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3.10.19

Demolição: é mesmo preciso esperar pelo final da época?

O último Terras do Ave dá destaque o fecto da bancada nascente apenas ser demolida no final da época.
A fonte é o comunicado do Clube: "Concentrar todo o esforço na conclusão da Academia do Rio Ave FC, permitindo assim a transferência de todos os serviços e pessoal para este espaço no final da época."
A ser assim, fico um pouco desiludido.
Acho que a demolição devia começar o mais depressa possível e isso depende da Academia ficar pronta, pelo menos a primeira fase.
As obras decorrem em bom ritmo.
Será preciso esperar por maio do próximo ano???

"A outra bancada [poente] ultrapassa os cinco mil lugares e depois das experiências que fizemos nos jogos com Vitória de Guimarães e FC Porto, os nossos sócios podem ficar tranquilos com a segurança, pois não correm risco que haja conflitos", garantiu António Silva Campos.

29.9.19

"Demolida" a 'terceira bancada'...

Com poucos lugares no Estádio para os adeptos visitantes, nomeadamente os portistas logo, o nosso Clube antecipou que poderiam vir a ocupar aquele pequeno monte de terra, do lado do quartel dos bombeiros..
Vai daí, houve terraplagens esta semana e a 'terceira bancada' desapareceu...

24.9.19

Rio Ave confirma demolição da bancada nascente

Sem surpresas, o Rio Ave anunciou ontem à noite a demolição da bancada nascente e a construção de uma nova, mal as obras da Academia fiquem prontas.
É a decisão certa e aquela que mais beneficia o Clube (em vez de uma bancada remendada, a poente, os sócios e adeptos passarão a ter uma bancada completamente nova, perto do relvado, deixando os adversários na bancada que atualmente ocupamos, a poente).
Claro que vai ter mais custos, mas são custos necessários.
Se o orçamento do futebol tiver que diminuir um milhão por ano, para pagar a obra, aceita-se perfeitamente.
O que já não se aceita são atrasos: temos estes meses de obras na Academia para preparar a demolição, que deve começar no dia seguinte. Em simultâneo temos de preparar o projeto e lançar o concurso de construção. Vamos ver se a Direção ganha este jogo com goleada!

PS - não haverá bancada amovível frente ao FC Porto, o que significa que os adeptos portistas ocuparão os dois topos laterais da nossa bancada. Percebe-se pelo comunicado que não se repetirá o que aconteceu frente ao Guimarães (o  mesmo acesso, as mesmas casas de banho, o mesmo bar para nós e para eles), mas recomenda-se o máximo de cuidado.

13.8.19

Crise? Oportunidade (para uma bancada nova)

Sim, estamos todos de olhos em bico com a estória da bancada, mas não é por isso que trago estes dois carateres chineses: em conjunto significam crise, mas separados têm uma lógica interessante: o primeiro quer dizer perigo e o segundo (entre outras coisas) oportunidade. Ou seja, na ideia dos chineses, crise pode ser uma oportunidade.
É nisso que tenho pensado nestes dias: se o ISEP acha que a bancada nascente não está em condições de suportar 'carga', fará sentido gastar dinheiro a repará-la? Quanto custa a reparação?
Não será melhor aproveitar e fazer uma bancada nova, coberta, a nossa nova bancada, deixando a poente exatamente como está, para os adeptos visitantes?
Acredito que esta pode ser uma oportunidade de valorizar o património do Clube.
Não temos dinheiro?
Se é necessário, vamos ao banco e pagamos as prestações.
Se tivermos de reduzir o orçamento da SAD SDUQ um milhão por ano não virá daí mal ao mundo.

10.8.19

Sobre o adiamento do jogo com o Guimarães (ATUAL.)

Não duvido dos factos nem dos argumentos. Mas o conteúdo do comunicado, demasiado lacónico, deixa-me dúvidas *.
1) Os problemas estruturais já não existem no dia 8? [uma coisa é deixar o jogo por marcar, outra é marcar uma data, como aconteceu];
2) Se são estruturais, como se resolvem em menos de um mês?
3) Antes do dia 8 há jogo com o Aves; também vai ser adiado?
4) Frente à Oliveirense, a bancada nascente esteve aberta para os adeptos visitantes. Não devia ter estado?
5) O que são 'problemas estruturais'? Acho que todos temos a ganhar com mais informação.
6) Os problemas estão relacionados com as obras feitas para os sub23? Por falar nisso, a frequência do balneário está interdita?
(o que não pode estar em causa: a segurança, como é evidente)

* A mim e à maior parte dos Rioavistas, penso. Basta ver como foi recebida, no Facebook do Clube, a notícia. Não estou por dentro, não percebo, mas sei que estas coisas estão a desbaratar o capital de prestígio que o Presidente Campos justamente conseguiu. Lamento e faz-me pensar nas consequências.
atualizo a 20/8: só hoje o comunicado surgiu

7.7.19

Nova bancada ou estádio novo?

O sócio, e nosso leitor, Miguel Larangeira deixou há uma semana este comentário no Facebook:
"Acho que a nova bancada não resolverá nada, ou pouco resolverá, em termos de conforto para os associados e numa perspectiva de futuro do nosso Clube. Seria uma remendo. Pode ser utópico, mas o objectivo do Clube/SDUQ devia ser um estádio novo. Além de melhorarem as condições de toda a estrutura, de comodidade para os sócios e de funcionalidade do Clube, poderíamos construir um estádio que fosse mais "problemático" para os.nossos adversários. A área disponível, atendendo à distância entre bancadas, é enorme. Aproximariamos as bancadas e criaríamos uma área grande entre o estádio e o campo de treinos. Esta área poderia eventualmente possibilitar um pavilhão de treinos para o futsal. Sem grandes luxos, tipo estádio do Gil Vicente, não seria um investimento assim tão caro. Também não seria barato. O do Gil custou nessa altura 16 milhões! É muito, mas com zonas potenciadoras de retorno e com criação de áreas para alojar a equipa sénior em estágios ou para receber equipas ou até alguns dos nossos profissionais poupariamos no futuro. Com uma parte do patrocínio anual da Meo, ou do que vier a seguir, cumpririamos um plano financeiro que permitiria pagar o estádio em dez/quinze anos. Utópico? Talvez, mas eu arriscaria! Gostava de ter falado disso hoje na Assembleias mas deixei passar a oportunidade!"

1.7.19

Ecos finais de uma AG calma

Da AG de ontem já destaquei três momentos: ASC a assumir a Liga Europa, a confirmação de que não teremos bancada coberta antes de 2021 e a saída do vice-presidente José António Pereira.

Outras notas:
- quem esperava uma AG com o aparecimento de críticas saiu desiludido. Foi das mais tranquilas de sempre. Apenas quatro sócios intervieram [eu intervim para perguntar pela bancada].
- foi, no entanto, das assembleias mais participadas. Como dizia Pedro Soares, que regressou 4 anos depois para elogiar ASC e lembrar o que é o Clube hoje, não há muitos anos tinhamos assembleias com 10 sócios.
- o futsal vai custar 105 mil euros na próxima época;
- o Rio Ave vai criar dois pólos das escolinhas em Aveleda e Guilhabreu (aproveitando os relvados sintéticos aí existentes) [aqui sugerido em 2015];
- vai abrir uma loja nova nas Caxinas, com mais condições, que vai substituir a existente;
- vai haver uma App Rio Ave e será possível pagar as quotas online;
- as obras na sede vão arrancar em breve (já feita a adjudicação), custarão 60 mil euros e serão pagas pela SDUQ, como todas aliás;
(foto: Rio Ave FC)

(amanhã as contas da equipa principal)

30.6.19

Obras na bancada coberta só a partir de maio de 2020

O Presidente Campos garantiu esta manhã, na AG, que a obra vai ser feita, tendo explicado com algum detalhe porque é que a previsão de avançar não se cumpriu até agora (como já havia feito na Tertúlia).
A questão é que, correndo tudo bem, a obra avançará mal a próxima época termine, ou seja a partir de maio (porque não pode começar em simultâneo com os jogos em casa).
Ou seja, até maio vai haver estudos e adjudicação, mas - se tudo correr bem - só teremos bancada coberta no início da época 20/21. Não se sabe quanto tempo demorará a construir (vai depender das propostas dos concorrentes), mas é provável que só daqui a dois anos. 
Admito que não haja volta a dar, mas - em coerência com o sempre escrevi - fico triste. Mais vale tarde do que nunca, mas custa muito passar mais dois anos à chuva.

29.6.19

Começaram as obras na Academia de Formação

O Presidente dará certamente informações na AG de amanhã, mas é previsível que as fundações fiquem prontas nestes dois meses, de modo a que, a partir do final de agosto possam começar as competições jovens sem perigo resultante da construção.
(agora falta a sede

23.5.19

Ainda as obras - uma crítica

Estou desiludido, mas não critico o Presidente pelos problemas que impediram a cobertura da bancada poente de avançar. Sobretudo não critico porque nada sei de engenharia e porque dou o benefício da dúvida ao Presidente (muito mais numa área que ele conhece bem). Esta não será a primeira nem última obra, em Portugal e no mundo, a sofrer contratempos técnicos.
O que critico é o que considero ser um problema recorrente do nosso Clube: o desrespeito pelos sócios. No momento em que se percebeu que a promessa do Presidente não seria possível de concretizar, o Rio Ave deveria ter feito um comunicado a informar e a explicar aos sócios, em primeira mão, o que se passou.
É que ainda por cima está em causa a palavra do Presidente, na última Assembleia Geral.
Uma situação destas não beneficia ninguém, até porque os meses foram passando e os Rioavistas foram percebendo que nada avançava.
Por estas e por outras é que digo - e repito - que o nosso Clube comunica quase sempre bem mas informa quase sempre mal.

21.5.19

10ª Tertúlia Rioavista - Obras (e outras questões)



ASC:
- as obras só começarão na academia quando os campeonatos terminarem, antes não é possível;

- no que toca à bancada do estádio, a obra foi adjudicada a uma empresa espanhola. O Rio Ave consultou o Instituto Superior de Engenharia para lhe dar parecer sobre a obra e este Instituto descobriu alguns problemas técnicos  que colocam em causa a segurança da bancada. Isto atrasa o início da obra, que não estará em caso algum pronta no início de 2019/2020;

- o presidente tem atitude prudente quanto a adiantar datas para o avançar e concretização da obra, mas espera que seja rápido.

- as obras da sede vão começar muito em breve.

3.2.19

... e nenhuma obra arrancou.

Entrámos em fevereiro e as obras prometidas não saem do papel.
Certamente que os motivos são válidos, mas o adepto fica preocupado, muito mais porque - como disse ASC na última AG - terá de haver um calendário muito rígido, uma vez que a montagem da cobertura na bancada terá de ser feita entre o último jogo em casa, desta época, e esse primeiro jogo de 19/20.

Além da cobertura da bancada, a obra mais importante, também a Academia marca passo (e já não falo da sede).

23.11.18

O JVC e o Rio Ave

Dos três jornais que se publicam em Vila do Conde, aquele que faz um acompanhamento mais sistemático do nosso Clube é o JVC.
Após as últimas eleições para os corpos sociais do Rio Ave, o jornal surgiu com uma linha editorial mais crítica, mas acredito que o faz de uma forma bem intencionada - porque querem o melhor para o Clube! - mesmo que isso nem sempre seja bem entendido ou que discordemos de alguns pontos de vista.
Na edição desta semana, o JVC dedica uma página a uma troca de correspondência entre o jornal e a Direção do Clube, centrando-se muito na ideia, já antes apresentada, de ser criada uma comissão de sócios para acompanhamento das várias obras que aí vêm.
A Direção parece não acolher a ideia e está no seu direito.
(para mim, a grande falha do jornal é não ter textos noticiosos assinados)

8.11.18

(da AG, fim!) Rio Ave já procura novo relvado

A formação do Rio Ave necessita de mais um relvado, anunciou ASC na AG de domingo.
O Clube tentou construí-lo perto do Estádio, num terreno onde estacionam pesados, mas parece que não é possível.
A alternativa: o espaço que já foi um campo de futebol na antiga correção (o Rio Ave quer dividir os custos com outras entidades, como a Câmara?).
Este mesmo!
(o meu comentário: segundo foi divulgado a SDUQ gastou 370 mil euros no 2º relvado natural. Mesmo que este fique mais barato e seja a dividir, será sempre um grande investimento)

PS - o futsal custou na época 17/18 137 mil euros. Insuficiente, como se percebe, para ficar nos 8 primeiros classficados.

4.11.18

Cobertura da bancada pronta antes do 1º jogo da próxima época

Uma parte da AG foi dedicada às obras, nomeadamente àquela que mais interessa: a cobertura da bancada poente.
ASC revelou que o objetivo é ter a obra pronta a tempo do 1º jogo oficial da próxima época (que, esperamos todos, poderá ser da Liga Europa!).
Para isso terá de haver um calendário muito rígido, uma vez que a montagem da cobertura terá de ser feita entre o último jogo em casa, desta época, e esse primeiro jogo de 19/20.
O valor global rondará o 1,5 milhões de euros.
Foram mostradas imagens dos projetos (as que reproduzimos, via site do Clube, referem-se aos dois projetos, um espanhol outro turco):

Outras obras referidas: a sede vai avançar "e é urgente". Custará 50 mil euros [não foi esclarecido o que é possível fazer com 50 mil euros]; a Academia da formação está em fase de licenciamento; custará cerca de 700 mil euros e será feita em 3 fases

20.10.18

As obras que têm de ser feitas. JVC junta-se à discussão

O Jornal de Vila do Conde junta-se esta semana à discussão lançada pelo Reis do Ave sobre as próximas obras.
O JVC insiste nestas duas ideias:
- as obras na sede pagam-se a si próprias;
- a criação de uma comissão técnica, para apoiar a Direção, dá mais garantias de sucesso.
(clicar para aumentar)

10.10.18

Um hotel no Estádio?

Regularmente vamos sendo surpreendidos com informações sobre as obras que irão ou podem decorrer no Estádio.
Depois de se ter falado numa intervenção da zona do estacionamento norte, agora fala-se em fazer um hotel no topo norte do Estádio: "A cobertura da bancada poente, onde se situam os sócios do Rio Ave, será substituída em breve, sendo esta uma obra considerada prioritária no sentido de dar mais conforto aos associados vila-condenses. São várias as mudanças previstas, existindo a possibilidade de transformar a parte norte do Estádio dos Arcos numa zona comercial, incluindo uma unidade hoteleira." (jornal O Jogo da semana passada)

(o meu comentário: a ser verdade essa 'possibilidade', tudo o que seja valorizar o Clube tem o meu apoio. A dúvida é: com que dinheiro? Cobertura da bancada, academia e sede vão implicar muita massa...)

2.10.18

Referendo sobre vender a sede

ASC disse que faria obras na sede para reativá-la.
O problema é que o disse há tantos anos que o assunto começa a ser caricato.
Por outro lado, se as obras não surgiram quando o Clube não estava comprometido com obras importantes (academia e cobertura), irão surgir agora com tantos encargos previsíveis?
A solução, parece-me, poderá passar por um referendo interno: que sejam os sócios a decidir. Se o referendo não for (técnica e legalmente) viável, que se apresente o assunto a uma Assembleia Geral extraordinária.
(o problema, contudo, não desaparece: se a maioria dos sócios decidir que se devem fazer as obras na sede, com que dinheiro elas serão feitas?)

PS - estamos em outubro. Não há obras nem na Academia nem na bancada.

25.9.18

Reis do Ave e as obras: Cobertura ou Academia? E o que fazer com a sede?

1) Que obra é mais prioritária, se só houver dinheiro para fazer uma (e porquê): a cobertura da bancada poente ou a academia de formação?

Gil Ribeiro Silva: Academia para a formação. Apesar de não gostar de levar ocasionalmente com chuva, como sócio declaro-me capaz de aguentar mais uns tempos com essas condições se isso significar que se vai investir a sério na academia que pode ajudar a fortalecer uma formação capaz de fornecer talentos capazes de entrarem na equipa principal e sustentar financeiramente o clube.

Gualter Macedo: Penso que depois de melhoramentos significativos no estádio (exemplo, camarotes e zonas vip), é hora de centrarem os melhoramentos em torno da cobertura. É hora de resolver este problema que já se arrasta desde que este estádio foi construido. Os sócios de 2ª merecem mais conforto e merecem que olhem por eles, desta vez a sério.

João Paulo Meneses: a cobertura. Nesta altura o Rio Ave deve ser o Clube que pior trata os seus sócios e adeptos nos jogos em casa.

Vítor Carvalho: A obra mais prioritária é sem dúvida a que crie melhores condições de sobrevivência do clube para o futuro. Ambas são importantes. Se o futuro  passa por valorizar (eu entendo que sim) as camadas jovens, daí retirar  frutos e dividendos, a academia de formação deve prevalecer. No caso de  continuar a não se aproveitar os jovens da formação, a preterirem-se por  outros vindos de "fora", então aposte-se nas condições para os sócios. A  obra a realizar depende, assim, do que a gestão do clube pretende. Eu  apostaria na formação.
2) As obras na sede são para fazer ou devia vender-se o edifício e pagar outras obras importantes?

Gil Ribeiro Silva: Aceito a visão romântica de se ter a sede na Praça da República, mas não lhe vejo grande utilidade naquele local. Se a venda do edifício for capaz de financiar alguma obra importante, que se venda. O passado e a história são muito importantes, mas não podemos ficar presos a eles.

Gualter Macedo: A sede, tal como está, há tantos anos, é dinheiro morto. Eu sou da opinião que se deve vender e transportá-la para um novo edifício, a nascer junto ao estádio, com esse dinheiro e mais uma venda de um jogador importante, ou o dinheiro que vamos receber referente ao acordo com a MEO, pensariamos em contruir a academia.

João Paulo Meneses: se não há dinheiro para fazer cobertura e academia, venda-se a sede. A sede é cada vez mais no Estádio.

Vítor Carvalho: A sede é um "elefante" branco. A situação em que se encontra em nada dignifica o Rio Ave, nem Vila do Conde. Entendo que a sede devia ser  recuperada e aberta aos associados. Faz falta ao clube um espaço onde os  sócios possam se reunir e debater. O clube deixou de ter um espaço
realmente dos sócios, porque o Estádio não está preparado para isso, nem  é conveniente que seja usado para esse fim.

19.9.18

Obras no estacionamento (do Estádio)?

É o JVC da semana passada que o diz:
(falta referir as obras da Academia, também prometidas para este mês)