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26.4.17

Paciência sem medo da pressão

7º?
"Temos de chegar à Liga Europa", diz Gonçalo Paciência.

24.4.17

Jogadores com 'medo' da pressão?

Penso que já percebi a opção de Luís Castro, relativamente às ambições classificativas da equipa: para dentro há um discurso, para fora outro. No balneário, a equipa quer o 6º e o míster tem isso acertado com o plantel, mas para fora é menos claro e ambicioso.
Porquê?
O míster terá medo que a pressão prejudique o rendimento dos jogadores. E, assim, estará a aliviar a pressão (" Mas a equipa tem de estar tranquila porque a pressão limita").
(foto: Facebook Rio Ave FC/Agostinho Santos)

Duas notas:
- há vários jovens na equipa (Rafa, Krovi e Gil Dias), mas a maior parte são jogadores experientes; não saberiam lidar com a pressão?
- grande exibição frente ao Arouca, mas, olhando para trás, não me parece que a opção de Luís Castro tenha resultado.

11.4.17

Os cinco pontos para o Marítimo

O Marítimo até final tem de jogar com o Benfica (já na próxima jornada) e o FC Porto; nós com o Benfica [jornada 32: Rio Ave -Benfica e Marítimo-FC Porto!].
Teoricamente temos um final de campeonato mais acessível (Tondela, Arouca, Nacional, Benfica, Chaves e fechamos em casa frente ao Belenenses) do que os madeirenses (Benfica, Belenenses, Feirense, FC Porto, Estoril e fecham em Paços).
Mas, depois do nosso empate de domingo, cinco pontos já dão para eles perderem um jogo e confinuarem à nossa frente.
É possível o sexto lugar? Claro que sim, mas ficou mais difícil.

Porque falhou a equipa num momento tão decisivo, frente a uma equipa com pouca ambição? Luís Castro também parece não ter explicação ("não tivemos a qualidade de jogo que costumamos ter, o que não foi normal. Queríamos um jogo fluído, mas nunca atingimos uma velocidade que nos levasse a criar mais oportunidades, sobretudo no primeiro tempo. A vontade existiu, mas o discernimento não."). Será que os jogadores já não acreditam?
(foto: Record)

2.4.17

O meu engano, no rescaldo da vitória no Bessa

Escrevi, na véspera, que o Rio Ave iria vencer no Bessa e que - com sete jogos para disputar - Luís Castro iria afinar o objetivo até final do campeonato: dos oito primeiros para os seis primeiros.
Enganei-me.
"Os três pontos neste momento eram importantes para nós consolidarmos aquilo que é o nosso objetivo. Estamos muitas equipas muito juntas a partir do décimo lugar e queremos atingir o objetivo que traçamos no dia em que cheguei e foi mais um passo rumo a esse objetivo."
(foto: Record)

PS - "Boavista sem sorte tropeça em casa"??? A mesma notícia diz no final: "o Rio Ave resistiu à pressão final do Boavista e acabou por ficar com os três pontos, graças à superior qualidade individual dos seus jogadores e a um maior volume de jogo ofensivo, que, aliás, forçou Vagner a um trabalho muito mais aturado que aquele que Cássio teve"


31.3.17

O (verdadeiro) jogo do ano...

Gostaria de estar a escrever nesta altura sobre o jogo do ano, o Boavista-Rio Ave.
Mas para que o pudesse considerar assim, um jogo como este deveria ser assumido internamente como uma final.
No entanto, quem luta pelos 8 primeiros e está em 7º poderá não sentir este jogo tão decisivo.
Espero estar enganado.

PS - o Rio Ave vai vencer no Bessa e no final Luís Castro vai colocar a fasquia nos cinco primeiros!

25.3.17

Assumir o 6º ou o 8º lugar - mais uma opinião

Duarte Leite Sá no Terras do Ave desta semana:

19.3.17

Assumir ou não a luta pela Europa

Luis Castro diz que até poderá realinhar os objetivos definidos, mas que é cedo para fazê-lo. Estamos em 7º e falamos em ficar nos 8 primeiros.

Por coincidência, o nosso adversário de logo, que está em 5º nesta altura, assume a luta pelo 4º lugar.
(O Jogo de ontem)


15.3.17

Assumir a luta pela Europa?

Luís Castro não assume, pelo menos diretamente.
Diz que o objetivo desde o princípio é o oitavo.
No final do jogo com o Moreirense disse mesmo "não vou aceitar a pressão da possibilidade da Europa, já que o objetivo definido foi ficar nos oito primeiros".
O míster é que sabe, mas eu acho mal.
E fiquei mais satisfeito quando admitiu essa possibilidade.

PS - os jogadores, pelos vistos, atiram para os seis primeiros lugares, como me parece que faz mais sentido.

22.2.17

O 6º lugar ainda é possível?

Bruno Teles diz que sim: "Estamos na décima posição agora. Queremos chegar entre os seis para jogarmos uma competição europeia ano que vem. Nos últimos jogos não fomos tão bem quanto a resultados, mas atuamos com qualidade e perdemos pois jogamos com dois grandes, fora de casa, como Porto e Sporting. Mas nossa equipe tem condição de chegar a esta meta".
(é muito importante os jogadores acreditarem, como é óbvio - tão importante como ganhar ao Paços no sábado!)

2.1.17

Dia de ler os jornais... (ATUALI.)

Duas entrevistas no mesmo dia, com chamada à primeira página:
- Em A Bola, Luis Castro diz que foi ele que pediu um contrato curto;
- Em O Jogo, ASC fala sobre as implicações dos contratos televisivos nos orçamentos das equipas "que vão subir".

Vamos ler e depois comentar...

ATUALizado:
- Luis Castro já fala nos seis primeiros e mesmo no 5º lugar! (e bem!)

2.9.16

(da entrevista de ASC na Linear - 4) Plantel com 30

ASC lembrou que há três jogadores lesionados (Leandrinho é uma carta fora do baralho, nesta altura), reconhecendo que 26 "seria o ideal".
Mas Filipe Augusto estará de volta daqui a um mês.
Quanto aos três jovens da formação (Vitó, Jaime e Tiago André), a ideia é que eles tenham a sua oportunidade nos próximos meses, mas se isso não acontecer em janeiro poderão sair.

Plantel com menos qualidade do que na época passada?
O Presidente disse que não e explicou setor a setor. Apenas na defesa poderá haver um défice face a Edimar. Pede por isso "a compreensão dos adeptos" e "um pouco de paciência", certo de que - ao nível das exibições - "melhores dias virão".

(um comentário pessoal: se o Presidente considera que o plantel tem, pelo menos, a mesma qualidade da época passada, podemos exigir à equipa que lute por uma classificação igual, sem desculpas).

PS - a entrevista repete hoje depois das 18h

9.7.16

Da festa de apresentação de ontem

Genericamente foi uma boa sessão, na linha do que Marco Carvalho, o diretor de comunicação do Rio Ave nos tem habituado desde que chegou - faz agora dois anos - ao Clube. Podemos gostar mais disto ou daquilo, mas teve ritmo, boa apresentação (a cargo do próprio) e o sítio acabou por ser bem escolhido.
Só não gostei, mas é um detalhe, de não haver ninguém a cantar o hino (era uma gravação o que se ouvia, no fim dos discursos e antes do fogo), ainda por cima estando Filipe Fonseca na festa. Por isso, desta vez, não há vídeo...
Outras notas:
- ASC disse que foi uma "época de entreajuda entre sócios, jogadores, dirigentes". Gostei.
-O presidente apelou à paciência dos sócios, quanto a reforços, pedindo para que tenham confiança. "Gostava de ter apresentado aqui mais dois jogadores [deduz-se que Rafa Soares e Leandrinho] mas não estão confirmados",
Da intervenção do presidente da Assembleia Geral:
- "temos razões para estar confiantes";
- "o futuro do Rio Ave está garantido";
- "ainda acredito que Hélder Postiga fique".
- "temos um plantel de alta qualidade, vamos lutar pelo 5º lugar"
(Capucho não falou).
(foto: Rio Ave FC)

PS - A festa não tem de ser sempre no centro da cidade nem junto ao rio. Porque não nas Caxinas?

23.6.16

Os "oito primeiros"?

ASC definiu, no arranque, os objetivos para a próxima época: "Queremos fazer um bom campeonato, estar entre os oitos primeiros e piscar o olho a mais uma qualificação para Europa e ir o mais longe possível nas Taças".

Volto a dizer algo que disse na época passada: ficar em 7º ou 8º é ficar em primeiro dos últimos (ou em último dos primeiros...). São lugares que nada garantem. "Psicar o olho a mais uma qualificação" ou lutar pela qualificação? 8º ou 6º lugar?