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28.4.19

O que mudou de 31 de março para 26 de abril

A 31 de março o Rio Ave fez um dos seus piores jogos esta época. Derrota por 2-0 frente ao Aves
Na sexta feira empatou com o FC Porto e teve várias oportunidades para marcar.
AVES
FC PORTO
Leo
Leo
Nadjack
Junió
Semedo
Semedo
Messias
Borevkovic
Afonso
Afonso
Filipe Augusto
Filipe Augusto
Jambor
Tarantini
Diego Lopes
Dala
Bruno Moreira
Bruno Moreira
Said
Gabriel
Galeno
Nuno Santos

Ou seja, mudou mais de meia equipa.
Salvo melhor opinião, penso que passa por aqui a transformação acontecida nos últimos jogos, que resultaram em duas vitórias e um empate.
O que leva a algums reflexões adicionais, mas é verdade que a principal tem a ver com o regresso de três jogadores que estavam indisponíveis, Dala, Nuno e Borevkovik. Outra: há muito que se pediam mudanças na equipa, face à desinspiração evidente de vários elementos.

14.4.19

(2-1 ao Guimarães). O melhor jogo em vários meses

1) Vitória justa da melhor equipa!
2) Mérito de Daniel Ramos que mexeu no onze e mexeu bem (com Nuno Santos, Dala, Borevkovic e Junió). Até Junió fez melhor do que Nadjack.
3) Nuno Santos fez mais em 80 minutos do que Galeno nos últimos 4 ou 5 jogos.
4) Galeno está mesmo numa fase má: é ele que provoca a grande penalidade que anima o adversário.
5) Tarantini só não foi o melhor em campo, porque Nuno Santos merece esse título;
6) Arbitragem correta, mas fico com a ideia de que pode ter havido uma grande penalidade a nosso favor (falta de Wakaso sobre nuno Santos) que Manuel Oliveira não marcou.
7) Não foi um grande jogo mas foi o nosso melhor jogo desde a derrota na Luz com o Benfica (6 de janeiro).


11.4.19

José e Daniel - a diferença é o Carlos?

Ambos fizeram (no caso de Daniel Ramos, até agora) 13 jogos na Liga.

José Gomes: 5v, 4e, 4d: 21m, 20s

Daniel Ramos: 3v, 4e, 6d; 13m, 18s

(curioso: Daniel tem menos golos sofridos mas muito menos marcados; e mais duas derrotas - a explicação é Carlos Vinícius?)

8.4.19

Daniel Ramos ou Ruben Semedo? Você decide

"Os golos acabam por não traduzir o que aconteceu, entrámos bem, melhor do que o Sporting, mas cometemos erros que nos penalizaram bastante. Sofremos golos de formas improváveis. Um Rio Ave sem desistir, que não se escondeu, tentou jogar. Estivemos perto do golo. Permitimos de forma pouco provável que as oportunidades resultassem em golo. Apesar do resultado, que não traduz o jogo jogado de parte a parte, o Rio Ave também teve oportunidades e posse de bola." (DRamos, no final)

"Estou feliz pelo regresso, foi o clube que me ajudou em tudo na vida e me fez tornar um homem. Mas muito triste pelo jogo que fizemos. O Rio Ave tem capacidade e um plantel para fazer um jogo melhor", referiu Ruben Semedo.

(o meu comentário: entre os dois, identifico-me mais com o que diz Ruben. O míster tem razão quanto aos erros decisivos, mas parece-me que a sua análise é incompleta. Faltou agressividade/ intensidade ao Rio Ave; o míster continua a meter no onze jogadores que estão em franca crise de confiança e que pouco ou nada trazem à equipa - estou a falar de Galeno, por exemplo)
(foto: Record)
 PS - Coentrão teve um erro fatal mas foi dos melhores, na minha opinião. Jogou 89 minutos bem e num minuto mal. É justo dizer isto.

7.4.19

(derrota por 3-0 em Alvalade) 3 erros, 3 golos, 3 imagens.

1º golo: Rio Ave ganha um canto, que tem o desfecho habitual de todos os cantos do Rio Ave e a equipa fica a dormir. Um golo caricato, quase impossível de ver em alta competição. A imagem diz tudo.
2º golo. Coentrão a dormir, perde a bola, Messias faz penalti.
3º golo. Lançamento de linha lateral, Nadjack a dormir, Bruno Fernandes não tem oposição e cruza para Wendel

2.4.19

Daniel Ramos fica, toca a trabalhar

Pelos vistos Daniel Ramos continuará a ser o treinador do Rio Ave até fim da época (se havia que mudar era agora; por mim, não conto voltar ao assunto tão cedo).
E se Daniel Ramos fica, vamos contar com ele.
E contar que alguma coisa mudará daqui para a frente.
A equipa bateu no fundo, dificilmente jogará pior. A questão é que os adversários tendem a ser mais fortes do que aqueles que tivemos nas últimas jornadas.
O Presidente terá tido isso em conta e acredita que é possível.

O que peço a Daniel Ramos é que:
- mude de sistema tático (o 4-4-2 atual parece estar a ser recusado pela equipa; vale a pena insistir?)
- escolha os que estão melhor e não os 'melhores' (DR tem quase 30 jogadores ao seu dispor; será que estão todos mal???? Se é para jogarem os 'melhores' também eu faço o onze; se é para jogarem os que estão melhor, os treinos é que podem dar essa informação);
- incuta mais raça, mais atitude na equipa; Jambor é um grande jogador, mas joga a gasóleo; prefiro a atitude de Tarantini do que leveza de Jambor; prefiro Coentrão (recuperado?) a Afonso Figueiredo; prefiro Nuno Santos como estremo ao Galeno-'de-férias' (está entre aspas porque não duvido do seu profissionalismo e entrega; acontece que o Galeno das primeiras 8 jornadas não é o mesmo; Nuno Santos pode ser alternativa);
(Rio Ave FC)


1.4.19

Eu não acredito que a solução passe por Daniel Ramos

Não quero - porque não tenho conhecimentos nem informações para o poder fazer - por em causa a competência de Daniel Ramos. Noutros clubes já mostrou qualidades, que certamente não perdeu.
Mas temo que a sua continuidade no Clube vá ter um desfecho negativo.
Defendo por isso a sua substituição.
Em 12 jogos, DR conseguiu apenas 3 vitórias e, entre os clubes com maiores orçamentos, jogámos somente com Benfica e Braga. Não me lembro de haver uma média de vitórias tão baixa (José Gomes fez 13 jogos e obteve 5 vitórias).
Pode haver as melhores e mais válidas razões, mas agora não há tempo para olhar para trás.
A equipa parece destroçada em termos mentais.
Os jogadores parecem confusos com a forma de jogar (é penoso ver Nuno Santos a andar pelo meio campo).
O futebol praticado é do pior deste campeonato.
12 jogos não foram suficientes? Estamos piores hoje.
Os milagres por vezes acontecem, mas acho que deviamos ajudar a que aconteçam...
(foto: Rio Ave FC)

PS - concordo com o Carlos Francisco quando ele escreve que o treinador não tem a culpa de tudo o que de mau acontece. Não tem nem pode ter. Com meio milhão de euros, como é que não se conseguiu contratar um ponta de lança para compensar a falta de Vinícius? Alguém achou que dois razoáveis davam um bom? Também acho, como o João Borges, que há muitos jogadores a desiludir. Mas só conseguiremos tratar desse particular no final da época.

31.3.19

(derrota por 2-0 com o Aves) Vai mudar alguma coisa?

1) O Rio Ave jogou o que tem jogado noutros jogos, sobretudo nos mais recentes: pouco e mal. Quase não cria perigo e não marca. Precisamos de um novo estilo de jogo (com extremos, em 4-3-3?)

2) Se cada jogador que joga para trás pagasse multa, era uma poupança em ordenados... Precisamos de uma nova atitude;

3) Há jogadores que bateram no fundo ao nível da confiança (Jambor, Diego, Bruno Moreira, Galeno, por exemplo); Precisamos de muito mais confiança e de uma mudança psicológica;

4) Houve erros de arbitragem? Há sempre (curiosamente na grande penalidade reclamada na segunda parte, nenhum dos jogadores pressionou o árbitro para se pedir o VAR). O Rio Ave perdeu pelo árbitro? Não. No final o treinador pediu mais respeito. Temos tido razões de queixa em muitos jogos mas se não há que se possa fazer, acho que precisamos de nos libertar das arbitragens e olharmos apenas para nós;

Vai ficar tudo na mesma ou vai mudar alguma coisa?

17.3.19

Rio Ave ganha 0-1 no Nacional. Os deuses estiveram connosco

O pior jogos da época? Provavelmente.
Em 99 minutos o Rio Ave fez 4 remates à baliza.
Esta época já fizemos jogos melhores com 10 do que hoje.
Mas também já perdemos pontos em jogos em que mereciamos ganhar ou empatar.
Futebol também é isto.

O que é muito preocupante - e acho Daniel Ramos o primeiro responsável - é a má qualidade do nosso futebol.
Hoje correu tudo bem (exceto as saídas por lesão de Murilo e sobretudo Coentrão, que estava a ser dos melhores). Mas infelizmente não vai ser sempre assim.
Leo, mais uma vez, decisivo,

15.3.19

"O Rio Ave joga e pensa como equipa pequena"

Subscrevo quase tudo o que Rui Rodrigues escreve esta semana no jornal Vilacondense.
Uma frase como esta "O Rio Ave joga e pensa como equipa pequena" deve fazer-nos refletir.
"A equipa mais cara de sempre foi perdendo objetivos e agora luta pelo pontinho para alcançar a manutenção".

7.3.19

2 jogos, 2 derrotas, 3 expulsões

É algo que tem de mudar amanhã em Chaves.
Se as expulsões aconteceram por coincidência, é tempo acabar com as coincidências:
Se as expulsões aconteceram  por descontrolo emocional dos jogadores, é preciso ver o que se passa.
Não cabe na cabeça de ninguém voltarmos a ter jogadores expulsos por razões parvas (o primeiro amarelo de Filipe Augusto, as palavras finais de Diego Lopes no Bessa ou o segundo amarelo de Jambor).


24.2.19

(Derrota 1-0 no Boavista) Daniel Ramos não é o único responsável

Penso que todos nós esperávamos muito mais resultados do trabalho de Daniel Ramos nesta altura.
8 jogos depois, a equipa continua com muitas dificuldades e nem por se apresentar (teoricamente) na máxima força conseguiu melhorar.
Mas, mesmo frustrado com o trabalho do míster, não lhe atribuo a totalidade das responsabilidades por esta derrota, frente a um adversário mais fraco: Daniel não tem culpa do descontrolo emocional de Filipe Augusto (primeiro amarelo por chutar a bola para fora...) nem que Galeno não acerte uma (apenas para dar dois exemplos).
O Rio Ave fez 15 minutos muito bons (os melhores desde que é nosso treinador) a fechar a primeira parte. Tivemos 3 oportunidades flagrantes, que o guarda-redes deles evitou.
Só por isso o resultado não é justo.
Mas a segunda parte foi outra vez desinspirada.
Menos mau em campo: Diego Lopes (até Leo acaba por ser 'mal batido' na grande penalidade).
Nada correu bem.
Começa a ser preocupante.

19.2.19

Será justo dizer que Daniel Ramos ainda não engatou?

Daniel Ramos leva 7 jogos como treinador do Rio Ave.
Certamente nem o próprio estará satisfeito com o que foi alcançado: duas derrotas (uma delas com o Benfica), duas vitórias (fora) e três empates (Setúbal, Feirense e Tondela, em casa). Fez quatro jogos em casa e não ganhou nenhum.
Mas, resultados à parte, penso que será justo dizer que o treinador ainda não conseguiu impor o seu estilo de jogo. Pelo menos não é reconhecível um fio de jogo, talvez fruto da instabilidade no no onze e no plantel e também nos resultados.
Tirando o primeiro jogo (Benfica), frente ao Santa Clara vi o melhor Rio Ave de Daniel Ramos. Não é ainda um bom Rio Ave, mas talvez os sinais possam ser encorajadores para os 12 jogos que se seguem.
Até porque os jogadores que têm estado lesionados começam a regressar (Dala e Nuno Santos ainda podem ajudar a equipa) e há ainda reforços que não se estrearam*.
(foto: site Rio Ave FC)

* Sou daqueles que pensam que ir buscar jogadores em janeiro só se justifica se eles fizerem realmente a diferença. Trazer jogadores em janeiro que depois nem convocados são faz-me confusão.

11.2.19

Sinais animadores?

Apesar de tudo gostei mais do Rio Ave em Portimão do que no Marítimo.
Na altura achei que ganhámos apenas com sorte e que a 'retoma' não estava consolidada. O jogo frente ao Tondela (que este fim de semana voltou a mostrar que é uma boa equipa) comprovou isso.
Entretanto voltámos a ganhar fora e renasce a esperança de que haja um crescendo até final da época.
Pessoalmente, depois de tantas deceções, espero para ver.
Sexta-feira, frente ao Santa Clara, temos um primeiro teste.
A defesa pareceu-me melhor? Sim, Ruben Semedo parece ter trazido qualidade (e elogiei Matheus).
O meio campo está mais solidário? Filipe Augusto enche mais o espaço e traz dinamismo.
Sexta, com Coentrão, o ataque também poderá melhorar (Murilo não agarrou a oportunidade, parece-me).
(Bruno Moreira depois do golo de antologia; foto: Rio Ave FC)


5.2.19

Os bons jogos foram os que não ganhámos

O melhor jogo do Rio Ave esta época? 1-1 em Braga.
Outros bons jogos (ou pelo menos, partes de jogos em que estivemos bem): Porto, 2 - Rio Ave 1 (14ª jornada); Benfica, 4- Rio Ave, 2 (16ª); Guimarães, 3 - Rio Ave, 2 (12ª).

Ou seja:
- os nossos melhores jogos não resultaram em vitórias.
- os nossos melhores jogos foram contra adversários mais fortes [questão psicológica];
- os nossos melhores jogos foram fora de casa;
- há muita jornadas que não há um bom jogo da nossa parte;

Não é caso para refletir?

(todos os jogos aqui)

2.2.19

Ao cuidado de Daniel Ramos

Não havia nada de positivo para dizer e no final Daniel Ramos não disse nada de positivo.
"Faltou-nos lucidez e outras coisas... Quando ficámos em superioridade numérica, era altura de fazermos mais. Até criámos mais oportunidades, mas só o fizemos a espaços. Esperava mais, porque queríamos mostrar que estávamos a consolidar comportamentos e manter uma ideia de jogo e uma forma de estar em campo, com maior domínio."

Ora o jogo na Madeira não foi assim tão bem conseguido.
Tivemos sorte.
Não fizemos um bom jogo.
Por isso não faz sentido criar ilusões.
(coisa diferente - e eu pensava que isso podia acontecer - era os jogadores terem ganho novo ânimo com essa vitória; mas nem isso)
(terceiro empate com Daniel Ramos; seis pontos perdidos)

1.2.19

(2-2 com o Tondela) FOSSA

Banho de bola!
Uma equipa à deriva.
Um treinador a meter água.

Banho de bola: na primeira parte fomos cilindrados pelo Tondela. Tivemos uma oportunidade e o génio de Galeno, outra vez, não perdoou. Nada mais. Acabámos os 90 minutos com menos remates à baliza do que o adversário! Como é possível?

Uma equipa à deriva: faltou tudo a esta equipa. Ânimo, atitude, qualidade. Mesmo com mais um em campo não conseguiu sufocar o adversário. E ainda tivemos um árbitro que, na dúvida, apitou quase sempre a nosso favor.

Um treinador a meter água: desde logo pela teimosia em Buatu (caricata a forma como o nosso jogador aborda o lance que deu o primeiro golo do Tondela;) depois pelo facto de nada ter feito ao intervalo para contrariar o tal banho de bola do Tondela (fiou-se na Virgem? O Tondela  marcou o segundo); finalmente pela aposta em André Silva: não há ninguém que lhe diga que Rafa faria dez vezes melhor?


28.1.19

(Vitória por 2-0 no Marítimo). Já mereciamos ser felizes

Quando o Rio Ave se apresenta sem Galeno (o que se passa? GRIPE, disse Daniel Ramos no final), Vinicius e Coentrão, o adepto fica pessimista.
Daniel Ramos respondeu à adversidade com um meio campo muito povoado, de modo a impedir o Marítimo de se organizar.
Correu bem.
A defesa, sobretudo os laterais, também esteve bastante bem.
E depois de tanto azar, alguma coisa tinha de correr bem.
O Atlântico é nosso amigo (a última vitória fora foi nos Açores).

(Nadjack e Diego, os melhores em campo)

PS - bem Bruno Moreira, que sofre a falta e fica no chão, obrigando o árbitro a ver as imagens.

25.1.19

Finalmente começamos a falar claro e a assumir os erros (Tarantini merece a minha vénia)

Para já são apenas os jogadores a assumir (o que só lhes fica bem).
Primeiro foi Afonso Figueiredo a falar nos erros, agora é Tarantini.
Discurso muito lúcido do capitão, que merece o meu aplauso.
"Não podemos varrer para baixo do tapete. O ciclo começa por alguns fatores externos[Tarantini não o diz, mas são as arbitragens], mas depois começam a aparecer alguns problemas dentro da própria equipa, problemas de jogo, que temos de assumir e melhorar. Se este jogo tivesse ficado 1-0 [n.d.r: frente ao Feirense], ficávamos ocontentes, mas os problemas estariam lá na mesma. Houve coisas que melhorámos, mas não chegou. Se calhar houve momentos do nosso percurso em que a bola entrou e nao olhámos tanto aos problemas, agora olhamos mais e não ganhamos".


20.1.19

(0-0 com o Feirense - corrigido) Liguem os alarmes

1) Leo voltou a ser o melhor em campo.
2) O guarda-redes do Feirense fez a primeira grande defesa aos 90 minutos;
3) Uma exibição muito má da nossa equipa. Preocupante. Mais preocupante do que vem sendo hábito.
4) Já lá vão três meses sem ganhar. Há alarmes para ligar? É agora!
5) Continuo a pensar que o Rio Ave tem excelentes jogadores. E eles não desaprenderam de jogar. Mais misterioso é.
6) Daniel Ramos disse antes do jogo que os jogadores estavam a assimilar as suas ideias. Enganou-se.

PS - Buatu não teve lapsos (apenas uma lance aos 62 minutos, em que não 'atacou' o adversário e obrigou Monte a um grande corte) e até protagonizou um dos raros lances de perigo. Mas foi um erro tê-lo posto no onze.