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21.1.13

Entrevista a Pedro Cunha (8): jogadores para a primeira equipa

8) Acredita que algum dos seus jogadores poderá vir a jogar na primeira equipa do Rio Ave?
Pedro Cunha: «Apesar de ser uma equipa que vale pelo grupo, existem jogadores que podem perfeitamente, devido à sua qualidade, pertencerem à primeira equipa do Rio Ave»

E aqui termina a entrevista que fizemos a Pedro Cunha. Resta agradecer novamente a disponibilidade e reforçar os parabéns ao míster, pelo trabalho realizado.

20.1.13

Entrevista a Pedro Cunha (7): sempre os três pontos na fase final

7) Que expetativas para esta fase?
Pedro Cunha: «As expectativas são boas, é importante entrarmos bem nesta fase final, lutar sempre pelos três pontos, dignificarmos e elevarmos o nome e a marca Rio Ave. Aumentar a qualidade de jogo da equipa e dos nossos jogadores porque se cresce muito jogando contra os melhores, entrando na disputa da melhor classificação, sabendo que vamos jogar contra as melhores equipas do campeonato»

19.1.13

Entrevista a Pedro Cunha (6): um reforço para o ataque

6) Prevê alguma alteração (entradas, nomeadamente) na equipa para a fase final?
Pedro Cunha: «O nosso grande objectivo é recuperar os jogadores que estão lesionados e os jogadores que estão muito desgastados a nível físico devido à intensidade do campeonato. A nível de aquisições em princípio vamos contar com mais um jogador para a frente de ataque e estamos com a esperança que ele venha trazer outro tipo de soluções para a equipa.
A nível de lesões a equipa técnica gostava de deixar uma palavra de apreço, de amizade e de força ao grande capitão desta equipa, o João Paulo, que só participou nos dois primeiros jogos, estando lesionado este tempo todo, mas nunca deixou de apoiar a equipa, comportando-se sempre como um grande capitão e se Deus quiser vamos tê-lo em condições para a 2ª fase, ele que bem merece, por tudo o que tem passado este ano
».

Entrevista a Pedro Cunha (5): castigos e lesões

5) Houve uma fase complicada com castigos e sobretudo lesões. Como lidou com isso?
Pedro Cunha: «é verdade que a esse nível foi um ano muito complicado e que nos condicionou muito numa dada altura da época porque não foi fácil manter as rotinas, a dinâmica e a intensidade de jogo que vínhamos a demonstrar. Mas foi mais um desafio para a equipa técnica e para todo o grupo de trabalho, que mais uma vez mostrou o seu valor e o espírito de equipa que nos ajudou a ultrapassar os momentos mais difíceis»

18.1.13

Entrevista a Pedro Cunha (4):sem um ponta de lança

4) O apuramento conseguiu-se sem um ponta de lança no onze; como se explica?
Pedro Cunha: «A equipa técnica trabalha sempre duas estruturas de jogo diferentes, embora com ideias de jogo iguais, o 4x4x2 e o 4x3x3. O 4x3x3 necessita que o plantel tenha uma referência na frente que segure bem a bola, que dê tempo de ataque à equipa, que seja um bom finalizador e no corredor dois jogadores fortes no 1x1 e que ganhem com facilidade a linha de fundo. Nós no início não tivemos esse jogador, então começamos a trabalhar uma estrutura (4x4x2) que nos possibilitasse potenciar os jogadores que tínhamos, optámos por jogar com dois avançados que possuem muita qualidade, muito móveis, grande dinâmica e rápidos na capacidade de decisão. Organizamos o meio campo a quatro com um jogo interior forte que nos deu muito equilíbrio nos vários momentos do jogo. Os jogadores acreditaram no processo, sentiram-se confortáveis no sistema tático utilizado e com os resultados a aparecerem deram-nos confiança para acreditarmos que estávamos no caminho certo e felizmente correu bem. Mas é evidente que nos faltou um avançado diferente, que nos possibilitasse alterar a estrutura e as dinâmicas de jogo»

Entrevista a Pedro Cunha (3): uma análise aos jogadores

3) Será correto dizer que a equipa deste ano não é, em termos individuais (qualitativos), muito diferente da da época passada?
Pedro Cunha: «São jogadores diferentes embora com qualidade. É de realçar que os jogadores que eram de 1º ano o ano passado cresceram muito, passaram muito bem a mensagem, a mística do Clube a quem chegou e a entrada muito boa no campeonato fez com que os jogadores acreditassem cada vez mais nas suas capacidades e qualidades»


17.1.13

Entrevista a Pedro Cunha(2): «jogadores muito ambiciosos»

Segunda pergunta a Pedro Cunha:
2) O que mudou da época passada (em que a permanência se conseguiu no limite) para esta?
PC: Eu devo lembrar que nas duas últimas épocas estivemos a quatro pontos da 2ª fase e devo realçar que na última época, se o Igor e o Hassan têm estado connosco desde o início e no decorrer do campeonato não se têm ausentado por compromisso com as suas selecções, estamos convencidos que tínhamos conseguido o apuramento.
Nesta época conseguimos desde o início trabalhar uma ideia, com jogadores de qualidade, muito ambiciosos, com uma vontade enorme de vencer e com uma grande capacidade de trabalho. Este grupo adquiriu rapidamente os valores, a mística deste Clube e tivemos a felicidade de entrarmos muito bem no campeonato, o que fez aumentar a confiança dos jogadores nas suas capacidades»

Entrevista a Pedro Cunha (1): «o sonho podia ser atingido»

Com o apuramento histórico da equipa de juniores, decidimos enviar algumas perguntas ao treinador Pedro Cunha, cujas respostas vamos apresentar ao longo dos próximos dias. O objetivo é conhecer um pouco do trabalho que está a ser feito. Obrigado ao Pedro Cunha, desde já.

1) O apuramento para a fase final do campeonato era um objetivo (principal) ou apareceu como suplemento à manutenção?
Pedro Cunha: Em relação aos objetivos da época, passavam naturalmente pela manutenção, embora houvesse desde o início um compromisso entre todo o grupo de trabalho que passava pelo apuramento para a segunda fase, conseguindo assim um feito histórico no clube, colocando os juniores do Rio Ave ente as oito melhores equipas do campeonato nacional. Da maneira que a equipa entrou no campeonato, com vitórias sucessivas e com a qualidade de jogo demonstrada, fez-nos acreditar cada vez mais na qualidade do grupo, no nosso trabalho e que o sonho podia ser atingido. Devo realçar o papel fundamental do coordenador professor Francisco Costa na formação do grupo de trabalho, em que conseguiu aliar a qualidade técnica ao grande caracter dos atletas e à sua vontade de vencer.