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12.3.20

Covid-19, e o silêncio da operação Fora de Jogo!


(Foto: Lusogolo)
Vivemos tempos de refúgio que deve servir para reflecção e para corrigir atitudes, por fim falo, parece-me muito estranho cumprimentar á distancia, ser cumprimentado como se fosse um infeliz infetado, e ver outros a gozarem com as máscaras cor de rosa para as meninas, e azuis para os rapazes, e que já se compram na  farmácia a 2.5€ cada UMA, um disparate. Se esta paragem, vai servir para acabar com isto tudo, pois bem, que a quarentena seja em silêncio, e que traga a paz que tanto desejamos ao futebol!


Pior no entanto parece-me o silêncio do nosso clube em relacção ao que  as estações e jornais falam e colocam na lama o bom nome do  Rio Ave, e que eu saiba,  pelo menos até agora, ninguém numa qualquer “news letter” veio a terreiro descansar os sócios do Rio Ave,  tal como  fizeram de imediato Porto, Benfica, e Sporting .




- Só não entendo este silêncio por parte do Rio Ave, se é apenas isto?
- Não merecia uma palavrinha, que fosse? Enfim, e o sócio sou eu!

13.4.15

Justiça

Não, não vou falar do último jogo do Rio Ave. Todos já sabemos que perdemos perante o FCPorto. Todos sabemos que durante grande parte do jogo fomos inferiores. Todos sabemos que tivemos atitude, raça e lutamos.
Hoje vou falar de justiça.
Muitos não sabem, mas o Rio Ave tem contra si uma ação judicial intentada pelo ex jogador Bruno Mendes. O Bruno reclama uma indemnização por acidente de trabalho (segundo ele ficou com uma incapacidade aquando ao serviço do Rio Ave). O Rio Ave contestou. O Tribunal do Trabalho veio dar razão ao Rio Ave. É certo que ainda pode ser objeto de recurso. Esperemos que o bom senso impere e a contenda termine por aqui.

9.7.13

Eu seria testemunha abonatória dos nossos presidentes

Relativamente a este caso, e uma vez que estou convencido que apenas agiram no interesse do Clube e dentro d(o espírito d)a lei, aceitaria ser testemunha abonatória de qualquer um deles.
Não que tenha alguma coisa de especial ou relevante a dizer ou que pense que posso fazer a diferença se o caso chegar a julgamento. Apenas porque sinto que qualquer um de nós, sócios, chamados a desempenhar funções no nosso Clube, pode estar sujeitos a que isto nos aconteça. Por solidariedade, portanto.

8.7.13

Alípio não trouxe só alegrias... (ATUALx2)

Dois anos depois da operação 'rambo' em Vila do Conde, o caso investigado pelo SEF tem desenvolvimentos. Não os que desejávamos, mas estou certo que uma defesa bem construída irá conseguir provar que os nossos dirigentes agiram bem e dentro da lei.

(espero rapidamente que o Clube emita uma posição oficial, para informar os sócios e adeptos sobre a sua posição)

ATUALizo: o Rio Ave reagiu via «site» ainda de manhã: «O Rio Ave FC confirma que é arguido num processo com as características acima descritas, mas apesar da acusação o clube está confortável com a sua posição e de consciência tranquila, ao que acrescenta a vontade de colaborar com a justiça»
E publicou um direito de resposta enviado ao Diário de Notícias.

14.4.12

Um ano passou e?

Há precisamente um ano, era notícia que o SEF tinha vindo ao Rio Ave com grande aparato por causa de uma história muito mal contada.
O SEF irá preocupar-se em limpar a imagem do Rio Ave e dos seus dirigentes, no caso de nada se provar?

15.4.11

Sobre a investigação do SEF

Porque se trata de um caso que transcende o fenómeno desportivo, não quis comentar de imediato. Eis algumas notas:
- todos nós já vimos grandes investigações que resultaram em nada; não é por o SEF ter aparecido de G3 no Estádio que isso o legitima (pelo contrário, até me parece demasiado aparato);
- tanto quanto percebi, a questão é se a mãe do jovem jogador da Dois Toques trabalhou mesmo para ASC ou se o SEF entendeu que o contrato era fictício (há o caso do ex-jogador do FC Porto, Anderson, muito parecido); [«Inscrevi a mãe no Centro de Emprego, a senhora foi entrevistada e admitida. O SEF não admitiu o pedido e o visto foi impedido e automaticamente a senhora não foi admitida e regressou ao Brasil», diz ASC]
- acredito que tudo se resolverá, mas é óbvio que isto prejudica um pouco a imagem do Clube; ainda assim, e nesse aspecto a minha solidariedade para com os dirigentes que são arguidos no processo, ninguém está livre de um equívoco da justiça, de uma denúncia mal intencionada ou de um erro processual;

PS - Já tenho mais dificuldades em aceitar a parte final do comunicado do Rio Ave: alguém acha que o SEF está atento aos resultados desportivos? O SEF será da Naval??? Não havia necessidade...

16.3.11

Carlos não paga?

Além do que disse sobre Geraldes, Vítor Carvalho deixou mais uma novidade: o guarda-redes Carlos foi processado pelo Rio Ave, por falta de pagamento do acordado (tanto quanto julgo saber, estava combinado que Carlos pagasse todos os meses uma parte da cláusula de rescisão). Em sentido contrário, Bruno Mendes reclama pagamento de prémios e neste caso (como neste e neste) é o Rio Ave o réu.

11.3.11

Sobre os casos em tribunal

Obviamente que ninguém gosta de ver o seu nome em tribunal, mas o facto de nos processarem judicialmente não significa que não tenhamos razão.
Relativamente aos dois casos aqui relatados, basta que o Rio Ave não tenha concordado com as verbas pedidas pelos outros intervenientes. Em caso de diferendo, compete ao tribunal decidir.
Esperemos, pois, que seja isso.