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9.4.25

Um Clube sem rosto

 

Daqui a 10 anos o Rio Ave terá um estádio excelente, um plantel a lutar pelos lugares europeus e será apresentado como uma SAD modelo, mas até lá chegarmos vamos ter de comer muito pó...

Desde o início que tenho escrito sobre as debilidades do modelo de gestão adotado pelo investidor, que, nesta altura, se poderia tornar um caso de estudo - pela negativa - nas universidades.

Uma das maiores fragilidades é a falta de uma cara, alguém que assuma quando é preciso assumir: e, se o Famalicão é o exemplo que temos mais próximo, é forçoso reconhecer que ali existe um rosto, mesmo que esteja a cumprir as diretrizes gerais do investidor israelita (o investidor do Famalicão não liga antes ou depois dos jogos a exigir a entrada ou saída de jogadores!).

Em termos de governação da sociedade desportiva, não existe ninguém. Os administradores não executivos aparecem em público (segunda foi Henrique Maia, na homenagem a João Novais), mas eles não mandam.

Quem fala em nome da SAD do Rio Ave? O diretor técnico? 

Neste momento, somos um Clube sem rosto, sem liderança, pelo menos externa, o que não é irrelevante. Talvez a má situação desportiva desta época possa também ter a ver com isso.

Por falar em homenagem a João Novais: é pelo menos a terceira vez que o hino do Rio Ave é interrompido para anunciar que determinado jogador completou X jogos com a nossa camisola. Obviamente que o Pioneiro é a última pessoa com responsabilidades nisso (cumpre ordens...), mas deveria estar na mente de todos que NUNCA se interrompe o hino. Por tudo e também por isto: os adeptos que o estão a entoar sentem-se como, quando são interrompidos?
 

25.4.12

E também se ouviu o hino do Rio Ave!

João Ricardo Pateiro, Carlos Daniel e Filipe Fonseca (o autor da música do nosso hino) criaram um espetáculo com músicas (sobretudo revivalistas) e alguma comédia e apresentaram-no ontem, quase em estreia, no Restaurante Ramon.
Uma grande festa, onde não faltou o nosso hino, cantado por muitos.
Fiz uma gravação (que não tem a  melhor qualidade, por isso peço desde já desculpa, sobretudo aos artistas) mas que mostra bem o que aconteceu ontem no Ramon!
Siga a festa!
(A Rosinha e o Ricardo estão mais uma vez de parabéns)

PS - Henrique Calisto esteve presente e aproveitei para lhe dar a tática para a outra jornada (além dos parabéns pela fantástica época no Paços de Ferreira!

21.7.11

O final de festa (ACT)

O melhor da festa de ontem foi o final, pelo hino, pela apoteose, pelo envolvimento colectivo. Tornou-se um momento memorável - que não podiamos deixar de registar. Aqui fica o video, sem a qualidade sonora desejada, mas ainda assim suficiente para registar, por exemplo, a performance brilhante do presidente da AG (e vejam quem é o primeiro a bater palmas...)
Uma nota que não podiamos deixar de registar: Filipe Fonseca disse que estava a cantar o hino do Rio Ave pela primeira vez ao vivo em 13 anos. Os nossos leitores sabem que não é assim e que se o cantou ontem foi porque o cantou na 2ª festa do Reis do Ave; fico bastante satisfeito por terem aproveitado a nossa ideia, e o destaque aqui dado é disso exemplo, mas gosto menos quando tentam reescrever a história.

ACtualizo a 22/7/11: apesar da deficiente qualidade do som e da imagem ser fraca, o video foi visto 135 vezes em 24 horas; imagine-se se era dos bons...

1.6.11

Padre Caeiro (1929-2007)

Se dissermos que António Joaquim Caeiro está ligado à história do Rio Ave poucos ou nenhuns rioavistas saberão do que falamos. Mas se falarmos no Padre Caeiro já alguns se lembrarão que é o autor da letra do nosso hino.
(foto cedida pelo Arquivo Municipal)
O Padre Caeiro, professor na Escola Profissional de Santa Clara (no início da década de 50, tendo voltado no final da década de 60, já como director)foi padre Salesiano e compôs a letra, se não estou enganado, em 1959.
Faleceu em Fátima a oito de Janeiro de 2007.
(foto cedida pelo Arquivo Municipal)
«Para que sempre louvado seja [em] Vila do Conde»

19.5.11

Quem não ouvir é varzinista!

Acho que nunca vou esquecer, da festa de terça à noite, a notável interpretação que o Filipe Fonseca fez do nosso hino.
Por isso, aqui fica, para que todos a possam desfrutar (num trabalho técnico do Gil):