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17.8.13

Balanço da pré-época (VI e final): os resultados

Acabamos como começámos, mas agora comparando os nossos resultados com os de todos:
(do Record da passada terça-feira)

Vale o que vale - e não vale muito - mas mais vale ganhar do que...

Acabado o balanço da pré-época, amanhã rola a bola a sério

16.8.13

Balanço da pré-época (V): o pior

Eu tinha muitas expetativas de que alguns dos jogadores da equipa junior fossem promovidos ao plantel principal.
Eram esses, aliás, os sinais, dados em janeiro, com o anúncio de contratos profissionais para Rúben, Kiki e Zé Diogo [Rafa Miranda e Diogo Neiva ainda tinham idade de juvenis]. Mas também Daniel poderia ter essa oportunidade.
Afinal, não só nenhum destes quatro ficou como não ficou ninguém.
Penso que não será fácil explicar como é que da equipa que ficou em quarto lugar no campeonato nacional de juniores (a melhor equipa de sempre, portanto), nenhum jogador se aproveitou para o plantel principal.
Se isso não aconteceu nestas circunstâncias, acontecerá quando?
Aliás, como é que se pode motivar os miúdos a jogar no Rio Ave se eles vêem que o mais longe que irão é para o Gondomar?
Alguma coisa, aqui, não está bem.
Nuno argumentará que os miúdos em causa não têm qualidade suficiente?
E o que diz o Rio Ave?
Eu limito-me a ficar triste que assim tenha sido, até porque via muita qualidade nos três médios (Daniel, Kiki e Ruben, os três nesta altura sem qualquer ligação ao Rio Ave).


15.8.13

Balanço da pré-época (IV): os reforços

Wakaso é aquele que se impôs mais rapidamente, até porque foi o primeiro a chegar.
Dos novos (ou seja, daqueles que não estavam cá na época passada), Salin chegou tarde mas será certamente o guarda-redes principal.
Os restantes nove poderão ser os mesmos do ano passado.
A maior dúvida é se na extrema-esquerda jogará Braga ou Ronny, já que Ukra e Hassan são inquestionáveis.
Agora a maior desilusão: em coerência com o que se sempre escrevi, a maior lacuna do plantel não parece ter sido preenchida como devia. Nuno tem apostado muito em Diego Lopes como médio mais avançado (e a aposta na contratação do jogador é coerente com essa ideia), mas eu gostava de ver alguém com outras capacidades naquele local tão importante. Será Luís Gustavo? Até agora parece-me que não foi, mas há muito tempo pela frente...
Ou será que Diego vai explodir e mostrar que Nuno, afinal, tinha razão?

14.8.13

Balanço da pré-época (III): uns mais titulares do que...

Sete jogos... e nove jogadores estiveram nos sete: Lionn, Vilas Boas, Wakaso, Tarantini, Diego Lopes, Del Valle, Hassan, Braga e Renato Santos.
Marcelo, Ederson, Ângelo Meneses  e Rafael  Miranda fizeram seis. O caso de Rafa é interessante, porque jogará nos juniores e não faz parte do plantel senior.
Mais alguns números: Luís Gustavo, Nuno Lopes, Rodriguez fizeram cinco; Sandro Lima, Salin, Edimar, Ukra e Ronny, juntamente com Tiago Pinto, fizeram três;
Pelas minhas contas, Wakaso terá sido o que jogou mais minutos, seguido do nosso Rei Tarantini.

13.8.13

Balanço da pré-epoca (II): 34 jogadores

Foi uma pré-época marcada por lesões, que em certos momentos afetaram o comportamento da equipa, e por isso Nuno teve de fazer muitas contas.
No total, usou 34 jogadores nos sete jogos!
Sete desses 34 jogadores só fizeram um jogo: Tiago Bizarro, Alfaiate, Daniel, Emeka, Miguel Cardoso, Silvério e Murillo. Tanto quando se percebe, apenas Alfaiate ficará (a colaborar com a equipa principal).
Curiosidade final: Valkenedy, que acabou por não ficar no plantel, fez três jogos, jogando cerca de 100 minutos.

12.8.13

Balanço da pré-época (I): sete jogos, algumas vitórias

Formalmente foram quatro vitórias, mas duas (contra a seleção concelhia e contra o Varzim nas grandes penalidades) não «contam»...
Vitórias a sério: contra o Newcastle e contra o Deportivo.
No total, quatro vitórias, duas derrotas (Gil Vicente e Académica, nossos adversários no campeonato) e um empate, em Ribeirão.
A verdade é que não conseguimos ganhar ao Varzim (nos 90 minutos) e ao Ribeirão, do CNS, e a dois adversários diretos.
Se tirarmos o primeiro jogo e - mais uma vez - o do Newcastle, marcámos apenas dois golos nos últimos cinco jogos e sofremos três.
O balanço não me parece entusiasmante, mas é uma questão de vermos o copo meio cheio ou meio vazio: contra o Newcastle estivemos muito bem, contra o Deportivo também houve bons sinais.