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30.10.21

Mário Silva fala pela primeira vez sobre a saída do Rio Ave

"A derrota contra o AC Milan, pela forma como aconteceu, foi determinante. No futebol os «ses» não existem, mas se as coisas tivessem sido diferentes… se tivéssemos perdido de forma clara, tinha custado menos. Teria sido mais fácil de ultrapassar. Esse foi o momento crucial. Depois de tudo o que fizemos, sofrer o golo do empate na última jogada do prolongamento e depois perder como perdemos nos penáltis, afetou todos de forma muito negativa. Se tivéssemos passado a eliminatória, tudo seria diferente. A equipa foi abaixo e não tivemos a capacidade de superar a pancada rapidamente. (...) O momento marcante foi a derrota contra o Milan. Emocionalmente, a equipa caiu. Senti que a motivação que existia no meu grupo esmoreceu. Enfim, depois a direção decidiu prescindir de mim e tive de respeitar."
(para ler aqui)


30.12.20

Mário Silva de saída

Está na capa d' O Jogo de hoje. 


Como sucessor é apontado o nome de Miguel Cardoso como estando bem colocado.

Versão diferente tem o Record que diz que o treinador mereceu voto de confiança e que terá exame em Paços de Ferreira.

Vamos esperar pela versão oficial do clube.

29.12.20

Rescaldo da derrota contra o Marítimo

Percorre-se as redes sociais rioavistas e é só sangue por todo lado. A guilhotina virtual já cortou a cabeça do treinador, de meia equipa, do director desportivo, da Direcção. É assim que nós somos, tão frustrados estamos com o desmoronar de uma ilusão, de um sonho. 

Mas no meio de tanto pessimismo, há que ter alguma razoabilidade e perceber que nem tudo é mau. É certo que Mário Silva continua (pelo menos à hora em que escrevo este texto) a ser o nosso treinador, mas vejamos: este ano já não voltamos a ver este Rio Ave jogar. Isso é bom. Também percebemos que André Pereira deve ser uma excelente pessoa e por isso é que foi titular no Rio Ave, porque para futebolista não parece ter muito jeito e isso é bom porque o mundo precisa de boas pessoas. Também é bom perceber que Pedro Amaral só pode melhorar no futuro, porque não é possível fazer pior do que tem vindo a fazer. Também é bom terem-nos poupado a ver este jogo ao vivo, tão mau estava o tempo.

O problema é termos expectativas, se não as tivéssemos, a derrota não doía tanto. De quem é a responsabilidade? Da Direcção porque tem trabalhado muito bem. E da má época? Aí se calhar de toda a estrutura do futebol profissional, da Direcção, à equipa técnica, aos jogadores. De uns por abordarem tarde o mercado ou não terem trazido mais-valias a sectores que ficaram mais débeis pelas saídas, de outros por não estarem a saber conduzir e motivar um grupo, dos demais por não estarem a corresponder.

O mais natural é pedir-se sempre a cabeça do treinador, porque entre despedir uma pessoa e despedir um grupo delas é sempre mais fácil despedir só uma. É solução? Depende de quem venha. Luis Castro revolucionou o Rio Ave quando veio substituir Capucho. 

foto: A Bola

Eu não desejo o mal a Mário Silva. O meu desejo é que se revelasse como uma excelente aposta e continuasse na senda dos bons resultados de outros técnicos. Neste momento, porém, não parece que esteja preparado para o conseguir. Quem será o senhor que se segue?

12.12.20

Prova de fogo logo à tarde

imagem: rioavefc.pt

Mário Silva dizia ontem na conferência de imprensa de lançamento do jogo de hoje para a Taça de Portugal que se vão defrontar duas equipas fortes, com jogadores competentes e com duas equipas técnicas competentes. É uma declaração ousada, demonstrativa de boa auto-estima. De minha parte, estou convencido que este jogo é uma espécie de vai ou racha para o treinador. A eliminação da Taça será o fim de um dos objectivos da temporada que é vencer uma Taça, sendo que a da Liga já la vai. 

Ficamos assim na expectativa para ver de que lado estará a maior competência. Não querendo nenhum de nós perder, podendo isso acontecer, esperaremos para depois perceber se é o fim da linha para o treinador ou se a Direcção, em última instância o verdadeiro juiz, ainda lhe reconhecerá competência para continuar. 

Mas nada temam: vamos ganhar!

11.12.20

Os números por trás dos 500 jogos de ASC - 2

 Cada treinador tenta sempre deixar uma marca nos clubes por onde passa. Como vimos ontem, ASC trabalhou com 12 técnicos nestes 500 jogos, tendo contratado 10 deles. 

João Eusébio foi o primeiro a trabalhar com o presidente. Aguentou 6 jogos, saindo do clube a 05 de Janeiro de 2009. 

Carlos Brito foi o treinador que mais jogos orientou o clube, 132. Foi o único que esteve no clube mais de duas épocas. O icónico treinador pegou na equipa após a saída de Eusébio e só saiu no final de 2011/2012. É o 3º com maior % de derrotas e o 9% com maior % de vitórias. 

O homem que se lhe seguiu foi das figuras mais importantes do clube na sua história recente. Nuno Espírito Santo trouxe ao Rio Ave uma atitude ganhadora e muito trabalhou para mudar mentalidades acomodadas. Duas temporadas, duas finais e mais a supertaça que já não disputou, a primeira ida à Europa. 80 jogos e a 4ª maior % de vitórias.

Pedro Martins substitui Nuno com a possibilidade de jogar na Europa. Conseguiu chegar à fase de grupos na Europa e põe a equipa a jogar bom futebol. Na segunda temporada volta a levar-nos a uma posição europeia. É o 2º técnico com mais jogos, 101.

Segue-se Capucho. Uma desilusão: não chegámos à Liga Europa e o futebol da equipa não convence. Saiu com 14 jogos disputados.

Com a chegada de Luis Castro percebe-se outro perfume. A equipa muda radicalmente e consegue chegar ao 7º lugar. Castro decide não continuar, mas fica na história como o técnico com maior % de vitórias nos jogos em que participou, 48.15%. 

2017/2018 traz-nos Miguel Cardoso, o técnico do controlo. Apesar de desconhecido fez um trabalho meritório, mas deixou-se embriagar pelo seu sucesso e decide procurar a sorte além fronteiras. 42 jogos, a 2ª maior % de vitórias destes 500 jogos.

2018/2019 é um ano desportivo agitado. José Gomes é o escolhido, mas não nos leva à fase de grupos na Europa. Ainda assim, atrai a atenção do Reading que paga ao Rio Ave para levar o treinador. Faz 21 jogos e apresenta maior média de golos marcados por jogo, mas também a maior média de golos sofridos. Segue-se Gama que interinamente assegura 3 jogos em que empata 1 e perde 2. Daniel Ramos chega em Janeiro de 2019 e fica até final. 19 jogos com a 2ª maior média de golos obtidos. 

2019/2020 traz a surpresa Carlos Carvalhal. Bom futebol, recorde de pontos, 5º lugar. A maior diferença de golos positiva dos 500 jogos: 20 golos. Foram 42 jogos do técnico que provavelmente mais saudades deixa nos rioavistas.

O actual príncipe regente é Mário Silva. Contribuiu com 13 jogos. para o total. Tem o 2º pior desempenho percentual a atacar, mas o melhor a defender.  

O resumo do desempenho de cada técnico no quadro abaixo. 

7.12.20

O pior ataque

9 jogos e 5 golos. Nem as equipas abaixo da linha de água marcam tão poucos golos como nós. Somos o pior ataque da Liga a par do Belenenses. Em casa só o Guimarães marca tão pouco como nós, 2 golos, com a agravante de eles têm 5 jogos disputados como anfitriões e nós 4. Mas com o mal dos outros podemos nós bem.

A defender somos os segundos melhores, abaixo do... Belenenses. Quer isto dizer que temos uma manta curta? Estamos a cobrir pés mas ficamos com a cabeça muito de fora? 

Faltará só mesmo um bocadinho para as bolas entrarem? Ontem no final do jogo o treinador dizia que os golos vão chegar, eventualmente. O que parece é que os ovos que tem usado não fazem a omelete. Há que mudar a receita. Se a que se usa não produz resultados ou se usa uma melhor ou o defeito poderá estar no cozinheiro. 



2.12.20

Mário Silva, sim ou não?

Foto: Ivan Del Val/Global Imagens

 Escrevo sem qualquer inside information sobre o que possam ser as ideias da Direcção quanto ao trabalho que Mário Silva tem feito. Sobre o que os adeptos pensam, parece-me que estamos conversados, a opinião não é positiva. 

Nas redes sociais as manifestações de desagrado não faltam. Há quem diga que a equipa só jogou bem enquanto ainda tinha as rotinas da época passada e que à medida que o treinador tenta impor o seu modelo a equipa piorou gradualmente. Há quem diga que não tem unhas para um plantel de muita qualidade, há quem diga que não controla os pesos pesados do balneário. 

Não estaremos a ser precipitados ao pedir a cabeça do treinador? 

A minha grande preocupação depois da eliminação da Liga Europa era saber até que ponto a moral da  equipa se ia aguentar em níveis elevados. Cair como caímos não nos desonra, mas deixa marcas porque o jogo, há que dizê-lo sem rodeios, esteve nas nossas mãos diversas vezes. O jogo que se seguiu â queda foi a recepção ao Benfica e os sinais não foram animadores. Mas se o Benfica não era talvez a melhor equipa para testar o estado de espirito do grupo, os jogos que se seguiram confirmaram os meus receios: a chama foi-se. 

Não sei até que ponto o treinador ou "o seu modelo de jogo" sejam responsáveis por esta quebra. O que sei é que um treinador tem de estar sempre do lado da solução e nunca do problema. 

Dito isto e sem certezas, repito a questão: Não estaremos a ser precipitados ao pedir a cabeça do treinador?  

29.11.20

(derrota por 2-0 em Barcelos) Precisamos de um novo treinador (ATUAL.)

Escrevo este texto 1 minuto depois do jogo acabar.

Acredito que Mário Silva pedirá a demissão, tal a incapacidade demonstrada para liderar o Rio Ave. ATUALIZO: não pediu!

Mais uma vez - quantas vezes aconeceu esta época??? - o Rio Ave só reage após as (3) substituições.

Durante 70 minutos fomos uma equipa que passeou as camisolas, sem nada o treinador fazer.

MS continua a apostar numa dupla de pivôs defensivos, que nada trás ao jogo, insiste em Piazon e Diego ao mesmo tempo e, sobretudo, não consegue tirar partido da qualidade dos jogadores. Que falta de visão e de qualidade!

Precisamos de um novo treinador.

Melhor em campo: Aderllan.



23.11.20

"Claro que temos de melhorar"

Se não vi mal, das 18 equipas da primeira liga, 17 jogaram com adversários da segunda divisão ou do Campeonato de Portugal. 

A exceção foi o Rio Ave, a única a jogar com uma equipa do distrital. 

Ainda por cima não foi um adversário qualquer: estamos a falar do último classificado!

Por isso tenho dificuldades em aceitar quando dizem que quase todas as equipas favoritas tiveram dificuldades nos seus jogos com adversários mais fracos.

Por isso era obrigatório fazer mais.
E aqui responsabilizo mais os jogadores do que o treinador.
Não houve um jogador que se destacasse.
Falta de respeito para com o adversário?
No final do jogo o treinador disse "Claro que temos de melhorar".
Só pode!
Mas devia ter dito mais qualquer coisa!


7.11.20

Três sugestões para o treinador

Começo por dizer que não critico o treinador pelo onze escolhido. Por um lado é evidente que, tebndo feito uma análise positiva do jogo anterior, quis repetir o onze; por outro, percebe-se que anda à procura do ponta de lança (que, entre todos os que tem à sua disposição, tem estado sentado no banco e chama-se GD).

Aponto em alternativa três coisas que me parecem erradas na nossa equipa [o Rio Ave não joga bem e o treinador não é o único responsável, mas estas três sugestões são dirigidas a ele]:

1) Tática: Filipe Augusto e Pelé jogam lado a lado. Pode ser bom em termos defensivos, mas frente a adversários claramente mais fracos como o Belenenses (e outros, com quem temos jogado), isso tira-nos agressividade atacante. Não será possível que um deles jogue mais à frente, ocupando o espaço que está vago entre o médio mais avançado e o mais recuado? Faz mais sentido um pivô defensivo (Pelé ou Filipe  Augusto), um '8' (se não é Pelé, pode ser Tarantini ou Jambor) e depois um médio na frente. Aliás, frente a adversários como o Belenenses o Rio Ave poderia jogar em 1x2 (Pelé, Geraldes e Diego, por exemplo) e não em 2x1 (como tem feito). Isso significaria deixar Filipe Augusto no banco? Os objetivos da equipa (ganhar) têm de estar acima;

[por falar em tática, em jogos como este, o 4x4x2 não estaria mais adaptado aos jogadores disponíveis?]

2) Pouca intervenção antes das substirtuições: Via-se que Diego não 'pegava no jogo'. Piazon também não estava inspirado. Não poderiam ter trocado, para ver se resultava? Mané tem de jogar sempre no mesmo lado? Seria uma tentativa de agitar o jogo e confundir o adversário, algo que imensos treinadores fazem.

3) Substituições tardias: a nossa primeira parte foi fraca, sem ideias (apenas lances individuais, como o de Mané). Esperava reação ao intervalo com Dala, por exemplo. Mais poder de fogo, com menos um pivô defensivo e Geraldes ou um extremo. O treinador mexeu aos 65 minutos (Dala e Geraldes), depois os 73 (Bruno Moreira) e aos 85 (Meshino e Tarantini). Aos 85 é acender uma velinha e esperar. Às vezes resulta, mas nem sempre...  Quando mexeu, a equipa melhorou finalmente.

PS - MS no final: "Não estivemos confortáveis como gostávamos de estar em termos de qualidade de jogo. Ao fim de dez jogos, incluindo Liga Europa, o que quero salientar é que perdemos apenas um. Não nos contentamos com o empate e, agora que vai haver uma pausa, a reflexão que faço é esta: temos um grupo que trabalha, que se sacrifica, que sabe sofrer e que, até hoje, perdeu apenas um jogo"

(foto: Facebook Rio Ave FC)


26.10.20

Oitavo jogo em que a equipa entrou mal

Quando Mário Silva troca Ronan por Dala, ao intervalo, pensou que seria possível trazer outra dinâmica ao jogo. O Rio Ave tinha terminado a primeira parte muito melhor do que começara mas 0-1 é sempre um resultado ingrato e até se adivinhava o golo do Farense.

Mas as coisas não só não melhoraram como pioraram, porque o Farense foi mais afirmativo e no banco MS via a equipa encolher-se.

A partir de certa altura a ideia passou a ser defender o resultado a todo o custo - por isso aconteceu uma substituição que já não estamos habituados a ver no Rio Ave: tirar um avançado e meter um médio (77 minutos).

Mário Silva disse no final que "hoje o mais importante era ganhar o jogo e somar os três pontos." Atendendo a tudo o que se passou, concordo.

Mas o treinador é certamente o primeiro a perceber que nem sempre as coisas correm bem quando se joga mal.

Este foi o oitavo jogo do Rio Ave e o oitavo jogo em que a equipa entrou mal (ou muito mal).
O que é que se passa?
(foto: Facebook Rio Ave FC)




20.10.20

Não voltar a repetir, por favor!

O segundo golo do Benfica é digno dos 'apanhados'.

Impensável que uma equipa com a maturidade e a qualidade do Rio Ave cometa o erro de mandar subir os centrais (acredito que alguém lhes deu indicação para subir, mas se estou enganado também é grave) num livre marcado perto da linha de meio campo, ainda na primeira parte!

(é verdade que o lance acontece nos descontos, mas é preciso ponderar o que se ganha e o que se perde em cada momento; ficar a perder por 0-2 foi uma consequência muito pesada, comparando com as probabilidades do lance dar golo para nós)

Quais seriam as probabilidades disto correr bem? Nos cantos e livres para a área, os centrais, quando cabeceiam bem ou são altos, sobem porque dái pode surgir golo. Mas a esta distância? Santos ganharia de cabeça e passaria a alguém?

O resultado era previsível! 
Quatro homens do Benfica em frente ao guarda-redes, três deles sem marcação, para dois dos nossos (Ivo e Monte).
No final do jogo escrevi que se por um lado foi um jogo para esquecer, por outro há coisas que devem ser recordadas para não serem repetidas. Esta é uma delas!



18.10.20

(0-3 com o Benfica). Para esquecer. Ou talvez não.

É muito cedo para ter uma uma opinião definitiva sobre a qualidade do trabalho do nosso treinador, mas quero dizer que nesta altura não estou nada bem impressionado.

Acho que continua a escolher mal os jogadores (Pelé, Pedro Amaral e Dala no banco) e não gosto da forma como sistematiza a equipa: na esquerda não há defesa (Monte???) , mas há extremo (Mané), na direita, há defesa, mas não há avançado (Piazon, na primeira parte, foi mais médio). Ainda por cima, Geraldes passou quase todo o jogo encostado à linha esquerda e a equipa nunca teve quem pegasse no jogo a meio campo, optando muitas vezes pelo futebol direto, o que o Benfica agradecia.

Resultado: na primeira parte não demos uma para caixa e só o VAR impediu um resultado mais dilatado.

Quando se pensava que o treinador iria mexer ao intervalo, tal não aconteceu. Foi preciso esperar mais 15 minutos para ver Pelé, Dala e Ronan no onze. Pelé mexeu com o jogo e trouxe mais qualidade, mas o 3-0 acabou com qualquer esperança.

Nada nos correu bem: muitos erros, individuais e coletivos, e escassa produção atacante.

Muitos jogadores desinspirados.

Melhor em campo: Ivo Pinto.



O Rio Ave tem qualidade para fazer mais, mesmo não havendo dúvidas de que o Benfica é melhor. 

15.9.20

Mário Silva quer fazer história no Rio Ave (ATUALização: a notícia é desmentida hoje!)

A Bola de ontem trazia uma peça sui generis: Mário Silva a falar através de outra pessoa e a dizer que não pode haver dúvidas, que o apuramento europeu é o objetivo, que temos de ser ambiciosos e lembrar que conseguir duas classificações consecutivas para a Europa seria histórico (ver sublinhado no texto seguinte)

(o meu comentário: acredito que esta peça de A Bola seja consequência da entrevista dada a O Jogo no sábado, em que o assunto fica em meias tintas. Era sempre preferível que a clarificação viesse pela boca do próprio mas não tenho dúvidas de que é isso que o treinador pensa. E, assim sendo, ainda bem!)

ATUalização: acabo de ler A Bola de hoje: a notícia é desmentida! Já não sei o que pensar...



12.9.20

Mário Silva quer um médio defensivo

O treinador do Rio Ave dá hoje a sua primeira entrevista (a O Jogo).

Retive duas ideias:

- a de que quer um médio defensivo, dizendo que o plantel pode melhorar (sinal de que conta com ele para o onze) [o meu comentário: Al Musrati veio em janeiro, para colmatar a lesão de Jambor. Antes, Filipe Augusto jogava com Tarantini, depois passou a jogar com Al Musrati, dois jogadores de características diferentes; Mário Silva parece querer dois médios mais de cobertura].

- não se compromete com objetivos concretos muito menos com a luta pela Europa. "É preciso trabalhar, ter competência e alguma sorte. Foi o que se verificou com o Rio Ave na época passada"



30.7.20

Mário Silva é o escolhido - falta a confirmação oficial

Toda a imprensa está a noticiar que Mário Silva é o substituto de Carvalhal.
O antigo lateral esquerdo conduziu os juniores do FC Porto à conquista do campeonato nacional e da UEFA Youth League, mudando-se para Espanha , onde assumiu o cargo de coordenador da formação do Almería. No mês passado assumiu o comando da equipa principal, mas acabou substituído pelo também português José Gomes.
"A sua já longa experiência de treino com jogadores jovens - potenciar a formação do clube é uma prioridade para António Silva Campos -, e o à-vontade com que trabalha recorrendo às mais recentes ferramentas tecnológicas ao serviço do futebol também pesaram na decisão dos responsáveis vila-condenses", diz O Jogo. "O acordo com o treinador foi alcançado na noite desta quinta-feira", acrescenta o Record. mas o Maisfutebol contrapõe que o acordo ainda não está fechado e só deverá ser concluído no início da próxima semana.


PS - Mário Silva tem (ou pelo menos tinha até á época passada) um filho a jogar na formação do Rio Ave.