Tal como acontece nas competições da UEFA, em que tem de haver pelo menos 8 “jogadores formados localmente” num plantel de 25 jogadores (sendo 4 formados no próprio clube e 4 formados no mesmo país) ou na Premier League, em que tem de haver um mínimo de 8 “homegrown players”, defendo que o campeonato português deveria ter uma regra que protegesse o jogador nacional.
O caso do Rio Ave em 2025/26 vai ficar como uma referência, incómoda para nós, na minha opinião, tal como demonstra este apanhado do Goalpoint, até ao momento:
17.3.26
Mudar a lei para proteger o jogador português
13.11.25
Três portugueses jogaram hoje pelo Rio Ave
... calma, foi num jogo treino!😇
Além do 'desaparecido' João Tomé, João Graça também foi titular.
A estes juntou-se Francisco Brás, dos sub23.
Aliás, este particular com o Paços de Ferreira (adivinhem o resultado? Empate, claro) serviu para Sotiris ver jogadores menos utilizados.
Dos habitualmente titulares, jogaram Panzo e Vrousai (mas a ala esquerdo). Lomboto, Abbey e Liavas também estiveram, no onze, onde se destaca a presença do extremo Medina (que aliás marcou o primeiro golo; o outro foi de Panzo - Gual não aproveitou a oportunidade).
Rio Ave mais uma vez com 3 médios (Nikitscher, Liavas, João Graça) e dois avançados (os já citados Gual e Medina, aqui na foto)
Onze: Alfonso Pastor, João Tomé, Lomboto, Panzo, Nelson Abbey, Vrousai, Nikitscher, Liavas, João Graça, Toto Medina e Marc Gual
Jogaram ainda: Miszta, Nikos, Brabec, Ntoi, Aguilera, Etienne Michut, Ferati, Francisco Brás (estes três dos sub23), Olinho e Clayton.




