1. Us11- Lda - é uma empresa que representa jogadores de futebol.
Valor reclamado: 809 964,16 €
'Reis do Ave' é, nesta altura, um blogue dos sócios do Rio Ave FC Daniel Silva (nº3883), Gualter Macedo (nº1603) e João Paulo Meneses (nº675).
Opiniões (e algumas informações) sobre o nosso Rio Ave FC!
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Este fim-de-semana trouxe sensações distintas para os escalões de formação da Rio Ave SAD, com os sub-15 e os sub-19 em ação (os sub-17 não tiveram jogo).
Nos sub-15, a deslocação a Famalicão terminou da melhor forma, com uma vitória por 0-2. Theo Pires e Xavi Soares assinaram os golos que garantiram três pontos importantes. Com este triunfo, o Rio Ave dá um passo firme na luta pela manutenção, subindo ao segundo lugar deste grupo e ficando agora a sete pontos da linha de descida.
Já nos sub-19, o desafio era de maior exigência, com a receção ao líder Porto. A equipa do Rio Ave acabou por sair derrotada por 0-4. Ainda assim, nem tudo são más notícias: o Rio Ave mantém o terceiro lugar na fase de apuramento de campeão, beneficiando também da inesperada derrota do Benfica (2º classificado) nos Açores, frente ao Santa Clara, mantendo assim a igualdade pontual com o segundo classificado.
O Rio Ave conquistou mais uma vitória (0-2 nos Açores), num jogo em que não foi nem melhor nem pior do que o adversário, na minha opinião.
Um jogo equilibrado, de fraca qualidade em termos globais, que Nikitsher desamarrou com um excelente golpe de cabeça, seguido de um autogolo.
As estatísticas dizem que houve 13 remates para eles e 4 para nós e, segundo o Sofascore, uma grande oportunidade para os casa e zero para nós (não concordo, na primeira parte Tamble teve uma grande oportunidade para marcar, a única).
Em resumo, um jogo em que tudo nos correu bem e em que não foi preciso jogar bem para ganhar!
Manutenção quase garantida.
Nos últimos anos, a "linha de água" para o 15.º lugar (aquele que nos salva sem termos de ir ao sofrimento do play-off) tem sido uma montanha-russa. Já vimos equipas salvarem-se com 29 pontos (como o Estrela, no ano passado), mas também já vimos o Tondela ou o Marítimo precisarem de 35 para respirar.
A realidade é que, com os nossos 30 pontos, ainda não podemos encomendar as faixas da permanência. Estamos no caminho certo, mas falta o golpe final.
Para percebermos onde estamos, usei os dados das últimas 7 épocas e tracei três metas para nós:
A Média (32,7 pontos): É o valor médio de quem se salvou. Arredondando para os 33 pontos, falta-nos apenas uma vitória.
A Moda (33 pontos): Esta é a métrica da frequência. É o número que mais vezes garantiu o 15.º lugar na história recente. Se chegarmos aqui, estamos "na moda" da manutenção e salvos em quase 80% dos cenários.
A Garantia Histórica (35 pontos): Nos anos mais "caros" da Liga, ninguém desceu (nem foi a play-off) com 35.
Até agora, o Rio Ave tem feito uma média de 1,07 pontos por jogo. Se mantivermos esta cadência até ao fim, vamos acabar com 36 ou 37 pontos. Isto significa que, se mantivermos a média pontual, ficamos na Primeira Liga sem precisar de olhar para os resultados dos outros.
Santa Clara: Empate (1 pt)
AFS: Vitória (3 pts)
Vitória SC: Derrota (0 pts)
Gil Vicente: Empate (1 pt)
Sporting: Derrota (0 pts)
Casa Pia: Vitória (3 pts)
Contas feitas: seriam mais 8 pontos conquistados. Fechávamos a época com 38 pontos.
Se repetirmos a dose da primeira volta, o play-off será apenas uma miragem para os outros.
Importante Vitória das seniores femininas frente a equipa do Damaiense (2-0), que permite a equipa do Rio Ave fugir da zona de despromoção a 3 jornadas do fim do campeonato. (mas ainda está na zona playoff)
Parabéns!
Não escrevo para agradar.
Nunca escrevi.
E não será agora que o vou começar a fazer.
Escrevo de forma livre, desamarrada, com base naquilo que penso e naquilo que acredito. E assim continuarei.
Hoje, a equipa de futsal do Rio Ave disputou os oitavos de final da Taça de Portugal no Pavilhão de Desportos, a escassos 50 metros do Estádio dos Arcos. Um jogo importante, num momento competitivo relevante para uma modalidade que continua sob a alçada direta do clube.
A presidente do Rio Ave FC foi uma ausência notória.
A figura máxima do clube, a responsável maior por todas as equipas que não estão sob a esfera da SAD, não marcou presença num jogo desta importância. Desconheço os motivos — e faço questão de o dizer — mas confesso que são difíceis de compreender quando olhamos para o contexto.
Vinte minutos depois do final desse mesmo jogo, a presidente encontrava-se na tribuna do Estádio dos Arcos, a assistir ao encontro da equipa de futebol profissional.
Ou seja, não esteve presente num momento decisivo de uma equipa do clube… mas esteve presente, pouco depois, num jogo da equipa que está sob a alçada da SAD.
Cada um tirará as suas conclusões.
Não está em causa apenas a presença física. Está em causa o sinal que se transmite. Está em causa a prioridade que se define. Está em causa aquilo que, com gestos simples, se valoriza… ou se desvaloriza.
Num clube como o Rio Ave, onde tantas vezes se fala de identidade, estes pequenos grandes detalhes contam. E contam muito.
Porque liderar um clube não é apenas aparecer nos momentos mais visíveis.
É também — e sobretudo — estar presente quando isso faz a diferença.
Quer se queira quer não, estás atitudes mandam uma mensagem para a equipa.
O 'velho Rio Ave' voltou esta tarde: adormecido, sem entusiasmo, com muitos jogadores ainda de férias. Para agravar sofremos um golo aos cinco minutos, através de um frango de Ennio - ainda assim, um dos melhores em campo.
Derrota justa, perante um adversário que não tem melhores jogadores mas tem melhor equipa (e treinador...).
Quando foi preciso mexer no onze (0-2 ao intervalo), Sotiris não conseguiu trazer nada de novo. Pelo contrário, até deu para perceber porque é que Ryan ainda não foi titular.
Na segunda parte, além do golo marcado (Blesa, mais uma vez), ainda tivemos duas ou três oportunidades para marcar (Bezerra tem um falhanço monumental, proporcional ao do nosso guarda redes no primeiro golo).
Mais uma vez: as escolhas para o banco de suplentes do Rio Ave são em muitos casos indecifráveis: como não há avançados, quando foi preciso substituir Spikic (nada deu ao jogo, mais uma vez), foi Vroussai para o seu lugar, ele que já tinha atingido o limite físico há muito.

Esta semana, no podcast Rioavíssimos, discutimos o momento atual do Rio Ave e o que falta acontecer até final do campeonato.
O assunto mais desenvolvido foi naturalmente a transformação da equipa, antes e depois do pseudo-despedimento de Sotiris.
Da minha parte, reforcei o que aqui escrevi sobre o facto de este Sotiris ser muito melhor do que o 'antigo', mas - como expliquei - isso não justifica completamente a metamorfose.
É que há outro fator a ter em conta: a equipa, desde Braga, e mesmo já no Dragão, mostra uma combatividade que antes não existia. Há outra alegria em campo, mais garra e esforço.
Isso deve-se apenas aos jogadores que entraram? Talvez, mas não acho que explique tudo (Petrasso, por exemplo, era muito mais combativo do que Mancha; já Bezerra dá mais luta do que AL). Algo mudou no balneário. E não sou dos que apontam o dedo a Clayton e André Luiz.
Talvez um dia ainda venha a perceber o que realmente mudou.
Está igualmente prevista a criação de eventos especiais em dias de jogo, no Estádio dos Arcos, caso o tempo permita, onde os adeptos poderão experimentar a modalidade antes do início das partidas, numa tentativa de “integrar diferentes experiências num mesmo espaço”.
O lançamento oficial da modalidade está já marcado para este fim de semana, antes do jogo frente ao Alverca.
Nas imediações do Estádio dos Arcos será montada uma estrutura com água, onde os adeptos poderão experimentar a pesca desportiva em ambiente controlado. Esta iniciativa surge no âmbito de uma parceria estabelecida com a Formar – Centro de Formação Profissional das Pescas e do Mar, entidade que irá disponibilizar todo o material necessário, bem como instrutores especializados para acompanhar os participantes ao longo da experiência.
A ideia passa por proporcionar um primeiro contacto com a modalidade, num ambiente descontraído e acessível a todos os adeptos, reforçando a ligação entre o clube, a comunidade e as tradições locais.
Deu entrada um novo processo judicial contra o Rio Ave SAD, desta vez no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa. A ação foi interposta pela ...