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27.6.26

Assembleia durou cerca de 18 minutos: fique a par dos principais destaques

Realizou-se ontem a Assembleia Geral Ordinária de junho. Esta foi a reunião magna mais rápida a que assisti, com uma duração total de cerca de 18 minutos.
Eis a Ordem de Trabalhos e os respetivos resultados das votações:
  • Aprovação da Ata da Assembleia de 30/10/2025: 75 votos a favor, 0 votos contra e 4 abstenções (79 sócios presentes).
  • Votação do Plano de Atividades e Orçamento para a época 2026/2027: 76 votos a favor, 0 votos contra e 4 abstenções (80 sócios presentes).
  • Voto de Louvor da Direção (proposto pelo Conselho Fiscal): Um voto de louvor dirigido à Direção, atletas, treinador, equipa técnica e colaboradores pelo excelente desempenho. Aprovado com 73 votos a favor, 1 voto contra e 6 abstenções (80 sócios presentes).

No período após a Ordem do Dia, registou-se apenas uma intervenção. Os principais destaques da noite foram:
  1. Orçamento do Futsal: A modalidade terá uma verba a rondar os 500 mil euros.
  2. Estatuto de Alexandrina Cruz: Apesar de o portal do Ministério da Justiça indicar que não tem poderes executivos, a própria afirmou na reunião que os detém.
  3. Alterações na Administração: Lina cessou funções no Conselho de Administração, sendo substituída pelo Arquiteto grego responsável pelas obras do grupo.
  4. Lugar Anual: Os preços das quotas de lugar anual não sofreram qualquer aumento para a próxima temporada.
  5. Dia Aberto no Rio Ave: O clube vai abrir brevemente as portas aos adeptos para dar a conhecer as obras de requalificação realizadas.

10.6.26

Já há data para assembleia geral ordinária de Junho de 2026

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Amândio Couteiro, emitiu oficialmente a convocatória da assembleia geral ordinária de Junho.

Decorrerá dia 26 de Junho, às 21h, no Centro de Juventude de Vila do Conde.





29.10.25

Assembleia Geral Ordinária amanhã, no Auditório Municipal, às 20h30






O Rio Ave Futebol Clube esta quinta-feira, dia 30 de outubro, às 20h30, no Auditório Municipal, a sua Assembleia Geral Ordinária.

Este é um momento de grande importância para todos os associados, onde serão discutidos temas fundamentais da vida do nosso Clube.
A presença e participação dos sócios é essencial para que o Rio Ave continue a ser um clube plural, participado e verdadeiramente democrático.


Façam o esforço para estarem presentes e contribuam para o futuro do nosso Rio Ave FC.


21.7.25

Presenças que falam alto pelo silêncio



Não deixa de ser curioso — ou talvez apenas triste — que as assembleias mais participadas do clube coincidam, invariavelmente, com momentos em que há algo em jogo para a direção. Em ocasiões onde se decide o rumo do Rio Ave, a sala enche-se subitamente, como por milagre. Rostos desconhecidos, que raramente ou nunca se veem nas bancadas, nos jogos, nas discussões do dia a dia ou nas dinâmicas associativas, surgem então com uma convicção firme e um voto já ensaiado. Não vieram para ouvir, muito menos para debater. Vieram apenas para validar.

Este fenómeno tem-se repetido com uma frequência demasiado previsível. Em momentos-chave, assiste-se à mobilização de uma maioria silenciosa — e, mais grave ainda, surda. Porque pouco interessa o que ali é dito. A decisão já está tomada antes de qualquer intervenção. A assembleia deixa de ser um espaço de discussão democrática para se tornar num simples carimbo.

Lamento, por isso, que o clube se vá moldando a este modo de operar: decisões tomadas à margem do verdadeiro debate, participação massiva apenas quando interessa, silêncio e ausência no resto do tempo. Lamento que, em nome de objetivos de ocasião, se promova a mobilização cega e se passe por cima de tudo e de todos — mesmo que isso implique apagar ou manchar o contributo de quem tanto deu ao clube.

Se este é o novo paradigma de participação, então estamos a caminhar para um clube onde a forma vale mais do que o conteúdo, e onde a democracia associativa é apenas uma ilusão bem encenada.

19.7.25

Luis Oliveira, boa sorte!

 A mais que previsível eleição de Luís Oliveira, como presidente adjunto e representante dos sócios, consumou-se.

 Tinha adiantado neste post que Luis Oliveira seria provavelmente o candidato único aos cargos que ficaram em vazio. 
  Agora, e após a eleição do mesmo, fica a ideia, de que tudo é previsível nesta Direção, tudo surge ao jeito de dinastia, quem quer que seja e queira sair desta malha/rede de pessoas que se protegem uns aos outros. 
A verdade é que zangaram-se as comadres, mas não se souberam as verdades, mais uma vez os anjos desceram à terra e ninguém sabe de nada, ninguém sabe porque razão as pessoas se demitem, e a ideia de que deve ser quem se demite a evocar o motivo fica curta. Em certa medida eu concordo que assim seja. Mas onde está a opinião da presidente. Onde mora a moral e a opinião dos outros que por conveniência "politica" não é expressa? -A Sra. Presidente sabe muito bem porque se demitiu o Sr HM, ou então não está aí a fazer nada,  e já agora, eu "acho" que também sei:  - Chama-se ABB, empresa escolhida para as obras do estádio. Na sua génese este é o problema e foi quanto a mim a razão do pedido de demissão de HM. 
 Dado que a nossa presidente passou a ser o anjo de que falo e que desceu à terra sem saber a razão da demissão de HM, pergunto: 
- Mas alguém acredita que a Sra. Presidente não saiba? 
- Não vos parece pura demagogia?
- A mim soa-me a falso! 

Enfim, e assim sendo, só ele, HM, um dia o poderá esclarecer. 

 E quem é a empresa ABB? Sei que pode ser especulativo, mas a ABB tem um historial que nos faz levantar muitas questões.  Mas se ninguém as levanta, levanto-as eu.. já dizia o Jardel, porque será?


 Finalmente: - Não concordo, mais uma vez, que alguém da Direção seja o representante legal dos sócios na SAD. A presidente do Clube já se faz representar pela própria, os sócios merecem ter  uma representação independente! Em democracia a maioria vence e há que aceitar. Mas penso que assim é mais do mesmo e não vamos a lado nenhum - disse!

Boa Sorte Luís Oliveira.

29.6.25

Assembleia Geral: Com mais sócios temos menos receitas com quotização; SAD vai pagar menos renda ao clube




Por motivos de força maior, não tive oportunidade de estar presente na mais recente Assembleia Geral do Rio Ave FC — algo que não acontecia há muitos anos. Apesar disso, mantenho o compromisso e o interesse de sempre em acompanhar a vida do clube e, como tal, fiz questão de analisar atentamente o plano de atividades apresentado pela presidente Alexandrina Cruz.

Espero que os habituais “bloggers” e cronistas que estiveram presentes façam chegar aos sócios um resumo daquilo que foi discutido e aprovado.

Ainda assim, mesmo à distância, há duas notas do plano que merecem destaque e reflexão:

1. A diminuição da contribuição da SAD ao clube
Na última temporada, Alexandrina Cruz tinha anunciado que a SAD transferiria um determinado valor anual para o clube. Menos de um ano depois, esse montante aparece reduzido em 7.500€. 

É por isso que sempre insisti — e continuo a insistir — que Alexandrina Cruz deve tornar público o acordo parassocial celebrado com a SAD. O tempo tem-me dado razão: primeiro foi o silêncio, depois as decisões unilaterais, e agora começamos a ver consequências financeiras. E se isto acontece apenas um ano após a constituição da SAD, o que poderemos esperar daqui a três, quatro ou cinco anos? Seria importante termos todos acesso ao que está verdadeiramente acordado.

2. Mais sócios, menos receitas
Outro dado curioso (e preocupante) é o que diz respeito às receitas de quotização. Sabemos que, por força do período pré-eleitoral, o clube ganhou cerca de 4.000 novos sócios face à temporada 2023/2024. No entanto, as receitas previstas para 2025/2026 com as quotas dos sócios são inferiores às da última época da direção liderada por António da Silva Campos.

Na época 2022/2023, o clube arrecadou cerca de 257.000€ em quotização. Para 2025/2026, com mais 4.000 sócios, Alexandrina Cruz prevê 230.000€.

Este número só pode ter duas explicações, ambas preocupantes:
Ou grande parte dos novos sócios não paga quotas nem tem qualquer ligação ativa ao clube (apenas se inscreveram por motivos eleitorais);
Ou há uma má gestão na cobrança, controlo e dinamização da massa associativa.

É certo que houve um diminuição do valor da quotização mas isso não explica tudo. Neste momento, do universo de 7200 sócios que temos, apenas cerca de 3700 são pagantes.

21.10.24

A minha reação à postura adoptada por Alexandrina Cruz na Assembleia Geral


No dia de ontem, durante a Assembleia Geral do Rio Ave FC, viveu-se um episódio que, para mim, ficará marcado pela falta de transparência e pelo desrespeito aos sócios do clube. A presidente Alexandrina Cruz, durante a sua intervenção, ignorou, de uma forma propositada, algumas questões colocadas e, em vez de esclarecer os pontos levantados, optou por um ataque pessoal.

Após a intervenção da presidente, exerci o meu direito legítimo, pedindo a palavra ao presidente da Mesa da Assembleia Geral. Com o meu direito assegurado, expus a minha visão sobre o Relatório de Contas do clube, colocando várias questões pertinentes sobre a gestão atual. No entanto, o que se seguiu foi profundamente desolador.

A presidente, em vez de responder às questões levantadas, dirigiu-se a mim com um ataque pessoal injustificado e agressivo, numa tentativa clara de denegrir a minha imagem. Além de atacar a minha pessoa, decidiu estender a sua retórica aos meios de escrita, insinuando que estes mesmos locais muitas vezes mentem propositadamente sobre os assuntos do clube. Convido-a a provar essa intencionalidade no que diz respeito "ao meu espaço".

Após essa intervenção, pedi novamente a palavra ao presidente da Mesa da Assembleia e, com a devida autorização, voltei ao púlpito. Disse-lhe que iria ignorar os ataques pessoais e reforcei a importância do debate democrático, lembrando que eu, como sócio, estava apenas a exercer o meu direito. Questionei novamente a presidente, enfatizando que aquele era o momento adequado para o esclarecimento das dúvidas dos sócios, sublinhando que esse deveria ser o dever de quem ocupa uma posição de liderança.

Contudo, e para meu espanto, a presidente tomou novamente a palavra e, com uma frieza que chocou alguns dos presentes, afirmou categoricamente que não iria responder a nenhuma das questões que lhe foram colocadas por mim.

Este foi, sem dúvida, um momento triste. Um momento onde a democracia, a transparência e o respeito pelos sócios foram colocados em segundo plano. A postura da presidente Alexandrina Cruz mostrou um claro desinteresse em promover um diálogo aberto e construtivo com os associados, demonstrando uma falta de respeito pelos direitos daqueles que, como eu, apenas desejam o melhor para o Rio Ave FC.

Lamento profundamente que, num clube que deveria primar pela proximidade com os seus sócios, haja este tipo de atitudes. Espero que, no futuro, possamos ver um maior compromisso com a transparência e com o debate democrático, elementos essenciais para o bom funcionamento de qualquer instituição. O Rio Ave merece mais. Os seus sócios merecem mais.

20.10.24

Da AG: O que foi apresentado no relatório de gestão do clube

 

Foi apresentado hoje o relatório e contas do clube referente ao ano 2023/2024 (1 de Julho 2023 a 30 de Junho 2024). Este período já é da inteira responsabilidade desta nova direção.

Eis as principais notas:

Ativo Não Corrente: Não houve variação significativa neste segmento. 

Ativo Corrente: Nota-se um aumento em Clientes e Outros créditos a receber, com variações positivas significativas que indicam aumento das contas a receber pelo clube. Em contrapartida, há uma ligeira queda em Caixa e depósitos bancários, o que sugere menor liquidez disponível.

Resultado líquido do período mostra uma recuperação, passando de um valor negativo de 3.220.799,92 € para um positivo de 130.182,03 €, indicando uma melhoria substancial.

Houve um aumento no valor total do passivo, especialmente em Fornecedores e Financiamentos obtidos, sugerindo maior dependência de crédito para o financiamento das operações.

Subsídios à exploração: Este valor subiu ligeiramente para 159.184,70€, comparado com 150.773,34€ no período anterior, o que pode ter ajudado a melhorar a liquidez do clube. Ficam a faltar cobrar 15.000€ ao investidor e que não foram liquidados antes do término deste exercício porque o investidor podia-o fazer até 5 Julho (disse a presidente). Como a SAD iniciou a 31 de Maio de 2024, existe um bolo (1 mês - 1 de Junho a 31 de Julho) dos 180.000€ acordados a ser liquidado (renda anual). Próximo relatório terão de existir 195.000€ em vez dos 180.000€.

Gastos com pessoal: Passaram de 7.973,88€ no ano anterior para 25.873,74€, mostrando um aumento considerável nos custos laborais. Justificado pela presidente com o regresso de uma funcionária que esteve em licença de maternidade. Para o ano deverá aumentar ainda mais  este valor porque foi decidido contratar mais uma funcionária depois da constituição da SAD. (Menos trabalho, mais funcionários?)

Houve uma diminuição no inventário para 36.839,52 €, comparado com 67.559,76 € em 2023.

total do ativo aumentou de 1.902.982,03 € para 1.995.468,05 €, o que representa um crescimento positivo de ativos no último ano.

As dívidas a fornecedores aumentaram ligeiramente para 489.812,46 €, comparado com 462.801,22 € em 2023.

Aumento do número de associados de 30% resultou numa queda da receita da quotização de 11%



A Assembleia Geral (AG) é um órgão essencial na vida de um clube, pois garante a participação democrática de todos os seus associados. Através da AG, os associados podem discutir, votar e aprovar. Além disso, a AG oferece aos sócios a oportunidade de se expressarem e retirarem todas as suas dúvidas.

Senti a necessidade de fazer esta introdução, porque pela primeira vez desde que assisto a assembleias do Rio Ave FC, assisti a um momento em que o presidente do nosso clube se recusou a dar explicações a um associado.

Posto isto.

Como foi do conhecimento publico, houve um enorme crescimento no número de associados no período pré-eleitoral e pré-aprovação da SAD do ano passado. Entraram cerca de 1400 sócios (um aumento de cerca de 30% do número de associados).

Era esperado que as receitas que advêm das quotas aumentassem significativamente no entanto o relatório apresentado na última assembleia não só não demonstra qualquer crescimento como ainda demonstra uma queda de 11% da receita da quotização. 

Questionei a Sra. Presidente como é que isto seria possível?
A mesma recusou-se a responder sendo que eu ainda voltei uma segunda vez a pedir que nos esclarecesse.
Optou novamente pela silêncio dizendo ao Presidente da MAG que não queria responder a mais nada. (tal como já reportado aqui)



Direção faz plágio de um relatório de gestão

E se eu vos disser que parte do relatório que foi apresentado hoje em Assembleia Geral é uma cópia do relatório de gestão da Fundação Obra da Nossa Senhora da Purificação? 

Não acredita?  Veja com os seus próprios olhos .


Durante a semana irei escrever com mais detalhe sobre este assunto.

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UPDATE:

Na Assembleia Geral de hoje, o Rio Ave FC deu um passo audacioso rumo à globalização... pelo menos no que toca ao seu relatório de gestão. Numa apresentação que mais parecia um relatório da ONU, o clube decidiu inovar e incluir todos os temas quentes do mundo atual — desde os conflitos na Ucrânia até aos golpes de estado no Níger e no Gabão.
Num gesto absolutamente inédito, o clube apresentou um relatório de gestão que é, sem dúvida, uma obra de arte... plagiada! Mas, atenção: não estamos a falar de um plágio qualquer. Este relatório ultrapassa fronteiras e limitações, ao ponto de misturar economia global, conflitos internacionais e até fenómenos naturais. Caro sócio, enquanto o Rio Ave tenta consolidar-se e restruturar-se, o relatório lembrou-nos de algo muito mais urgente: o impacto da guerra no Médio Oriente e o aquecimento global!

A situação é tão caricata que nem tenho palavras.

Para que não haja qualquer duvida, deixo aqui prints do nosso relatório e prints do relatório de gestão da Fundação em questão. 

Não há dúvidas que grande parte desta apresentação sócia económica foi copiada.
Não sei se são os autores e se o Rio Ave foi o primeiro a copiar, ou se os próprios copiaram de alguma lado.











19.10.24

Amanhã há assembleia às 10h

 Amanhã, dia 20, há Assembleia geral às 10h da manhã no auditório municipal com a seguinte ordem de trabalho.




14.10.24

Presidente da MAG não respeita os estatutos mais uma vez

 


Tem sido notório que nos últimos 4 anos Amândio Couteiro, presidente da mesa da assembleia geral, tem tido bastantes falhas no que diz respeito ao cumprimento dos estatutos do nosso clube. 


Não tem respeitado a marcação das assembleias do clube nas datas prevista nos estatutos do clube, não tem assegurado a boa condução dos trabalhos em várias assembleias tendo em Novembro inclusive não permitindo o acesso de alguns sócios à assembleia extraordinária e em certo ponto da assembleia até impediu mesmo de sócios intervirem. 


Ora, está prevista uma assembleia ordinária geral para este domingo e segundo os nossos estatutos os documentos para a mesma já deveriam estar disponíveis para consulta dos sócios. Acontece, que tal como tem sido recorrente nos últimos anos, não estão. 

Mais, o próprio presidente, assume desta vez na convocatória que os mesmos documentos estariam disponíveis para consulta a partir de dia 12 de Outubro na secretaria do clube. (Ver imagem)



Pois bem, desde dia 12 que tento ter acesso aos documentos e os mesmo não estão disponíveis. 


Já não é a primeira vez que esta situação acontece impedindo assim, que sócios interessados consultem os documentos e se informem sobre os assuntos que serão debatidos na assembleia. 


Amândio Couteiro, está mais uma vez a desrespeitar os estatutos do clube e a faltar à sua palavra como se pode comprovar pela sua convocatória. 


Sr. Presidente, tal como já lhe pedi pessoalmente e em assembleia, o cumprimento dos estatutos é o mínimo que se espera de si (representante dos sócios do RAFC).

28.6.24

Alexandrina, segundo A Bola, é Administradora executiva

É administradora executiva, ou não executiva? 

mas há dúvidas? de quem?

Se se trata de um erro do jornal é inadmissível, e merece retificação por parte do mesmo, se foi mensagem  passada em jeito de cartilha é igualmente grave, e aqui fica o meu total repúdio, pois estão a fazer da Dra. Alexandrina Cruz administradora executiva do Rio Ave FC SAD coisa que não corresponde á verdade. Para que fique claro a Sra. Dra. Alexandrina Cruz conforme a escritura que o nosso blog fez questão de mostrar, é administradora NÃO executiva da Rio Ave FC SAD. A diferença principal está na remuneração, e nas exigências que são bastante diferentes, mas como AINDA não temos os estatutos da nova SAD publicados, (não entendo porque motivo ainda não foram apresentados, medo de quê? Estarão prontos?)  estamos no limbo onde tudo é permitido sem o devido reparo, porque minguem sabe de nada. Voltamos á transparência, Sra. presidente. lá está outra vez a questão da transparência. 

A noticia no jornal abre com:

 "  Rio Ave: orçamento do clube aprovado (e sócios satisfeitos com explicações sobre a SAD) " 

como é que o jornal emite uma opinião destas se não podia estar lá? é porque alguém fez questão de passar esta mensagem, mais uma vez errada e tendenciosa.

O Jornal não coloca uma única pergunta ás muitas perguntas feitas pelos sócios precisamente sobre a SAD, e que mais uma vez, NÃO foram respondidas.  Eu ouvi e li muito desagrado por este facto nas redes sociais, - o SR. Amândio Couteiro mais uma vez não pediu á sra. Presidente que respondesse pelo menos a metade das perguntas feitas pelos sócios, inadmissível Sr. Amândio Couteiro, é minha convicção que o Sr. é  muito fraco como Presidente da Assembleia Geral do Rio Ave FC, e peço-lhe um favor como sócio, demita-se... eu não o vejo nem me revejo como meu representante, e dos sócios, mas sim como um simples representante desta direção. Enfim na minha opinião, a história encarregar-se-á de o julgar como o pior presidente deste ilustre orgão social, que o nosso clube alguma vez teve.


19.3.24

4 meses depois da Assembleia Geral Extraordinária sabemos o mesmo

Hoje passam 4 meses desde a realização da Assembleia Geral Extraordinária e sabemos hoje o que sabíamos a 20 de novembro. 

Todos se lembram da urgência com que o processo foi discutido e aprovado. Foi-nos dito que tinha de ser assim, para haver negócio. Mas (é a minha opinião) quatro meses não é compatível com essa urgência nem, muito menos, com a falta de informação aos sócios. 

Há quase dois meses escrevi aqui que acreditava que saberíamos novidades dentro em breve, porque em quatro meses fazem-se grandes negócios em qualquer parte do mundo, mas enganei-me.

Se há algum problema, temos obrigação de saber. Se está tudo bem, temos o direito de saber. Assim, não.

Espero sinceramente que a concretização do negócio não tenha a ver com a prestação desportiva, porque isso poderia ser sinónimo de instabilidade e de desinteresse, depois de tudo o que nos foi prometido.


 

20.12.23

Salários em dia, Feliz Natal para todos. (actualizado)

Lembram-se da seguinte frase da nossa presidente? 

"O investidor aportará fundos necessários para as despesas no curto prazo."

Foto Rio Ave FC

Foi proferida na última Assembleia pela nossa presidente, mas a verdade é que estamos a 10 dias do final do ano e ninguém sabe o que foi feito e como foi feito, pois, que eu saiba, não há legitimidade para que o ponto 3 dessa assembleia seja válido. Julgo eu, que sem  a nossa votação e aprovação da ata em nova assembleia geral, a presidente não pode pedir ao investidor que lhe resolva o problema do passivo (diga-se particularmente, por causa do "fairplay" financeiro, "teoricamente" empréstimos privados de pessoas ou empresas não são mais permitidos no mundo do futebol), no entanto, como sabemos, a escolha recaiu verdadeiramente numa solução onde o SR. Evangelos Marinakis, que é também o proprietário  do clube grego, surge como a solução pois decidiu fazer negócio com o Rio Ave antes da re-abertura do mercado ao comprar um jogador do Rio Ave e assim, por esta via, desafogar as finanças do clube a tempo de este poder inscrever jogadores já em janeiro.

Não tenho nada contra esta solução, acho é que esta pode não ser totalmente legal. Digo ainda que nesta matéria podem estar a acontecer atropelos à lei e estatutos do clube e que, neste caso, podem ser suscetíveis de impugnação e/ou queixa ao ministério público. Como sabem, eu não sou jurista, mas fui informar-me e de facto esta situação pode configurar-se como uma hipótese também, onde poderão estar a ser cometidos atropelos à lei desportiva em vigor e também à luz dos regulamentos FIFA. 

Pergunto eu, a FIFA proibiu a compra e a "VENDA" de jogadores durante 2 períodos? 
Ou só proibiu a compra? - As vendas são autorizadas desde que respeitem as janelas de transferências do pais em questão, e é aqui que eu acho que existem muitas dúvidas,  venda de um ativo, ainda que a concretizar-se no próximo ano, o adiantamento do dinheiro pode conjugar alguma ilegalidade aos olhos da FIFA, e mais uma vez o ¨fairplay¨ financeiro, pode estar ferido onde julgo que facilmente se pode considerar/equivaler que as transações efetivamente aconteceram este ano, segundo me disseram o Rio Ave estará a usar um expediente muito comum no mundo do futebol chamado "factoring".  
A dúvida, permanecerá sempre, - de que forma recebemos o dinheiro para pagar os salários? É legal à luz dos nossos estatutos, é legal à luz dos estatutos da liga Portuguesa de Futebol e da FIFA?
Eu acredito/faço fé que a nossa Presidente possa e deva estar a ser bem assessorada, pois se isto passar à realidade poderá/será o fim de todos nós...nada desejável. 
Foto Rio Ave FC
Lembro que a solução encontrada foi a venda do Costinha, que serviu essencialmente para pagar as dividas,  nomeadamente os salários, salários que 2º notícia do JN  entretanto foram pagos,  pois, após uma dedução lógica se percebe  que na lista dos clubes que não conseguiram cumprir e portanto têm salários em atraso, não consta a RAFC SDUQ.

PS: Sra Presidente, por favor venha a terreiro dizer-nos o que anda a fazer, deixe-nos passar o Natal tranquilos!

9.12.23

Sem notícias, Sem salários e Sem negócio.

Vamos Ganhar ao Arouca!

Depois da assembleia geral ficamos todos a saber que atravessamos (Rio Ave FC) um período difícil, muito difícil. A "Maya" veio ao meu ouvido dizer-me que havia um pedido formal de crédito por parte da SDUQ a uma entidade bancária. Dinheiro para dar uma folga temporal à presidente, garantindo-lhe assim capacidade para assumir o compromisso com Marinakis e ainda os outros relacionados com as dívidas e salários. A verdade é que se passaram 20 dias, seriam mais do que dias suficientes para haver "fumo branco", mas não, ao invés temos um tremendo silêncio, um silêncio ensurdecedor, que me preocupa, e que já começa a ser uma marca da nossa presidente. Não sei como vamos descalçar a bota, sem a ata da reunião assinada e sem dinheiro.... 

Não teremos um Natal e Ano Novo fácil.!

Uma coisa é certa, NESTE MOMENTO não temos notícias, os jogadores não têm salários e ainda não temos negócio com Marinakis.

Espero que mesmo assim, e depois dos exemplos de união, a equipa amanhã ganhe em Arouca. É fundamental!

Força Rio Ave FC


2.11.23

Presidente pode perder o mandato se não apresentar o relatório!

 Não publicar o relatório e contas de 2022/2023 pode dar multa e como pena acessória a perda de mandato da nossa presidente

 A não publicação das contas da SDUQ no site do clube, pode ser considerado segundo a Lei que rege as SDUQ,  no artigo 26º, uma contraordenação grave. Com uma multa que vai de 2500, a 250.000 euros, Art.34º, e que no limite pode fazer a nossa presidente da direção do clube e da SDUQ, perder o seu mandato, art. 35º. 
 Assim sendo, na minha singela condição de sócio, e não sendo jurista, entendo que neste caso de incuprimento da lei, deve ter a palavra o Sr. Presidente da AG (PAG) Amândio José Couteiro da Silva, que tem ao seu dispor meios para forçar a direção a repor a legalidade, sob pena de este órgão(PAG) também ele poder sofrer as sanções previstas na lei.

 Caros sócios, não entendo:

 - Porque razão as nossas Direções,  do clube e da SDUQ do Rio Ave FC, não querem publicar as contas apresentadas na última assembleia geral (AG). A AG já foi na passada quinta feira dia 26, faz hoje uma semana, portanto, que não temos o relatório (- e que foi APROVADO” pelos sócios, digo eu, ás cegas) e que quase “ninguém” VIU creio que apenas e só, esta direção o fez. Nós(sócios) apenas vimos slides de algumas coisas com comparações muito interessantes referentes a outros anos, e que quanto a mim mostram que esta direção não está a ser “TRANSPARENTE” como se lhe impõe, pois neste caso não apresentou o relatório propriamente dito como deveria ter sido feito, falando com exatidão o que este reflete. Antes apresentou um punhado de valores, e de valores comparativos com outros anos que não estavam em questão nesta assembleia, o que estava em questão era o relatório e contas do Clube e da SDUQ de 2022/2023.
 Lembro que a lei obriga que a SDUQ publique no site do clube no mínimo: os últimos 3 anos de exercício. Lembro também que o Relatório de 2020/2021, nunca, repito nunca (a não ser que alguém me prove o contrário e eu prometo retratar-me), foi publicado no site do clube como manda a lei e que nunca obteve por parte do atual e antecessores presidentes da AG o devido reparo.

 PS: Anexo a fotografia(print screen) da lista de relatórios disponíveis no nosso site ao dia de hoje. Anexo cópia do artigo 26º,  34ª  e 35º que rege as SDUQ onde são referidos os factos por mim relatados.

O artigo do diário da Républica pode ser lido aqui na sua integra: 
https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/lei/39-2023-216714697


11.10.23

Marcada a Assembleia geral para 26 de Outubro

 

A assembleia geral de apresentação do relatório e contas do exercício 22/23 será no dia 26 de Outubro, no Auditório Municipal de Vila do conde . Esta assembleia reveste-se de grande expectativa, pois nela será revelada o valor real da nossa situação financeira, que segundo a nossa Presidente é deficitária em grande valor.

Os sócios finalmente ficarão saber o valor do nosso passivo, valor esse que nunca foi revelado pela a atual presidente, nem mesmo aquando das eleições recentes para a presidência e que pelo menos até ao dia 18 será uma incógnita, altura em que os sócios poderão ter acesso ao relatório e assim poderem fazer a devida análise antes da assembleia. 

Prevê-se uma elevada afluência e provavelmente a intervenção e participação dos sócios com maior afinco dado o interesse que este tema tem suscitado nos últimos tempos.