23.2.26

(futsal e formação) Fim de semana desportivo pouco positivo: 4 derrotas e 1 vitória.

 

Foi um fim de semana negativo para o Rio Ave (perdeu em toda a linha tirando os sub-19).

A equipa de futsal defrontou o Caxinas este fim de semana e saiu derrotada do encontro (6-3). O Rio Ave até foi para o intervalo a vencer por 2-3 mas na segunda parte o Caxina iria marcar 4 golos e o Rio Ave não marcou mais. Com este resultado mantemos o 5º lugar com a mesma distância do 6 e 7 classificado que também saíram derrotados este fim‑de‑semana. 




As séniores femininas, saíram derrotadas no jogo fora de portas frente ao Torrense. (1-0). A equipa continua assim em zona de despromoção sendo que viu aumentar a diferença pontual para a "tábua de salvação" (Racing Power FC foi vencer ao Vitória).




Os Sub-19 continuam a sua grande temporada (3º lugar na fase de apuramento ao campeão) e venceram o Leiria por 1-0 somando assim mais 3 pontos. Golo de Luís Rasgado.




A equipa de sub-17 (que está a disputar a fase de apuramento ao campeão) voltou às derrotas depois de na jornada passada ter conquistado um empate. Desta vez a derrota foi frente ao SC Braga. Com 4 jornadas disputados, o Rio Ave soma 1 empate e 3 derrotas (objetivo minimo da manutenção já foi conseguido)



Por fim, a equipa de sub-15, que está neste momento a lugar pela manutenção (não conseguiu apuramento para a fase de campeão), "somou" a primeira derrota nesta fase frente ao Vitória de Setúbal (2-0). Apesar desta derrota, o Rio Ave está a 8 pontos da linha de água.



 

O que os dados nos dizem para estas últimas 11 jornadas




Faltam apenas 11 jornadas para o final do campeonato.

Estão ainda em disputa 33 pontos e o Rio Ave terá pela frente 6 jogos em casa e 5 fora.

Tradicionalmente, diz-se que a fasquia dos 32 pontos é suficiente para garantir a manutenção, embora saibamos bem que nem sempre essa regra se aplica (basta lembrar a época em que descemos, apesar de termos ultrapassado esse número). Ainda assim, é uma referência útil para tentar perceber onde podemos chegar.

Partindo dos dados desta temporada, vale a pena olhar para as médias de pontos conquistados.

Em casa, o Rio Ave apresenta uma média de 0,818 pontos por jogo. Mantendo esse registo nos seis jogos que ainda faltam disputar nos Arcos, isso traduzir-se-ia em cerca de 4,9 pontos.
Fora de portas, a média é ligeiramente superior: 0,916 pontos por jogo. Com cinco deslocações por realizar, isso daria aproximadamente 4,6 pontos.

Somando ambos os cenários, o Rio Ave poderá conquistar cerca de 9,5 pontos até ao final da época. Tendo atualmente 20 pontos, isso colocaria a equipa nos 29/30 pontos finais, abaixo daquilo que normalmente é considerado a “linha segura”.

À luz destes números, é impossível ignorar que o clube corre riscos reais de descer de divisão. O histórico recente não permite grande tranquilidade e os dados estatísticos, por si só, não são animadores.

Ainda assim, há espaço para algum otimismo.

Desde que Sotiris abandonou a linha de cinco defesas e ajustou o sistema tático, a equipa parece mais solta ofensivamente e mais capaz de criar situações de perigo. A produção ofensiva tem margem clara para crescer — até porque os números recentes são preocupantes: apenas 6 golos marcados nos últimos 10 jogos, contra 21 sofridos.

Se esta mudança tática se traduzir em mais golos e mais pontos, o cenário pode alterar-se de forma significativa. O calendário ainda permite corrigir o rumo, mas será fundamental transformar essa melhoria exibicional em resultados concretos.

O tempo começa a escassear.
Diria que já este fim de semana, é imperativo conquistar os 3 pontos frente ao Famalicão, para que possamos iniciar a recuperação que todos nós desejamos.
A bola está do lado da equipa e acredito que com a implementação deste novo sistema de jogo, temos força, vontade e qualidade para derrotar o nosso "vizinho".

22.2.26

(derrota 1-0 no Dragão) A equipa parece estar a melhorar

 A vitória do FC Porto nunca esteve em causa (três bolas no ferro), mas o Rio Ave deu alguns sinais que podem indiciar um final de época mais positivo do que se se chegou a temer.

É verdade que este Porto é bem menos intenso do que a da primeira volta, e que o Rio Ave beneficiou disso para ganhar muitas bolas no meio campo, mas também vi mais ligação entre setores e mais qualidade em alguns jogadores (Bezerra, Nikistcher, Brabec - apesar do lance do golo).

O que continuo sem perceber é a falta de avançados no banco, tal como tinha sucedido frente ao Moreirense. O Rio Ave poderia ter sido mais ousado na segunda parte, mas além de Zoabi (ou seja, nada!) não tinha mais ninguém para lançar. Como é que uma equipa pode querer ganhar um jogo sem avançados no banco? Onde está Gual? Onde está Medina? Bons ou maus, são os que temos, porque não jogam? 

Em resumo: derrota justa e normal. Frente ao Famalicão é o teste. O tudo ou nada. 

 


 

19.2.26

Caso André Luiz: Estrela diz que vai "agir com firmeza"



Ontem noticiámos declarações públicas de Evangelos Marinakis, nas quais o próprio admitiu ter recebido propostas superiores a 30 milhões de euros pelos passes de André Luiz (20 M€) e Clayton (10 M€).

Estas informações foram rapidamente difundidas pelos meios de comunicação social portugueses, o que levou, já hoje, o Estrela da Amadora a pronunciar-se publicamente sobre o tema.

Em comunicado, o Estrela afirmou que irá “agir com firmeza, responsabilidade e absoluto respeito pelas instituições”, sublinhando, no entanto, que não deixará de “defender integralmente os seus direitos nem de exigir a transparência que o futebol português merece”.

Na minha opinião, apesar de compreender perfeitamente a posição do Estrela da Amadora, é importante lembrar que cabe ao clube que detém a maioria do passe de um jogador definir o valor da sua venda e as respetivas condições de pagamento. É legítimo que o Estrela se sinta prejudicado pelo facto de a SAD do Rio Ave não ter aceite a proposta financeiramente mais elevada, mas não consigo identificar, do ponto de vista legal, qualquer irregularidade no processo.

Já do ponto de vista de sócio do Rio Ave FC, a leitura é bastante diferente. Enquanto associado, lamento profundamente que o Rio Ave FC não tenha concretizado um negócio por valores significativamente mais elevados e, sobretudo, ouvir o próprio dono do clube assumir que optou por reforçar outra equipa do grupo, prejudicando de forma clara os interesses do Rio Ave.


Eis o comunicado do Estrela:




Governar por narrativa


Vivemos tempos curiosos.

Tempos em que a realidade é flexível, a verdade é negociável e o cargo que se ocupa depende mais do sítio onde se escreve do que dos factos.

Imaginemos o seguinte cenário:
Sou um trabalhador por conta de outrem. Cumpro horários, recebo ordens, tenho chefias acima de mim e, no final do mês, recebo o meu salário. Tudo normal.

Agora imaginem que, um belo dia, entro no Linkedin e decido atualizar o perfil:
CEO da empresa onde trabalho.

Não mudei de funções.
Não assinei qualquer contrato novo.
Não fui nomeado.
Não passei a decidir nada.

Mas escrevi.
E publiquei.
E pronto: está feito.

A partir daí, começo a apresentar-me como CEO.
Vou a eventos.
Dou opiniões estratégicas.
Falo em nome da empresa.
E, quando alguém pergunta “mas isso é oficial?”, respondo com ar sério:
“Depende.”

No papel, não sou.
Na prática, também não.
Mas na narrativa… sou.

Se algo correr bem, lá estarei para sorrir na fotografia.
Se algo correr mal, direi que não tenho poderes executivos, que sou apenas um trabalhador como outro qualquer e que a responsabilidade não é minha.

Absurdo?
Claro que é.

No mundo real, isto teria um nome: falsa representação.
No futebol português, parece ser a gestão moderna.

Porque no Rio Ave estamos exatamente neste ponto:
não importa o que se é de facto, importa o que se diz que se é — e onde se diz.

Pode não constar nos registos.
Pode não estar formalizado.
Pode não existir legalmente.
Mas se aparecer nos canais certos, com a narrativa certa, passa a ser verdade suficiente.

E o mais curioso é que ninguém parece incomodado com isso.

O problema é que os sócios não vivem do "Linkedin".
Vivem de realidade.

E na realidade, quando as decisões são tomadas, quando pessoas são despedidas, quando processos judiciais se acumulam e quando o clube entra num silêncio ensurdecedor, alguém tem de ser responsável — não apenas figurante.



18.2.26

Marinakis confimou que André Luiz e Clayton valiam 30 milhões

Segundo o jornalista grego Nikos Kotsis, um dos melhores informados sobre o Olympiakos, Marinakis disse isto no momento da apresentação dos dois jogadores ex-Rio Ave: "Eu poderia ter vendido André Luiz para o Benfica ou o Wolverhampton por 20 milhões e Clayton para [um clube dos] Emirados por 10 milhões, mas eles vieram para cá para fortalecer o Olympiacos e nos ajudar a alcançar nossos objetivos."

A frase é agora reproduzida pela revista Kicker

Registo a sinceridade de Marinakis, mas, por outro lado, será mais difícil negar que o Rio Ave vai sair prejudicado pelos dois negócios. Sinceridade a mais?


 

 

17.2.26

«Tenho 100% de certeza de que sou o homem certo para tirar o Rio Ave desta situação»

Desconcertante, no mínimo, a declaração feita ontem por Silaidopoulos no final do jogo com o Moreirense: "Tenho 100% de certeza de que sou o homem certo para tirar o Rio Ave desta situação. Isso é garantido. Estou muito focado no meu trabalho e no que posso fazer para desenvolver e melhorar a equipa".

E a verdade é que há pelo menos uma pessoa que acredita nele.

(Uma coisa é eu não acreditar, e a minha opinião é irrelevante, outra é  Rio Ave permanecer na primeira divisão - que é o que todos queremos; espero estar enganado, portanto)
 


16.2.26

(1-2 com o Moreirense) Nem assim...

O Rio Ave fez o seu melhor jogo das últimas jornadas mas mesmo assim perdeu. A nossa equipa teve ocasiões suficientes para pelo menos empatar mas não houve... estrelinha. O Moreirense teve dois (bons) remates à baliza e marcou dois golos - fiquei com dúvidas se o nosso guarda-redes não poderia ter feito melhor em pelo menos um deles.

Ficam estas notas:

- com dois centrais e três avançados, o Rio Ave esteve melhor;

- no banco, Sotiris tinha três defesas e cinco médios! Nenhum avançado. Como é possível? Quando foi preciso refrescar o ataque, não havia ninguém. Nem dos sub23??? Bezerra durou pouco mais de 70 minutos e Papakannellos não deu uma para a caixa.

- Estamos à espera de quê para anunciar o novo treinador? 


 

15.2.26

Futsal: A Taça esteve perto de trazer uma surpresa





A Taça de Portugal esteve muito perto de trazer uma surpresa para o Rio Ave FC. A equipa sénior de futsal precisou de recorrer ao prolongamento — e posteriormente às grandes penalidades — para ultrapassar o Macedense, na 4.ª eliminatória da prova.

No final do tempo regulamentar, o marcador assinalava um empate a quatro golos, resultado que obrigou recorrer às grande penalidades. 

Do lado do Rio Ave ninguém falhou sendo que da equipa adversária houve um jogador a falhar uma grande penalidade.

Nota ainda para a ausência de Rúben Góis, que não foi utilizado, e para a estreia de Kayque, que somou os primeiros minutos.

14.2.26

Alexandrina Cruz é ou não administradora executiva da SAD?

 Segundo o site (informação divulgada Rio Ave SAD em outubro de 2025) sim:

Segundo a informação publicada na última sexta-feira no Portal do Ministério da Justiça, não (quatro meses depois).

Das duas, uma:

- ou tudo não passa de uma gralha, que deve ser corrigida (curiosamente a notícia do site fala apenas em presidente da SAD, mas é bom lembrar que o saudoso Boaz era presidente e administrador executivo na pagina do MJ) 

- ou, não sendo administradora-executiva (como sempre escrevi) o problema das (reais e hipotéticas) incompatibilidades não é, para mim, tão relevante, porque as decisões são realmente tomadas por Lina/Rabuanno e, nesse caso, a presidente da SAD será uma figura mais simbólica, por não ter poder executivo.

(Em qualquer caso, fica o meu desabafo, nem nas coisas mais pequenas, como a parte burocrática, esta SAD não acerta uma...)

 

PS- Curiosidade: Boaz deixou de ser presidente da SAD em agosto de 2025! 

A continuidade de Sotiris: mau para todos

Na Grécia dizem-me que Sotiris poderá ficar até final da época. 

A ser verdade a sua continuidade, isso seriam péssimas noticias, sobretudo para o que falta do campeonato e pela luta pela manutenção. Era óbvio que a equipa não estava a corresponder ao que o treinador pedia (o que quer que fosse, tal o número de pedidos de desculpa), situação que se agravou nas últimas jornadas com 4 derrotas. 12 golos sofridos e zero marcados.

A chicotada psicológica, aqui, seria um abanão na cabeça dos jogadores, uma motivação extra e a possibilidade de um novo treinador trazer novas ideias. Mesmo com a partida de André Luiz e de Clayton (e as lesões de Aguilera e de Miszta), acredito que o Rio Ave tem melhor plantel do que Alverca, Amadora, Tondela ou mesmo Santa Clara (além do AFS) e que a descida não é uma fatalidade.

Mas a continuidade de Sotiris, sabendo-se que o Rio Ave o dispensou e só o mantém por falta de alternativas, é má para todos. Até para ele (embora se perceba o ascendente que Marinakis tem). E o que estarão a pensar os jogadores? Já entre os adeptos a descrença é cada vez maior.

Vou reproduzir o que disse ao meu amigo grego: não acredito! Marinakis é um péssimos gestor dos seus multiclubes (pelo menos NF e Rio Ave), mas não vai querer ser ele a contribuir para prejudicar ainda mais esses clubes...

 


PS - também me garantem que é opinião generalizada entre os responsáveis do Olympiakos que Sotiris terá chumbado o teste que era a experiência de liderar o Rio Ave. 

 

13.2.26

Futsal: Rio Ave volta a competir 1 mês depois



A equipa sénior de futsal do Rio Ave FC regressa este fim de semana à competição, cerca de um mês depois do último jogo oficial, realizado frente ao Arsenal da Maia, a contar para a Taça da Liga, encontro no qual saímos vitoriosos.

O regresso faz-se agora na Taça de Portugal, com a disputa da 4.ª eliminatória, frente ao Macedense, formação que milita atualmente na Terceira Divisão e ocupa o 4.º lugar do respetivo campeonato.

Face à diferença de escalões, o favoritismo recai naturalmente sobre o Rio Ave, que entra em campo com a responsabilidade de confirmar esse estatuto e garantir a passagem à próxima fase da prova rainha do futsal nacional.

Depois de um período prolongado sem jogos oficiais, será também um bom teste para perceber o estado da equipa e a forma como o grupo reage ao regresso à competição.

12.2.26

Sotiris: Quatro dias de silêncio





Devemos ser um caso único no futebol nacional. Pelo menos nos últimos anos, não me recordo de nada semelhante.

Desde o início da semana que vários meios de comunicação social garantem que Sotiris já não é o treinador do Rio Ave e que a SAD se encontra ativamente à procura de um novo técnico. Não se trata de um rumor isolado ou de uma notícia lançada num dia e esquecida no seguinte. São quatro dias consecutivos de notícias no mesmo sentido.

E, perante isto, a SAD… silêncio absoluto.

É legítimo perguntar:
Saiu ou não saiu Sotiris?
Se não saiu, porque razão a SAD não veio a público desmentir de forma clara e objetiva?
Que SAD profissional permite que, durante vários dias, se noticie a demissão do seu treinador sem qualquer reação oficial?
Se saiu, deve-o comunicar. Se não sair, tem de vir a terreiro desmentir.

Esta ausência de comunicação não é apenas estranha. É reveladora.

A leitura que faço — e dificilmente se encontra outra mais lógica — é simples e dura: Sotiris já foi despedido, mas foi-lhe pedido que “aguentasse o barco” até ser encontrado um substituto. Um treinador em gestão, um banco técnico a prazo, um líder sem futuro definido.

Do lado da SAD, tudo indica que o plano não está a correr como esperado. As recusas sucedem-se, os nomes caem, e o tempo passa. E enquanto isso acontece, o clube deixa-se afundar numa nebulosa comunicacional que só aumenta a instabilidade interna e externa.

Desconfio que teremos Sotiris no banco na próxima segunda-feira, frente ao Moreirense. E, quem sabe, em caso de vitória, talvez ainda o arrastem até ao Dragão, numa lógica de sobrevivência semanal, jogo a jogo, resultado a resultado. (apenas desconfiança, sem qualquer tipo de fonte, mas uma possibilidade credível).

Tudo isto expõe uma realidade inquietante: não há liderança clara, não há estratégia assumida e não há coragem para comunicar. Num momento delicado da época, a SAD opta por deixar correr, por fingir que não se passa nada, enquanto toda a gente fala do mesmo.

No futebol, o silêncio raramente é neutro.
Neste caso, soa cada vez mais a confirmação.

E vão quatro: Sub-23 do Rio Ave continuam em alta

 



A equipa de sub-23 do Rio Ave conquistou a quarta vitória consecutiva, desta vez frente ao Estrela da Amadora, por 2-1, confirmando o bom momento que atravessa no campeonato.

Mamadou Sawané voltou a estar em destaque e continua numa fase goleadora, ao apontar o primeiro golo da equipa, mantendo a sua sequência de jogos a marcar.

Com este triunfo, o Rio Ave sobe, à condição, ao primeiro lugar da tabela classificativa (Rio Ave tem mais dois jogos realizados do que o Estoril).






11.2.26

Atualização sobre o processo do novo treinador do Rio Ave




O Rio Ave está à procura de treinador para substituir Sotiris. 

Até ao momento, a SAD já fez três abordagens.

Primeiro, Vasco Matos.
A resposta foi clara: rejeitou.

Depois, Luís Nascimento.
O desfecho repetiu-se: rejeitou.

Agora, o foco virou-se para João Pereira, ex-treinador do Casa Pia. 
João Pereira está a pensar. A ponderar riscos. A medir o passo antes de avançar. 

Enquanto isso, Sotiris mantém-se no comando. 
Sotiris continua a comandar a equipa, sabendo que o cargo que já não é verdadeiramente seu.

Todo este processo está a ser conduzido pela estrutura grega. É ela que decide, que escolhe, que aborda.