Muito interessante a página de O Jogo de hoje sobre um aspecto curioso do trabalho de Brito: desde o primeiro treino que fez no Rio Ave que toma nota de todos os treinos: «em 15 cadernos A4 (um por época) não há qualquer treino que não esteja registado. "O importante é ter tudo documentado, até podia estar a carvão, a giz ou numa lousa das antigas. É a minha biblioteca pessoal", contou a O JOGO»
Aplausos para O Jogo, por este delicioso trabalho (são vários trabalhos numa página).
PS - uma frase sobre o desinteresse de Brito pelas novas tecnologias: Poderei ser melhor treinador quanto mais me interessar, mas não é importante se o faço com iPad, computadores ou outras tecnologias"...
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6.12.11
Um artigo para ler («A biblioteca de Brito»)
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14:24
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João Paulo Meneses
7.1.11
Brito e o mercado de Janeiro (ACTx2)
Brito aborda, no JVC desta semana, o mercado de Janeiro, explicando que «o mais importante são os jogadores que cá estão». Mas:
- a equipa apresenta um défice ao nível das posições de lateral-direito e defesa-central;
- o plantel é muito curto;
- pode sair algum jogador;
PS - também, é relevante a frase destacada pelo Rioavistas: «Se mais tarde ou mais cedo surgir a hipótese de abraçar uma outra responsabilidade no Rio Ave FC, tudo dependerá do que o Clube entender que eu possa trazer de bom ao mesmo»
ACTualizo: na conferência de imprensa de hoje, antes do Olhanense, Brito admitiu o reforço do seu grupo de trabalho numa perspectiva de «maior equilíbrio e competitividade», com prioridade para um lateral-direito e um defesa-central.
ACTualizo novamente, ainda da conferência de imprensa:
- Brito não pensa colmatar a lesão de Bruno China, mas reconheceu interesse em Fábio Faria.
- a equipa apresenta um défice ao nível das posições de lateral-direito e defesa-central;
- o plantel é muito curto;
- pode sair algum jogador;
PS - também, é relevante a frase destacada pelo Rioavistas: «Se mais tarde ou mais cedo surgir a hipótese de abraçar uma outra responsabilidade no Rio Ave FC, tudo dependerá do que o Clube entender que eu possa trazer de bom ao mesmo»
ACTualizo: na conferência de imprensa de hoje, antes do Olhanense, Brito admitiu o reforço do seu grupo de trabalho numa perspectiva de «maior equilíbrio e competitividade», com prioridade para um lateral-direito e um defesa-central.
ACTualizo novamente, ainda da conferência de imprensa:
- Brito não pensa colmatar a lesão de Bruno China, mas reconheceu interesse em Fábio Faria.
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João Paulo Meneses
8.9.10
Só falta Lúcio
Ainda na ressaca dos 20 anos de Brito no Rio Ave, o nosso colega blogista Sérgio Oliveira fez-nos chegar uma curiosidade que encontrou no extinto Informação Vilacondense (nº 655 de 11-2-1993).
Só falta Lúcio, como se percebe, que nunca envergou a verde e branca.
Só falta Lúcio, como se percebe, que nunca envergou a verde e branca.
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João Paulo Meneses
2.9.10
Os 20 anos de Brito no Rio Ave (5) - memórias do próprio Brito (ACT)
Brito fala hoje à Linear sobre estes 20 anos - que hoje se assinalam.
Eis algumas das suas ideias:
Depois do Salgueiros ter subido à 1ª. Divisão e do Rio Ave ter descido à 2ª. B, Carlos Brito chega a Vila do Conde através de Mário Reis.
Como jogador nunca mais saiu, embora tenha havido oportunidades. Foi ficando, pois diz que não é pessoa de faltar à palavra, uma vez que gosta de cumprir contratos.
Tem pena de, enquanto jogador, nunca ter jogado na 1ª. Divisão; jogava assiduamente, era titular e capitão de equipa.
Reconhece que acabou precocemente a carreira de jogador, com 32 anos de idade e com ainda 1 ano de contrato pela frente, quando passou a adjunto de Henrique Calisto. Mas lembra que, passadas cinco ou seis jornadas, Calisto ainda pôs a possibilidade de jogar novamente, só que isso nunca chegou a acontecer.
Após 20 anos não imaginava que ainda estivesse no Rio Ave. Diz que as coisas se foram proporcionando. Enquanto jogador afirma que foi sempre respeitado e sentiu que as pessoas gostavam de o ter no Clube (o clube não é, para Carlos Brito, apenas uma entidade empregadora, é muito mais que isso).
Sente-se bem no Rio Ave e as pessoas, para já, sentem-se bem com ele.
Tem como maior alegria a subida de divisão e como maior tristeza a descida por apenas um ponto.
(e com este texto terminamos a evocação destes 20 anos, iniciada a 24 de Agosto e que gerou cinco textos diferentes)
ACTualizo apenas com esta nota muito crítica: os três jornais diários desportivos ignoram a data e o facto inédito de haver uma pessoa no futebol português com (quase) 20 anos de ligação a um clube. Apenas o JN na edição de domingo passado fez essa evocação.
Eis algumas das suas ideias:
Depois do Salgueiros ter subido à 1ª. Divisão e do Rio Ave ter descido à 2ª. B, Carlos Brito chega a Vila do Conde através de Mário Reis.
Como jogador nunca mais saiu, embora tenha havido oportunidades. Foi ficando, pois diz que não é pessoa de faltar à palavra, uma vez que gosta de cumprir contratos.
Tem pena de, enquanto jogador, nunca ter jogado na 1ª. Divisão; jogava assiduamente, era titular e capitão de equipa.
Reconhece que acabou precocemente a carreira de jogador, com 32 anos de idade e com ainda 1 ano de contrato pela frente, quando passou a adjunto de Henrique Calisto. Mas lembra que, passadas cinco ou seis jornadas, Calisto ainda pôs a possibilidade de jogar novamente, só que isso nunca chegou a acontecer.
Após 20 anos não imaginava que ainda estivesse no Rio Ave. Diz que as coisas se foram proporcionando. Enquanto jogador afirma que foi sempre respeitado e sentiu que as pessoas gostavam de o ter no Clube (o clube não é, para Carlos Brito, apenas uma entidade empregadora, é muito mais que isso).
Sente-se bem no Rio Ave e as pessoas, para já, sentem-se bem com ele.
Tem como maior alegria a subida de divisão e como maior tristeza a descida por apenas um ponto.
(e com este texto terminamos a evocação destes 20 anos, iniciada a 24 de Agosto e que gerou cinco textos diferentes)
ACTualizo apenas com esta nota muito crítica: os três jornais diários desportivos ignoram a data e o facto inédito de haver uma pessoa no futebol português com (quase) 20 anos de ligação a um clube. Apenas o JN na edição de domingo passado fez essa evocação.
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João Paulo Meneses
1.9.10
As diversas épocas de Carlos Brito em Vila do Conde (4) (ACT com fotos)
Como jogador
1990/1991 - Brito é jogador, estamos na 2ª Divisão B zona Norte. O treinador é Mário Reis, depois substituído por Inácio. Brito faz 28 jogos no campeonato, faz 2 golos e vê 7 cartões amarelos; o Rio Ave é 1º e sobe à Divisão de Honra. Na Taça, o Rio Ave chega à 6ª eliminatória, onde Brito alinhou em pelo menos um jogo. 1991-1992 - jogador na Divisão de Honra onde o Rio Ave é treinado por Inácio e é 4º classificado. Brito faz 29 jogos, não marca qualquer golo, vê 7 amarelos e 2 vermelhos. Na Taça fez pelo menos 3 jogos e marcou um golo ao Estrela da Amadora.
(foto: Estádio da Avenida)
1992-1993 - o Rio Ave continua na Honra e Vieira Nunes é o técnico que conduz o clube ao 5º lugar. 31 jogos, 2 golos, 5 amarelos e 1 vermelho é o desempenho de Brito no campeonato. Na Taça, jogou pelo menos 3 vezes e marcou 1 golo ao Estoril. 1993-1994 - José Rachão iniciou a época, mas uma chicotada psicológica traz Quinito para Vila do Conde. O Rio Ave é 4º na Divisão de Honra e Brito fez 31 jogos, 1 golo (ao Campomaiorense) e vê 4 amarelos. Na Taça alinhou pelo menos em 2 jogos.
1994-1995 - Época conturbada nos Arcos: o clube teve 3 treinadores (Abel Braga, Jaime Pacheco e Henrique Calisto) que não conseguem melhor que o 11º lugar. O capitão Carlos Brito jogou em 18 encontros, marcou 1 golo ao Campomaiorense e viu 4 amarelos. Na Taça, pelo menos 1 jogo feito.
1995-1996 - a última de Brito a jogar. Tem 32 anos, é capitão de equipa e com Calisto a treinar é campeão da Divisão de Honra. 32 jogos, 2 golos, 2 amarelos e 1 vermelho. Na Taça 1 jogo pelo menos. O contrato terminava no final da época e Calisto convidou-o a integrar a equipa técnica. Brito aceita e encerra a sua carreira sem nunca ter alinhado na 1ª Liga com as cores do Rio Ave.
(foto: Estádio da Avenida)
Como treinador
1996-1997 - 1ª Liga: Calisto é o treinador até à 13ª jornada e o Rio Ave soma apenas 2 pontos. Brito toma conta da equipa e perde o seu primeiro jogo como treinador para o campeonato em casa com o Gil Vicente, 0-2. Porém, consegue evitar a despromoção, liderando a equipa em 21 jogos, com um total de 8 vitórias, 9 empates e 4 derrotas, 25 golos marcados e 17 sofridos, conseguindo o 15º lugar.
1997-1998 - Prova de fogo na 1ª Liga: conseguiria Brito repetir o brilharete da época anterior? O Rio Ave foi 9º, com 12 vitórias, 10 empates e 10 derrotas, 43 golos marcados e 43 sofridos. Na Taça, caiu na 5º eliminatória com o Benfica. Totais da época: 36J, 13V, 10E, 13D, 44 GM, 46 GS.
(foto: Estádio da Avenida)
1998-1999 - Brito guia o Rio Ave ao 15º lugar e garante a 4ª época seguida na 1ª Liga, a mais longa permanência na divisão maior do futebol nacional. 8 vitórias, 11 empates e 15 derrotas, 26 golos marcados e 47 sofridos. Na Taça caímos na 4ª ronda, perdendo com o Leiria.
Totais da época: 35J, 8V, 11E, 16 D, 27 GM, 49 GS.
Totais da época: 35J, 8V, 11E, 16 D, 27 GM, 49 GS.
1999-2000 - o Sporting é campeão 18 anos depois e o Rio Ave é despromovido. 16º lugar, 8 vitórias, 9 empates, 17 derrotas, 34 golos marcados e 54 sofridos. A primeira passagem de Brito pelo Rio Ave termina. Na Taça, porém, o Rio Ave chega à 1\2 final, sendo eliminado pelo Porto.
2002-2003 - o Rio Ave está na Divisão de Honra e Horácio Gonçalves é despedido no final da 8ª jornada com o clube na metade inferior da tabela. Brito é contratado e opera novo milagre: o Rio Ave termina em 1º lugar e sobe à 1ª Liga. Brito regressava ao clube na Divisão para onde tinha sido despromovido, mas retomava o estatuto de primodivisionário.
Totais da época: 26J, 16V, 5D, 5E, 40 GM, 23 GS.
2003-2004 - a melhor classificação de Carlos Brito no Rio Ave, 6º, falhando a Taça Uefa por 1 golo. Vila do Conde voltava a vibrar com o regresso do clube à 1ª Liga com o ex-capitão como treinador. Na Taça, o Porto eliminou a equipa de Brito nos 1\4 de final.
Totais da época: 38J, 15V, 12E, 11D, 47 GM, 40 GS.
2004-2005 - Com 47 pontos na Liga, o Rio Ave teve mais uma época tranquila e foi 8º classificado. Carlos Brito era cada vez mais cobiçado e no final do campeonato acabou por não resistir à tentação de treinar o Boavista. Era o final da segunda passagem de Brito pelo banco rioavista. Na Taça fomos eliminados à 5ª ronda pela Académica.
Totais da época: 26J, 11V, 17 E, 8D, 37 GM, 37 GS.
2008-2009 - Carlos Brito, fase III. João Eusébio foi despedido e à 14ª jornada Brito regressa. Em 17 jogos sob o seu comando, o Rio Ave soma 6 vitórias, 2 empates, 9 derrotas, 10 golos marcados e 19 sofridos, terminando a Liga em 12º lugar. Na Taça da Liga o Rio Ave terminou a sua presença na 3ª fase de grupos.
Totais da época: 19J, 7V, 2E, 10D, 12GM, 21 GS.
2009-2010 - Época com maior número jogos sob o comando de Brito, 41 (30 da Liga, 5 da Taça da Liga, 6 da Taça de Portugal). O Rio Ave foi de novo 12º classificado na Liga, chegou à 3ª fase de grupos na Taça da Liga e à 1\2 final da Taça de Portugal, sendo eliminado a duas mãos pelo Porto.
Totais da época: 41J, 12V, 15E, 14D, 43 GM, 54 GS.
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Gil
30.8.10
Os 20 anos de Brito no Rio Ave (3) - a primeira época (ACT com legenda)
O campeonato tinha 38 jornadas e Carlos Brito participou em 28 delas. Em 26 fez os 90 minutos.
Nunca foi suplente mas foi substituído duas vezes (na sexta jornada, ao intervalo, e à 35ª, aos 36 minutos, por lesão; saiu em maca); Esta última lesão impediu-o de alinhar nos três últimos jogos (e a festa da subida fez-se na penúltima jornada, a 5 de Maio de 1991, depois de uma vitória frente ao Esposende).
Brito viu sete cartões amarelos, nenhum vermelho e marcou dois golos, ambos na primeira volta.
(próximo texto: 1 de Setembro «As 16 épocas de Brito em Vila do Conde»
Nunca foi suplente mas foi substituído duas vezes (na sexta jornada, ao intervalo, e à 35ª, aos 36 minutos, por lesão; saiu em maca); Esta última lesão impediu-o de alinhar nos três últimos jogos (e a festa da subida fez-se na penúltima jornada, a 5 de Maio de 1991, depois de uma vitória frente ao Esposende).
Brito viu sete cartões amarelos, nenhum vermelho e marcou dois golos, ambos na primeira volta.
(próximo texto: 1 de Setembro «As 16 épocas de Brito em Vila do Conde»
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João Paulo Meneses
27.8.10
Os números de Brito em 20 anos de Vila do Conde (2) (ACT)
Em 6 épocas de Rio Ave como jogador, Carlos Brito nunca jogou na 1ª divisão.
Chegado em 1990-1991 para jogar na 2ª Divisão B, aquele que mais tarde chegaria a capitão de equipa, encerra a carreira em 1995-1996 na Liga de Honra, precisamente no ano em que Henrique Calisto conduziu o Rio Ave à 1ª divisão.

A primeira equipa de Brito, que é o primeiro à esquerda na fila do centro.
A foto e a legenda são do Jornal de Vila do Conde (JVC) de 2 de Agosto de 1990.
(com a ajuda de Fernando Soares/Estádio da Avenida, eis a legenda: em cima esq/dir: Rodolfo Coutinho, Toni, Eusébio, Karim, Paulinho Santos, Paulo Andrade, Bino; fila do meio: Carlos Brito, Agonia, Hermógenes, Reis, Zé Manel, Daniel Ramos, Afonso; em baixo: Rui Sá, Rui Miguel, Hugo, Hélder, Rui Azevedo, Nuno, Santos Cardoso, Maravalhas)
(com a ajuda de Fernando Soares/Estádio da Avenida, eis a legenda: em cima esq/dir: Rodolfo Coutinho, Toni, Eusébio, Karim, Paulinho Santos, Paulo Andrade, Bino; fila do meio: Carlos Brito, Agonia, Hermógenes, Reis, Zé Manel, Daniel Ramos, Afonso; em baixo: Rui Sá, Rui Miguel, Hugo, Hélder, Rui Azevedo, Nuno, Santos Cardoso, Maravalhas)
Nestes 6 anos Carlos Brito trabalhou com 8 treinadores (Mário Reis, Inácio, Vieira Nunes, Rachão, Quinito, Abel Braga, Jaime Pacheco e Henrique Calisto). Naquele que seria o seu ano de estreia com o Rio Ave na 1ª Liga, Brito é convidado a integrar a equipa técnica.

Notícia do JVC, de 1 de Agosto de 1996
Henrique Calisto passa a contar com o capitão na sua equipa técnica e será substituído pelo mesmo à 14ª jornada, era o Rio Ave último com apenas 2 pontos. Já ninguém acreditava que seria possível evitar a descida e a 26 de Janeiro de 1997 o Correio da Junqueira (abaixo) sentencia que esta seria uma "passagem efémera pela 1ª divisão".

Porém, o Rio Ave sobrevive e começava uma saga que já vai na 3ª passagem do treinador pelo nosso Rio Ave Futebol Clube.
20 anos depois, Brito ao serviço do Rio Ave acumulou os seguintes números (até ao final da época 2009-2010):
Como jogador*:
163 jogos, 9 golos, 29 cartões amarelos, 4 cartões vermelhos
Títulos: Vencedor da 2ª divisão B Zona Norte 90-91, Vencedor da Liga de Honra 95-96
Promoções: à Liga de Honra em 90-91, à 1ª Liga em 95-96
Como treinador:
292 jogos, 102 vitórias, 91 empates, 99 derrotas, 319 golos marcados e 347 golos sofridos.
Títulos: Vencedor da Liga de Honra 2002-2003
Promoções: à 1ª Liga em 2002-2003
Descidas: à Liga de Honra em 1999-2000
* estes números são exactos no que toca aos jogos de campeonato, mas não consegui confirmar todos os jogos da Taça, pelo que o mais correcto é dizer-se que tem pelo menos estes números.
(Próximo texto: a primeira época em Vila do Conde; a publicar a 30/8)
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Gil
25.8.10
Os 20 anos de Brito no Rio Ave (1) - o primeiro jogo
Prestes a completar 27 anos o defesa central Carlos Brito sai do Salgueiros, acabado de subir à primeira divisão, e opta pelo Rio Ave, nessa época de 1990/91, num dos seus piores momentos desportivos: com a criação da Divisão de Honra e o 10º lugar na época anterior, o Rio Ave vê-se 'despromovido' para a Segunda Divisão B, Zona Norte.
Sob a orientação de Mário Reis é construído um plantel para lutar pela subida de divisão: Bino, Rodolfo Coutinho, Paulinho Santos, Eusébio, Toni, Larssen, Bragança, Karim ou Carlos Brito são alguns desses nomes.
A primeira jornada realiza-se a 2 de Setembro de 1990, em Fafe, outro grande candidato à subida.
O Rio Ave perdeu por 1-0 e começou, portanto, da pior maneira.
O JN do dia 3 fala num jogo emocionante, com um vencedor justo. Já o extinto Informação Vilacondense diz, na edição do dia 6 de Setembro, que nessa primeira jornada o Rio Ave ainda estava à procura da sua melhor forma, mas que demonstrou possuir um bom conjunto, com jogadores de bastante qualidade técnica.
Brito fez os 90 minutos, sem ver qualquer cartão.
(Próximo texto: dia 27 de Agosto «Os números de Brito em 20 anos de Vila do Conde»)
Sob a orientação de Mário Reis é construído um plantel para lutar pela subida de divisão: Bino, Rodolfo Coutinho, Paulinho Santos, Eusébio, Toni, Larssen, Bragança, Karim ou Carlos Brito são alguns desses nomes.
A primeira jornada realiza-se a 2 de Setembro de 1990, em Fafe, outro grande candidato à subida.
O Rio Ave perdeu por 1-0 e começou, portanto, da pior maneira.
O JN do dia 3 fala num jogo emocionante, com um vencedor justo. Já o extinto Informação Vilacondense diz, na edição do dia 6 de Setembro, que nessa primeira jornada o Rio Ave ainda estava à procura da sua melhor forma, mas que demonstrou possuir um bom conjunto, com jogadores de bastante qualidade técnica.
Brito fez os 90 minutos, sem ver qualquer cartão.
(Próximo texto: dia 27 de Agosto «Os números de Brito em 20 anos de Vila do Conde»)
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João Paulo Meneses
24.8.10
Os 20 anos de Brito no Rio Ave
No próximo dia 2 de Setembro assinalamos 20 anos de ligação de Carlos Brito ao Rio Ave.
Foi no dia 2 de Setembro de 1990 que o antigo jogador do Salgueiros se estreou com a nossa camisola.
Nos próximos dias, e até 2 de Setembro, vamos assinalar neste blogue, de diversas formas, essa data, porque entendemos tratar-se de uma ligação que merece ser distinguida.
Foi no dia 2 de Setembro de 1990 que o antigo jogador do Salgueiros se estreou com a nossa camisola.
(foto recolhida ontem durante o Vitória-Rio Ave, via Sport Tv; uma foto que ilustra bem, penso, o estilo de Brito - antes quebrar do que torcer!)
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João Paulo Meneses
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