Mostrar mensagens com a etiqueta Nacional. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Nacional. Mostrar todas as mensagens

26.10.12

Outra vez o Nacional...

Todos os jogos são importantes e todas as vitórias o são ainda mais, mas o jogo de domingo com o Nacional tem algumas características interessantes: primeiro há o facto de se procurar a primeira vitória em casa, depois é importante confirmar o bom momento com os três pontos.
Qualquer outro resultado que não a vitória irá dizer-nos que o Rio Ave não está tão bem como todos queríamos? Provavelmente, excepto se se repetir o Rio Ave-Nacional de há duas épocas (com Paixão...)!

PS - e voltamos a encontrar o incrível Machado, especialista em diminuir-nos!

3.11.11

Jogos que nunca se esquecem (Nacional)

Já vi centenas de jogos do Rio Ave e da maior parte não me lembro de nada (a memória é diferente de pessoa para pessoa, como é evidente).
De outros recordo-me de quase tudo.
É o caso do Rio Ave - Nacional da época passada.
Porque é que me fui lembrar desse jogo?
Não foi apenas por o Nacional ser o adversário da próxima jornada.
Foi porque esse jogo foi uma das maiores injustiças que vi, a fazer lembrar Setúbal e Guimarães esta época: Dois golos anulados, duas bolas nos ferros, mais dois ou três lances de extremo perigo, o Nacional a marcar um golo com a cara e a análise de Brito: «uma equipa que faz o que o Rio Ave fez frente Nacional ganharia certamente a maioria dos jogos»

PS - arbitragem de Bruno Paixão!

Gil: porque não recordas antes este? Também foi com o Nacional, em Novembro e vencemos.

JPM: acredita que nem depois de abrir a ficha do zerozero me lembro desse jogo; 99% de certeza em como o vi, mas é realmente insondável o crítério que nos leva a fixar um e a esquecer outros (este, de qualquer forma é mais recente).

14.2.10

Empate com Nacional

1-1, com um bom desempenho pelo que pude ouvir na Linear. Golo de Wires, 5 minutos após o Nacional se ter adiantado.

Para o objectivo de garantir a permanência foi bom, uma vez que o Belenenses perdeu e o Leixões empatou. Terceiro jogo sempre a somar pontos, o que iguala a segunda melhor série de resultados desta Liga, entre a 4ª e 6ª jornada. Para os 27 pontos há agora que vencer o Paços em casa.

13.1.10

Taça da Liga - Nacional

O João Paulo bem pede uma vitória em casa, mas ainda não foi desta.

Ponto prévio: eu cheguei ao estádio a pensar que ia ser um jogo de lotaria, que me ia aborrecer imenso, que ia contar os minutos de tanto enfado. Falso. Eu gostei muito da primeira parte que me fez saltar da cadeira muitas vezes e desculpo a segunda pela excelente entrega da primeira e também porque o físico não dava para mais. Outro receio: que o campo não aguentasse. Não ficou muito bom para domingo, mas hoje não foi a relva que impediu melhor futebol.

O jogo: esqueçam o futebol em dias de sol e temperatura amena num relvado imaculadamente verde. Futebol a sério é sob chuva pesada, vento forte e num relvado encharcado. Depois de ver a primeira parte deste jogo, com tanta entrega, com tanta vontade, com tanto futebol bem jogado, com tantas oportunidades de golo, não vou perdoar mais exibições cinzentas em condições perfeitas. Descontemos a segunda parte pelos motivos já acima indicados. Em poucas palavras foi assim: o Nacional apanhou-se a ganhar num lance em que Gaspar foi infeliz, o Rio Ave reagiu da melhor maneira, caiu sobre os madeirenses e empata por Tomás num penalty que me pareceu existir. Continuou sobre o adversário, bola na trave por Tomás (terá entrado? eu diria que sim, mas os meus olhos são do Rio Ave...) e mais pelo menos duas boas ocasiões, daquelas de estar toda a gente a gritar golo. Entusiasmou-me deveras. Intervalo, o ritmo baixa, o Nacional que na primeira parte ainda fez qualquer coisa, desaparece de vez. Mora não fez uma única defesa digna desse nome. O Rio Ave também baixa de intensidade e de qualidade e o jogo termina com um empate que me sabe a muito pouco.

Taça da Liga- notas

Mora - 3, sempre bem, no golo nada a fazer.
Sílvio - 3, só lhe faltou arranjar um pé esquerdo;
Faria - 3, bem
Gaspar - 2, não fosse o azar no golo adversário, seria uma exibição sem mácula
Magno - 3, cheio de vontade e atitude;
Chaves - 3, esteve bem;
Vilas Boas -3, um jogo com a cara do André, intenso de princípio a fim;
Tarantini - 2, o menos esclarecido do meio-campo;
Evandro- 2, o melhor que lhe vi em duas épocas enquanto teve pilhas;
Tomás - 3, o melhor em campo! Que força, que frescura, que atitude! Não tivesse complicado uma ou outra vez e tinha marcado pelo menos mais um! Mas gostei imenso de toda a sua acção.
Chidi - 1. Este jogador foi tema de debate entre mim e o JPMeneses durante largos minutos da segunda parte. Eu achei que Chidi esteve a um nível semelhante ao dos colegas de ataque na primeira parte. Correu e lutou, ganhou o penalty, teve algumas iniciativas interessantes na direita. Depois Chidi não conseguiu fazer mais nada à medida que a chuva amainou e o terreno não empapava tanto. E mais nada é mesmo mais nada.
Sidnei - 2, entrou e esteve muito bem, revitalizando um ataque que estava já amorfo;
Adriano - 1, entrou mas não engrenou.

Carlos Brito - 1, porque hoje parecia o João Eusébio. Ó mister, nem parecia seu! Demorou nas substituições, não as gastou todas, parecia contente com o empate, devia ter feito Evandro descansar mais cedo, porque para o fim estava já debilitado... A sua garra? Estava a poupar para domingo?

12.9.09

4ª j - Nacional - MADE IN PORTUGAL ou Futebol à moda dos Gomes

O Rio Ave começou o jogo com 10 portugueses. E foram 2 deles que marcaram os nossos golos.

Confesso que mesmo confiando na nossa equipa, este Nacional inspirava-me respeito. Mas hoje mostrou muito pouco, seja por estar mal das pernas, seja porque nos encontrou a um nível muito bom. Exceptuando o período em que ficámos com 10 jogadores, só me lembro de duas ocasiões de perigo do Nacional: no primeiro minuto da primeira parte e depois logo nos primeiros da segunda. Depois alguns períodos de domínio com futebol rápido e prático, mas que não causou grandes arrepios.

Nós não estamos perfeitos, mas estamos bem. Uma mudança por sector num total de 3 que trouxeram claros benefícios: 2 golos marcados por esses jogadores e a equipa a mostrar-se entrosada e capaz.


Gostei de Carlos, de Bruno Mendes (eu que até achava que seria ele a ficar como 19º jogador...) mais do que de Gaspar (Edgar caiu na sua zona e ganhou algumas bolas perigosas), Faria não comprometeu, Vilas Boas borrou a pintura numa entrada desnecessária, Sidnei apesar de voluntarioso a ajudar Faria tem de fazer mais no ataque onde foi nulo e trapalhão, Bruno Gama esteve ausente do jogo (nos próximos dias falarei sobre ele) e Tomás fez o que tinha a fazer. Do banco vieram 3 jogadores que levaram com a expulsão de Vilas Boas: Tarantini algo desnorteado, Adriano com vontade mas sem ter a quem passar a bola, Chidi que foi uma absoluta nulidade. E agora com Fogaça o nigeriano deve passar a estar mais vezes junto de nós na bancada. Mas o melhor foi Vitor Gomes! (ver análise indivudual)

Brito leva nota máxima, 3. Eu já esperava que apostasse em V. Gomes, esperava dificuldades que o Nacional não trouxe afinal e apesar de estar com um onze conservador no míolo, tudo somadinho venceu e a mim convenceu.