20.5.26
Vítor Gomes confirma Sotiris na próxima temporada em comentário no Instagram
29.4.26
Porque não gostaria de ver Sotiris mais uma época em Vila do Conde
A derrota do Casa Pia, na passada segunda-feira, deixou o Rio Ave a oito pontos de distância do playoff. com 9 para disputar. O Casa Pia teria de ganhar os três jogos e o Rio Ave perder os três e nem isso garantiria que seriamos nós a descer de divisão, porque há outras equipas pelo meio. Não é matemático, mas quase. Convém, de qualquer forma, fazer mais um ponto, pelo menos.
Neste contexto, nos Arcos já se prepara - e bem - a nova época.
E o treinador é um elemento-chave.
Mais uma vez, vamos garantir a manutenção nas últimas jornadas e isso deve ser o primeiro critério de avaliação.
Depois, é fundamental ter em conta que Sotiris teve à sua disposição o plantel mais caro (ou o segundo mais caro) da nossa história. O quinto mais caro da primeira liga. O que conseguiu fazer com isso? Está à vista.
Finalmente, é hoje claro que (ainda?) lhe faltam qualidades para ser um bom treinador: na organização tática (o 4-3-3 foi forçado pelas circunstâncias), na leitura do que são, em cada momento, os melhores jogadores e na capacidade de os fazer evoluir vimos um treinador com limitações.
No início da época os jogadores falavam em atingir a Europa. Ficámos muito atrás. A culpa é deles próprios, de quem os escolheu e de quem os treinou. Precisamos de um novo treinador, apesar de este ter mais um ano de contrato, pelos vistos. Já chega de só tiros...
(Há uma sondagem online a decorrer aqui)
26.2.26
O jogo mais importante de Sotiris
12.2.26
Sotiris: Quatro dias de silêncio
Se saiu, deve-o comunicar. Se não sair, tem de vir a terreiro desmentir.
11.2.26
A Rio Ave SAD procura treinador, mas o contexto não ajuda
10.2.26
Sotiris de saída do Rio Ave: veja os números (péssimos) do grego
Há estatísticas que admitem contexto.
Há outras que criam o contexto.
A média de 0,95 pontos por jogo de Sotiris não vive numa bolha. Vive inserida numa era concreta do Rio Ave, iniciada em 2012/2013, quando o clube deixou de aceitar o “chegar ao fim” como objetivo máximo. Desde essa viragem, todos os treinadores foram avaliados pelo mesmo critério invisível: competir com dignidade, somar pontos com regularidade e manter o clube acima da linha do medo.
E é precisamente aí que Sotiris se destaca — pela negativa.
Entre todos os treinadores desta fase moderna do clube, Sotiris apresenta a pior média de pontos por jogo. Pior do que treinadores em contextos de transição. Pior do que apostas de risco. Pior do que soluções de emergência. Em 21 jogos, nem sequer chegou ao patamar simbólico de um ponto por partida — o mínimo dos mínimos para quem quer sobreviver sem calculadora.
Isto não é uma comparação injusta. É uma comparação inevitável.
Todos os nomes acima trabalharam com diferentes plantéis, diferentes orçamentos, diferentes circunstâncias. Mas todos tiveram algo em comum: fizeram mais pontos.
O argumento do “tempo” começa a esvaziar-se quando o tempo já foi dado. O argumento da “ideia” perde força quando a ideia não se traduz em resultados. E o argumento do “processo” cai por terra quando o processo conduz, de forma consistente, ao mesmo destino.
0,95 pontos por jogo não é um momento mau.
Não é uma fase.
Não é azar.
É a pior média desde que o Rio Ave decidiu ser mais do que apenas mais um.
Entre linhas: o recado de Sotiris à SAD?
27.1.26
Há treinadores e… treinadores
3.11.25
Sotiris ao lado
2.11.25
"Sintrense" dá 4 ao Rio Ave nos Arcos
26.10.25
(Vitória 1-2 na Amadora) Sotiris ganhou o jogo a partir do banco
Não foi a primeira vez que o Sotiris desfez o trio de centrais, mas penso não estar enganado se disser que só o fez, até hoje, a perder.
Ontem voltou a acontecer, mas com a curiosidade, que é um aspeto positivo: o Estrela marcou aos 28' e o Rio Ave não dava mostras de conseguir assumir o jogo. Sotiris leu bem e mexeu ao intervalo, sem esperar pelos 65 ou 70 minutos. Pohlmann foi bastante importante porque, com o seu jogo interior, conseguiu mais espaços e criar dificuldades à defesa do Amadora. O Rio Ave empatou e até acabou por ganhar, embora com metade dos remates do adversário. A sorte que nos faltou contra o Arouca, por exemplo, apareceu ontem e, sendo o empate mais justo, trouxemos os três pontos.
Sotiris também bem no final, quando reforçou o centro da defesa, já o Amadora tinha três avançados.
Acredito que a intervenção do treinador ao intervalo, com a mudança tática, foi essencial, mas, estando todos os Rioavistas satisfeitos, ninguém ficou encantado com a exibição. Lá chegaremos?
Uma nota final: entre os nove suplentes, apenas havia um avançado e nenhum extremo. Jogando o Rio Ave com dois extremos, tirar um (Spikic, o pior em campo, por sinal, ou André Luiz) significaria sempre mexer no sistema, ainda que não fosse essa a intenção do treinador.
Como se explica isso? Lobato lesionado, Medina também? Não há um extremo nos sub23 que possa jogar? A mim parece-me coisa de amadores, ainda por cima num plantel tão vasto. Mais, acho que um dos moços dos sub23 faria melhor do que Spikic!
Para a história fica a primeira vitória fora e a segunda, ainda por cima seguida.
[curiosidade: começámos com dois homens no meio, Ntoi e Aguilera, depois entraram Liavas e finalmente Papakanello. Acabámos com quatro e apenas Gual na frente]
(o melhor jogador do Rio Ave nesta altura, sem margem para dúvidas)
24.9.25
(1-1 na Luz) Sotiris mudou e o Rio Ave pontuou (a mim soube-me a quatro pontos)
O Rio Ave apareceu na Luz mais personalizado, mais dinâmico, mais concentrado.
Vários fatores terão contribuído para isso, mas as mudanças no onze (cinco), sobretudo na defesa, terão sido decisivas. Brabec, sobretudo, foi o maestro de um trio de centrais que foi desfazendo o ataque benfiquista. E Ntoi parece ser o médio de cobertura de que se falava desde o início da época
Claro que, apostando em defender, o Rio Ave atacou pouco, mas podia ter feito o golo mais cedo, não fosse alguma azelhice de Gual.
Um empate que, para mim, sabe a quatro pontos:
- um pelo empate, ainda por cima na Luz;
- outro porque Sotiris afinal também sabe 'jogar', sabe potenciar os jogadores que tem (já o critiquei muitas vezes mas gostaria de o elogiar muitas mais);
- outro ainda porque se este jogo não der ânimo para Famalicão será uma grande desilusão;
- finalmente mais um, porque contra os fanáticos da BTV (que chegaram ao ponto de esconder a imagem que deu o golo invalidado e que só o VAR mostrou) ainda sabe melhor - para eles é sempre falta a favor do Benfica e nunca contra.
Mourinho voltou em grande! As arbitragens são boas se beneficiarem o Benfica...23.9.25
Jogos de vida ou de morte para Sotiris?
À primeira vista, poderíamos dizer que os próximos três jogos do Rio Ave – frente ao Benfica, Famalicão e Tondela – são verdadeiros jogos de vida ou de morte para o treinador Sotiris. No entanto, a realidade pode não ser tão linear.
Se estivéssemos perante uma situação “normal”, o enquadramento seria claro: dois maus resultados nestes três jogos poderiam ditar o fim da linha para qualquer treinador tendo em consideração a situação atual. Mas sendo Sotiris quem é, e tendo em conta a forma como chegou ao clube é difícil prever o que poderá acontecer.
O calendário também joga aqui um papel importante. Após o jogo em Tondela, segue-se uma pausa competitiva de duas semanas (uma para compromissos das seleções e outra para a Taça de Portugal). Em teoria, seria o momento ideal para, em caso de mudança, apresentar um novo treinador e dar-lhe tempo para implementar ideias e dinâmicas, com o jogo da Taça frente a um adversário de divisão secundária a servir de “ensaio”.
Na imprensa grega, já se escreve que ou aparece uma vitória até à 7.ª jornada (frente ao Famalicão) ou então poderão ser tomadas medidas drásticas e “rolar cabeças”.
É difícil perceber qual será o limite de paciência de Evangelos Marinakis em relação ao técnico grego. Mas, arriscando uma leitura, parece evidente que os créditos de Sotiris junto do empresário grego estão cada vez mais curtos.
20.9.25
(0-3 com o FC Porto) Uma equipa de mãos nos bolsos (ou de braços cruzados)
Perante a equipa mais forte do campeonato, nesta altura, caracterizada pela intensidade e pressão que põe no jogo, Sotiris mete três avançados e dois médios (ainda por cima macios, como Aguilera).
Como se explica?
- A equipa técnica anda a dormir e não vê os jogos dos adversários? Não acredito.
- A equipa técnica é inexperiente e 'lê' mal o futebol? Mais provável.
Se a este desastre tático juntarmos o 'baile' que Farioli deu nos dois primeiros cantos marcados do lado nascente (uma barreira de cinco ou seis adversários em cima de Miszta, que não o 'deixaram' jogar), temos os condimentos para um jogo que terminou em três, mas podia ter sido uma goleada humilhante.
O Rio Ave só teve, em 90 minutos, uma boa oportunidade de golo e isso diz tudo de uma equipa que, metaforicamente, continua com os mãos nos bolsos ou de braços cruzados, muito apática, desligada, sem intensidade.
PS - reforço o que escreveu o Daniel: Luís Freire, na época passada, foi despedido via telefone, pelo investidor, após ter perdido na primeira jornada com o campeão Sporting. Marinakis voltou atrás, mas como será agora com Sotiris?Rio Ave 0-3 Porto. Sotiris 0-20 Farioli
Durante a semana, tinha escrito que o Rio Ave não deveria entrar em campo com um meio-campo a dois e que Liavas não deveria ser titular. Infelizmente, foi exatamente isso que aconteceu frente ao FC Porto.
O resultado de 0-3 até pode enganar quem não viu o jogo. A verdade é que o encontro foi de sentido único e, não fosse alguma falta de eficácia azul e branca, estaríamos hoje a falar de uma goleada histórica.
Para quem acha que exagero, deixo aqui apenas algumas das situações claras que contabilizei:
- Duas ocasiões flagrantes de Borja isolado;
- Um remate de Samu na primeira parte;
- Outro remate isolado na segunda parte;
- Uma bola ao poste;
- Um remate de Mora;
- Um remate de Zaidu.
(entre outros)
E a sensação que ficou é que o FC Porto entrou em gestão a partir dos 65 minutos.
Do lado do Rio Ave, a exibição foi apática, praticamente inexistente e sem uma única oportunidade clara de golo.
É impossível não apontar responsabilidades a Sotiris. O treinador continua a surpreender pela calma e serenidade com que assiste, imóvel, ao desmoronar da sua equipa dentro de campo.
E aqui coloco a questão: será justo dizer que, se o treinador ainda fosse Luís Freire, já não estaria no cargo depois de uma série de resultados e exibições como estas? Provavelmente sim. Mas como é Sotiris, tudo indica que terá margem para continuar.
PS: Os sócios do Rio Ave ontem mostraram lenços brancos. Um sinal claro de descontentamento que não pode ser ignorado.
19.9.25
Adivinham-se mexidas no meio campo e defesa da equipa do RAFC.
| Jornal Record |
Porto e Rio Ave, ao contrário do que alguns jornais indicam não devem mesmo jogar com o onze da semana passada, ou melhor, pelo menos as mexidas devem acontecer no meio campo de ambas. Se no Porto, muito se fala da saída de Mora, para a entrada quase certa de Gabri Veiga, no Rio Ave, a dupla "fracasso" Olinho-Liavas não se deve mesmo repetir. Coloca-se então a questão, quem vai entrar e quem vai sair? Se é mais ou menos ponto assente que Liavas deve sair para entrar Aguilera, já a saída de Olinho não será tão evidente, pois parece ser um jogador fetich para Sotiris. Mas mesmo assim arrisco que Olinho deve sair para entrar Nikitscher. E na defesa, Ntoi deve ser substituído por Brabec. A equipa precisa de um "Patrão" na defesa, e contra o Porto a experiência de Brabec pode ser fundamental.
Outra dúvida que tenho é no capitulo tático, vai alterar Sotiris o sistema tático adaptando-se ao 4x3x3 do Porto? ou em contraponto manterá o seu 3x4x3? Se alterar, terá que jogar com defesas e não laterais, e nesse caso as mudanças seriam ainda maiores, o que poderia trazer á equipa ainda mais intranquilidade. Assim, e por esta razão não se prevê que Sotiris altere o seu sistema tático.
Boa Sorte Rio Ave, será que é desta que vamos ganhar 3 pontos pela 1ª vez este ano?












