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10.11.13

ASC em entrevista ao JN

Afinal, a entrevista a O Jogo não era exclusiva (jornalistas...) e ASC também fala ao JN; só agora me foi possível ler para deixar aqui as ideias, do meu ponto de vista, essenciais (para uma perspetiva completa é preciso ler a entrevista na íntegra):
- «o Clube evoluiu imenso»;
- «Começa a faltar um título ou ida às competições europeias? Vamos ser realistas e responsáveis. O Rio Ave está estável mas temos consciência das nossas capacidades e limitações. Temos feito bons campeonatos mas não nos vamos iludir nem hipotecar o Clube (...)».
- (sobre o jogador que deu mais contratar e o que custou mais sair) «A que me deu mais gozo terá sido a do Ukra. (...) Custou-me muito a do João Tomás. Respeito-o muito mas saiu de uma maneira que nunca imaginei. Foi algo inesperado. (...) ele pensou na parte financeira»;
- «Continua a faltar mais atletas vilacondenses de referência na equipa principal? Neste momento infelizmente isso não acontece, porque estamos dependentes das fornadas que surgem. (...) Ainda assim temos fé e alguns jogadores como Monte e outros que que estão emprestados para ganharem experiência e maturidade»;
- Sobre a continuidade: «Sinto-me muito satisfeito com o que consegui no Clube, mas também sei que existem pessoas muito válidas no concelho para imprimirem uma boa gestão no Rio Ave. Todos temos um limite e é preciso saber quando sair. Já o poderia ter feito, pela porta grande, num momento de glória, mas o futuro dirá. Agora apenas digo: vamos ver».

18.4.13

O velho do Restelo sou eu

As minhas duas grandes preocupações como Rioavista são: manter a equipa na primeira divisão e ter contas equilibradas. Sei perfeitamente que há quem tenha outras perspetivas, mais ambiciosas, que respeito, mas das quais discordo.
Mais: acho que um dia poderemos chegar a outro patamar, em termos de classificação, mas ainda não chegámos lá, sobretudo tendo em conta o não crescimento de sócios e a crise económica e social no país, que não vai passar tão cedo.
Jogar na UEFA, nesta altura, não é um patamar consolidado - a começar pelo facto de, previsivelmente, nem podermos jogar no nosso Estádio.
É verdade que ASC tem elevado o Rio Ave, é certo que quando sair o vai deixar melhor, mas sinceramente - e não é a primeira vez que o digo - preocupa-me não estarmos a reduzir o orçamento.
Claro que confio na gestão do nosso presidente, mas como será depois de ASC?
É por isso que quando ouço falar em  «objetivos mais ambiciosos» e  «num Rio Ave cada vez mais ganhador» me assusto.
Chamem-me velho do Restelo, digam-me que assim não saio da cepa torta, mas não levem a mal responder o seguinte: quando todos aqueles que vêem o Rio Ave lá em cima forem, pelas mais variadas razões, embora, eu ainda cá estarei (na primeira ou na segunda).

30.3.13

Logo, na Luz, inspirem-se na vitória do futsal com o Sporting

Uma interessante mensagem, a do JVC desta semana:

2.8.12

«mais ambição»?

Em complemento a isto, os jornais desportivos trazem hoje mais declarações de Braga.
Uma delas se destaca: «Este ano vamos tentar que seja diferente, se calhar com mais ambição, tentando começar logo bem».

18.4.12

Sonhar alto ou estatelar-se?

Duas notícias retiveram a minha atenção: o Gil Vicente contratou Aloísio para diretor desportivo com o objetivo de chegar à Europa; o Chaves vai fazer um jantar para lembrar que foi há 25 anos que jogou na UEFA.

O que dizer?
Que sem ambição não saímos da cepa torta, mas que demasiada ambição pode ser uma fatura muito elevada.
Eu gosto de crescimentos sustentados e acho que o Rio Ave tem vindo a crescer com esta Direção. Também por isso gostaria um pouco mais de ambição por parte da equipa técnica.

2.3.10

Sobre a ambição (ACT)

Uma coisa é certa: as polémicas da UEFA não abateram a equipa, que continua a fazer o mesmo campeonato. Isso chegará para obter a melhor classificação de sempre? Acredito que os jogadores terão essa ambição, independentemente do que depois acontecer.

Outra coisa diferente é aquilo que cada um de nós quer para o clube. Eu, por exemplo, que gostava que o Rio Ave ganhasse todas as semanas, considero que o mais importante (que o grande objectivo) é garantir a permanência na primeira divisão. Repare-se que o Rio Ave nunca conseguiu fazer mais do que quatro temporadas seguidas no primeiro escalão. E que em 1979 éramos, claramente, uma equipa das divisões inferiores. E que por isso estamos muito atrás do Varzim no número de jogos.
Ganhar um título? Ir à Europa?  Não sou mais rioavista do que ninguém mas também não admito que me diminuam por pensar que com 30 pontos temos o nosso campeonato feito e que podemos pensar na próxima temporada (o que também não significa perder todos os jogos que se seguem, como é evidente).

PS - outra coisa diferente é a Taça de Portugal...

ACTualizo, com a resposta do Borges; é evidente que não havia intenção de lançar qualquer farpa; aliás, tirando a questão de ir a uma prova da UEFA penso que estamos de acordo em tudo o resto (que é a maioria)