, que nos venceu duas vezes, mas isso não chega, se não ganharmos ao Vitória de Olivais e ao Freixieiro) e andar de calculadora na mão, até ao fim.

9.4.11

Futsal: só garra não chega, quando falta alguma coisa...

O Rio Ave empatou a quatro golos com o Belenenses e deixou fugir dois pontos; esteve a ganhar por 3-1 (esteve, aliás, quase sempre a ganhar, excepto quando o Belenenses fez 3-4).
Porque é que perdeu?
Porque não soube reagir nem tirar partido do jogo de guarda-redes avançado do Belenenses (também tenho bastantes dúvidas sobre a gestão do plantel e as substituições, nomeadamente quanto pouca à utilização de Ramada, mas não quero alongar-me sobre este assunto).
Foi, nesse aspecto, um banho táctico que o treinador do Belenenses deu a Fernando Melo, que - pelo menos - há-de ter aprendido alguma coisa com este jogo (espero...).
O Belenenses marcou os seus três últimos golos sem guarda-redes.
A nossa segunda parte foi bastante boa, mas na primeira foram os nossos postes e Alex que seguraram uma vantagem milagrosa. Na segunda tivemos nós algum azar e Alex já não esteve tão bem (ou seja, esteve muito bem, só não 'defendeu tudo').
Houve garra da nossa equipa, mas continuo a pensar que falta competência técnica na liderança.

PS - ganhámos um ponto porque a concorrência mais directa perdeu.

8.4.11

O optimismo da equipa técnica do futsal

«a equipa do Rio Ave FC está preparada para mostrar o espírito guerreiro que vai ter de revelar ao longo do Play-Out para reverter os resultados desvantajosos em relação ao adversário directos na luta pela permanência»

30.3.11

Ironias (futsal)

Foi depois do jogo com o Vitória de Olivais em Lisboa que Paulo Morim se demitiu e Fernando Melo assumiu o comando - um jogo que Paulo Morim não dirigiu, por estar castigado. Curiosamente nesse jogo o Rio Ave até experimentou o guarda-redes avançado, pelos vistos com resultados desastrosos.
No sábado, voltámos a jogar com o Vitória de Olivais e voltámos a perder. Fernando Melo, tanto quanto é público, não entendeu tomar a mesma iniciativa do seu antecessor. E, depois de estar empatado a um golo, o Rio Ave optou por não recorrer a essa possibilidade do guarda-redes avançado, pura e simplesmente porque não a treinou durante a semana e disso não deu conta ao árbitro antes do jogo.
Já não sei qual é pior, se a derrota (e as suas consequências) se a demonstração de amadorismo.

8.1.11

Futsal/AMSAC: exibição inadmissível!

O Rio Ave perdeu por 3-7 com a equipa que estava imediatamente acima na classificação, a AMSAC.
Mais do que o resultado (os últimos dois golos resultaram do facto de estarmos sem guarda-redes), gostaria de criticar a exibição da primeira parte, verdadeiramente inadmissível, tal a apatia, o desânimo, a falta de concentração, que resultou em diversas bolas perdidas, e que deram golos à AMSAC. A isto assistiu o nosso treinador sem fazer uma intervenção para interromper o mau ciclo que se estava a viver [ao contrário, na segunda parte, quando estávamos por cima, o treinador da AMSAC fez isso e obteve resultados].
A equipa corrigiu um pouco no recomeço, mas continuou a cometer erros infantis, que deram mais golos ao adversário. Jogadores como Mide (vindo de lesão), Bruno Miguel ou Camarão tiveram exibições desastrosas!
Não se percebe como é que Alex, o excelente guarda-redes do Rio Ave, esteve os 40 minutos no banco. Lesionado? Mas ainda assim suplente? Nas bancadas estiveram Teixeira, Jaime e Ivo, esses, sim, impossibilitados. Deixar Alex no banco seria o mesmo que ter João Tomás e não o pôr a jogar, ainda por cima num jogo crucial, como me parece que este era.
Custa-me muito dizer isto, mas depois da exibição de hoje, deixei de acreditar na equipa; a aposta em Fernando Melo não está a resultar e a equipa precisa urgentemente de uma chicotada psicológica!

PS - cena caricata, típica de um clube das distritais, aquela de fazer o número na camisola de Camarão com fita adesiva; acho que todos devem reflectir sobre o que isto pode significar, ainda por cima quando ASC várias vezes disse que estavam a ser dadas todas as condições à equipa e à secção.

4.12.10

Vitória sem espinhas do Rio Ave (7-2 ao Alpendorada)

Podiam ter sido mais cinco ou seis, tal a diferença de qualidade entre os jogadores. O Alpendorada veio para perder por poucos (ou, com muita sorte, empatar), mas cedo se percebeu que o jogo seria quase um massacre. E foi. Os do Marco de Canavezes ainda marcaram dois golos, mas foram duas desatenções.
Sem espinhas e sem (mais) história.
(bom regresso de Teixeira, depois de prolongada lesão, e o regresso também de Luciano, o guarda-redes da época passada, este ano tapado por Alex; Mide e Ivo tardam em voltar). Fernando Melo está a fazer uma campanha bastante positiva.

Quarta-feira há mais, frente ao Benfica (Taça de Portugal, 16h?)

26.11.10

Um jogo de futsal muito importante

Amanhã vou estar novamente no Pavilhão a ver o jogo de futsal - é mais uma 'final', numa altura crítica para a equipa e o apoio dos adeptos poderá ser meio caminho andado para ganhar a uma equipa com tradições na primeira divisão, mas que não será imbatível.

(será também a estreia do novo treinador, que já tem experiência como técnico principal e que quererá mostar as suas capacidades; todos temos a ganhar com isso!)