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7.11.16

Os erros de Capucho (3): os reforços [Atual.]

Começo por dizer que parto do pressuposto de que os reforços que chegaram esta época vieram por indicação de Capucho - e pelo menos em dois casos temos fortes sinais de que assim é.
A verdade é que os reforços não trouxeram a qualidade que a equipa precisava e/ou Capucho não foi capaz de tirar o melhor rendimento desses reforços (é o caso, penso, de Ruben Ribeiro).
Parece claro que Rafa não está ao nível de Edimar e que, face aos desafios imediatos da equipa, com a Liga Europa, teriamos ficado melhor com Kuka do que com Gil Dias (embora a qualidade deste jogador seja indiscutível, precisa é de um 'plano' para evoluir).
Nadjack é outro jogador jovem que precisa de crescer mas que não substitui Lionn - e por isso veio Lionn, em cima da hora.
Finalmente o mistério Cheríf, jogador que Capucho tanto terá pedido e que... não joga!
Insisto: partindo do pressuposto de que Capucho tem a trabalhar consigo os jogadores que pediu, concluo que - até ao momento - eles desiludiram de uma forma geral.

Atualizado: um leitor do blogue, que se apresenta como um adepto de circunstancia do Rio Ave e assina como José Dias, escreveu-nos em defesa de Gil Dias para dizer que "Em seguida vou responder-lhe com estatistiscas. Se quiser dar-se ao trabalho de ir ao zerozero.pt e ver as estatisticas verificará que nenhum dos jogadores embora mais velhos e com mais experiencia na primeira liga tem os numeros do Gil. O kuka por exemplo a epoca passada em 12 jogos pelo Rio Ave apenas marcou 2 golos. Este ano na liga leva apenas 1".

1.6.16

Dois reforços que vieram com o frio...mas que nos aqueceram

Depois de termos visto que as apostas de Verão, globalmente, não resultaram, vemos agora as de Inverno.
E pode dizer-se que menos foi mais.
Em quatro, dois vingaram (Kuca e Postiga) e, para mim, de todos os reforços contratados na época 2015/16 (e foram 15), o melhor foi Hélder Postiga.
(foto: Record)

Balanço final: não é mau que quatro tenham garantido um lugar no onze (Capela, Heldon, Kuca e Postiga), mas é indiscutivel que há algumas desilusões. Noutros casos, a aposta é de médio/longo prazo, quando falamos de jovens com futuro.
Falaremos deles nos próximos dias.

31.5.16

Uma época sem reforços...

(aviso à navegação, para evitar eventuais equívocos: o título é exagerado, serve apenas para suscitar a discussão!)

Por falta de oportunidades ou de valor, a verdade é que, de uma forma geral, os reforços contratados esta época (mercado de Verão) não fizeram a diferença (e excluo Capela, por razões óbvias, e Edimar, porque não o considero um reforço).
Eu sei que vários destes reforços são jovens, com valor para se virem a afirmar (João Novais, por exemplo), mas sem esquecer isso há um dado que me parece objetivo: basta ver que no onze que fechou o campeonato havia Pedrinho (porque Lionn não foi opção) e Heldon (que até fez uma época abaixo do que pode e sabe).
Ou seja, no essencial, o Rio Ave fez a época com os que já cá estavam, o que por um lado é positivo mas por outro deve merecer alguma reflexão.
(amanhã veremos os reforços de janeiro)

PS - por falar em Capela, tem sido visto pelo Estádio (ginásio...), trabalhando na recuperação da maldita inflamação do tendão de Aquiles, que o afastou do onze.

31.3.15

A entrevista de Pedro Martins a O Jogo (4): sobre os reforços

«[relativamente ao mercado de janeiro] Poderiamos ter mais uma solução na frente nas no mercado de inverno, se não for para ajudar, é preferível dar oportunidade aos miudos da formação, o Iuri, o Rafa, o Ernest. [Há também jogadores que que não têm sido o que esperava, como Jebor e Bressan] «Muita gente pensa que é fácil jogar no futebol português e não é (...). Há atletas que não estão preparados: Jebor veio de África, precisa de mais tempo; Bressan tem experiência na Liga dos Campeões, é internacional cotadíssimo na Bielorrússia; o Marvin teve problemas de adaptação e está agora a voltar aquilo que observei em muitos jogos dele na Turquia. (...) Prince é um central com grande potencial e será de top a breve trecho»,
(Pedro Martins provavelmente está certo, até porque percebe de futebol 500 vezes mais do que eu ou a maior parte dos nossos leitores. Mas esta é a única matéria em que, de toda a entrevista, tenho muitas duvidas. Em relação a quem, em concreto? Jebor e Prince, nomeadamente, embora este seja um jovem que só pode evoluir).

3.3.15

Reforços - uma época com azar?

Digam-me o nome de um reforço desta época que seja um indiscutível na equipa, tirando Cássio, claro?
Um reforço que se tenha imposto sem margem para dúvidas e cujas exibições tenham ficado na memória.
Prince? Pedro Moreira?
Prince tem, acredito, um grande futuro, mas há mais más memórias do que boas; Pedro Moreira é um jogador de valor, mas não é (ainda?) um talento evidente.
Ainda assim, a ter de escolher um, Pedro Moreira seria a minha escolha.
Bressan? Uma desilusão.
Marvin? Boateng faz melhor!
Jebor? Não comento.
Mas podemos fazer outra abordagem, mais objetiva e estatística, usando a tabela da pontuação acumulada do Reis do Ave:
Cássio [o melhor guarda-redes que defendeu as nossas balizas em 10 anos] é 5º; Pedro Moreira 7º, Prince 8º.
A minha conclusão: serão certamente muitas as razões, mas faltou-nos um ou dois reforços de evidente qualidade, que trouxessem uma evidente mais-valia à equipa.

25.12.14

Jebor de saída?

Não é a primeira vez que aqui se aborda a qualidade dos reforços que chegaram esta época e, nomeadamente, a desilusão que é Jebor. Apenas quatro jogos realizados serão, segundo O Jogo de hoje, a razão principal para uma possível dispensa, na reabertura do mercado em janeiro.
Mas a ser verdade é surpreendente.
Jebor não é um jogador qualquer.
Foi, segundo veio a público, o jogador que Pedro Martins mais quis. E terá sido um dos jogadores mais caros da história do Rio Ave (aqui sem confirmação).
Das duas, uma: ou precisa de jogar mais para mostrar o seu valor ou Pedro Martins enganou-se.
(quando se fala em dispensa entende-se como empréstimo, penso; o jogador poderia rodar noutra equipa e voltar na próxima época)

2.7.10

Sobre a vinda de Bruno China, o Record lança mais um dado hoje, contraditório com a notícia do JVC aqui referida no que toca à posição do jogador. O Record fala de China como “reforço do meio-campo defensivo” e também era essa a ideia que eu tinha do ex-Leixões.
Seja criativo ou defensivo, preenche uma das lacunas do plantel. Tal como o Record também refere “Para além de dois médios, António Silva Campos e Carlos Brito procuram um defesa-central” e falta também um guarda-redes.

Tenho muito boa impressão de China.

Quanto ao defesa-central, que tal este? Estará disponível?

CORRECÇÃO (JPM): a confusão entre médio defensivo e médio criativo é minha e não do JVC, que apenas fala no jogador

2.3.10

Os reforços - desilusão

Para mim, os três reforços têm sido uma desilusão; se quisermos evitar os adjectivos e nos limitarmos a ser factuais, eles ainda não contribuíram com rigorosamente nada.
- Nélson Oliveira foi três vezes titular e uma vez suplente (os seus primeiros cinco minutos, na vitória sobre o Leixões); no domingo foi o pior em campo;
- Bruno Moraes duas vezes suplente (e nesta semana nem jogou);
- Felipe Oliveira uma vez suplente;
Resultado: zero golos.
Pode haver quem ache que não se podia esperar mais; eu, já o disse, estou desiludido (e já só faltam nove jogos...).
No fundo, sendo três reforços do ataque, só dão razão ao que venho escrevendo. O mais espectacular é que a equipa vai respirando sem essa ajuda!

5.2.10

Quando é que vemos os reforços em acção? (ACT)

Brito tem estado a atrasar a entrada dos reforços, seja porque não estavam inscritos, seja porque não estão (estavam?) em forma, seja - e é essa, penso, a razão principal - por aquilo que ele entende ser o respeito pelo plantel, por aqueles que já lá estavam antes de Janeiro.
É uma maneira de ver as coisas, e que compreendo, porque Brito é o treinador e sabe como se lidera o balneário, mas há duas perspectivas que não posso esquecer:
- os que chegaram também são da equipa, também fazem parte do plantel do Rio Ave;
- se foram contratados é porque fazem (muita, digo eu) falta;

Agora que estão os três inscritos, é tempo de os vermos em acção?

ACTualizo: ainda não será domingo, pelos vistos.

26.1.10

O número de inscritos (corrigir a correcção?)

Acho que, enquanto não terminar Janeiro, não se poderá fazer um balanço do plantel em termos quantitativos.
Sem os reforços e sem Serrão, são 25, diz a Liga. Se Nelson Oliveira for inscrito como junior é menos um e, assim, ficam 27.
Isso significa que, afinal, João não vai ser inscrito (Carlos vem a caminho...).
E que para vir o tal extremo terá mesmo de sair alguém.

21.1.10

Reforços: desconfiança

Para que se saiba: têm o benefício da dúvida.
Minha primeira impressão: desconfiança.

Moraes é infelizmente uma ferida aberta e, passe o exagero, passa mais tempo lesionado que a jogar. Nélson Oliveira desconheço em absoluto, desejo-lhe muita sorte, mas antes do mais desejo que para bem do Rio Ave não seja o Carvalhas que se seguiu.

Segunda impressão: de falta de homens no ataque passa-se a ter 5. Ou Moraes vem para ser um número 10?

Corrigir um erro: 27 inscritos na Liga

ONtem escrevi que o Rio Ave estava a fazer contas ao número de reforços para os poder inscrever (27 jogadores na Liga) e fiz algumas somas. Esqueci-me de que João, o quarto guarda-redes, já foi inscrito, pelo que o Rio Ave não tem 25 mas são já 26 os inscritos. Com Nelson Oliveira são 27. E Felipe Alberto?
Ou não é inscrito ou tem de sair alguém.

O meu comentário: há três candidatos naturais a sair: Terroso, Valdir e, menos, Wesllem. Mas Fogaça também poderia ser uma hipótese. Vamos por partes: Terroso precisa de jogar; se não joga é melhor sair; Valdir precisa de jogar (para relançar a carreira); se não joga é melhor sair (para ele); Wesllem não tem tido oportunidades; Já o caso de Fogaça é muito diferente: Fogaça tem tido muito azar. Ele não tem culpa, mas o Rio Ave também não. Penso que se os direitos do jogador forem bem acautelados, se o processo for tranquilo e não parecermos um bando de malfeitores, penso que pode ser uma opção a estudar. Mas, pessoalmente, não o desejo. Por várias razões. Preferia por exemplo ver Terroso numa equipa da segunda liga (onde pudesse mostrar o seu valor) e deixar Fogaça em Vila do Conde.

15.1.10

Brito em linha com Direcção

Não tinha ainda ouvido o treinador falar de possíveis entradas neste mercado de Inverno.
Acabo de ler n' A Bola Brito dizendo que «O actual plantel é equilibrado e não estão previstos ajustes.»

Este discurso é igual ao que Henrique Maia já mais que uma vez produziu. No entanto, não é uma opinião, é um alinhamento com a versão "oficial". O que pensa mesmo o treinador? Está Brito mesmo satisfeito com o que tem? Mais um avançado como o próprio presidente já equacionou? Opinar não fere ninguém.

11.12.09

Um reforço que eu aprovo

Mas que como não sou eu que decido, não passa de um desejo.

Ricardo Fernandes rescindiu com o clube cipriota onde jogava. É um bom jogador, um organizador de jogo como não temos no plantel e à primeira vista encaixa na perfeição nas excepções que Henrique Maia definiu para poder mexer no plantel.

Por que não tentar?