Mostrar mensagens com a etiqueta Uefa 13/14. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Uefa 13/14. Mostrar todas as mensagens

19.5.14

Ecos ainda de ontem

«Grande confusão à entrada do estádio. Momentos de pânico nos minutos que antecedem a final do Jamor»


- «O Rio Ave vai disputar a terceira pré-eliminatória da Liga Europa após perder a final da Taça de Portugal, frente ao Benfica, enquanto o Nacional vai disputar os playoffs e o Estoril avança para os grupos. Caso vencesse, a formação vila-condense avançava para a fase de grupos da segunda competição europeia de clubes, tendo, na sequência da derrota por 1-0 no Estádio Nacional, sido relegada para a terceira pré-eliminatória, uma ronda anterior à entrada em prova do Nacional, quinto classificado da Primeira Liga»

- «Tarantini: "Respeitámos demasiado o Benfica"

17.4.14

O que ainda falta dizer

- Presença na (3ª pré-eliminatória da?) Liga Europa;
- Presença (se o Benfica for campeão) na Supertaça;
- 250 mil euros já garantidos em prémios (100 mil euros pelo playoff da Liga Europa  e 150 mil pela presença na final da Taça - a vitória vale 300 mil e um lugar na fase de grupos da Liga Europa, que tem como prémio 1,3 milhões)

31.3.14

Nuno volta aos 42 pontos

No final do jogo no Estoril, Nuno voltou a falar em 42 pontos, «suficientes para chegar à Europa».
O Rio Ave tem 31 - precisa de fazer 11 em 15 possíveis. Impossível?
Impossível não é. E a verdade é que já estivemos mais longe.

PS - tão ou mais dificil do que fazer 42 pontos será ultrapassar as quatro equipas que estão à nossa frente (Guimarães, Académica, Braga e Nacional - o Nacional tem 38, faltam apenas 4 para lá chegar pelas contas de Nuno)

21.3.14

«Rio Ave e SC Braga lutam por um lugar europeu»

Não será um bocado exagerado?

21.2.14

Objetivos

Nuno tem dito, repetidamente, que o objetivo do Rio Ave é o campeonato.
Mas quando fez poupanças em jogos do campeonato (Setúbal, Arouca), mostrou que, pelo menos naquela fase, chegar à final da Taça da Liga era prioritário.
Agora Filipe Augusto diz que quer ganhar as duas taças (pelo meio, é preciso ganhar a meia-final da Taça de Portugal).
Confusão de objetivos?
Não me parece -as coisas não são contraditórias.
Mas não se consegue fazer tudo ao mesmo tempo e bem.
Agora é preciso garantir a manutenção - e deve ser esse o objetivo essencial.

20.2.14

O relvado e a classificação

«Nuno Espírito Santo levou o seu grupo para Fão, situação que volta hoje a repetir-se. Os jogadores submetem-se a essa deslocação, que altera as rotinas desejadas pelo técnico (...) sendo essa uma explicação para as dificuldades  em manter-se perto do pelotão europeu no campeonato» (no Record de hoje).

18.2.14

Europa via Liga

Será correto dizer que, com a derrota em Guimarães, o Rio Ave perdeu a luta pelo hipotético apuramento europeu? Resta a final da Taça de Portugal.
O Record de hoje lembra que Há um ano, por esta altura, o emblema de Vila do Conde somava 29 pontos nas mesmas 19 jornadas, mais 7 dos que já averbou nesta temporada.
Mas para Ukra diz que ainda há muito campeonato.

10.1.14

Troco a Europa pela Taça de Portugal

Nunca fui um fã da qualificação europeia e já escrevi várias vezes sobre isso.
Só para terem uma ideia do que penso: trocava uma hipotética ida à Europa por um regresso ao Jamor (e já nem falo em ganhar a Taça de Portugal - quem vai á final arrisca-se a ganhar, mas isso são outras contas).

13.11.13

Hassan: «queremos ir à Liga Europa»

Em O Jogo de ontem, Hassan diz que o objetivo da equipa é ir à Liga Europa.

(Sobre ter estado algumas semanas sem marcar, Hassan lembra que isso acontece com todos os grandes pontas de lança; confiar e trabalhar são as palavras-chave)

9.11.13

ASC em entrevista exclusiva a O Jogo; a ler com atenção

O Jogo é o único jornal que não se esquece dos 5 anos de ASC no Rio Ave e publica uma entrevista de duas páginas com o nosso presidente.
Alguns destaques que me parecem importantes:
- as contas relativas à época 2012/13, a apresentar este mês aos sócios, vão ter resultados positivos de cerca de 100 mil euros; («vamos para o 5º ano a apresentar lucros» é, aliás, a manchete);
-reafirma que não devemos nada à Segurança Social, ao fisco ou à banca. E com ordenados em dia;
- ambições desportivas: aparecer a partir do quinto lugar; a inscrição na UEFA será feita; (apuramento europeu: «seria um marco histórico e obviamente gostaria de alcançá-lo durante a minha presidência»);
- recandidatura: «se sentir o apoio dos sócios, no momento oportuno pensarei numa recandidatura»;
- confirma o que já aqui se escreveu, que Paulo Fonseca esteve para ser treinador do Rio Ave, antes de Nuno;
- Jorge Mendes já 'deu' 9 milhões de euros ao Rio Ave em vendas;
- Sócios: «quando entrámos no Rio Ave havia cerca de 6500 sócios, mas verificámos que a diferença desse número para os pagantes era enorme. Conseguimos recuperar 1500, mas reconheço que o patamar que o Rio Ave atingiu não tem o devido acompanhamento no número de sócios. Deveríamos ser muitos mais»;
- há um projeto para construir bancadas nos topos, «para as quais já temos maquetes», que poderá resolver o problema das nortadas. «Se realizarmos negócios com um ou dois jogadores, temos como prioridade aproximar as bancadas do relvado e demolir a bancada nascente e construir uma nova»

26.10.13

A Europa, o Paços de Ferreira e nós

Todos nós temos, certamente, acompanhado de uma forma ou de outra o que se está a passar esta época com o Paços de Ferreira: está em último na Liga, com apenas uma vitória (conseguida com um auto-golo...), na Liga Europa soma desaires e ainda por cima tem de jogar em Guimarães; os adeptos estão contra o treinador e sucedem-se os episódios tristes.

Como é sabido não é a primeira vez que uma equipa portuguesa experimenta as dores do parto europeu. Algumas, até, desceram de divisão na época seguinte a terem ido à Europa.
Não sei se isso vai acontecer ao Paços (é-me indiferente) e, muito menos, não sei (ninguém saberá) se isso aconteceria com o Rio Ave, se tivéssemos sido nós.
Duas coisas sei: que não gostava de ser adepto do Paços nesta altura; mas também é verdade que não há crescimento sem dores e que se nunca sairmos 'da cepa torta' nunca nos acontece nada, nem mau nem bom.