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5.5.26

A obra, inaugura ou não inaugura?

A 12 de agosto, um grupo de sócios reuniu-se com a a Direção e a presidente Alexandrina Cruz apresentou um conjunto de informações as obras a realizar no complexo desportivo. Entre os pontos partilhados, destacou-se um detalhe que até então não tinha sido tornado público: o novo edifício de apoio ao futebol profissional, atrás da baliza norte, teria conclusão, pelo menos da primeira fase, em janeiro.

Como é público, estamos em maio e o edifício não é usado durante os jogos, que seria uma das suas funções. Se a SAD não informou os sócios sobre as obras também não iria justificar os atrasos.

Entretanto, na sua conta no Instagram, Vítor Gomes partilhou recentemente uma foto da obra, ficando a ideia de que estará pronto. Para ser inaugurada esta época ainda, resta o jogo com o Sporting.

Mas o que fazia sentido era ter aproveitado as comemorações do aniversário do Rio Ave FC para fazer a inauguração ou, pelo menos, convidar os sócios a visitar as obras.  


 

7.2.26

Vendas de André Luiz e de Clayton podem chegar aos 27 M€ (diz O Jogo)

São números tão grandes que O Jogo (que não cita qualquer fonte, mas só pode ser a SAD) diz que  a transferência de André Luiz pode fazer história no Rio Ave: 17 milhões pelo extremo, 10 por Clayton, se forem atingidos todos os objetivos. Quais? "Objetivos contratuais definidos considerados acessíveis pela SAD de Vila do Conde."

O jornal diz que "Um dos aspetos centrais do acordo entre Rio Ave e Olympiacos prende-se com a forma de pagamento, assente na disponibilidade imediata dos fundos por parte do emblema grego, evitando modelos faseados ou prolongados no tempo, que frequentemente condicionam este tipo de operações." 

A notícia avança ainda que o Rio Ave (SAD) já "investiu mais de seis milhões de euros em infraestruturas"

O meu comentário: sei que o povo diz que quando a esmola é grande o pobre desconfia. Mas desejo sinceramente que tudo isto se concretize. Tenho dúvidas quanto aos 6 milhões, porque, até agora, não vejo obra correspondente a uma verba tão significativa - mas o que percebo eu de obras? Se estou enganado, ainda bem!



 

27.11.25

O Novo Edifício do Topo Norte: qual é a sua opinião?

 

O Reis do Ave tem divulgado, desde o mês passado, várias imagens/vídeos que mostram a evolução das obras no topo norte do Estádio do Rio Ave.

As imagens que se seguem representam o estado atual da construção (fotografias tiradas no início desta semana).

Qual é a sua opinião sobre o edifício que está a nascer no topo norte do Estádio dos Arcos e que irá servir de “albergue” para toda a estrutura do futebol profissional?








Vídeo do estado das obras em Outubro: clicar aqui

Vídeo do estado das obras em Novembro: clicar aqui


5.11.25

Entre o que se constrói e o que não se diz




Deu como exemplo a apresentação do Masterplan:

“Haja ou não dúvidas sobre o que vai ser feito, é um enriquecimento do património do Clube e melhores condições para adeptos e atletas. São boas (excelentes, mesmo) notícias, portanto.”


Concordo com o João. E podia acrescentar outro exemplo: a equipa sénior de futebol jogou no sábado, saiu uma crónica sobre o jogo — com meia dúzia de linhas e uma “análise” que pouco refletia o que se passou em campo — e desde então, silêncio absoluto. Hoje é dia 5. Quatro dias depois, e o clube continua sem comunicar mais nada.

Mas deixemos o futebol e foquemo-nos no Masterplan.

Por que motivo o clube não elucida melhor os sócios sobre o que está a ser feito?
No último jogo nos Arcos, muitos se depararam com o avanço da construção junto ao estádio. Nas bancadas, ouviam-se comentários (irónicos) de adeptos que acreditavam tratar-se dos novos armazéns da Câmara Municipal, tal é o aspeto metálico e inacabado da estrutura neste momento.




Acredito — e espero — que se trate de uma construção modular e que a aparência final nada terá a ver com o que hoje se vê.
Mas este episódio ilustra bem o ponto: se o clube comunicasse de forma clara, cuidada e próxima, estas conversas nem sequer existiriam.

Comunicar também é construir.
E quando não se explica o que se está a fazer, abre-se espaço à especulação, à desinformação e à distância entre o clube e os seus sócios.

4.11.25

Desculpem, mas nem num clube do futebol concelhio

Se faltava uma prova ou se alguém ainda duvidasse do amadorismo que caracteriza a estratégia de comunicação da Rio Ave SAD, a recente notícia do Record sobre as obras em curso e a realizar no futuro é o argumento final.

Como é sabido, embora sem prazos nem custos, foi apresentado aos sócios, na última AG, o projeto que inclui novos relvados, um novo edifício de apoio ao futebol profissional (em andamento) e que culminará com a nova bancada.

Haja ou não dúvidas sobre o que vai ser feito, é um enriquecemento do património do Clube e melhores condições para adeptos e atletas. São boas (excelentes, mesmo) notícias, portanto.

Acontece que para poder dar esta informação o Record teve de citar o Reis do Ave. Não faz qualquer sentido. E também por isso, a restante comunicação social optou por não noticiar - e assim perderam os adeptos do Rio Ave, a quem a nossa informação não chegou e que seriam muitos mais se tem sido a SAD a fazê-lo.

Nós temos o nosso papel, e agradecemos a referência, mas, mais uma vez, cabe à SAD fazê-lo. É preciso dizê-lo sem receios: uma situação como esta está ao nível de um clube do campeonato concelhio.

PS - a primeira vez que este plano foi revelado aos sócios foi na AG de junho. Por não terem sido dados detalhes ou informações suficientes, um grupo de sócios pediu à Direção uma reunião de esclarecimento, que aconteceu em agosto. Já eu, se mandasse, fazia deste plano de obras uma bandeira e divulgava-o o mais possível.


24.9.25

O novo edifício de apoio à estrutura profissional: estará mesmo pronto nas datas partilhadas pela Presidente?




No passado dia 12 de agosto, realizou-se uma reunião entre um grupo de sócios do Rio Ave — Daniel Silva e João Paulo Meneses (do projeto Reis do Ave) e Sérgio Oliveira (do Rioavistas, que não pôde estar presente por motivos pessoais) — e a direção do clube. Nesse encontro, a presidente Alexandrina Cruz apresentou um conjunto de informações sobre o que tinha sido feito até então no Estádio dos Arcos e o que estava planeado para os próximos meses.

Entre os pontos partilhados, destacou-se um detalhe que até então não tinha sido tornado público: o novo edifício de apoio ao futebol profissional já estaria em andamento e a sua primeira fase estaria concluída em janeiro.

No entanto, a realidade que se observa hoje, cerca de mês e meio depois, levanta sérias dúvidas sobre esse prazo. A zona destinada à construção continua praticamente inalterada, sem sinais visíveis de evolução. Não há maquinaria pesada no local a não ser uma maquina de limpeza de terreno, nem sequer uma grua montada — elemento essencial para dar início a qualquer obra desta envergadura.

Perante este cenário, torna-se difícil acreditar que os timings apresentados sejam cumpridos.  (Confesso não dominar a matérias mas 4 meses para ser levando o edifício e o rechear para que possa acolher todo a estrutura profissional parece-me demasiado curto).  Não está em causa a sua concretização mas sim os timings partilhados.

Também foi partilhado pela presidente Alexandrina Cruz que a direção tinha intenções de marcar uma assembleia extraordinária em Setembro para apresentar a todos os associados o "MasterPlan". No entanto, até há data que escrevo este texto, nada foi anunciado. 


(Foto retirada no dia 13 de Agosto de 2025)


18.8.25

Uma oportunidade perdida? O tempo o dirá!


No episódio inaugural da nova rubrica Rioavíssimos, o João Paulo Menezes deixou uma reflexão pertinente sobre a recente obra realizada na bancada do nosso estádio. Nas suas palavras, ficou um sentimento de desilusão por não se ter ido mais além. A nova cobertura é, no fundo, uma réplica da anterior – uma pala nova, mas do mesmo tipo – e, com isso, perdeu-se a oportunidade única de alargar a cobertura e abranger todos os lugares de sócios. (junto-me à sua opinião)

É verdade que muito se disse sobre a falta de tempo para concretizar algo mais ambicioso. E também foi garantido que, a nível estrutural, a obra foi preparada de modo a permitir que, futuramente, a totalidade da bancada possa vir a ser coberta. Ora, se assim for, só o tempo dirá se estas suspeitas têm razão de ser.

No final desta temporada, com cerca de três a quatro meses de intervalo competitivo (entre o fim desta temporada e o inicio da próxima), existirá a tal margem temporal que agora se alegou não existir. Será então possível avançar para a tão desejada cobertura integral da bancada?

Fica a dúvida. E fica, sobretudo, a expectativa. O tempo confirmará se estamos enganados e se as garantias dadas pela presidente se irão cumprir, ou se, afinal, se perdeu uma oportunidade histórica para oferecer verdadeiro conforto a todos os sócios e simpatizantes do Rio Ave.

13.8.25

Direção transmite informações sobre as obras (presentes e futuras)

Na última AG ordinária (finais de junho) a Presidente do Rio Ave FC falou num conjunto de obras, umas a decorrer e outras futuras (o tal masterplan). Na última AG extraordinária, quando interpelada por um sócio sobre a falta (crónica) de informação, disse que o Clube está de portas abertas e que não recebera qualquer pedido de informação por parte dos sócios. Para saber mais sobre as obras, um grupo de três sócios (Daniel Silva e João Paulo Meneses, do Reis do Ave, e Sérgio Oliveira, do Rioavistas, que não esteve presente na reunião por motivos de força maior) pediu um encontro e visita às obras, tendo esse encontro decorrido ontem na sede, mas sem visita às obras (segundo Alexandrina Cruz, por não haver condições). Na reunião estiveram presente, além da Presidente, o presidente adjunto Luís Oliveira e o diretor João Borges. 

Eis uma súmula do que nos foi dito:

1) Estragos da depressão Martinho: só houve tempo para reconstruir o que foi e o que estava destruído no espaço da atual bancada (exemplo: casas de banho), sendo o mais importante garantir que o Rio Ave jogaria o primeiro jogo em Vila do Conde. E isso está certo. Ficou tudo preparado para uma cobertura integral da bancada, mas não se sabe se ou quando será feito. Soubemos entretanto que na primeira pausa do campeonato (setembro) as cadeiras serão substituídas.

2) Novo edifício de apoio ao futebol profissional (e sub23) no topo norte. Está em andamento e a primeira fase ficará pronta em janeiro. Servirá também de apoio aos jogos oficiais (os jogadores passarão a sair desse edifício). Tudo estará pronto em um ano, promete AC. Haverá dois novos relvados e um mini-estádio, onde jogarão os sub23 e a equipa feminina (enquanto não estiver pronto, as senhoras jogarão no campo principal). A Academia ficará para apoio à formação e ao futebol feminino. Sub-23 para já continuam a jogar em casa emprestada.

3) Bancada nascente: AC reafirmou que estará pronta até 2028 e o principal argumento é que, disse-nos, o investidor quer o Rio Ave a jogar nas competições europeias; sem a nova bancada, a UEFA não licencia o estádio e, se nos apurarmos entretanto, os jogos terão de ser fora dos Arcos. Posteriormente, os sócios passarão para a nova bancada. Não há calendário, mas, como disse AC, "2028 é amanhã", não há muito tempo, portanto… 

A Presidente prometeu uma AG extraordinária para falar das obras antes ainda da AG ordinária prevista para outubro.

(falou-se também da sede e foi explicado que, após analisados os prós e contras, o futuro museu será mesmo no Estádio, no miolo da bancada atual, e que não haverá 'sports bar') 


 (texto conjunto Daniel Silva e João Paulo Meneses)

25.7.25

Um passo importante para o futuro: Rio Ave recebe terrenos para expandir complexo desportivo



Foi ontem aprovado, em reunião de Câmara Municipal, um importante passo para o futuro do Rio Ave Futebol Clube. A autarquia de Vila do Conde deliberou a doação de cerca de 17 mil metros quadrados de terrenos ao clube, situados a norte do atual Complexo Desportivo. A decisão representa um marco significativo para o crescimento estrutural e desportivo do Rio Ave, numa altura em que as limitações de espaço são uma das principais dificuldades sentidas, sobretudo no que toca à formação e às escolinhas.

Segundo comunicado oficial do clube, a doação permitirá “avançar com um verdadeiro masterplan que aumentará exponencialmente a área desportiva” do Complexo. Estão previstos dois novos relvados naturais — um destinado ao treino das várias equipas que atualmente utilizam este tipo de piso, e outro com a finalidade de albergar um mini-estádio. Este novo espaço permitirá, por exemplo, que as equipas de futebol feminino e os sub-23 passem a jogar em Vila do Conde, aproximando-se ainda mais da massa associativa.

Mas o plano vai além do futebol: inclui zonas ajardinadas, áreas de lazer e estacionamento, assim como a construção de um novo edifício de apoio ao futebol profissional, uma bancada nascente no estádio principal, a renovação dos dois relvados sintéticos da Academia e outras melhorias que prometem transformar o Complexo numa verdadeira casa para todas as vertentes do clube.

Este investimento torna-se particularmente relevante num contexto em que o clube tem sido confrontado com limitações de espaço para acolher todos os jovens interessados em integrar as escolinhas. São várias as queixas de pais que afirmam não conseguir inscrever os filhos, devido à falta de vagas — uma realidade que poderá ser combatida com esta ampliação.

Agora que estão reunidas as condições materiais para fazer crescer o Rio Ave dentro e fora de campo, seria desejável que a presidente da Direção, Alexandrina Cruz, desse o passo seguinte: apresentar publicamente este “MasterPlan”, discutir as intenções, esclarecer dúvidas e envolver os sócios no processo. Um projeto com esta dimensão e impacto na vida do clube merece transparência, ambição e um verdadeiro espírito de cooperação entre dirigentes e associados.

O futuro começa a desenhar-se — e todos têm o direito de o conhecer e ajudar a construir.

29.6.25

Orçamento base zero aprovado.


Esperam-se investimentos avultados nos próximos 2 a 3 anos. Muito acima dos 20 milhões de euros.
Obras incluem a reparação e construção de um novo centro de treinos. (pronto em 3 a 4 meses)
Incluem ainda uma nova bancada(nascente), 2 novos relvados, um mini estádio, o museu, e nova loja. (2 a 3 anos)
O Rio Ave FC tem 3600 sócios pagantes 

Orçamento de base zero para 2025/2026 foi aprovado com uma abstenção

Resumo da assembleia:

1.       A assembleia começou como habitualmente com 30 min de atraso e com a presença de cerca de 80 sócios. Votou-se a ata da anterior assembleia, que foi aprovada por maioria.  

 Assuntos abordados pela presidente.

2.       Obras - Prazos

    a.       Intervenções no estádio, seguro do estádio é o responsável por um ligeiro atraso nas intenções de apressar as obras de reparação do estádio.

    b.       Direção do Rio Ave FC e administração da SAD assumem custos e avançam com as obras antes de receber do seguro. Obras são da responsabilidade do clube, mas os encargos a serem custeados na sua totalidade pela SAD. O Clube não terá qualquer encargo nas obras.

    c.       O Rio Ave contratou uma empresa para avaliar os prejuízos e lançar um projeto para um conjunto de melhoramentos, reposição de estruturas urgentes. A empresa selecionada foi a ABB

    d.       Os trabalhos de reparação da bancada devem estar concluídos antes do início da 1ª jornada. Alterações e implementação do novo relvado necessitam também de mais tempo. Á cautela o Rio Ave solicitou á liga para que no caso do sorteio atribuir o 1º jogo em casa, o clube possa jogar fora, havendo assim a chamada inversão de jornada. É, portanto certo que iremos jogar a 1ª jornada fora.

3.       Obras - Alterações na Bancada

       a.       A novidade é que vamos ter a cobertura total da bancada.

    b.       O interior ficou também muito danificado, os estragos foram de facto avultados, e a recuperação que será lenta estará pronta para o 1º jogo em casa.

    c.       As intervenções de melhoramento acontecerão também nos 2 relvados sintéticos. Estes melhoramentos já estão a acontecer e em simultâneo.

    d.       Estes melhoramentos vão concluir-se com a construção de 2 novos relvados naturais, e um miniestádio, até 2028. São exigências do crescimento da academia, dos sub23, e do Futebol Feminino que obriga o jogo em relvados naturais.

    e.       Outra  grande novidade, é a construção do novo centro de treinos.

    Infraestruturas para a equipa A não se coadunam com as exigências de uma equipa de 1ª liga, e assim sendo será construído um novo edifício, que irá nascer no topo norte.  Tudo o que está sob a bancada poente será transferido para o novo edifício que a presidente apelidou de novo centro de treinos. O miolo do que está por debaixo da bancada poente desaparecerá e nesse espaço entre outras coisas surgirá o Museu do clube e uma nova loja.  Algumas destas obras já estão a acontecer, mas não se viu ou se sabe, ou se tem conhecimento do projeto “Master Plan”. Todas estas alterações estão vertidas no tal “Mastaer Plan” que ainda não foi finalizado e que será apresentado aos sócios em breve, não havendo para já datas. As datas de compromisso é que dentro de 3 a 4 meses teremos o tal centro de treinos construído e pronto a ser utilizado. O complexo incluirá áreas para o departamento médico, ginásio, balneários, salas de refeições. As novas instalações vão albergar ainda tudo o que faz parte do jogo e do que é treino, ou seja deixaremos de ver os jogadores a entrarem em campo pela bancada poente, e passaremos a vê-los surgirem desse novo edifício.

    g.       Foi identificado que a sede é pequena para todo o espólio do clube. Foram estudadas várias soluções, e o investidor a custos próprios sugeriu então que se construísse o museu e uma nova loja por baixo da bancada poente. Dar aos visitantes a tal proximidade ao estádio,  acesso ao museu e loja em dias de jogo.

    h.       Quando o projeto Museu/Loja/ Bancada Nascente estiver pronto será solicitada uma assembleia para aprovação dos investimentos.

    i.     A Direção tomou a decisão de não apresentar imagens sobre os melhoramentos sem que o “Master Plan” esteja concluído. Assume que o vão fazer, e que apenas apresentarão imagens e projeto quando tudo estiver finalizado e formalizado com a CMVC. O município ainda não aprovou nada no entanto já aconteceram reuniões com o município no sentido de pré-aprovar necessidades e o que está a ser projetado para que não hajam atrasos. Para já essas reuniões têm sido muito positivas com grande abertura por parte do município em ajudar o Rio Ave Fc a levar esta empreitada a bom porto.

    j.         Próximos 2 a 3 anos serão de reestruturação de todo complexo desportivo, o clube está a virar todo o seu foco para a criação de condições, para os seus atletas e sócios, de uma forma transversal.

4.        Agradecimentos especiais

  • Ao FC Paços de Ferreira por nos ter ajudado numa hora muito difícil.
  • Agradecer á camara municipal pelo apoio prestado ao Rio Ave FC ao longo deste ano.

5.      Orçamento base zero

  •  Plano de atividades
    • Escola de futebol os tubas
      • Reforçar parcerias
      • Aumentar números de praticantes
      • Assegurar quadros técnicos de qualidade
      • Aumentar os campos de férias e vagas disponíveis.
      • Futebol Formação
      • Alargar parcerias com clubes locais
      • Alargar parcerias com entidades de ensino superior.
  • Futsal
      • Definição do modelo de formação
      • Reforçar quadros especializados
      • Apostar em ativos com potencial de desenvolvimento
      • Manter o clube na 1ª liga. Planeamento para a próxima época está praticamente terminado.

6.      Orçamento propriamente dito

  •  Em 2024/2025 gastou-se 556.500€ em 2025/2026 vai gastar-se 770.500€ o que representa um aumento de 38%.
  • Custos e os encargos do futsal com a subida de divisão aumentaram e por consequência os gastos na próxima época também vão subir. O futsal terá um orçamento de 595,850€ e representará 77% dos custos totais do Rio Ave FC.

7.       Sócios /adeptos

    • Plano de atividades
      •  Continuar a política de proximidade com os sócios
      • Promoção da imagem do clube junto dos adeptos e dos media.
      • Aumentar o número de parcerias do cartão de sócio. 
      • Dar através do cartão mais vantagens aos sócios.
      • Melhoramos as receitas com as cotizações. Mais gente entrou para sócio.
      •  Segundo a presidente há hoje mais sócios que regularizaram as suas cotas.
      • Quando tivermos melhores condições físicas(estádio/estrutura)  mais sócios se juntarão á nossa família.
      •  Reforçar a imagem do clube junto das freguesias, e cidade.
      • Construir a nova Loja e o museu do clube.

8.      Outros assuntos

  • Resposta a perguntas dos associados:
      •  Todo o investimento oferecido pela RA Sports, não tem consequências nas contas do clube, pelo que as responsabilidades do clube apenas se limitam á condição e relação normal entre senhorio e inquilino. As obras de benfeitoria não serão imputadas no futuro, isentado está portanto o clube de quaisquer encargos futuros.
      • Investimentos - vêm aí avultados investimentos. O “Master Plan” que ainda não está pronto, contemplará investimentos avultados ao longo de 2 a 3 anos.  Foi possível ouvir da presidente que a RA Sports fará um investimento MUITO superior a 20 milhões de euros valor aproximado até ao agora   investido pelo RA Sports. Enquanto não houver “Master Plan”, com orçamentos concretos por parte de quem vai fazer a obra, e projetos aprovados pela CMVC é impossível aferir valores exatos, no entanto o valor foi referido várias vezes como bastante avultado. Passando largamente(palavras da presidente) os 20 milhões de euros.
      • As rendas do estádio não foram cobradas á SAD a 100% devido á intempérie pois o estádio ficou inutilizável, e seria ilógico cobrar algo que não poderia nunca ser usado.

4.       Jogos de preparação

      •     Não existirão jogos de preparação em casa, diga-se em Vila do Conde. Apesar de se enunciar como sendo em casa, estes jogos de pré-temporada irão jogar-se ou em Guimarães ou em Quiaios. Um destes jogos poderá ser aberto ao público, mas ainda não está decidido quando nem qual.

5.       Sócios

      • Presidente confirma que o número de sócios pagantes ronda os 3600.
      • relação da SAD com o FC os sócios podem colocar pedidos de assembleias extraordinárias com a Sad assim que entenderem ver esclarecidos assuntos não mencionados pela direção do clube em notas oficiais.
      • Direção está disponível para receber qualquer sócio para proceder a esclarecimentos.
      • Lina Souloukou já é administradora da SAD juntamente com o Sr. Toshav como presidente, e são atualmente os sócios executivos da RA sports, quanto aos não executivos como é sabido não houve qualquer alteração
      • Presidente confirma a destituição de Diogo Ribeiro e não o pedido de demissão do próprio. O despedimento está ainda em curso. Lembre-se que para além das funções na SAD , Diogo Ribeiro também exercia funções de director financeiro do clube com contrato de trabalho. O Despedimento ocorreu por iniciativa exclusiva do investidor.
6.       Lugares anuais

      • Preço: Ligeira atualização existirá para os lugares a descoberto, mas não estão previstas mexidas significativas nos restantes.

7.       Associação de adeptos

      • Total apoio, ajuda na sua constituição e legalidades.
      • A associação nasceu para ajudar o Rio Ave e a direção vê isso como positivo
8.     Novos cartões
      •     Renumeração vai avançar aquando da construção da nova Bancada(nascente)
      •     Os novos cartões entregues este ano e a sua necessidade surgiu por questões técnicas (torniquetes, etc)
      •    Equipa de futebol investimentos para a próxima época, ainda não há previsão de investimento/orçamento dado que existem muitos contratos a serem revistos, e assinados.

10.   Aposta em jogadores jovens Gregos é uma opção por parte da SAD.

      • É um futuro novo, do qual temos que nos habituar, o modelo de negócio é decidido pelo investidor.
Por: Gualter Macedo

4.6.25

Começaram as obras?

 As imagens, recolhidas ontem à tarde, parecem indicar que sim:

Para já, será um início tímido, da necessária recolha de lixo, pelo que se seguirá a obra a sério.

Como falta um mês para o trabalho regressar aos Arcos, ouvi dizer que muitos dos serviços associados à equipa principal se irão deslocar temporariamente para a Academia.
 

20.5.25

Deveriam os sócios ter sido ouvidos sobre as obras no Estádio?

O antigo dirigente do Rio Ave e conhecida figura de Vila do Conde, Abel Maia, escreve no último Terras do Ave que "noutros tempos os sócios já teriam sido chamados a debater a questão das obras necessárias por causa da tempestade Martinho. Agora pouco sabemos, tudo é segredo. Bom, manda quem pode. Viva  Rio Ave FC".

Hoje, que passam dois meses sobre a visita do Martinho,  faz sentido, para mim, dizer duas coisas sobre o assunto:

- que o mais importante parece estar adquirido: vamos jogar em Vila do Conde na próxima época. Como será não sabemos, mas há a informação de que, finalmente, a bancada será toda coberta.

- será a SAD a fazer/pagar as obras, mas o Estádio é do Rio Ave FC, pelo que a observação de Abel Maia faz todo o sentido, na minha opinião. Em dois meses, antes das obras arrancarem, já teria sido possível convocar uma AG extraordinária para os informar e ouvir as suas ideias.

Aparentemente, pelo que pude ver hoje, as obras ainda não começaram. Se o campeonato começar na segunda semana de agosto, são menos de 3 meses. A todo o gás!
 

28.3.25

Não voltaremos a jogar em Vila do Conde esta época?

Basta ver como está neste momento a bancada (cobertura e sobretudo camarotes) para se perceber que dificilmente haverá jogos em Vila do Conde até final da época. Além disso, não há qualquer obra a decorrer. 

É evidente que alguma coisa terá de ser feita até que a nova bancada esteja pronta (um ano? dois?) mas provavelmente não há condições para reparar até junho. Aceito isso. Só não compreendo que não nos digam nada (nada mais foi dito desde o comunicado do dia 20/3).

Vamos para Paços, incluindo nas meias finais da Taça? Digam-nos algum coisa.

Não tenham dúvidas: os adeptos dos clubes maiores têm muito mais informação do que nós, seja porque as direções sentem a pressão para os informar seja porque a comunicação social faz o seu papel e questiona, investigando.

Nada disso se passa aqui. Informação é menos do que o mínimo e a comunicação social só publica o que o Clube quer que saia.

Tenho pena que, neste assunto, seja o próprio Rio Ave a tornar-nos mais pequenos. 

(tenho a certeza: um adepto que apenas acompanhe a página oficial e o que dizem os jornais não sabe nem metade do que outro que acompanhe blogues ou Facebook onde se escreve sobre o Clube; e não estou a falar de comentários mas de informações)


 


20.3.25

Feliz dia do Pai, Evangelos! Agora que já passou… manda-nos lá a prenda que precisamos!



Ontem foi o Dia do Pai e, como um filho bem-comportado, não te pedi nada, Evangelos. Nem um brinquedo, nem uma camisola nova, nem sequer uma PlayStation 5 para ocupar o tempo enquanto espero que o Rio Ave marque golos. Fui um rapaz certinho, não quis incomodar. Afinal, há que saber dar espaço ao "novo pai" da nossa família rioavista.

Mas hoje, Evangelos, hoje é outro dia. E hoje, venho de coração aberto pedir-te um presente. Um presente que, sinceramente, não é só para mim. É para todos os teus filhos rioavistas, aqueles que, semana após semana, apoiam a equipa, faça sol ou faça chuva. E quando digo chuva, não estou a falar daquela chuvinha miudinha que molha parvos. Estou a falar da tempestade desta noite, aquela que decidiu fazer um Extreme Makeover na nossa bancada. Sim, Evangelos, a única bancada que tínhamos agora está mais ventilada do que um descapotável.

Foi uma obra da natureza, mas talvez também um sinal divino. Quem sabe, até pode ter sido o teu amigo Zeus, o grande deus grego, a mandar uma dica para um dos seus. "Evangelos, meu rapaz, talvez esteja na hora de construíres uma nova bancada para os teus fiéis seguidores rioavistas."

Portanto, Pai Evangelos, eis o meu pedido. Não é um carro novo, não é uma mesada choruda de 15 mil euros, não é sequer um avançado que marque 20 golos por época (mas se quiseres mandar vir um, também aceitamos). É apenas uma nova bancada. Uma coisinha simple.

E repara que nem estou a pedir uma coisa megalómana. Não precisamos do Emirates Stadium, nem do Santiago Bernabéu. Uma bancada nova, moderna e que não levante voo ao primeiro sopro do vento. Algo digno de um clube que já provou ter adeptos fiéis e apaixonados, que merecem um teto sobre as suas cabeças.

Pai Evangelos, ontem não pedi nada, mas hoje peço. Dá-nos esta prenda, e prometo que até me porto bem. Vá lá, pensa nisso com carinho. E se precisares de um orçamento, eu conheço uns empreiteiros jeitosos aqui na zona que já fizeram umas coisas para o nosso Rio Ave. Fica a dica!








Os danos causados pela tempestade Martinho (Fotos e Videos)

 A passagem da tempestade Martinho causou graves danos na estrutura do Rio Ave





















24.12.24

Duas ou três coisas

 1. A mensagem de Natal do presidente da SAD diz, entre outras coisa, isto: "Ainda estamos numa fase muito inicial do nosso projecto, mas estou seguro que já se percebe que estamos dispostos a conferir ao Clube mais e melhores meios para se afirmar no futebol nacional e europeu, a médio prazo". Penso que é a primeira vez que um responsável da SAD fala claramente em por o Rio Ave a voltar a jogar na Europa;

2. O mesmo Boaz revela, na referida mensagem, que "está já em marcha o projecto de beneficiação do Estádio e Complexo Desportivo, para melhorar condições afectas aos trabalhos do futebol profissional mas também dos nossos sócios e adeptos". É uma boa prenda de Natal mas deveria ser explicada.

3. Que o site nos apresente sempre uma versão cor de rosa das derrotas já estamos habituados, mas esperava um pouco mais de frontalidade por parte de Petit nesses momentos (tal como esperava que, no Bessa, por exemplo, tivesse reconhecido a superioridade do adversário). Nem por acaso acabei de ler uma noticia que diz: Rui Borges comparado a Ruben Amorim: «Ganha os grupos dizendo a verdade».

4. Ontem, no final do jogo, o adjunto de Petit disse na Sportv: "Faltam muitos jogos [para o final do campeonato]. O Rio Ave vai atingir o objetivo [da manutenção] muito cedo, disso não tenho dúvidas." 

(Bom Natal para todos os Rioavistas e até para os varzinistas!)


3.7.23

Do treino de hoje: Joca é reforço!

 Primeiro treino,  com adeptos presentes.

27 (três guarda-redes) jogadores presentes (e mais dois jovens que não reconheci).
Algumas novidades:
- Joca está recuperado da lesão e pode ser 'reforço'!
- Nuno Namora, Zé Manel e Lomboto (para assinalar os que não jogaram na época passada) também foram 'estreias';
- Samaris (fim de contrato), Baeza e Paulo Vítor (empréstimos terminaram) não;
- Ukra e Vitor Gomes. cujas renovações fora, ontem anunciadas, estavam em pleno, tal como Amine (já renovou?).   
- de resto todos presentes, incluindo Guga e Costinha.
(Os adeptos foram surprendidos com obras de rebaixamento dos bancos, que além disso vão passar a ser transparentes, para permitirem uma melhor visalização do relvado)





14.11.20

Ponta de lança? "Estamos atentos e se for preciso ir ao mercado, vamos"


Ideias que retive da sessão de esclarecimento online ontem realizada:
- sobre a eventual necessidade de um ponta de lança: "confiamos no plantel mas estamos atentos e se for preciso ir ao mercado, vamos";
- O maior sonho que gostaria de ver concretizado neste mandato? "Ganhar a Taça de Portugal";
- O objetivo da equipa B é para subir e disputar a 2ª liga na próxima época;
- Para competir na Liga Portugal, a FPF obrigou o Rio Ave a manter a equipa sub23;
- "5,6 jogadores vão chegar à equipa A nos próximos anos; sou defensor do aproveitamento dos jovens da formação";
- Acionista minoritário de uma futura SAD: "sinto que há potenciais interessados";
- "Se criarmos mais conforto no Estádio, vamos ter mais sócios";
- Estádio novo? A obra vai fazer-se por fases. Há ideias para os dois topos (um pavilhão e um centro de estágios). Para já a bancada nascente.
- A demolição a sério da bancada nascente começa na segunda-feira; "temos três projetos de construção da nova bancada que estão a ser analisados";
- "A nossa ambição é muito grande"


(declaração de interesses: sou o mandatário da campanha de António Silva Campos à presidência do Rio Ave FC).

21.9.20

Ainda a AG de ontem

 Assuntos soltos, além do que já aqui foi publicado:

- Futsal, após o fracasso da subida de divisão: "Não vamos desistir, vamos continuar a lutar pela subida de divisão" (ASC)

- o operador televisivo (MEO) interrompeu os pagamentos durante o confinamento, "mas tenho a certeza de que vamos ser ressarcidos" (ASC),

- Academia: houve problemas com o empreiteiro, "em breve será uma realidade";

- Bancada: será demolida em breve e será construída de forma faseada. Foram instalados contentores para albergar balneários e serviços que estavam na bancada, enquanto a primeira fase da Academia não estiver pronta;

- Equipa B é aposta; manter equipa sub23 é obrigatório, segundo a FPF; papel da equipa sub23 será queimar etapas, com jogadores dos sub19 ou sub17. "Média etária dos sub23 vai baixar" (ASC)

- Aproveitamente da formação: "temos que apostar na formação, os resultados vão aparecer, temos de aproveitar 2,3 jogadores por época" (ASC)

- objetivos desportivos da equipa principal: conquista de nova presença europeia;

- Negociações com o Ministério da Justiça por causa da cedência do relvado de Santa Clara não avançam;

- principais receitas previstas: 4,2 milhões em direitos televisivos e 1 milhão em patrocínios;

- participação na fase de grupos da Liga Europa poderia valer 2,9 milhões;

- orçamento prevê 3,5 milhões em vendas de jogadores;

- "continuamos a cumprir com o fair play financeiro" (Alexandrina Cruz)

- 7,6 milhões em gastos com pessoal, sendo 4,3 com jogadores e 0,7 com treinadores (mais encargos);

- orçamento prevê 390 mil euros para acabar a Academia; 130 mil para a sede, 180 mil para a demolição da bancada; 250 mil para adaptação do Espaço Agros e 230 mil para o novo relvado (1,3 milhões de investimento);

(uma Assembleia bem participada)


20.9.20

Uma AG cheia de boas novidades

 Terminou há pouco a AG destinada a aprovar as contas para a época 20/21 e que incluiu também a aprovação das contas da SDUQ.

Durante a semana desenvolverei alguns dos assuntos, mas aqui ficam as principais novidades:

- esta época será construído o relvado nº3, a norte dos atuais, num terreno de 9 mil metros quadrados, cedido em definitivo pela Câmara Municipal de Vila do Conde;

- o Rio Ave negoceia com a Agros a utilização do relvado (e bancada) para treinos e jogos das equipas B, sub23 e sub19. Estão orçamentos 250 mil euros para a adaptação, mas o Presidente Campos alertou que o acordo ainda não está fechado, embora bem encaminhado.

- A SDUQ prevê um orçamento com receitas de 12,820 milhões de euros, o maior de sempre, o que significa mais 26% do que na época anterior. O orçamento inclui a verba que o Rio Ave poderá receber pela participação na fase de grupos da Lga Europa, mas foi revelado que, em vendas de jogadores, o Rio Ave já fez esse valor (2,9 milhões), caso não se chegue lá.