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9.3.20

O regresso de Jaime

Esta tem sido uma época para esquecer de Jaime nos sub23.
Problemas físicos tiraram-no das convocatórias e, quando reapareceu, voltou a sair.
Basta ver que, dos últimos 8 jogos que fez, em nenhum esteve no onze inicial (desde setembro que não é titular!).
Consequência disso, também não tem marcado golos...
... até que no passado sábado, em Alcochete, fez dois dos três que deram a vitória ao Rio Ave e ainda assistiu o terceiro.
Temos Jaime em grande forma para o final do campeonato de sub23?

Atenção que o Sporting não tem equipa B, pelo que os sub23 são - tal como acontece connosco - a sua segunda equipa.
(foto: Facebook Rio Ave FC)

(De acordo com o Transfermarket, Jaime tem mais uma época de contrato com o Rio Ave. Em setembro faz 23 anos.  Espero duas coisas: que não tenha mais problemas físicos e que jogue com mais regularidade. Pelo que se tem visto,. dificilmente chegará à equipa principal do Rio Ave, mas o que Jaime precisa é de sair e mostrar o seu valor)

3.3.20

(sub23 2-2 na Luz) Carlos Alves e... Bruninho

Já foi há alguns dias, mas vale a pena referir o empate conseguido pela equipa sub23 no Seixal, frente ao Benfica.
Mais dois de Bruninho (o primeiro, com grande classe, e o segundo pleno de oportunidade, à ponta de lança) e um punhado de boas defesas de Carlos Alves garantiram a igualdade.
(resumo do jogo aqui)
(foto: Facebook Rio Ave FC)

Já são 13 golos marcados por Bruninho.
Suficientes para lhe garantir um lugar na pré-época?
É jogador com contrato com o Rio Ave?
(foto: Facebook Rio Ave FC)

22.2.20

(sub23, 3-1 ao Braga) Show de Bruninho

1ª jornada da fase final, vitória por 3-1 ao Braga.
O jogo foi quase sempre dominado pelo Rio Ave, que fez uma primeira parte demolidora.
Destaque para Bruninho: fez dois golos, à ponta de lança, e é ele quem remata de fora da área (a sua grande valia) para defesa do guarda-redes adversário no primeiro golo de Costinha.
Acredito que a Direção esteja atenta a este jogador para lhe proporcionar condições de aparecer na primeira equipa na próxima época.
Se o destaque é, justamente, Bruninho, quero aqui referir o golo de Costinha. Porque, mais uma vez, Costinha surge a marcar na pequena área adversária.
Não há muitos defesas direitos no futebol português com esta capacidade!

23.1.20

Sub23: Pedro Cunha é 'aquela máquina'

Contra tudo (os jogadores sabem que é quase impossível chegarem à primeira equipa) e contra todos (por exemplo, aqueles que na bancada pediam a demissão de Pedro Cunha), a equipa de sub23 está outra vez a fazer um grande campeonato.
Nesta altura está em segundo lugar à frente da segunda equipa do Sporting e apenas atrás da terceira equipa do Benfica.
Pedro Cunha consegue bons resultados época após época, em qualquer circunstância! 

PS - A equipa tem uma base, mas o treinador procede muitas vezes a rotação. Um jogador que tem sido aposta frequente, com apenas 19 anos, é o central Luca, a completar a quarta época em Vila do Conde.

6.12.19

Sub23: os melhores marcadores

Realizados 18 jogos, eis a lista:

1º Bruninho: 8 golos (1220 minutos, média 0.44)
2º Manuel Namora: 5 golos  (515 minutos, média 0.56)
3º Vitó: 3 golos (807 minutos, média 0,30)
3º Schutte: 3 golos (1144 minutos, média 0.20)

Carvalhal tem estes números?
(foto: Facebook Rio Ave FC)


25.11.19

Carvalhal: "Estamos de olho nos miúdos"

(foto: Facebook Rio Ave FC)

Carvalhal, no final do jogo, sobre as entradas de Leandro e Vitó no jogo de ontem:

«Estiveram os dois muito bem. Chamámos vários jogadores da equipa B [sub23] para os particulares que fizemos. Estamos de olho nos miúdos. O Vitó já está integrado, é um jogador experiente e subiu um degrau na hierarquia dos médios face à função do Jambor. O Leo aproveitou o facto de o Joca, o Diego e o Nuno estarem condicionados. Estreou-se por mérito dele e pela forma como tem treinado. Queria destacar o Schutte que esteve muito bem no passado fim de semana. Apesar da tarefa não ser fácil, estamos atentos. Está perto da equipa principal. Os jovens devem ter oportunidades se tiverem valor e se trabalharem para as merecer.»
(foto: Facebook Rio Ave FC)

[o meu comentário: há várias coisas que Carvalhal diz - e outras que não diz - que são importantes. Por um lado parece garantir um lugar a Vitó, como primeira opção (ou seja, não virá um '8'). Por outro destacou Schutte, que está perto da equipa principal, e não Manuel Namora. Finalmente, jogou Leandro e Furtado ficou no banco, o que mostra uma preferência. Sobre a frase 'os jovens devem ter oportunidades se tiverem valor e se trabalharem para as merecer', é óbvio que sim, mas isso tem de aplicar-se a todos os jogadores e não apenas aos jovens... da formação]

17.11.19

Um sábado com dois jogos

CC pôs a equipa a mexer com dois jogos ontem.
Um empate (1-1, com um dos últimos classificados da 2ª liga, a Oliveirense) e uma derrota em Paços de Ferreira (2-1) marcam a jornada dupla.
Pelos vistos, em ambos os jogos o Rio Ave apresentou-se com um misto de jogadores dos sub23 mais os do plantel principal.
Sem saber exatamente quem jogou é mais difícil fazer deduções, mas não foram resultados animadores (o empate com a Oliveirense resulta de um autogolo deles), até porque fica a ideia de que jogaram todos, menos os indisponíveis (lesão e seleção).
(através das fotos publicadas no Facebook ficamos a saber que Kieszek, Mané, Borevkovic, Pedro Amaral, Diogo Gonçalves, Schutte e Bruninho jogaram de manhã e que Paulo Vítor, Monte, Matheus, Filipe Augusto, Bruno Moreira, Leandro e Furtado [mais Schutte, que marcou] jogaram de tarde]
(Schutte em destaque; foto: Facebook Rio Ave FC)

Ficamos ainda a saber, via site, que Nuno Santos, Costinha, Nikola Jambor e Nadjack estão entregues ao departamento médico,

15.11.19

Jogadores dos sub23 a ter debaixo de olho

Com 13 jogos realizados esta época, é possível ter uma primeira ideia dos jogadores mais em evidência, sobretudo dos novos (e faço-o porque vi mais de metade desses jogos).
Na baliza não há alterações, Carlos Alves tem feito todos os jogos.
Na defesa, Pedro Cunha apresentou duas alterações: Luca (18 anos), a central, e Gabi (19) a lateral esquerdo.
O meio campo anda muito à volta de Vitó, Diogo Teixeira e um terceiro homem (mais recuado), que pode ser Nuno Silva ou Ruben Gonçalves, ambos com 20 anos, mas todos eles já conhecidos.

Na frente há três novidades: Chico (19 anos), Bruninho (21) e Manuel Namora (também 21).

Destes 7 nomes, dois estão (nesta altura) no topo da minha lista: Gabi e Bruninho (o melhor marcador da equipa).

29.10.19

(sub23, vitória 0-1 em Guimarães). Dez golos falhados...

O leitor, se não viu o jogo, ficará na dúvida, mas a verdade é que o Rio Ave falhou tantos golos que, pessoalmente, perdi a conta.
Só Schutte mandou três bolas aos ferros!
Mérito também do guarda-redes adversário, que fez algumas boas defesas, tal como, aliás, Carlos Alves, por duas ou três vezes na primeira parte.
Junio e Joca (além de Vitó) estiveram no onze. Joca não fez a diferença, Junio cumpriu bem a função quer a defender quer a atacar e foi dos melhores.
Diogo Teixeira entrou e marcou.
(o que se passa com Damien Furtado que, nos 20 minutos que esteve em campo, não acertou uma?)
PS - Rio Ave muito melhor do que o Guimarães mas é preciso ver que o adversário, tendo equipa B, faz desta a equipa de evolução depois dos sub19. Já a nossa equipa é um misto de pós-sub19, equipa B e até equipa principal.

25.10.19

(sub23: Rio Ave ,1 - Leixões, 1)

Só vi a última metade da segunda parte; falo por isso do que vi:
1) O Rio Ave fez mais do que suficiente para ganhar, perante uma equipa satisfeita com o empate e que na parte final raramente apareceu no ataque;
2) Apesar disso, há alguma falta de intensidade no futebol Rioavista; há vontade mas as pernas nem sempre respondem com aquela garra que caracteriza as equipas de Pedro Cunha;
3) Nuno Namora jogou a central e deu conta do recado.
(os manos jogaram juntos, há muito que não os via)

20.10.19

O difícil trabalho de Pedro Cunha

Basta estar na bancada para perceber que para muitos adeptos Pedro Cunha não está no top da popularidade.
Respeito, mas, sinceramente, não percebo.
E tenho dificuldades em aceitar.
Não quero falar do passado, porque há milhares de treinadores que saíram dos seus clubes depois de terem feito coisas brilhantes (basta um mau início de época...), falo por isso do presente.
Tenho para mim que esta é a época mais difícil de sempre desde que Pedro Cunha é nosso treinador, mais difícil ainda do que liderar a equipa na distrital da AFPorto (onde se sabia que não podiamos subir de divisão).
O problema da equipa, como se viu mais uma vez na primeira parte do último jogo, não é de falta de qualidade no plantel mas provavelmente de falta de 'ambição' dos jogadores.
Quantos acreditam que podem chegar realmente à primeira equipa do Rio Ave?
Ainda mais significativo, depois do que aconteceu este verão com as não-saídas de Jaime, Tiago Pinto, Schutte, Leandro, entre outros: quantos acreditam realmente que podem vir a fazer uma carreira profissional [ou seja, falo de crise de autoconfiança de vários jogadores]?
Um exemplo: Carlos Alves foi considerado o segundo melhor guarda-redes da Liga Revelação e (a menos que me escape alguma coisa) não arranjou um clube da segunda liga ou do Campeonato de Portugal, ele que tanto precisa de jogar com regularidade a outro nível (podia falar de outros, como Tiago André).
É contra tudo isto que Pedro Cunha tem todos os dias que lutar.
Contrariar o 'destino' e puxar pelos miúdos, fazê-los sonhar que é sempre possível e que depende muito deles.
Não vejo outro treinador que pudesse fazer melhor neste contexto difícil. E, com tudo isto, o Rio Ave é quarto classificado, embora a 12 pontos do primeiro.
(foto: Facebook Rio Ave FC)


18.10.19

Liga Revelação: Rio Ave vence 2-1 o Portimonense

Uma vitória muito sofrida, conseguida já no final dos descontos (Leandro falhou uma grande penalidade mas Hugo Pinho emendou para o fundo da baliza), mas que premeia o querer da equipa, sobretudo na segunda parte.
O Portimonense é uma boa equipa, com elementos de valor, e vendeu cara a derrota.
A vitória caiu para o lado de quem mais a procurou.

A primeira parte foi muito dividida e o adversário mostrou-se mais atrevido e assertivo.
O nosso meio campo esteve desinspirado (Diogo Teixeira claramente uns furos abaixo do que pode e sabe) e não é por acaso que Pedro Cunha mudou os três titulares em quatro substituições.
Na primeira parte apenas Bruninho criava perigo, mas acabou por ser o primeiro a sair (deixando em campo Furtado, por exemplo).
Na segunda parte, houve mais garra e isso fez a diferença.
Melhor em campo: Tiago André (não é o mesmo Tiago André da época passada, mas se a equipa tivesse, vá lá, metade da sua garra seriamos sempre mais fortes)

23.9.19

(sub23) Apenas duas vitórias em sete jogos

É indisfarçável que a a nossa equipa de sub23 está mais frágil do que há um ano.
Apenas duas vitórias em sete jogos é manifestamente menos do que se poderia esperar e - acrescento - para o valor indiviual da equipa.
Há (pelo menos) duas razões para explicar o que está a acontecer:
- a qualidade da equipa;
- a ambição dos jogadores;

A equipa perdeu alguns jogadores mas não me parece que esteja globalmente mais fraca. Já o disse, há uma lacuna na posição 6 (Martim não foi substituído) mas o ataque recebeu Namora e ficou mais forte. Na defesa, pouco mudou, embora Tiago André tenha deixado de ser opção no onze (tem estado no banco), ainda que o seu substituto seja bom jogador e possa vir a atingir o nível de Tiago.
Ou seja, pela equipa não se justifica esta 'quebra';

Resta a questão mental.
Na época passada havia a ilusão, na cabeça dos jogadores, de que poderiam chegar à primeira equipa ou sair. Mas quase ninguém saiu e continuam todos. Chegar à primeira equipa do Rio Ave é missão quase impossível e, pelas mais variadas razões, jogadores talentosos como Tiago André, Leandro ou Jaime não conseguiram encontrar clube no Campeonato de Portugal. Por outro lado, há três jogadores na equipa principal, mas (ainda») não são opção.
Estará isto a bloquear a equipa? A perda do campeonato e da Taça da Liga deixou ficar marcas?
A verdade é que, como se viu frente ao Aves, temos mais qualidade mas menos 'atitude' (menos agressivos, menos rápidos, menos intensos).

PS - na bancada e nas redes sociais ouve-se pela primeira vez contestação ao treinador. Para mim, até prova em contrário, é menos 'culpado'. Pedro Cunha já mostrou 20 vezes que é um excelente treinador.
(Luca tem sido titular no eixo da defesa, ao lado de Filipe Almeida)

20.9.19

(sub23, derrota 1-2 com o Aves). É como o Real Madrid...

O Aves deu hoje uma lição ao Rio Ave!
Nós, uma equipa cheia de estrelas, jogámos mal e não soubemos contrariar a garra e o querer dos jogadores do Aves, claramente menos habilitados tecnicamente (com uma ou duas exceções).
Falta entusiasmo a estes jogadores, que - em muitas partes do jogo - pareciam alimentados a gasóleo.
Há muitas estrelas, mas pouco futebol.

Mas o problema não é só 'mental'.
Num plantel tão rico parece não haver um '6' que dinamize o meio campo (e é uma posição cada vez mais importante).
Hoje foi Vitó a fazer esse lugar, claramente desajustado.
Mais: basicamente o Rio Ave jogou em 4-2-4, apenas com Vitó e Teixeira no meio campo, elementos facilmente anuláveis pelo compacto e agressivo meio campo do Aves.
Em contrapartida não faltavam atacantes (Namora, Schute, Jaime e Leandro, mais Graça, Damien e Bruninho, suplentes) mas só quando a equipa jogava pelas laterais é que criava perigo. Gabi, o defesa esquerdo, o melhor em campo.


PS - Diogo Figueiras foi titular. Surpresa. Se tem jogado pelos sub23, para ganhar ritmo, até chegar à equipa principal compreendia-se; Passar de titular para os sub23 é menos normal. Pareceu-me que jogador está sem confiança.

1.9.19

(sub23, 2-0 ao Setúbal) Bruninho marcou e o Rio Ave ganhou

Primeira parte muito fraca da nossa equipa; jogar contra o vento não explica tudo. O Setúbel criou mais perigo e nós andámos 'longe' do jogo. O Rio Ave apresentou-se com 3 elementos da equipa principal (Joca juntou-se a Vitó e a Costinha) e esperava-se muito mais
Segunda parte muito diferente: muitos ataques, muito perigo, apenas dois golos.
Bruninho marcou o primeiro - e que golo! (depoiis lesionou-se e saiu).

Jaime marcou o segundo, perto dos 90.



30.8.19

sub23: 3º jogo fora, 3º empate (0-0 com a Académica)

Três jogos fora seguidos. Três empates.
Parece que a equipa está menos forte do que no ano passado.
Em Coimbra Pedro Cunha fez alinhar Carlos Alves, João Pedro, Luca, Bianchi e Gabi; Rúben Gonçalves, Diogo Teixeira (c), Damien, Ricardinho, Bruninho e Francisco.
Jogaram ainda: Filipe Almeida, Tiago André, Pedro Graça, Leandro e Jaime.

Uma equipa claramente ofensiva, mas que não marcou qualquer golo.
Tiago André continua a não ser uma opção clara - o míster está a contar que Tiago saia para outro clube?

PS - O Rio Ave inscreveu, até agora, seis jogadores dos sub23 na Liga de Clubes (não estou a conta com Carlos Alves, Vitó e Costinha): Tiago André, Diogo Teixeira, Leandro, Schute, Furtado e Jaime.
Quem falta? Bruninho! Nunca se sabe se não viremos a precisar dele. No site oficial do Rio Ave só estão, nesta altura, os 24 que fazem parte do plantel.

27.8.19

Sobre o 3º jogo dos sub23 (empate 1-1 com o Cova da Piedade)

No passado sábado o Rio Ave foi a Almada defrontar os sub23 do Cova da Piedade.
Numa equipa em quer Costinha e Vitó voltaram a ser titulares (tal como Carlos Alves), regista-se o regresso de três jogadores: Tiago André (titular), Leandro e Damien Furtado, suplentes, após lesões.
Nota também para estreia de um jovem da formação em quem, pessoalmente, aposto bastante, o avançadoVítor Francisco (Chico), além de uma outra estreia, a do central Luca..
No final, 1-1. Bruninho não marcou (jogou 82 minutos) e o Rio Ave não ganhou. Marcou o suplente Ricardinho.

PS - Por falar em sub23,  Tiago André regressou, Damien regressou, Leandro regressou. Só falta Kelechi. Ao que percebi, deixou o Rio Ave porque, imagino, era preciso fazer a opção de compra e pediam muito dinheiro (trata-se de um central com potencial, mas não muito melhor do que aqueles que lá estão).

21.8.19

Ainda o empate dos sub23 no Estoril

2 golos de livre direto de Bruninho.
2 frangos (um deles monumental) de Carlos Alves.


(Carvalhal está atento?)

20.8.19

Bruninho - o homem em destaque (ATUAL)

Já se percebeu que a equipa sub23 mantém a estrutura do ano passado.
Pelo menos enquanto não se encontrar colocação para Carlos Alves, Tiago André (esteve no banco, mas não foik utilizado), Jaime e Furtado (a recuperar de lesão). E enquanto Costinha e Vitó não forem opção na equipa principal.
Aqui estão 4 dos titulares de quinta-feira.
Juntem-se os dois centrais (Bianchi e Filipe Almeida), mais Diogo Teixeira e Schute e já temos 8 jogadores que transitam.
As três novidades são o defesa-esquerdo brasileiro Gabi (a cumprir a terceira época em Vila do Conde, depois de passagens por Atlético de Madrid, Benfica e Sporting, entre outros), o médio vilacondense (fez toda a formação de caravela ao peito, desde os 13 anos) Pedro Graça e o reforço Bruninho - o melhor em campo.
Bruno Lopes tem 21 anos e um percurso longo. Já jogou nas equipas principais do Gil Vicente ou Merelinense.
Parece ter sido uma boa contratação.
(Atualizo: marcou os dois golos no Estoril , 2 - Rio Ave , 2)
(gostava de apresentar uma foto do jogador com a nossa camisola mas infelizmente não foi possível)

15.8.19

Sub23: vitória 1-0 frente ao Benfica

Jogo positivo da nossa equipa, embora se note que falta (naturalmente) entrosamento.
Rio Ave apresentou-se com três novidades no onze  (Gabi, a defesa esquerdo, Pedro Graça a médio avançado e Bruninho a extremo) e foram precisamente dois desses jogadores a dar nas vistas: Bruninho, o melhor em campo, e Gabi.
Outra novidade, mas apenas tática, Diogo Teixeira foi o trinco, no lugar de Martim.
De resto tivemos a equipa do ano passado, com Vitó a titular (jogou 45 minutos), tal como Carlos ALves, Costinha, Bianchi, Filipe Almeida, Jaime e Schutte (algumas exibições descoloridas, com destaque para os dois avançados, complicativos).
O Rio Ave foi mais perigoso, foi mais lutador e mereceu a vitória.
(foto: Facebook Rio Ave FC)

PS - 11 horas, o jogo prestes a começar: na porta destinada aos sócios e adeptos do Rio Ave (a maioria) está apenas um segurança e uma fila de 30 ou 40 pessoas. Na outra porta, dos adeptos visitantes, estão dois ou três seguranças e nenhum adepto para entrar. Amadorismo.