E lá passou o jogo 500, que não ficará - infelizmente - na nossa memória (pelo jogo, claro; as vitórias morais, mesmo quando justas, não passam à história).
Quero apenas agradecer - e com isso fazer o contraste com aquilo que foi a acção da nossa Direcção - à direcção do Vitória a referência ao intervalo pelo jogo 500 e os parabéns que nos deram em público.
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20.12.09
18.12.09
VEM AÍ O JOGO 500
Comecei em Outubro a alertar para a importância histórica do jogo de amanhã. Nos meses seguintes, sempre que pude, tentei contribuir. E iniciei um registo dos 500 jogos realizados nestas 16 épocas, que - como era prevísível, pela falta de tempo - não chegou ao fim em tempo útil.
O jogo é amanhã e eu só fiz nove épocas. Faltam as últimas sete. Tentarei fazê-lo até ao fim do ano.
Mas agora é tempo do jogo histórico.
PS - tanto quanto sei, a Direcção do Vitória não deixará de registar o momento amanhã, o que desde já se agradece, o que pode atenuar aquilo que nós próprios não fizemos na nossa casa...
O jogo é amanhã e eu só fiz nove épocas. Faltam as últimas sete. Tentarei fazê-lo até ao fim do ano.
Mas agora é tempo do jogo histórico.
PS - tanto quanto sei, a Direcção do Vitória não deixará de registar o momento amanhã, o que desde já se agradece, o que pode atenuar aquilo que nós próprios não fizemos na nossa casa...
(vem aí o jogo 500) 97/98: a despedida de Dibo e chegada de Niquinha
Brito manteve-se ao leme, depois da brilhante prestação da época anterior.
E a equipa não sofreu grandes alterações: Tó Luís, Nenad, Peu, Marcos e Nito na defesa. Niquinha, Sérgio China, Emanuel e Dibo, Quinzinho e Gama lá estavam. Sim, foi o ano da estreia de Niquinha e só isso é merecedor de registo.
O Rio Ave ficou em 9º lugar, com 12 vitórias, em 34 jogos.
Há dois jogos inesquecíveis dessa época: a vitória de 3-1 sobre o Benfica, que levou Damásio a despedir Manuel José, e a vitória de 3-1 na Póvoa, com show-dibo [esta seria a última época de Dibo em Vila do Conde, uma época abaixo das suas possibilidades].
Para os 500:
12 vitórias, 10 empates e 12 derrotas, em 34 jogos
(e já vamos com 276 jogos [confirmar], e 74 vitórias, 74 empates e 128 derrotas)
E a equipa não sofreu grandes alterações: Tó Luís, Nenad, Peu, Marcos e Nito na defesa. Niquinha, Sérgio China, Emanuel e Dibo, Quinzinho e Gama lá estavam. Sim, foi o ano da estreia de Niquinha e só isso é merecedor de registo.
O Rio Ave ficou em 9º lugar, com 12 vitórias, em 34 jogos.
Há dois jogos inesquecíveis dessa época: a vitória de 3-1 sobre o Benfica, que levou Damásio a despedir Manuel José, e a vitória de 3-1 na Póvoa, com show-dibo [esta seria a última época de Dibo em Vila do Conde, uma época abaixo das suas possibilidades].
Para os 500:
12 vitórias, 10 empates e 12 derrotas, em 34 jogos
(e já vamos com 276 jogos [confirmar], e 74 vitórias, 74 empates e 128 derrotas)
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João Paulo Meneses
(Vem aí o jogo 500) 96/97: a sensacional recuperação de Brito
Depois de oito épocas na segunda divisão, finalmente a subida. Globalmente, não foi uma época muito tranquila (ficámos em 15º, ou seja em sofrimento!), mas foi sobretudo a época de uma recuperação verdadeiramente histórica e também o início de um período de quatro épocas consectivas na primeira divisão - o mais longo da nossa história.
Inicialmente treinado por Henrique Calisto (que já tinha estado em Vila do Conde nas duas épocas anteriores), o Rio Ave tinha na equipa nomes muito conhecidos: o guarda-redes Marco Aurélio, Nenad, Marcos, Peu, Emanuel, Sérgio China, Gama e (tambores!) Dibo! (foi a época de estreia de Dibo em Vila do Conde).
Os maus resultados (desastrosos, mesmo...) levaram Paulo de Carvalho a despedir Calisto e a optar pelo adjunto Carlos Brito. Na memória de muitos rioavistas ainda estará uma famosa entrevista que Carvalho deu ao domingo desportivo da RTP, no final da primeira volta (penso que a seguir a uma escandalosa arbitragem de Coroado em Faro, com três penaltis contra o Rio Ave), assumindo a descida de divisão e anunciando que já se estava a preparar a próxima. Mas Brito contrariou tudo e tudos.
Foi ainda o ano em que empatámos nas Antas (2-2) e foi o ano em que inaugurámos a iluminação artificial do estádio, num jogo com o Sporting que terminou em 3-4 (três golos de Fernando).
Para os 500:
34 jogos: 8 vitórias, 11 empates e 15 derrotas
(e já lá vão 242 jogos, com 62 vitórias, 64 empates e 116 derrotas)
Inicialmente treinado por Henrique Calisto (que já tinha estado em Vila do Conde nas duas épocas anteriores), o Rio Ave tinha na equipa nomes muito conhecidos: o guarda-redes Marco Aurélio, Nenad, Marcos, Peu, Emanuel, Sérgio China, Gama e (tambores!) Dibo! (foi a época de estreia de Dibo em Vila do Conde).
Os maus resultados (desastrosos, mesmo...) levaram Paulo de Carvalho a despedir Calisto e a optar pelo adjunto Carlos Brito. Na memória de muitos rioavistas ainda estará uma famosa entrevista que Carvalho deu ao domingo desportivo da RTP, no final da primeira volta (penso que a seguir a uma escandalosa arbitragem de Coroado em Faro, com três penaltis contra o Rio Ave), assumindo a descida de divisão e anunciando que já se estava a preparar a próxima. Mas Brito contrariou tudo e tudos.
Foi ainda o ano em que empatámos nas Antas (2-2) e foi o ano em que inaugurámos a iluminação artificial do estádio, num jogo com o Sporting que terminou em 3-4 (três golos de Fernando).
Para os 500:
34 jogos: 8 vitórias, 11 empates e 15 derrotas
(e já lá vão 242 jogos, com 62 vitórias, 64 empates e 116 derrotas)
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João Paulo Meneses
17.12.09
(Vem aí o jogo 500) 87/88: a descida e a longa travessia do deserto
Quem não se lembra de Mário Juliato, o treinador que iniciou a época? Foi o ano em que desembarcou em Vila do Conde um pelotão de cidadãos nascidos do outro lado do Atlântico, sendo que desses sete se destacou apenas um: Isaías [alguns, como Edson Gaúcho ou Dema foram autênticos fracassos]. Uma equipa onde ainda estão Figueiredo, Antero, Carlos Manuel, Santana, Bragança ou Jaime Graça, mas que fez uma época desastrada:
Duas derrotas inesquecíveis com o FC Porto: 7-0 em Vila do Conde [ainda hoje a maior derrota em casa] e 5-0 nas Antas!
Mário Juliato regressou ao Brasil e, à 24ª jornada, voltou Mário Reis - que não evitou a descida (18º lugar, ainda assim a dois pontos do 17º, o Varzim!). Seria aliás o princípio de uma longa trevessia do deserto: o Rio Ave esteve oito anos na segunda, o mais longo período desde que se estreou na principal competição, regressando apenas em 1996/97 (corrigido).
Para os 500:
7 vitórias, 14 empates e 17 derrotas
(e já vamos com 208 jogos, 54 vitórias, 53 empates e 101 derrotas) [estas contas precisam de ser confirmadas]
Duas derrotas inesquecíveis com o FC Porto: 7-0 em Vila do Conde [ainda hoje a maior derrota em casa] e 5-0 nas Antas!
Mário Juliato regressou ao Brasil e, à 24ª jornada, voltou Mário Reis - que não evitou a descida (18º lugar, ainda assim a dois pontos do 17º, o Varzim!). Seria aliás o princípio de uma longa trevessia do deserto: o Rio Ave esteve oito anos na segunda, o mais longo período desde que se estreou na principal competição, regressando apenas em 1996/97 (corrigido).
Para os 500:
7 vitórias, 14 empates e 17 derrotas
(e já vamos com 208 jogos, 54 vitórias, 53 empates e 101 derrotas) [estas contas precisam de ser confirmadas]
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João Paulo Meneses
16.12.09
15.12.09
(Vem aí o jogo 500) 86/87: de Alonso a Bragança
Mário Reis desceu em 84/85, fez uma campanha notável em 85/86 (primeiro lugar na segunda divisão) e continuou em Vila do Conde na temporada seguinte. Uma equipa com vários reforços, entre os quais o paraguaio Alonso*. Da lista podemos ver Figueiredo, Sérgio Cafeteira ou Carvalho, mas também, e entre outros, Chico Faria ou Bragança!
Não foi uma época tranquila, mas por pouco a manutenção foi assegurada. De modo a poder assegurar mais 30 jogos na época seguinte.
Para os 500:
8 vitórias, 9 empates e 13 derrotas em 30 jogos
(E já vamos em 180 jogos, com 47 vitórias, 39 empates e 84 derrotas)
* Lembro-me especialmente de Alonso porque não esqueci o golo que marcou frente ao Sporting de Negrete (2-2, com uma volta ao estádio a comemorar) e porque estava a começar no jornalismo e fiz a reportagem da sua chegada a Vila do Conde (vim para ser campeão, acho que foi o que disse na altura e que motivou algum gozo)
Não foi uma época tranquila, mas por pouco a manutenção foi assegurada. De modo a poder assegurar mais 30 jogos na época seguinte.
Para os 500:
8 vitórias, 9 empates e 13 derrotas em 30 jogos
(E já vamos em 180 jogos, com 47 vitórias, 39 empates e 84 derrotas)
* Lembro-me especialmente de Alonso porque não esqueci o golo que marcou frente ao Sporting de Negrete (2-2, com uma volta ao estádio a comemorar) e porque estava a começar no jornalismo e fiz a reportagem da sua chegada a Vila do Conde (vim para ser campeão, acho que foi o que disse na altura e que motivou algum gozo)
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João Paulo Meneses
14.12.09
(Vem aí o jogo 500) A elite do futebol português
(número de jogos disputados na primeira divisão)
Benfica: 2091
FC Porto 2091
Sporting 2091
Belenenses 1963
V Guimarães 1881
Setubal 1731
Braga 1615
Boavista 1534
Académica 1493
Marítimo 971
Beira Mar 768
Farense 754
Salgueiros 740
Leixões 653
Atlético 632
Varzim 618
CUF 610
Barreirense 592
Estoril 576
Amadora 540
Rio Ave 499
Gil Vicente 480
(fonte: Cadernos de A Bola, actualizados até à 13ª jornada; em itálico os clubes que não estão na primeira divisão ou já não existem)
Benfica: 2091
FC Porto 2091
Sporting 2091
Belenenses 1963
V Guimarães 1881
Setubal 1731
Braga 1615
Boavista 1534
Académica 1493
Marítimo 971
Beira Mar 768
Farense 754
Salgueiros 740
Leixões 653
Atlético 632
Varzim 618
CUF 610
Barreirense 592
Estoril 576
Amadora 540
Rio Ave 499
Gil Vicente 480
(fonte: Cadernos de A Bola, actualizados até à 13ª jornada; em itálico os clubes que não estão na primeira divisão ou já não existem)
(Vem aí o jogo 500) Não está nada previsto?
Por aquilo que me apercebi a Direcção não está a preparar nada de especial para assinalar os 500 jogos do Rio Ave no principal campeonato português.
É pena.
E é pena porque vai demorar talvez 20 anos para se voltar a assinalar uma data como esta (os mil jogos).
E porque há apenas 21 equipas que atingiram esse número (sendo que apenas 10 estão na primeira divisão).
À falta de melhor, porque não tentar levar 500 sócios/adeptos a Guimarães, oferecendo 500 bilhetes e assim podermos fazer uma grande festa.
(Com ou sem organização eu o Gil vamos!)
É pena.
E é pena porque vai demorar talvez 20 anos para se voltar a assinalar uma data como esta (os mil jogos).
E porque há apenas 21 equipas que atingiram esse número (sendo que apenas 10 estão na primeira divisão).
À falta de melhor, porque não tentar levar 500 sócios/adeptos a Guimarães, oferecendo 500 bilhetes e assim podermos fazer uma grande festa.
(Com ou sem organização eu o Gil vamos!)
9.12.09
(Vem aí o jogo 500) 84/85: a descida de divisão
Pelo quarto ano consecutivo o Rio Ave apresentou-se na primeira divisão (foi a melhor sequência de sempre, juntamente com o período 1996-2000).
E apresentou-se com a equipa mais desfalcada do que aquela que brilhou nas restantes épocas: ALfredo e Casaca foram para o Boavista, N'Habola também saiu; É certo que ainda lá estavam Brito ou Duarte, Carvalho ou Pires, mas há diversos nomes novos. Nesta lista podemos encontrar o jovem Rui Palhares, recolhido agora em Labruge! e nesta está Passo, que é agora o nosso dirigente Toni Passo (e não Passos, como aparece na imagem). Mourinho, que iniciou a época, acabou por sair a meio* e ficou, como técnico, o ex-jogador Mário Reis. Foi a estreia daquele que, por cinco épocas, foi nosso treinador (embora já tido uma breve experiência em 1980, também em Vila do Conde). Não foi uma boa estreia, mas Mário Reis haveria de recuperar o tempo perdido com a subida de divisão na temporada seguinte, já que se manteve em Vila do Conde. Os que têm melhor memória lembram-se do final dramático dessa época: no último jogo, na chamada liguilla, Baltemar Brito falhou um penalti (frente ao Chaves) e o Rio Ave desceu.
Foi o ano em que regressámos à segunda divisão (entre outros, com o Varzim). Foi por pouco, mas descemos.
Para os 500:
7 vitórias, 9 empates e 14 derrotas
(e assim vamos com 39 vitórias, 30 empates e 71 derrotas em 150 jogos)
PS - foi o ano em que o pouco reconhecido Samuel abandonou o futebol.
* Recorri a dois ex-jogadores do Rio Ave para confirmar esta informação; é que o zerozero também se 'engana'...
E apresentou-se com a equipa mais desfalcada do que aquela que brilhou nas restantes épocas: ALfredo e Casaca foram para o Boavista, N'Habola também saiu; É certo que ainda lá estavam Brito ou Duarte, Carvalho ou Pires, mas há diversos nomes novos. Nesta lista podemos encontrar o jovem Rui Palhares, recolhido agora em Labruge! e nesta está Passo, que é agora o nosso dirigente Toni Passo (e não Passos, como aparece na imagem). Mourinho, que iniciou a época, acabou por sair a meio* e ficou, como técnico, o ex-jogador Mário Reis. Foi a estreia daquele que, por cinco épocas, foi nosso treinador (embora já tido uma breve experiência em 1980, também em Vila do Conde). Não foi uma boa estreia, mas Mário Reis haveria de recuperar o tempo perdido com a subida de divisão na temporada seguinte, já que se manteve em Vila do Conde. Os que têm melhor memória lembram-se do final dramático dessa época: no último jogo, na chamada liguilla, Baltemar Brito falhou um penalti (frente ao Chaves) e o Rio Ave desceu.
Foi o ano em que regressámos à segunda divisão (entre outros, com o Varzim). Foi por pouco, mas descemos.
Para os 500:
7 vitórias, 9 empates e 14 derrotas
(e assim vamos com 39 vitórias, 30 empates e 71 derrotas em 150 jogos)
PS - foi o ano em que o pouco reconhecido Samuel abandonou o futebol.
* Recorri a dois ex-jogadores do Rio Ave para confirmar esta informação; é que o zerozero também se 'engana'...
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João Paulo Meneses
3.12.09
(Vem aí o jogo 500) 83/84: talvez a melhor época de sempre
Terceira época consecutiva do Rio Ave na primeira divisão, um feito notável para uma equipa que só em 1979/80 chegou ao topo do futebol português.
E depois do 8º lugar anterior, registou-se mais uma época de sucesso: 9º lugar (atrás do Varzim, mas nem tudo pode ser pefeito)!
Na base do sucesso alcançado está a manutenção da estrutura da equipa com Alfredo, Brito, Carvalho, Pires, Duarte, Quim, N'Habola ou Adérito, entre outros. Aqui está a lista completa do plantel, para a posteridade (N'Habola destacava-se pelos golos).
Mas esta foi também a época em que Félix Mourinho regressou a Vila do Conde e em que fomos à final da Taça de Portugal.
Nesta temporada, e pela primeira vez na sua história, o Rio Ave conseguiu um ponto em Vila do Conde com o FC Porto (empate a zeros, antes da grande final).
Para os 500:
11 vitórias, sete empates e 12 derrotas
(ou seja, 120 jogos, 32 vitórias, 21 empates e 57 derrotas)
E depois do 8º lugar anterior, registou-se mais uma época de sucesso: 9º lugar (atrás do Varzim, mas nem tudo pode ser pefeito)!
Na base do sucesso alcançado está a manutenção da estrutura da equipa com Alfredo, Brito, Carvalho, Pires, Duarte, Quim, N'Habola ou Adérito, entre outros. Aqui está a lista completa do plantel, para a posteridade (N'Habola destacava-se pelos golos).
Mas esta foi também a época em que Félix Mourinho regressou a Vila do Conde e em que fomos à final da Taça de Portugal.
Nesta temporada, e pela primeira vez na sua história, o Rio Ave conseguiu um ponto em Vila do Conde com o FC Porto (empate a zeros, antes da grande final).
Para os 500:
11 vitórias, sete empates e 12 derrotas
(ou seja, 120 jogos, 32 vitórias, 21 empates e 57 derrotas)
(crédito Fernando Soares)
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1.12.09
(Vem aí o jogo 500) 82/83: ano de goleadas
Em equipa que ganha não se mexe mas depois do brilharete da época passada não seria fácil repetir a graça. Ainda assim o mais importante seria a manutenção e isso foi conseguido - 8º lugar.
Mourinho deixou Vila do Conde e foi para o Belenenses (Setúbal?), mas no plantel não houve grandes alterações (talvez a saída de Paquito para Guimarães seja a mais relevante). Aqui está a lista completa da equipa, onde já consta novamente o mítico Armando Fati (contratado ao Leiria). Aliás, são dessa época as duas maiores goleadas da história do Rio Ave na primeira divisão: 5-0 ao Boavista e 6-1 ao Marítimo.
O treinador foi Manuel Pedro Gomes, regressado seis anos depois a Vila do Conde
Para os 500:
13 vitórias, três empates e 14 derrotas.
(e assim vamos com 90 jogos, 21 vitórias, 14 empates e 45 derrotas)
Mourinho deixou Vila do Conde e foi para o Belenenses (Setúbal?), mas no plantel não houve grandes alterações (talvez a saída de Paquito para Guimarães seja a mais relevante). Aqui está a lista completa da equipa, onde já consta novamente o mítico Armando Fati (contratado ao Leiria). Aliás, são dessa época as duas maiores goleadas da história do Rio Ave na primeira divisão: 5-0 ao Boavista e 6-1 ao Marítimo.
O treinador foi Manuel Pedro Gomes, regressado seis anos depois a Vila do Conde
Para os 500:
13 vitórias, três empates e 14 derrotas.
(e assim vamos com 90 jogos, 21 vitórias, 14 empates e 45 derrotas)
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25.11.09
(Vem aí o jogo 500) 81/82: uma segunda época brilhante
Depois da péssima época de estreia, e da descida de divisão, o Rio Ave voltou à primeira divisão em 1981/1982. E voltou da melhor maneira, com 13 vitórias, 8 empates e apenas 9 derrotas (22 na experiência anterior).
Grande responsável pelo sucesso: Félix Mourinho, à frente de uma equipa onde se podem destacar Trindade ou Caíca, Duarte, Quim ou Adérito, Alfredo, Baltemar Brito, Paquito, Figueiredo ou João Eusébio. Foi nesse ano que o Rio Ave ganhou nas Antas. Também lá estava José Mourinho! Félix Mourinho entrara a meio da época anterior, com a equipa no primeiro lugar da zona norte da segunda divisão (Cabrita fora o treinador que descera e continuara em Vila do Conde).
Para os 500:
Foram 13 vitórias, 8 empates e 9 derrotas.
PS - mais sobre Paquito.
(crédito Fernando Soares)
Grande responsável pelo sucesso: Félix Mourinho, à frente de uma equipa onde se podem destacar Trindade ou Caíca, Duarte, Quim ou Adérito, Alfredo, Baltemar Brito, Paquito, Figueiredo ou João Eusébio. Foi nesse ano que o Rio Ave ganhou nas Antas. Também lá estava José Mourinho! Félix Mourinho entrara a meio da época anterior, com a equipa no primeiro lugar da zona norte da segunda divisão (Cabrita fora o treinador que descera e continuara em Vila do Conde).
Para os 500:
Foram 13 vitórias, 8 empates e 9 derrotas.
PS - mais sobre Paquito.
(crédito Fernando Soares)
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20.11.09
(Vem aí o jogo 500) 79/80: uma primeira época muito má
O Rio Ave já tinha 40 anos quando se estreia na primeira divisão (e, nessa altura, o Varzim era muito mais forte, com algumas presenças nas primeiras divisões). Depois da estreia, em Maio de 1939, acontece finalmente a subida de divisão na época 1978/1979 (1979/80 é portanto a época de estreia). Treinador? Pedro Gomes, o antigo internacional do Sporting, que continua no activo, apesar de inúmeros insucessos recentes (e comentador de futebol na TSF). Curiosamente, Pedro Gomes não foi o treinador nessa primeira época primodivisionária, mas voltou a Vila do Conde dois anos depois, para orientar uma equipa com, entre outros, Alfredo, Baltemar Brito, Paquito, Quim ou o mítico N'Habola.
O primeiro treinador foi o argentino Ruben Garcia, que durou pouco no lugar; foi aliás uma época tumultuosa; o nosso Duarte e Mário Reis tiveram, por exemplo, a sua oportunidade, até chegar Fernando Cabrita; muito cedo se percebeu que Rio Ave estava condenado a descer de divisão e, entre outros registos, sofreu nessa época a maior goleada da sua história, 8-0 na Luz.
Para os 500:
Foram 5 vitórias, 3 empates e 22 derrotas.
(informações recolhidas no livro A Paixão do Povo, além da Internet; se tiverem outras informações sobre esta época e quiserem contribuir...; a ideia é fazer um texto sobre cada uma das épocas em que o Rio Ave esteve na primeira divisão)
O primeiro treinador foi o argentino Ruben Garcia, que durou pouco no lugar; foi aliás uma época tumultuosa; o nosso Duarte e Mário Reis tiveram, por exemplo, a sua oportunidade, até chegar Fernando Cabrita; muito cedo se percebeu que Rio Ave estava condenado a descer de divisão e, entre outros registos, sofreu nessa época a maior goleada da sua história, 8-0 na Luz.
Para os 500:
Foram 5 vitórias, 3 empates e 22 derrotas.
(informações recolhidas no livro A Paixão do Povo, além da Internet; se tiverem outras informações sobre esta época e quiserem contribuir...; a ideia é fazer um texto sobre cada uma das épocas em que o Rio Ave esteve na primeira divisão)
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19.11.09
Vem aí o jogo 500 (e uma sugestão)
De acordo com várias fontes que consultei nos últimos tempos (e não apenas o zerozero), o Rio Ave fará o jogo nº 500 na primeira divisão do futebol português quando for a Guimarães, no dia 19 de Dezembro.
500 jogos é uma marca de que nos temos que orgulhar (até porque o primeiro jogo é só em 1979) e por isso, à falta de uma ideia melhor, proponho que durante o mês de Dezembro, através do site, se evoquem alguns momentos históricos ( por exemplo, o 1º, o centésimo, etc., etc., se possivel com fotos e testemunhos de antigos jogadores que participaram nesses momentos; dá algum trabalho, mas - sejamos francos - o site, tal como está a ser feito - dá menos trabalho do que fazer, por exemplo, este blogue!)
500 jogos é uma marca de que nos temos que orgulhar (até porque o primeiro jogo é só em 1979) e por isso, à falta de uma ideia melhor, proponho que durante o mês de Dezembro, através do site, se evoquem alguns momentos históricos ( por exemplo, o 1º, o centésimo, etc., etc., se possivel com fotos e testemunhos de antigos jogadores que participaram nesses momentos; dá algum trabalho, mas - sejamos francos - o site, tal como está a ser feito - dá menos trabalho do que fazer, por exemplo, este blogue!)
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João Paulo Meneses
26.10.09
Os 500 pontos do Rio Ave no principal campeonato
A Bola assinala os 500 pontos somados pelo Rio Ave, facto já lembrado ontem pelos rioavistas.
Eis a soma dos pontos:
79/80: 13 (ainda no Estádio/Campo da Avenida)
81/82: 34 (5º lugar, com Félix Mourinho)
82/83: 29
83/84: 29
84/85: 23
86/87: 25
87/88: 28
96/97: 35
97/98: 46
98/99: 35
99/00: 33
03/04: 48 (recorde, com Brito)
04/05: 47
05/06: 34
08/09: 30
09/10: 11 (até agora)
Notas: 16 épocas de presenças oficiais na primeira liga; o máximo que o Rio Ave conseguiu foi quatro épocas seguidas (duas vezes); é interessante ver como 30 pontos garantiram a permanência (08/09) e 34 não deram (05/06) [até 2005/2006 eram 18 equipas]; e como este Rio Ave, que hoje conhecemos como uma equipa de primeiro plano do futebol português, tem pouco mais de 25 anos!
Eis a soma dos pontos:
79/80: 13 (ainda no Estádio/Campo da Avenida)
81/82: 34 (5º lugar, com Félix Mourinho)
82/83: 29
83/84: 29
84/85: 23
86/87: 25
87/88: 28
96/97: 35
97/98: 46
98/99: 35
99/00: 33
03/04: 48 (recorde, com Brito)
04/05: 47
05/06: 34
08/09: 30
09/10: 11 (até agora)
Notas: 16 épocas de presenças oficiais na primeira liga; o máximo que o Rio Ave conseguiu foi quatro épocas seguidas (duas vezes); é interessante ver como 30 pontos garantiram a permanência (08/09) e 34 não deram (05/06) [até 2005/2006 eram 18 equipas]; e como este Rio Ave, que hoje conhecemos como uma equipa de primeiro plano do futebol português, tem pouco mais de 25 anos!
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