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27.6.25

Sotiris Silaidopoulos, assina e é o novo mister!

 

 O Rio Ave já tem novo Treinador, assinou esta tarde, sendo a DRa. Alexandrina Presidente do R.A FC, e administradora não executiva da Rio Ave SAD quem realizou a cerimónia de assinatura.

O Rio Ave anunciou, esta sexta-feira, nas suas redes socias e página oficial que Sotiris Silaidopoulos assinou um vínculo de duas temporadas

 Quanto ao curriculum deste treinador(ver Imagem em baixo) mais recentemente ganhou  o campeonato grego pelo Olympiacos como TREINADOR ADJUNTO, e também recentemente ganhou desta vez como treinador principal a Youth League, em 23/24(sub 19). Tido como treinador experiente em detectar/encontrar talento, e muito bom  a trabalhar com jovens, Sotiris é uma grande aposta(assinou por 2 épocas) por parte da nossa SAD, no entanto não deixa de ser uma grande incógnita.


 Resta saber se qualquer experiência no campeonato português, penso que nenhuma, e por isso falta saber se a experiência apenas como adjunto na Liga Grega será suficiente para ter sucesso na nossa Liga.

Mister Sotiris em nome do Reis do Ave , muitas felicidades. A partir de hoje é o meu "mister"



31.12.20

Tempo de Pedro Cunha

foto: Rio Ave FC

Não é propriamente claro o tempo que Pedro Cunha será o treinador principal do Rio Ave. Para já é interino, o que costuma significar que é um posto a prazo, de transição até se encontrar uma solução "definitiva".

Pedro Cunha tem quase uma década de ligação ao Rio Ave sempre ligado às camadas de formação, tendo esta época assumido a equipa B. Tem 54 anos e frequenta o curso de nível IV da UEFA que começou este mês, curiosamente o mesmo curso que o treinador cessante frequenta.

O seu nome foi referido por muitos entre a comunidade rioavista nas redes sociais como uma boa solução. Reconheço a Pedro Cunha muitos méritos no excelente trabalho feito nas camadas jovens, ainda que esse trabalho não tenha tido uma expressão muito grande no número de jovens que chegou à equipa principal. Mas essa decisão não passava por PC, como é óbvio. 

Em Maio de 2019 confessava na 10ª tertúlia rioavista a sua ambição de ser profissional de futebol, de chegar a treinador principal de uma equipa profissional, admitindo que já recebera contactos. Na altura,  faltava-lhe ainda o nível mais alto do curso de treinadores, o tal que agora frequenta. O desejo parece agora cumprir-se, pelo menos parcialmente.

Pedro Cunha merece a sua oportunidade. Entre um desconhecido e um homem com conhecimento profundo da casa, prefiro Pedro Cunha mil vezes. Não seria a minha escolha óbvia, porque também eu na vertigem de achar que o Rio Ave já não é clube para experiências, queria um treinador de perfil consolidado e com mais provas dadas a um nível competitivo que Pedro Cunha não tem. Mas enquanto for o treinador principal, tem a minha confiança e apoio até deixar de os merecer. 

2.12.20

Mário Silva, sim ou não?

Foto: Ivan Del Val/Global Imagens

 Escrevo sem qualquer inside information sobre o que possam ser as ideias da Direcção quanto ao trabalho que Mário Silva tem feito. Sobre o que os adeptos pensam, parece-me que estamos conversados, a opinião não é positiva. 

Nas redes sociais as manifestações de desagrado não faltam. Há quem diga que a equipa só jogou bem enquanto ainda tinha as rotinas da época passada e que à medida que o treinador tenta impor o seu modelo a equipa piorou gradualmente. Há quem diga que não tem unhas para um plantel de muita qualidade, há quem diga que não controla os pesos pesados do balneário. 

Não estaremos a ser precipitados ao pedir a cabeça do treinador? 

A minha grande preocupação depois da eliminação da Liga Europa era saber até que ponto a moral da  equipa se ia aguentar em níveis elevados. Cair como caímos não nos desonra, mas deixa marcas porque o jogo, há que dizê-lo sem rodeios, esteve nas nossas mãos diversas vezes. O jogo que se seguiu â queda foi a recepção ao Benfica e os sinais não foram animadores. Mas se o Benfica não era talvez a melhor equipa para testar o estado de espirito do grupo, os jogos que se seguiram confirmaram os meus receios: a chama foi-se. 

Não sei até que ponto o treinador ou "o seu modelo de jogo" sejam responsáveis por esta quebra. O que sei é que um treinador tem de estar sempre do lado da solução e nunca do problema. 

Dito isto e sem certezas, repito a questão: Não estaremos a ser precipitados ao pedir a cabeça do treinador?