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2.11.16

Substituições sem "utilidade"

Perdi a conta à última vez que um suplente foi mais pontuado do que um titular nos jogos do Rio Ave. Terá sido em agosto, o que diz bem das proporções desta questão.
Dir-se-á: os titulares estão a jogar tão bem que os suplentes, quando entram, pouco podem fazer. Ora, desde o Sporting que sabemos que não é assim.
A questão é que a equipa não tem conseguido que os suplentes acrescentem qualidade ao jogo.
A culpa é desses jogadores?
Longe de mim estar a responsabilizar quem quer se seja,
Mas não podemos ficar indiferentes a esta questão.
Em seis ou sete jogos, a três substituições por jogo, nenhum tem conseguido fazer a diferença?
Eu acho que merece atenção.

PS - e ter um suplente como melhor da jornada? Isso então...
(Yazalde foi cinco vezes suplente utilizado, esta época, o mesmo número de vezes de João Novais)

16.3.15

... e as substituições resultaram!

É certo que Pedro Martins tinha Ukra e Diego Lopes no banco.
E que com eles a equipa só podia melhorar.
Eles entraram e o Rio Ave fez dois golos (duas assistências de Diego!).
Em cheio!

13.3.15

Ainda o jogo de segunda e as substituições

Ao ler o que o JVC desta semana escreve sobre o jogo de segunda («[o Rio Ave] fez uma boa 1ª parte, não sendo tão produtivo na 2ª, em que o treinador não foi feliz nas substituições, já que a saída de Del Valle, Diego e Tarantini tirou qualidade à equipa») lembrei-me do que escrevi em tempos.
(concordo pelo menos parcialmente com o que o JVC diz sobre as opções do míster: pôs Diego Lopes a extremo quando tirou Del Valle mas apenas por meia duzia de minutos; depois tirou-o e meteu Boateng; Jabor a 7 minutos do fim para o milagre?)

21.2.15

Pedro Martins e as substituições

Ao ler este texto (impressiona perceber que sofremos 5 golos nas primeiras partes e 22 nas segundas!), lembrei-me de outro dado que  é confirmado estatisticamente (ver página 8): as substituições feitas por Pedro Martins por regra não resultam.
em 124 situações, só em 10 é que os resultados melhoraram após a substituição.
Azar?
Más escolhas?
Tarde demais?

15.5.13

O 'banco' não ajudou

Ou Nuno não acertou nas substituições ou os jogadores que lançou nos jogos não tinham mais para dar. Mas apenas um golo é muito pouco.


Aliás, pela nossa estatística das 83 substituições feitas até agora,  59 não tiveram efeito sobre o resultado final e só em 11 o reesultado final foi  melhor do que no momento da substituição (em 13 até foi pior)

2.11.11

Setúbal copiado

O jogo de Setúbal foi justamente recordado por analogia ao que nos sucedeu domingo em Guimarães: melhor que o adversário, mais dominador, o Rio Ave acaba por sair derrotado ao cair do pano.

Mas há outra semelhança ainda: foram os dois jogos em que Carlos Brito apenas fez duas substituições. Só não foram os mesmos a entrar e a sair.

9.5.11

Substituições aos pares

A questão surgiu ao João Paulo e a mim quando vimos Vítor Gomes e Braga prontos para entrar ao mesmo tempo: quantas vezes tinha Brito feito duas substituições ao mesmo tempo? Eu lembrava-me de uma vez, mas na verdade tinham sido três: na 12ª, 13ª e 17ª jornadas. Nos casos da 13ª e 17ª jornadas a 3ª substituição acabou por não se fazer.

A novidade de ontem foi o facto de serem a 1ª e 2ª substituição a acontecer em simultâneo.

4.5.11

Acabou a imaginação de Carlos Brito?

Brito repetiu em Aveiro o onze contra Leiria em casa. Porquê? Porque equipa que começa com estes onze não perde!

Desengane-se quem pense que Brito tinha perdido a imaginação para criar mais um onze inicial diferente. Basta ver que Gama não foi substituído e que Tarantini foi, para perceber que o mister até andou a praticar umas extravagâncias!

6.4.11

Elogio a Brito (as substituições de domingo)

Ainda o jogo de domingo: Brito de alguma forma surpreendeu nas substituições. Como a crónica do jornal Record destaca, com o Setúbal a atacar muito, talvez fizesse sentido meter um defesa-central ou alguém para o meio-campo. Brito, que é muitas vezes acusado de ser conservador e pouco ousado, meteu dois extremos e um deles viria a marcar («um prémio à astúcia de Brito», diz o Record e eu concordo).
Por isso, razão tem Saulo quando disse, no final do jogo, que «o míster foi inteligente».

23.2.11

Bruno Gama e as substituições

Como é dito no texto abaixo, foi apenas a 4ª vez que Bruno Gama começou e acabou um jogo. Atendendo ao tempo de jogo a que aconteceu o golo, fica-se com a impressão que Carlos Brito já não iria fazer a 3ª substituição, o que sucederia pela 3ª vez esta época. As duas primeiras foram forçadas, pelo que Gama, o mais substituído da temporada e em metade das 14 vezes o 2º a ser substituído, acabou por ser a estrelinha da sorte do treinador: sofreu o penalty e fez de seguida golo.
Há males que vêm por bem.

9.12.10

Notas sobre as substituições

O facto de pela primeira vez esta época não ter havido 3 substituições num jogo levou a uma pequena análise ao que sucedeu até agora.

Foram 38 no total, mas apenas com as efectuadas na 1ª, 5ª e 10ª jornadas o clube mudou de sistema de jogo. Brito não gosta de abdicar do seu 4-4-3. A equipa até pode ficar mais ofensiva ou defensiva (na grande maioria dos casos ofensiva), mas mudar de desenho táctico só em casos extremos.
- 1ª jornada: saem 1 defesa e 2 médios mais defensivos, entram 1 médio ofensivo e dois avançados;
- 2 e 3ª jornadas não há mudança de esquema, apenas de nomes nas posições;
- 4ª jornada, Felício entra por Zé Gomes, mas Wires recua à defesa; mantem-se 4-4-3 com meio-campo mais ofensivo;
- 5ª jornada, contra menos 1, Wires é rendido por Cícero e a equipa muda de esquema;
da 6ª à 9 jornadas, mantém-se o esquema, o meio-campo ficou mais ofensivo;
- na 10ª jornada em Setúbal a mudança de Zé Gomes por Sidnei e de China por Cícero muda o esquema;
- nas jornadas seguintes, mudam-se nomes, mas só o pendor do meio-campo oscila.

A continuar o ritmo de mudanças de 5 em 5 jogos, só na 15ª jornada vamos voltar a ver substituições que alterem o esquema táctico da equipa.

8.2.10

As substituições - FAQ

Carlos Brito já teve de se socorrer do banco por 5 vezes na primeira parte. 3 vezes por lesão (jornadas 1, 11 e 18), 1 por opção (16) e 1 por expulsão do guarda-redes, na jornada 17.

Deste quadro já vosso conhecido pode tirar-se algumas conclusões curiosas acerca das substituições, quando ocorrem e qual o resultado verificado, por exemplo; que o momento preferencialmente escolhido para a primeira substituição é entre o minuto 56 e o 65; que também é esse o momento preferido do treinador para a segunda substituição. Já para a terceira mudança no onze, o período moda é entre os 75 e 86 minutos.

Aquando da primeira substituição estávamos a vencer em 4 ocasiões, empatados em 9, a perder em 5. Para a segunda tivemos 5 vitórias, 9 empates, 4 derrotas. Na terceira, 6 vitórias, 7 empates e 4 derrotas. Os empates somam 25 substituições, a vitória 15 e a derrota 13.

Em média, a que minuto ocorrem as substituições? A 1ª aos 47 minutos, a 2ª aos 65 e a 3ª aos 80.

E que relação existe entre o resultado e o minuto em que ocorrem as substituições?
No caso da 1ª substituição, se o resultado for vitória, a média diz-nos que a substituição ocorrerá pelo minuto 63. Em caso de empate, o minuto 40 (este número está baixo devido às 4 substituições forçadas). A perder o minuto 48.
2ª substituição: com vitória o minuto 71, com empate o 65, com derrota o 57.
3ª substituição: com vitória o minuto 82, com empate o 79, com derrota o 78.

E que tempo demoram entre si as substituições?
Entre a 1ª e a 2ª em média 20 minutos. Em 2 jornadas (7ª e 8ª), estas substituições ocorreram ao mesmo tempo. A menor diferença, excluindo as jornadas em que ocorreram em simultâneo, foram 3 minutos na 9ª jornada e a maior 55 minutos logo no 1º jogo do campeonato.
Entre a 2ª e a 3ª em média 16 minutos. Menor diferença em 6 minutos nas jornadas 1, 5, 6 e 10 e a maior diferença 34 minutos na 17ª jornada.
Entre a 1ª e a 3ª em média 33 minutos. A menor diferença ocorreu na 6ª jornada com apenas 6 minutos de intervalo e a maior com 78 minutos de diferença registou-se no 17º jogo.

14.12.09

Um golo vindo do banco

Dos 13 golos que marcámos até agora na Liga, apenas um foi marcado por um jogador saído do banco. Aconteceu em Paços de Ferreira, 5ª jornada. Foi Adriano aos 80 minutos o autor da "proeza", 4 minutos depois de substituir Vítor Gomes. Curiosamente, Vítor Gomes tinha marcado o 2-0 no jogo anterior em casa com o Nacional, aquele que continua a ser o seu único golo. Entre os dois jogadores que até disputam o mesmo lugar no onze há uma diferença de 420 minutos de utilização em favor de Gomes.

O Rio Ave tem marcado em média 1 golo por jogo, e sofrido 0.77. Um golo marcado a cada 90 minutos, um sofrido por 117 minutos jogados. 9º melhor ataque, 3ª melhor defesa, empatado com o Porto.