Primeira nota prévia: da atual direção da Liga de Clubes pode esperar-se tudo, até incompetência;
Segunda nota prévia: eu acho que, quando se diz que o Rio Ave não deve nada a ninguém, devemos dar "um desconto" à generalização. Isso é quase impossível, nos tempos que correm, mesmo para Benfica ou FC Porto. Mas o essencial é não dever ao fisco, à segurança social e não ter passivo nos bancos - e aí a direção de ASC tem sido irrepreensível.
Dito isto, e por isso, é MUITO BOM ver que o Rio Ave não está nesta lista!
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29.6.13
20.11.11
Da AG desta manhã
Além do que já se sabia, aqui ficam algumas notas rápidas sobre o que se passou esta manhã (desenvolverei algumas delas durante a semana):
- relatório e contas aprovado por unanimidade (com louvor à Direcção);
- proposta de isenção de quotas no sócio infantil aprovada por maioria (se não estou em erro, três votos contra e duas abstenções, entre as quais a minha, por esta razão) e a isenção de jóia na quota social por unanimidade;
- foi revelado que já depois do fecho das contas o Rio Ave liquidou por completo o empréstimo bancário que já vinha de há alguns anos e que o passivo é neste momento de 650 mil euros de contas correntes, tendo Mário de Almeida explicado que é uma verba garantida por dívidas a fornecedores; «não devemos nada a ninguém», disse o presidente da AG.
- ASC disse ainda que já foi feita a escritura da compra da sede;
- O sócio José Ferreira lembrou a necessidade de evocar o local onde nasceu o Rio Ave, o antigo campo da Avenida, assunto que também já abordei com o presidente da AG (vamos ver se no aniversário do Rio Ave em Maio teremos esse objectivo cumprido);
- O sócio Manuel Quintela pediu atenção à claque (claques?), dizendo, e eu partilho, que não gosta que seja uma claque de trapaceiros (citando o exemplo do jogo com o Braga). ASC disse que o Rio Ave não apoia claques de uma forma organizada mas um grupo de amigos. Sobre o caso dos insultos à claque do Braga disse que foi feito um aviso a esse grupo de rioavistas; Mário de Almeida referiu que os jogadores lhe disseram que a presença da claque, sobretudo nos jogos fora, é muito importante
- relatório e contas aprovado por unanimidade (com louvor à Direcção);
- proposta de isenção de quotas no sócio infantil aprovada por maioria (se não estou em erro, três votos contra e duas abstenções, entre as quais a minha, por esta razão) e a isenção de jóia na quota social por unanimidade;
- foi revelado que já depois do fecho das contas o Rio Ave liquidou por completo o empréstimo bancário que já vinha de há alguns anos e que o passivo é neste momento de 650 mil euros de contas correntes, tendo Mário de Almeida explicado que é uma verba garantida por dívidas a fornecedores; «não devemos nada a ninguém», disse o presidente da AG.
- ASC disse ainda que já foi feita a escritura da compra da sede;
- O sócio José Ferreira lembrou a necessidade de evocar o local onde nasceu o Rio Ave, o antigo campo da Avenida, assunto que também já abordei com o presidente da AG (vamos ver se no aniversário do Rio Ave em Maio teremos esse objectivo cumprido);
- O sócio Manuel Quintela pediu atenção à claque (claques?), dizendo, e eu partilho, que não gosta que seja uma claque de trapaceiros (citando o exemplo do jogo com o Braga). ASC disse que o Rio Ave não apoia claques de uma forma organizada mas um grupo de amigos. Sobre o caso dos insultos à claque do Braga disse que foi feito um aviso a esse grupo de rioavistas; Mário de Almeida referiu que os jogadores lhe disseram que a presença da claque, sobretudo nos jogos fora, é muito importante
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12:37
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Publicada por
João Paulo Meneses
6.1.11
ASC em O Jogo (I) - Rio Ave, o Clube menos endividado?
ASC dá uma longa entrevista hoje a O Jogo.
Faço este destaque (além deste):
«Neste momento, o Rio Ave até é o clube do principal escalão menos endividado, ou dos menos endividados. Não devemos nada à Segurança Social e às Finanças, e pagamos rigorosamente ao final de cada mês. Temos vários activos no plantel, e espero que o clube tenha a sorte de vender pelo menos um jogador no fim da época»
Mais da entrevista: "Um clube como este nunca pode descer"
Faço este destaque (além deste):
«Neste momento, o Rio Ave até é o clube do principal escalão menos endividado, ou dos menos endividados. Não devemos nada à Segurança Social e às Finanças, e pagamos rigorosamente ao final de cada mês. Temos vários activos no plantel, e espero que o clube tenha a sorte de vender pelo menos um jogador no fim da época»
Mais da entrevista: "Um clube como este nunca pode descer"
2.11.10
Ainda a venda de Fábio Coentrão
No 12º jogador de hoje, Vítor Carvalho - que era director ao tempo da venda de Fábio Coentrão ao Benfica - referiu alguns dados que importa reter:
- o Rio Ave tinha 20% e não 10%, como foi várias vezes divulgado (os outros 10% seriam de Jorge Mendes, escreveu-se aqui, mas pelos vistos não se confirma);
- A venda desses 20%, no momento da venda de Fábio Faria, terá valido ao Rio Ave cerca de 300 mil euros, pelas contas que o Vítor fez;
(no programa as contas do Rio Ave mereceram mais duas notas: uma sobre os tais subcontratos, que atingem o tal valor de quase 700 mil euros, e que deveriam estar em 'custos com o pessoal', e o passivo que, segundo o comentador deveria ser revisto, já que uma parte dele [o que não é a bancos, nomeadamente, e a que chamou de passivo crónico] resultará de verbas 'emprestadas' ao Clube e que não são para pagar)
- o Rio Ave tinha 20% e não 10%, como foi várias vezes divulgado (os outros 10% seriam de Jorge Mendes, escreveu-se aqui, mas pelos vistos não se confirma);
- A venda desses 20%, no momento da venda de Fábio Faria, terá valido ao Rio Ave cerca de 300 mil euros, pelas contas que o Vítor fez;
(no programa as contas do Rio Ave mereceram mais duas notas: uma sobre os tais subcontratos, que atingem o tal valor de quase 700 mil euros, e que deveriam estar em 'custos com o pessoal', e o passivo que, segundo o comentador deveria ser revisto, já que uma parte dele [o que não é a bancos, nomeadamente, e a que chamou de passivo crónico] resultará de verbas 'emprestadas' ao Clube e que não são para pagar)
Publicada por
João Paulo Meneses
29.10.10
As contas da época 09/10 (3): um milhão a menos de passivo
Das contas que serão apresentadas no domingo - e que estão disponíveis para consulta aos sócios na secretaria do Clube - retenho este dado: o passivo, que era de 4,124 milhões, passou a ser de 3,111 milhões. Menos um milhão é significativo, embora os três milhões ainda sejam muito dinheiro.
Confirma-se por outro lado que o empréstimo contraído em 2005, para pagar dívidas ao Estado, não só continua a ser pago regularmente como terminará em Agosto de 2011. Quando isso acontecer o Rio Ave respirará muito melhor.
(quanto ao resto, confirma-se que o exercício é positivo, o que acontece pela quarta vez seguida, mas prefiro deixar outra análise dos dados para domingo, até porque eles precisam de ser melhor compreendidos)
Confirma-se por outro lado que o empréstimo contraído em 2005, para pagar dívidas ao Estado, não só continua a ser pago regularmente como terminará em Agosto de 2011. Quando isso acontecer o Rio Ave respirará muito melhor.
(quanto ao resto, confirma-se que o exercício é positivo, o que acontece pela quarta vez seguida, mas prefiro deixar outra análise dos dados para domingo, até porque eles precisam de ser melhor compreendidos)
19.10.10
Balanço do mandato de ASC - as finanças (ACT com foto)
Depois do património, os dinheiros.
O tempo em que havia salários em atraso no Rio Ave não está muito distante e ASC prometeu que, com ele a presidente, isso não aconteceria. Cumpriu (aliás, segundo julgo saber, já está novamente a cumprir - e, também segundo julgo saber, sem exigir juros do dinheiro que avança).
Por outro lado, o passivo foi sendo reduzido (veremos em quanto está, na próxima AG), ainda que beneficiando das vendas feitas no final do mandato de Paulo de Carvalho (no final da última época não houve vendas significativas). Mas também há mérito de ASC, que, por exemplo, tem feito uma gestão cuidada, a ponto de as obras no Estádio não agravarem os orçamentos;
Finalmente, como na altura aplaudi, ASC, quando entrou ,entendeu regularizar as contas do Rio Ave, acabando com pagamentos paralelos, que vinham do passado (daí o tal orçamento recorde, que impressionou toda a gente).
Como elemento menos positivo, e que resulta também da falta de informação sobre os negócios, o facto de se vender muito barato (acho eu...).
Em resumo: nota 4 (até 5) para ASC, que teve na parte financeira um dos trunfos deste mandato. Como lembrava recentemente o presidente da AG, o Rio Ave é um clube hoje mais respeitado do que no passado (sem que isto represente, pelo menos da minha parte, uma crítica aos anteriores presidentes) e isso deve-se bastante às questões financeiras.
Gil: subscrevo na íntegra o que diz o João Paulo. ASC ainda pode melhorar sobretudo no que toca aos negócios das transferências, mas tem o mérito de não ter estragado o bom que vinha de trás e ajudou a trazer alguma moralidade ao orçamento com a equipa de futebol. Sim, o Rio Ave está mais credível para os jogadores, para já não há grandes dividendos disso, mas acredito que o tempo lhe dê razão em declarar tudo e sobretudo por cumprir com a palavra.
O tempo em que havia salários em atraso no Rio Ave não está muito distante e ASC prometeu que, com ele a presidente, isso não aconteceria. Cumpriu (aliás, segundo julgo saber, já está novamente a cumprir - e, também segundo julgo saber, sem exigir juros do dinheiro que avança).
Por outro lado, o passivo foi sendo reduzido (veremos em quanto está, na próxima AG), ainda que beneficiando das vendas feitas no final do mandato de Paulo de Carvalho (no final da última época não houve vendas significativas). Mas também há mérito de ASC, que, por exemplo, tem feito uma gestão cuidada, a ponto de as obras no Estádio não agravarem os orçamentos;
Finalmente, como na altura aplaudi, ASC, quando entrou ,entendeu regularizar as contas do Rio Ave, acabando com pagamentos paralelos, que vinham do passado (daí o tal orçamento recorde, que impressionou toda a gente).
Como elemento menos positivo, e que resulta também da falta de informação sobre os negócios, o facto de se vender muito barato (acho eu...).
Em resumo: nota 4 (até 5) para ASC, que teve na parte financeira um dos trunfos deste mandato. Como lembrava recentemente o presidente da AG, o Rio Ave é um clube hoje mais respeitado do que no passado (sem que isto represente, pelo menos da minha parte, uma crítica aos anteriores presidentes) e isso deve-se bastante às questões financeiras.
Gil: subscrevo na íntegra o que diz o João Paulo. ASC ainda pode melhorar sobretudo no que toca aos negócios das transferências, mas tem o mérito de não ter estragado o bom que vinha de trás e ajudou a trazer alguma moralidade ao orçamento com a equipa de futebol. Sim, o Rio Ave está mais credível para os jogadores, para já não há grandes dividendos disso, mas acredito que o tempo lhe dê razão em declarar tudo e sobretudo por cumprir com a palavra.
Publicada por
João Paulo Meneses
15.5.09
3.750.000 de passivo?
Um leitor já tinha escrito nos comentários, mas merece uma chamada própria, até porque outro nosso leitor alertou para a estranheza dos números: €3.750.000 de passivo no Rio Ave???
É muito (demasiado...) dinheiro e todos nós gostávamos de ver o assunto esclarecido (já que os números revelados nas assembleias gerais não conferem).
Mais uma vez: o site do Rio Ave serve também para estas coisas; para esclarecer os sócios. Quem cala consente?
É muito (demasiado...) dinheiro e todos nós gostávamos de ver o assunto esclarecido (já que os números revelados nas assembleias gerais não conferem).
Mais uma vez: o site do Rio Ave serve também para estas coisas; para esclarecer os sócios. Quem cala consente?
Publicada por
João Paulo Meneses
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