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26.8.19

6º hat trick (CORRIGIDO)

De acordo com o site Playstats, confirmado pelo Sérgio Oliveira (obrigado), há mais hat tricks, informação, por exemplo, que A Bola não tem; O texto está corrigido.

1979/90 - Fernando Meireles (3-2 ao Varzim)
1982, 1982 e 1982 - N’Habola 
1984 - Rui Lopes 
1974 - Pires
1996 - Fernando (ao Sporting)
(Fernando, o último em baixo, foi um dos jogadores que o Rio Ave vendeu em dezembro de 1996, neste caso ao Leiria, quando a Direção do Presidente Paulo de Carvalho assumiu publicamente a descida de divisão e Carlos Brito passou a ser o treinador principal para preparar a próxima época, na segunda. Ainda hoje é um dos grandes 'milagres' do futebol português; até sair, Fernando marcara 7 golos pelo Rio Ave)

1997 - Dibo (ao Belenenses)
1999 - Hugo Henrique (ao Salgueiros)
2012 - João Tomás (ao V. de Setúbal -Kieszek na baliza do Setúbal...)
2014 - Hassan (ao Estoril, 24 de agosto 2014)
2019 - Taremi (ao Aves, cinco anos depois do último)
(fonte: Wikipedia)

(outros hat-tricks mas não na primeira divisão); em 2000, Hugo Henrique marcou 4 à Académica (2ª divisão)

12.5.15

Paixão Rioavista 19

A equipa do Rio Ave na caderneta de 83-84
(Alfredo, Sérgio 'Cafeteira', Baltemar Brito, Duarte, Santana, Pinto, Quim, Cabumba, N'Habola, Pires e Adérito) 

2.4.14

"75 anos-75 fotos" (67): a segunda de 1983/84 (aparece Nhabola)

Em cima: Sérgio, Santana, N`Habola, Tó-zé, Duarte e Alfredo.
Em baixo: Quim, Pires, Cabumba, Adérito e Luís Saura.

6.5.12

Tomás iguala N'Habola! Vai ultrapassar? (ATUAL)

32 golos marcados até ao momento pelo Rio Ave em duas épocas e meia.
Falta um para ultrapassar esse mítico recorde e tornar-se o melhor marcador da história do Rio Ave na primeira divisão. Na última jornada tem a oportunidade de desempatar.
(galeria do site)
PS - e pelo que mostrou ontem, bem pode fazer mais uma época e atingir os 100 golos no campeonato português; está muito perto (seis golos?)

ATUALizado a 7/5: como têm feito noutras ocasiões, os jornais contam apenas 31 golos para Nhabola. Como já se explicou, para nós são 32. Não é desrespeito por Tomás, é honrar a memória do grande Armando Fati.

10.3.12

Afinal são 32 golos para N'Habola

Contrariamente aos que dizem os diários desportivos, afinal não são 31 golos mas 32. (obrigado Rioavistas).
Nada como começar já amanhã a diminuir a diferença!

Sobre o 'mistério', o nosso amigo Fernando Soares explica-nos a questão (e desde já agradecemos os dados):
Relativamente à dúvida se o N`Habola marcou 32 ou 31 golos reside no jogo da 20ª Jornada, Rio Ave 3-2 SP. Espinho, realizado em 13 de Fevereiro de 1983.
 O site FORADEJOGO.NET  considera o golo marcado por N`Habola em detrimento de outros que atribuem o golo ao guarda-redes Mendes (autogolo) do Sp. Espinho.
O ARQUIVOS DA BOLA também consideram o golo de N`Habola.

6.3.12

Record também diz que são 31

Tal como A Bola e o Jogo.

Assim sendo faltam dois para ultrapassar N'Habola

5.3.12

Recorde de Armando-NHabola-Fati vai cair?

Os dois golos de ontem somam-se aos 28 que já tinha acumulado ao serviço do Rio Ave.
Nhabola, o melhor marcador da história do Rio Ave, fez 32 pelas minhas contas (também pelas do Foradejogo.net), 31 pelas do Jogo e Bola de hoje.
Ou seja, Tomás está a um ou a dois de igualar o mítico Armando Fati.
(galeria fotos do site)
(falei o ano passado com NHabola; vive em França e tem alguns problemas de saúde).

João Tomás já participou em 76 jogos pelo Rio Ave, entre Liga e Taças, marcando um total de 38 golos. Contas feitas, dá 1 golo a cada 2 jogos.

31.1.12

Se o presente não nos dá alegrias, olhemos para o passado


(obrigado Fernando)

11.8.11

Ainda a tempo: 11 ou 17 golos para Tomás

Marcar 17 golos não é impossível, mas é muito difícil.
Tomás tem outro objectivo, mais modesto: 'apenas' 11.
E com esses 11 golos ultrapassar Armando Fati.
Aceitam-se apostas!

24.5.11

Os dois recordes que Tomás quer bater no Rio Ave

- Um, é ser o melhor marcador da história do Rio Ave. Tem 22 golos em época e meia, contra os 32 de Armando-Nhabola-Fati em duas épocas; faltam 11, portanto, para o ultrapassar!
- Outro é marcar 17 golos para atingir os 100 golos no principal campeonato português; [este valor já é mais difícil de atingir numa só época, mas eu dei a solução a Tomás, ontem no jantar: fazer mais duas épocas!]

19.4.11

João Tomás renova por mais uma época (ACT)

... acaba de anunciar ASC na TSF!
É uma excelente notícia!
Com mais uma época, lá se vai o recorde de Armando Fati...

ACtualizo: ASC não confirmou a hipótese de João Tomás assinar por dois anos e ficar, no segundo, como director desportivo do Rio Ave. Apenas um e como jogador.

12.4.11

'Derrubar' Armando Fati?

A Bola lembra hoje o mítico recorde de Armando Fati, N'Habola, que João Tomás poderá ultrapassar... na próxima época!
N'Habola somou 32 em duas épocas (82/83 e 83/84); Tomás leva 21 em época e meia, pelo que precisa de mais uma (a última???) para passar N'Habola para segundo lugar!

PS- não quero tirar mérito a Tomás, mas marcar 32 golos em duas épocas seguidas é um feito de que poucos se podem orgulhar; e dizem as más línguas que falhou outros tantos à boca da baliza.

10.12.09

Saber honrar a nossa história

Uma das coisas boas desta tentativa de juntar elementos sobre os 500 jogos do Rio Ave no principal campeonato português (mesmo não conseguindo concluir) é, para mim, recordar nomes e factos esquecidos ou, mesmo, aprender sobre outros.
E uma das conclusões a que cheguei é que, pelo menos nas duas últimas décadas, o Rio Ave não tem sabido honrar a sua história. Três, entre outros, exemplos que mereceriam já ter sido alvo de evocações, de homenagens (e há muitas maneiras de o fazer, por exemplo durante o jantar anual de fim de época): Félix Mourinho, Duarte e N'Habola. Estão (bem!) vivos e são merecedores dessas homenagens.
Um clube sem passado é um clube sem identidade. Nós temos um passado de que nos podemos orgulhar. Talvez ainda falte criar uma verdadeira identidade.

9.12.09

(Vem aí o jogo 500) 84/85: a descida de divisão

Pelo quarto ano consecutivo o Rio Ave apresentou-se na primeira divisão (foi a melhor sequência de sempre, juntamente com o período 1996-2000).
E apresentou-se com a equipa mais desfalcada do que aquela que brilhou nas restantes épocas: ALfredo e Casaca foram para o Boavista, N'Habola também saiu; É certo que ainda lá estavam Brito ou Duarte, Carvalho ou Pires, mas há diversos nomes novos. Nesta lista podemos encontrar o jovem Rui Palhares, recolhido agora em Labruge! e nesta está Passo, que é agora o nosso dirigente Toni Passo (e não Passos, como aparece na imagem). Mourinho, que iniciou a época, acabou por sair a meio* e ficou, como técnico, o ex-jogador Mário Reis. Foi a estreia daquele que, por cinco épocas, foi nosso treinador (embora já tido uma breve experiência em 1980, também em Vila do Conde). Não foi uma boa estreia, mas Mário Reis haveria de recuperar o tempo perdido com a subida de divisão na temporada seguinte, já que se manteve em Vila do Conde. Os que têm melhor memória lembram-se do final dramático dessa época: no último jogo, na chamada liguilla, Baltemar Brito falhou um penalti (frente ao Chaves) e o Rio Ave desceu.
Foi o ano em que regressámos à segunda divisão (entre outros, com o Varzim). Foi por pouco, mas descemos.

Para os 500:
7 vitórias, 9 empates e 14 derrotas
(e assim vamos com 39 vitórias, 30 empates e 71 derrotas em 150 jogos)

PS - foi o ano em que o pouco reconhecido Samuel abandonou o futebol.

* Recorri a dois ex-jogadores do Rio Ave para confirmar esta informação; é que o zerozero também se 'engana'...

3.12.09

(Vem aí o jogo 500) 83/84: talvez a melhor época de sempre

Terceira época consecutiva do Rio Ave na primeira divisão, um feito notável para uma equipa que só em 1979/80 chegou ao topo do futebol português.
E depois do 8º lugar anterior, registou-se mais uma época de sucesso: 9º lugar (atrás do Varzim, mas nem tudo pode ser pefeito)!
Na base do sucesso alcançado está a manutenção da estrutura da equipa com Alfredo, Brito, Carvalho, Pires, Duarte, Quim, N'Habola ou Adérito, entre outros. Aqui está a lista completa do plantel, para a posteridade (N'Habola destacava-se pelos golos).
Mas esta foi também a época em que Félix Mourinho regressou a Vila do Conde e em que fomos à final da Taça de Portugal.
Nesta temporada, e pela primeira vez na sua história, o Rio Ave conseguiu um ponto em Vila do Conde com o FC Porto (empate a zeros, antes da grande final).

Para os 500:
11 vitórias, sete empates e 12 derrotas
(ou seja, 120 jogos, 32 vitórias, 21 empates e 57 derrotas)

(crédito Fernando Soares)

1.12.09

(Vem aí o jogo 500) 82/83: ano de goleadas

Em equipa que ganha não se mexe mas depois do brilharete da época passada não seria fácil repetir a graça. Ainda assim o mais importante seria a manutenção e isso foi conseguido - 8º lugar.
Mourinho deixou Vila do Conde e foi para o Belenenses (Setúbal?), mas no plantel não houve grandes alterações (talvez a saída de Paquito para Guimarães seja a mais relevante). Aqui está a lista completa da equipa, onde já consta novamente o mítico Armando Fati (contratado ao Leiria). Aliás, são dessa época as duas maiores goleadas da história do Rio Ave na primeira divisão: 5-0 ao Boavista e 6-1 ao Marítimo.
O treinador foi Manuel Pedro Gomes, regressado seis anos depois a Vila do Conde

Para os 500:
13 vitórias, três empates e 14 derrotas.
(e assim vamos com 90 jogos, 21 vitórias, 14 empates e 45 derrotas)

20.11.09

(Vem aí o jogo 500) 79/80: uma primeira época muito má

O Rio Ave já tinha 40 anos quando se estreia na primeira divisão (e, nessa altura, o Varzim era muito mais forte, com algumas presenças nas primeiras divisões). Depois da estreia, em Maio de 1939, acontece finalmente a subida de divisão na época 1978/1979 (1979/80 é portanto a época de estreia). Treinador? Pedro Gomes, o antigo internacional do Sporting, que continua no activo, apesar de inúmeros insucessos recentes (e comentador de futebol na TSF). Curiosamente, Pedro Gomes não foi o treinador nessa primeira época primodivisionária, mas voltou a Vila do Conde dois anos depois, para orientar uma equipa com, entre outros, Alfredo, Baltemar Brito, Paquito, Quim ou o mítico N'Habola.

O primeiro treinador foi o argentino Ruben Garcia, que durou pouco no lugar; foi aliás uma época tumultuosa; o nosso Duarte e Mário Reis tiveram, por exemplo, a sua oportunidade, até chegar Fernando Cabrita; muito cedo se percebeu que Rio Ave estava condenado a descer de divisão e, entre outros registos, sofreu nessa época a maior goleada da sua história, 8-0 na Luz.

Para os 500:
Foram 5 vitórias, 3 empates e 22 derrotas.

(informações recolhidas no livro A Paixão do Povo, além da Internet; se tiverem outras informações sobre esta época e quiserem contribuir...; a ideia é fazer um texto sobre cada uma das épocas em que o Rio Ave esteve na primeira divisão)

10.11.09