6.5.26

Por onde anda…? Episódio #4: Filipe Augusto



Há jogadores que são o motor invisível de uma equipa. Aqueles que, com um posicionamento impecável e uma capacidade de passe que parece desenhada a régua e esquadro, dão o equilíbrio necessário para os outros brilharem. Hoje, o nosso guardanapo de café foca-se num dos médios mais influentes da história recente do Rio Ave FC: Filipe Augusto.

O Equilíbrio Vindo da Bahia

Natural de Itambé, Filipe Augusto chegou a Vila do Conde ainda muito jovem - 19 anos - , vindo do Bahia, e rapidamente se percebeu que estávamos perante um talento especial. Com um pé esquerdo de especial, tornou-se o "pêndulo" da equipa. Foi um dos pilares nas campanhas memoráveis que levaram o Rio Ave às finais das Taças e à estreia europeia.

A sua qualidade era tão evidente que despertou o interesse dos "grandes", levando-o a passagens pelo Valência (Espanha), Braga e Benfica. No entanto, foi sempre em Vila do Conde que Filipe Augusto pareceu encontrar o seu porto de abrigo, regressando em diferentes fases da carreira para reafirmar o seu estatuto de líder. No total, somou mais de 130 jogos de caravela ao peito (139), tornando-se um símbolo do clube na última década.

Despedida definitiva do Rio Ave

No final de 2020/2021, depois da terrível descida de divisão do Rio Ave, decidiu procurar novos horizontes e rumou à Arábia Saudita para jogar no Damac FC. Ficou por lá apenas uma temporada sendo que nas duas épocas seguintes jogou no Cuiabá, terminando a ligação ao clube brasileiro depois de mais uma descida de divisão (Cuiabá desceu da primeira divisão para a segunda). 

Em 2025 assinou pelo Qindgao Hainiu (clube chinês).


E agora... por onde anda?

Hoje tem 32 anos, e depois de uma experiência na China, assinou em Fevereiro por o Khorfakkan (equipa dos Emirados Arabes Unidos) onde joga com o Aylton Boa Morte (sobrinho do Boa Morte) que há umas temporadas jogava no Portimomense.



5.5.26

A obra, inaugura ou não inaugura?

A 12 de agosto, um grupo de sócios reuniu-se com a a Direção e a presidente Alexandrina Cruz apresentou um conjunto de informações as obras a realizar no complexo desportivo. Entre os pontos partilhados, destacou-se um detalhe que até então não tinha sido tornado público: o novo edifício de apoio ao futebol profissional, atrás da baliza norte, teria conclusão, pelo menos da primeira fase, em janeiro.

Como é público, estamos em maio e o edifício não é usado durante os jogos, que seria uma das suas funções. Se a SAD não informou os sócios sobre as obras também não iria justificar os atrasos.

Entretanto, na sua conta no Instagram, Vítor Gomes partilhou recentemente uma foto da obra, ficando a ideia de que estará pronto. Para ser inaugurada esta época ainda, resta o jogo com o Sporting.

Mas o que fazia sentido era ter aproveitado as comemorações do aniversário do Rio Ave FC para fazer a inauguração ou, pelo menos, convidar os sócios a visitar as obras.  


 

4.5.26

Rioavistas dizem claramente não à continuidade de Sotiris

Começo pela ressalva habitual: uma sondagem vale o que vale, uma feita online vale ainda menos.

Mas não podemos ignorar que dos 133 que votaram, ao longo da última semana, 84 por cento disseram não à continuidade do treinador grego.

É uma percentagem esmagadora.

Sotiris não acha isso: no final da semana passada afirmou que “Estou muito satisfeito por estar aqui e quero fazer uma época ainda melhor no próximo ano. Tenho mais um ano de contrato, por isso, provavelmente vou ficar, mas no futebol nunca se sabe”. ["ainda melhor"? garantimos a permanência a três jornadas do fim!].

Pessoalmente, a minha esperança é que, perante a desilusão que está a ser a época do Olympiakos, Sotiris ainda regresse a Atenas e venha um treinador com visão e ambição. Já merecemos isso.

 


 

3.5.26

(0-0 com o Gil Vicente) Um bom jogo!

Podiamos ter vencido, podiamos ter perdido (com os dois lances finais do Gil) e empatámos.

Fomos melhores (mais oportunidades) e foi um dos nossos melhores jogos.

Equipa mais solta, beneficiando da 'abertura' do adversário, mas ainda assim desinspirada. Coletivamente. 

A primeira liga está garantida na próxima época, facto confirmado apenas nas últimas jornadas.  

Estamos em 12º, dará para fazer melhor? 

Petrasso foi surpresa no onze. Gostei


 

30.4.26

Quando o Reis do Ave chega mais longe do que pensamos



O Reis do Ave voltou a bater records de views este mês de Abril e isso leva-me a partilhar convosco uma história que aconteceu há poucas semanas.

No penúltimo jogo em casa frente ao Alverca aconteceu-me algo simples, mas que me ficou profundamente marcado.

Estava no meu lugar habitual nos Arcos, a ver o jogo, quando fui abordado por um sócio que me queria conhecer e trocar algumas palavras. Chamava-se Tiago.



Disse-me que vive em Londres há 19 anos e que acompanha o clube muito à distância. E disse-me algo que me ficou gravado:

que estes canais, o blog e o rioavissimos, aquilo que vamos escrevendo e partilhando, é a forma que tem de se manter ligado ao Rio Ave.

Confesso: senti orgulho.

Mas não aquele orgulho vaidoso, de quem pensa “tenho seguidores”.

Outro orgulho.

Mais fundo.

O orgulho de perceber que isto tem utilidade. Que chega a alguém. Que aproxima.

Às vezes escrevo uma crónica, compilo uma estatística, partilho e uma curiosidade histórica, comento um jogo… e do lado de cá parece apenas mais um texto.

Mas depois surge um momento destes e percebe-se que, para alguém, pode significar muito mais.

Pode ser um elo.

Pode ser uma ponte.

Pode ser uma forma de matar saudades de um clube e de uma terra.

E isso muda a perspetiva de tudo.

Porque o Reis do Ave — e outros espaços independentes que vão falando do Rio Ave — são hoje, cada vez mais do que páginas ou plataformas de adeptos.

São pontos de encontro.

São memória.

São presença.

São ligação.

Conhecer o Tiago foi um episódio breve.

Mas deixou uma certeza grande.

Vale a pena continuar.

Vale a pena escrever.

Vale a pena gastar horas a investigar, recordar, analisar e publicar sobre um clube que tantas vezes parece ter pouca voz.

Porque se isso ajuda, nem que seja um adepto em Londres, França, Suíça ou Luxemburgo, a sentir-se um pouco mais perto de Vila do Conde, do Rio Ave…

então já valeu.

E muito.

Obrigado, Tiago.

Porque naquele momento talvez tenhas achado que estavas só a agradecer.

Mas, na verdade, foste tu que me lembraste porque é que tudo isto faz sentido.

29.4.26

Porque não gostaria de ver Sotiris mais uma época em Vila do Conde

A derrota do Casa Pia, na passada segunda-feira, deixou o Rio Ave a oito pontos de distância do playoff. com 9 para disputar. O Casa Pia teria de ganhar os três jogos e o Rio Ave perder os três e nem isso garantiria que seriamos nós a descer de divisão, porque há outras equipas pelo meio. Não é matemático, mas quase. Convém, de qualquer forma, fazer mais um ponto, pelo menos.

Neste contexto, nos Arcos já se prepara - e bem - a nova época.

E o treinador é um elemento-chave.

Mais uma vez, vamos garantir a manutenção nas últimas jornadas e isso deve ser o primeiro critério de avaliação.

Depois, é fundamental ter em conta que Sotiris teve à sua disposição o plantel mais caro (ou o segundo mais caro) da nossa história. O quinto mais caro da primeira liga. O que conseguiu fazer com isso? Está à vista.

Finalmente, é hoje claro que (ainda?) lhe faltam qualidades para ser um bom treinador: na organização tática (o 4-3-3 foi forçado pelas circunstâncias), na leitura do que são, em cada momento, os melhores jogadores e na capacidade de os fazer evoluir vimos um treinador com limitações.

No início da época os jogadores falavam em atingir a Europa. Ficámos muito atrás. A culpa é deles próprios, de quem os escolheu e de quem os treinou. Precisamos de um novo treinador, apesar de este ter mais um ano de contrato, pelos vistos. Já chega de só tiros... 

(Há uma sondagem online a decorrer aqui) 


 

28.4.26

Mais dois processos judiciais: Empresa de limpeza e ex-fisio do Rio Ave

 

Deram entrada mais dois novos processos judiciais - um contra a Rio Ave SAD e outra contra a Rio Ave SDUC -.

As acções foi interpostas pela empresa Vadeca - Facility Services S.A e por uma pessoa a título individual Ricardo Alves Garrido.


1. Vadeca - Facility Services S.A - é uma empresa de limpezas

  • Valor reclamado: 22 749,12 €


2. Ricardo Alves Garrido - desempenhou as funções de fisioterapeuta no Rio Ave

  • Valor reclamado: 24 508,39 €

26.4.26

(Derrota 2-0 em Guimarães) Quando mexer não ajuda

 Depois de uma primeira parte para esquecer, o Rio Ave regressa ao jogo com uma atitude diferente. Tem duas ou três oportunidades de golo, mas não marca. Numa altura em que equipa estava por cima, Sotiris mexe com duas substituições (responder à mudança feita entretanto pelo adversário com Telmo Arcanjo?) e a equipa cai. Sofre o primeiro, nunca mais se recompõe e ainda sofre o segundo.

Uma dessas duas substituições merece comentário: tirou Spikic (jogador que não deixará saudades em Vila do Conde), meteu João Tomé (apanhado a dormir no primeiro golo) e avançou Vroussai para extremo. Só entendo uma opção como esta em dois contextos: uma emergência durante o jogo ou então é um jogador super talentoso. Acontece que não é a primeira vez que o nosso treinador faz esta mudança, sem evidentes resultados, dando razão aos que o criticam por jogarem sempre os mesmos. 

Sotiris ainda tentou inverter com mais avançados, mas já não deu. Registo para mais um remate perigoso de Rafael Lobato, que entrou a 5 minutos do fim.

Resultado injusto, como confirma a estatística (4 defesas para Charles, uma para Miszta - e que defesa!). 2 grandes oportunidades para cada lado.

Mas a verdade é que parece que alguns jogadores já entraram de férias. Onde está o Bezerra das primeiras jornadas, por exemplo?


 

25.4.26

Rio Ave perde em Guimarães e já não garante manutenção esta jornada



O Rio Ave foi inexistente durante a primeira parte.0 Remates à baliza do Vitória.
0 Remates fora da baliza.

Deu ideia que os jogadores entraram em "modo férias". Apesar de acreditar que a manutenção já está resolvida (só não está matematicamente), convém que os jogares entendam que o campeonato tem 34 jornadas.

Já na segunda parte, o Rio Ave até ao golo do Vitória, estava a criar as melhores oportunidades de golo (3 remates a baliza), sendo que um, não se pode falhar (Spikic).

Aos 72min, o Vitória chegou ao golo sem fazer por merecer sendo que o Rio Ave só voltou a criar perigo depois dos 90min com um remate do recem entrada Lobato.

Já perto do fim, com o Rio Ave lançado para o ataque à procura do empate, o Vitória marcou o segundo.

Talvez o empate fosse o resultado justo.

Nota para o treinador:
Sotiris utiliza basicamente sempre os mesmos.
Para além de ser desmotivador para quem nunca joga, permite que os adversários já antecipem os seus próximos passos.

23.4.26

Sub-23 do Rio Ave garantem presença na Taça Revelação

 


A equipa de sub-23 do Rio Ave disputou na terça feira o último jogo em casa nesta fase da Liga Revelação e terminou com uma vitória frente ao Portimonense, por 1-0, num encontro realizado em Vila do Conde.

O único golo da partida foi apontado por Mamadou Sawané, que chegou assim aos 9 golos na temporada e voltou a ser decisivo para a equipa. Mais do que garantir os três pontos, o golo do avançado senegalês confirmou também o apuramento do Rio Ave para a Taça Revelação.

A qualificação surge através da classificação combinada das duas fases secundárias da Liga Revelação. À Taça Revelação apuram-se as oito equipas que participaram na fase de apuramento de campeão, juntando-se ainda os dois primeiros classificados da fase de manutenção/descida — série em que o Rio Ave compete.

22.4.26

Por onde anda…? Episódio #3: Edimar



Se a ala esquerda do Estádio dos Arcos falasse, contaria histórias de cruzamentos teleguiados e de uma sobriedade defensiva que poucos conseguiram igualar. Hoje,  no terceiro episódio da rubrica Por onda anda...? vou falar de Edimar, o melhor lateral esquerdo que vi jogar no Rio Ave FC.

O Dono do Corredor Esquerdo

Edimar chegou a Vila do Conde na época 2013/2014, vindo do CFR Cluj, e rapidamente provou que a sua contratação era uma mais valia. Com uma técnica acima da média para um lateral e uma tranquilidade olímpica, Edimar foi peça fulcral na equipa que alcançou as históricas finais da Taça de Portugal e da Taça da Liga na época 2013/14. Ficou por cá duas temporadas sendo que depois tem a primeira saída do Rio Ave. 
Após uma breve passagem pelo Chievo (Itália) e Córdoba (Espanha) - tudo numa época -, o "filho pródigo" regressou a casa em 2015/16 para mais uma temporada de alto nível. No total, foram praticamente 100 jogos de caravela ao peito (98), onde a sua classe e o seu pé esquerdo deixaram marca profunda.

O Regresso ao Brasil e a Longevidade

Diferente de muitos jogadores que perdem o rasto após saírem de Portugal, Edimar construiu uma carreira de enorme sucesso e longevidade no seu país natal. Passou por gigantes como o Cruzeiro, São Paulo e Vasco da Gama, provando que o nível que demonstrou nos Arcos não era obra do acaso

Foi uma figura também importante no projeto do Red Bull Bragantino (3 épocas), onde ajudou a equipa a estabilizar-se no topo do futebol brasileiro e a chegar a uma final da Copa Sul-Americana.

E agora... por onde anda?

Aos 39 anos (completará 40 no próximo mês), Edimar é um exemplo raro de longevidade no futebol profissional. Passou pelo CRB (Clube de Regatas Brasil) em 2023 e pelo Santo André em 2024 tendo estado sem jogar em 2025 (teoricamente tinha terminado a carreira). 
No entanto, este ano voltou aos relvados, para jogar no Forte FC, clube que joga atualmente a Serie D.

Partilho convosco o momento que melhor me lembro das suas passagens pelo Rio Ave.



De duas em duas semanas, voltamos para descobrir um novo rasto. Até lá, quem gostariam de ver aqui recordado?

21.4.26

Mais um mandato sem mexer nos Estatutos

Em breve teremos eleições. Mais em cima faremos todos, acredito, um balanço do mandato de Alexandrina Cruz, mas há, desde já, uma nota muito negativa que queria deixar: não ter sido feita a revisão estatutária. 

Numa das piores decisões do seu último mandato, o anterior presidente suspendeu o processo, depois de muito trabalho realizado por sócios e dirigentes, e atual presidente manteve o assunto na gaveta, mesmo depois de ter dito, genericamente, que concordava que era necessário atualizar um documento, que em muitos aspetos está muito ultrapassado (tem mais de 12 anos). 

Voltarei ao assunto oportunamente.


 

20.4.26

Números que não mentem (e que incomodam)



Há um elefante na sala — e não vale a pena continuar a fingir que não o vemos.

O Rio Ave tem, nas últimas jornadas, tentado fazer aquilo que tenta fazer todas as temporadas: mexer-se, agir, procurar soluções para trazer mais gente aos Arcos. Bilhetes oferecidos nas escolas, dois convites extra por sócio… iniciativas que, no papel, parecem apontar no sentido certo.

Mas depois chega o dia de jogo — e o cenário mantém-se praticamente inalterado.

O número de espectadores continuam abaixo do que já foram.

A média atual é de 2623 espectadores. Um número que, à primeira vista, até poderia parecer estável — afinal, são mais 20 do que na época passada.

Mas esse dado, isolado, é enganador.

Convém lembrar que, na temporada anterior, os últimos quatro jogos foram disputados fora de Vila do Conde, em Paços de Ferreira, devido à tempestade Martinho. Jogos “em casa” longe de casa, com assistências naturalmente penalizadas.

Traduzindo:
se esses jogos tivessem sido nos Arcos, muito provavelmente a média do ano passado seria superior à atual.

E isso muda tudo.

Ano após ano, o número de pessoas nos Arcos tem vindo a cair — de forma silenciosa, mas consistente.

E quando um clube entra neste tipo de trajetória, há algo mais profundo a acontecer.

  • Falta de identificação?
  • Distanciamento entre clube e adeptos?
  • Experiência de jogo pouco apelativa?
  • Resultados?
  • Comunicação?

Provavelmente… um pouco de tudo.

Mas uma coisa parece clara:
não é com soluções avulso que se resolve um problema estrutural.

O Rio Ave não precisa apenas de chamar pessoas ao estádio.

Precisa de as reconquistar.

Precisa de voltar a ser um ponto de encontro.
Um motivo de orgulho.
Um hábito.

E isso não se faz com convites.
Faz-se com ligação.

Porque no fim, a pergunta não é quantos bilhetes foram oferecidos.

É bem mais simples — e bem mais dura:

quantas pessoas quiseram realmente lá estar?

18.4.26

(2-2 com o Aves) Houve frango mas não chegou para todos

Começo por referir uma coisa que, não tendo nada a ver connosco, me deixou espantando: precisando de ganhar, embora a descida seja certa, o Aves esteve o jogo todo a perder tempo. Nunca vi tal...

A verdade é que levaram um ponto, num jogo equilibrado (isto é, com oportunidades para os dois lados), mas em que o Rio Ave foi melhor. A haver um vencedor teria de ser o Rio Ave, mesmo tendo beneficiado de um frango (meio autogolo).

Mas isso não significa que, como disse Sotiris no final, "fizemos um jogo muito bom." Razoável mais. 

A opção por Ryan Guilherme em detrimento de Nikitsher revelou-se desacertada e há elementos no plantel que parece de desaprenderam: onde está o Bezerra das primeiras jornadas? 

Em contrapartida, Vroussai (o melhor em campo), Brabec, Abbey ou Ntoi (já merecia o golo) são cada vez mais o eixo a equipa. 

Saúdo o regresso de Miszta e a estreia de Lobato. Esteve pouco tempo em campo, sentiu certamente a pressão, mas ainda teve tempo para fazer um remate de fora da área que quase dava golo.

 (até quando resistirão a vestir o Tubas de vermelho?💚💚😀)

 

16.4.26

Rio Ave faz último jogo em casa da fase regular amanhã frente ao Braga no Pavilhão de Desportos

 


A equipa de futsal do Rio Ave joga ja amanhã o último jogo em casa da fase regular do campeonato frente ao SC Braga no pavilhão de desporto às 18h30.

Na primeira volta do campeonato conseguimos uma importante vitória por 1-4.

Será que amanhã voltamos a surpreender?