Várias vezes abordei aqui o divórcio entre o Clube e o concelho, exemplificado pela escassez de visitas dos nossos jogadores às escolas locais.
Nos últimos tempos, porém, a situação mudou (o próprio Clube tem no seu site informação sobre como se devem organizar as visitas) e tem havido diversas visitas.
Ainda esta semana, Mané e Piazon (e o Tubas) estiveram em Vairão e pela reportagem vídeo foi bastante interessante (falta informação no site).
Considero estas iniciativas muito importantes.
PS - Piazon falou sobre a Liga Europa, mas, seguindo as 'instruções' de Carvalhal, não se alongou: "Quem não quer jogar a Liga Europa? Não pensamos muito nisso, por agora. Mas, se tivermos essa possibilidade, será positivo, para mim e para o clube". Mané ainda foi mais esquivo: "O objetivo é sempre vencer quando entramos em campo. Temos jogado muito bem e somos das melhores equipas a praticar futebol em Portugal"
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12.3.20
27.1.20
Mais opiniões sobre o divórcio de Vila do Conde com o Clube (mentalidade, estádio, formação, etc)
Continuamos a recolher opiniões dos Rioavistas sobre aquilo que aqui chamámos 'o puxão de orelha de Pedro Martins' sobre a falta de ligação do Concelho de Vila do Conde ao Rio Ave FC.
As opiniões que se seguem foram recolhidas no nosso Facebook e podem ser lidas na íntegra aqui.
António Terroso Um clube de sócios mal agradecidos, os mais exigentes, os mais inconsoláveis, e maioritariamente os que menos fazem pelo mesmo. (...)
Hoje o estádio, amanhã o ASC, depois os jogadores, os dirigentes, a seguir o gajo ao lado na bancada, o roupeiro, o jardineiro.....bah pá. (...) Podíamos de facto ser um Clube mt maior, mas os Rioavistas não querem, e doa a quem doer, essa é a mais pura das verdades.
Nuno Miranda Já somos demasiados... Os 2000 verdadeiros rioavistas que existem chegam e sobram. Tudo o mais que existe e outros que possam aparecer apenas desvirtuam aquilo que é ser rioavista (seja no estádio, seja no facebook...).
Luxinho Ribeiro O paradoxo de haver cada vez melhores resultados desportivos e financeiros e no entanto a massa adepta continuar constante deve ser alvo de uma análise profunda. As quotas dos sócios são baixas e praticamente oferecem bilhetes para os jogos e mesmo assim o estádio raramente ultrapassa os 2000. Os Vilacondenses estão desligados do clube por algum motivo. Na minha opinião o facto de termos cada vez menos Vilacondenses na formação, a localização do estádio e as condições do estádio são os principais motivadores deste afastamento. Nem consigo encontrar outros motivos lógicos, mas deve haver!
António Terroso Desenganem-se meus amigos, as obras no estádio, irá fazer muito pouca diferença, o nosso problema é mesmo.... MENTALIDADE
As opiniões que se seguem foram recolhidas no nosso Facebook e podem ser lidas na íntegra aqui.
António Terroso Um clube de sócios mal agradecidos, os mais exigentes, os mais inconsoláveis, e maioritariamente os que menos fazem pelo mesmo. (...)
Hoje o estádio, amanhã o ASC, depois os jogadores, os dirigentes, a seguir o gajo ao lado na bancada, o roupeiro, o jardineiro.....bah pá. (...) Podíamos de facto ser um Clube mt maior, mas os Rioavistas não querem, e doa a quem doer, essa é a mais pura das verdades.
Nuno Miranda Já somos demasiados... Os 2000 verdadeiros rioavistas que existem chegam e sobram. Tudo o mais que existe e outros que possam aparecer apenas desvirtuam aquilo que é ser rioavista (seja no estádio, seja no facebook...).
Luxinho Ribeiro O paradoxo de haver cada vez melhores resultados desportivos e financeiros e no entanto a massa adepta continuar constante deve ser alvo de uma análise profunda. As quotas dos sócios são baixas e praticamente oferecem bilhetes para os jogos e mesmo assim o estádio raramente ultrapassa os 2000. Os Vilacondenses estão desligados do clube por algum motivo. Na minha opinião o facto de termos cada vez menos Vilacondenses na formação, a localização do estádio e as condições do estádio são os principais motivadores deste afastamento. Nem consigo encontrar outros motivos lógicos, mas deve haver!
António Terroso Desenganem-se meus amigos, as obras no estádio, irá fazer muito pouca diferença, o nosso problema é mesmo.... MENTALIDADE
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João Paulo Meneses
25.1.20
Ainda as palavras de Pedro Martins - mais algumas ideias
Não deixámos cair o 'puxão de orelhas' de Pedro Martins e estamos a tentar reunir opiniões.
Aqui ficam algumas, dos nossos leitores no Facebook:
Artur Jorge Fernandes (...) Tanto os Vilacondenses em geral como as maior parte das empresas do concelho apoiam pouco ou nada o Rio Ave. Comparar o poderio do Braga e do Vitória a nível do apoio das gentes e das empresas dos seus concelhos com as do Rio Ave estamos a um nível muito inferior.
Luis Vilela A CIDADE E O CONCELHO NÃO MERECEM O CLUBE QUE É O RIO AVE .
Um clube como o Rio Ave , o mais representativo de Vila do Conde não pode ter só +_ 6.000 sócios .
Um cidade com +_75.000 habitantes ( concelho incluído ) deveria ter no mínimo 10.000/12.000 sócios .
(o autor deste texto apagou-o entretanto, e não consegui fixar o nome, mas julgo que merece atenção) 1° - Porque, durante muitos anos, o RAFC foi um Clube político, mais para servir os interesses políticos locais! E, ainda que, desde que este Presidente está no Clube, o RAFC tenha deixado de ser o tal Clube político, a história na cabeça de milhares de Vilacondenses não se apaga em tão poucos anos, não sai assim da mente...
2 - Na minha opinião, se analisar estritamente os resultados Desportivos, Financeiros e Património do Clube, este é o melhor Presidente da história do RAFC! Por isso, já disse a vários Vilacondenses que eu não sei do que estão à espera para realizar uma grande homenagem ao António da Silva Campos e ao mesmo tempo nomear este Presidente do RAFC como o melhor em toda a sua história!?
Estão à espera de quê? Sou contra homenagear uma Pessoa depois da morte pelo que foi em VIDA!... Ainda que eu espere que o ASC dure muitos anos, é tempo de lhe fazer essa Justiça!
3 - Assim sendo, se concordarmos com o meu ponto de vista do ponto anterior, o 2, como é possível que, mesmo assim, com tão bons resultados Desportivos, Financeiros e de Património do Clube, os Vilacondenses, pessoas e empresas da terra, não aderirem em larga escala no apoio ao Clube e não vão ao estádio ver os jogos? (...) Ou seja, quem como eu durante muitos anos acompanhou e apoiou o Rio Ave FC e deixou de acompanhar, quem como eu estudou e aconpanhou durante alguns anos o fenómeno de alguns Clubes terem tantos adeptos nos seus jogos e estádios, como o Leixões, Paços de Ferreira, Braga, Guimarães e Varzim, tendo eu também estudado e acompanhado o trabalho de marketing e organização dos jogos das seleções de Portugal, terá de concordar e dar razão de que, quando o Rio Ave FC, com este Presidente, mudar e melhorar nas 3 alíneas do meu ponto 3, certamente o Rio Ave FC passará a ser o 7° melhor Clube de Portugal e passará a ter facilmente o mínimo de 5 mil sócios no estádio em todos os jogos!...
Aqui ficam algumas, dos nossos leitores no Facebook:
Artur Jorge Fernandes (...) Tanto os Vilacondenses em geral como as maior parte das empresas do concelho apoiam pouco ou nada o Rio Ave. Comparar o poderio do Braga e do Vitória a nível do apoio das gentes e das empresas dos seus concelhos com as do Rio Ave estamos a um nível muito inferior.
Bruno Miguel Silva Vieira Apenas problema cultural do país!
Luis Vilela A CIDADE E O CONCELHO NÃO MERECEM O CLUBE QUE É O RIO AVE .
Um clube como o Rio Ave , o mais representativo de Vila do Conde não pode ter só +_ 6.000 sócios .
Um cidade com +_75.000 habitantes ( concelho incluído ) deveria ter no mínimo 10.000/12.000 sócios .
(o autor deste texto apagou-o entretanto, e não consegui fixar o nome, mas julgo que merece atenção) 1° - Porque, durante muitos anos, o RAFC foi um Clube político, mais para servir os interesses políticos locais! E, ainda que, desde que este Presidente está no Clube, o RAFC tenha deixado de ser o tal Clube político, a história na cabeça de milhares de Vilacondenses não se apaga em tão poucos anos, não sai assim da mente...
2 - Na minha opinião, se analisar estritamente os resultados Desportivos, Financeiros e Património do Clube, este é o melhor Presidente da história do RAFC! Por isso, já disse a vários Vilacondenses que eu não sei do que estão à espera para realizar uma grande homenagem ao António da Silva Campos e ao mesmo tempo nomear este Presidente do RAFC como o melhor em toda a sua história!?
Estão à espera de quê? Sou contra homenagear uma Pessoa depois da morte pelo que foi em VIDA!... Ainda que eu espere que o ASC dure muitos anos, é tempo de lhe fazer essa Justiça!
3 - Assim sendo, se concordarmos com o meu ponto de vista do ponto anterior, o 2, como é possível que, mesmo assim, com tão bons resultados Desportivos, Financeiros e de Património do Clube, os Vilacondenses, pessoas e empresas da terra, não aderirem em larga escala no apoio ao Clube e não vão ao estádio ver os jogos? (...) Ou seja, quem como eu durante muitos anos acompanhou e apoiou o Rio Ave FC e deixou de acompanhar, quem como eu estudou e aconpanhou durante alguns anos o fenómeno de alguns Clubes terem tantos adeptos nos seus jogos e estádios, como o Leixões, Paços de Ferreira, Braga, Guimarães e Varzim, tendo eu também estudado e acompanhado o trabalho de marketing e organização dos jogos das seleções de Portugal, terá de concordar e dar razão de que, quando o Rio Ave FC, com este Presidente, mudar e melhorar nas 3 alíneas do meu ponto 3, certamente o Rio Ave FC passará a ser o 7° melhor Clube de Portugal e passará a ter facilmente o mínimo de 5 mil sócios no estádio em todos os jogos!...
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João Paulo Meneses
22.1.20
O que Aí Vem Entronca no que Pedro Martins Disse
O JPM já abordou o tema mas creio que é demasiado importante deixa-lo cair.
Pedro Martins voltou a dizer e desta vez de uma forma muito mais clara: Vila do Conde... e os vilacondenses não acompanharam o crescimento do Rio Ave FC no panorama do futebol português.
Já o tinha dito quando cá esteve, qualquer coisa como: "O clique que a cidade devia ter dado com as finais das taças e com a Liga Europa não deu. Quando teve oportunidade de crescer o clube estagnou e não passam dos 2000 no estádio."
Desta vez foi mais conclusivo e assertivo: https://tribunaexpresso.pt/a-casa-as-costas/2020-01-12-Nao-consigo-ver-um-programa-de-desporto-em-Portugal.-Ninguem-respeita-ninguem-os-clubes-sao-representados-de-forma-estupida
Tem razão ou não tem razão? Claro que tem razão.
O que prova são os últimos jogos e os que aí vêm.
O Rio Ave FC, 7º classificado, está a 6 pontos do Famalicão: 3º classificado. Nos próximos 4 jogos defronta o Vitória, o Famalicão e o Braga (6º,3º e 5º), além do Aves. Quantas pessoas irão ao estádio nos jogos em casa? As mesmas que iam há 6 ou 7 anos. Duas mil - não passa disto. (Nem falo nos jogos fora e aqui quero enaltecer e reconhecer o trabalho da Associação de Adeptos que têm feito um trabalho excelente).
Culpas? De toda a gente...
O clube:
O jogo contra o Boavista colocou-nos nesta situação: alguém publicitou esse jogo nesse sentido? De que esta vitória nos poria neste patamar de luta?
Os sub23 estão a fazer outra boa época. Quantos vilacondenses há no plantel principal?
As empresas do Concelho? Também... mas o clube dá-lhes a visibilidade para terem retorno daquilo que investem? As empresas, tal como os clubes têm de dar lucro. Ninguém anda aqui a ar e vento.
Os vilacondenses são do Rio Ave FC? A maior parte não.
Mas é com acções esporádicas em escolas que se chamam os miúdos que ainda não têm clube para se identificarem com o RAFC? Ou esse trabalho deveria ser muito mais incisivo, mais contínuo e com uma planificação muito mais concisa tornando essa forma de abordagem mais agressiva? Quantas escolas públicas, privadas ou de cariz social há nas imensas freguesias do concelho? Ir 1 ou 2 jogadores uma vez por ano (ou menos) a algumas delas diz alguma coisa aos miúdos?
Há coisas positivas? Claro que há... os stands nos eventos dos concelhos... (mas só em alguns?), por exemplo.
Os lugares anuais.
A nova escola de futebol numa das freguesias é sem dúvida um passo importante.
Mas há mais a fazer.
A culpa é de todos. Mas principalmente quem tem de chamar a si a responsabilidade é o Clube.
E um clube com 2 directores de comunicação tem de apresentar muito mais nesse mesmo aspecto: comunicar e chamar o público que lhe pode dar sustentabilidade no futuro.
Não é só mandar postas de pescada aos órgãos de comunicação quando não aparecem às conferências nem aos poucos sócios e adeptos quando vão embora mais cedo do estádio.
É precisamente pegar em alguém (e nem que seja com uma equipa de comunicação do clube) e fazer o trabalho que Rádio Linear fazia até há 3 anos atrás. Fazer ante-visão dos jogos, promover programas de debate, manter um directo da conferência do treinador após os jogos, informar sobre o dia-a-dia do clube noutros meios que não apenas as redes sociais. Isso perdeu-se tudo... e uma coisa é certa, pode não ter feito mal, mas bem não fez de certeza.
Fala-se à boca cheia nos 6000 sócios. Vem aí a renumeração. Se formos 4000...
PS: já agora, não lançar lista de convocados também não ajuda. São só menos 40 notícias sobre o clube que não saem por época na comunicação social.
PS2: Temos no concelho o maior outlet da Europa... e pôr lá um stand ou até uma loja de pequenas dimensões? Ou pelo menos ter na Nike os equipamentos do clube à venda, não? Pelo menos para quem vem de fora saber onde está... em Vila do Conde, a terra do Rio Ave FC (já escrevi isto há um ano... mas volto a repetir, porque para mim é demasiado óbvio)...
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Carlos Francisco
17.1.20
Pedro Martins: "o Rio Ave não tem a cidade a acompanhar"
Pedro Martins, um dos melhores treinadores que passaram pelo Rio Ave, deu uma excelente entrevista ao Expresso. Recomendo vivamente.
Eis a parte em que fala de nós:
Como caracteriza as duas épocas à frente do Rio Ave?
Falam por si. O Rio Ave entra na fase de grupos da Liga Europa, nunca o tinha feito. Até hoje é um marco na história. Vamos às meias finais da Taça de Portugal, somos eliminados pelo Braga. Perdemos uma final com o Benfica, em penáltis; tínhamos jogado na quinta-feira Liga Europa e jogámos logo a seguir no domingo e fomos aos penaltis com o Benfica. Até à penúltima jornada estávamos a lutar pela Europa, perdemos essa possibilidade na Madeira. No ano seguinte, fomos às meias-finais da Taça de Portugal, atingimos a Liga Europa. Acho que foram dois anos absolutamente fantásticos. No primeiro ano, o Rio Ave vendeu sete jogadores e no ano seguinte consegue um nova qualificação para a Liga Europa.
Antes de acabar a época já sabia que ia para Guimarães. Foi contactado pelo Vitória a meio da segunda época no Rio Ave, certo?
Sim. Eu não tinha só o Vitória - tinha mais clubes interessados. Tinha um na Grécia e outro na Turquia. E o António Silva Campos já sabia da minha parte que não tinha intenções de continuar no Rio Ave. [mas Pedro Martins disse na Tertúlia que ia para o estrangeiro e muitos Rioavistas não gostaram quando assinou pelo Guimarães!]
Porquê? Porque tinha esses contactos ou por outros motivos?
Primeiro que tudo, eu queria um projeto que me obrigasse a ser mais ambicioso... Não quer dizer que o Rio Ave não seja, e eu sei que as pessoas de Vila do Conde não me gostam de ouvir quando digo isto, mas um clube como o Rio Ave, que é altamente profissional e organizado, não tem a cidade a acompanhar. Não tem as pessoas para lhe dar o transfer para outra realidade. Para mim começou a ser curto. É esta a crítica que faço. É porque de facto as pessoas não acompanharam o crescimento do clube. E, para mim, era importante porque esse é um sinal de excelência, de maior exigência e eu precisava disso. Portanto a minha decisão acima de tudo era pensar que o Rio Ave já não me podia dar aquilo que queria na minha carreira.
Como caracteriza as duas épocas à frente do Rio Ave?
Falam por si. O Rio Ave entra na fase de grupos da Liga Europa, nunca o tinha feito. Até hoje é um marco na história. Vamos às meias finais da Taça de Portugal, somos eliminados pelo Braga. Perdemos uma final com o Benfica, em penáltis; tínhamos jogado na quinta-feira Liga Europa e jogámos logo a seguir no domingo e fomos aos penaltis com o Benfica. Até à penúltima jornada estávamos a lutar pela Europa, perdemos essa possibilidade na Madeira. No ano seguinte, fomos às meias-finais da Taça de Portugal, atingimos a Liga Europa. Acho que foram dois anos absolutamente fantásticos. No primeiro ano, o Rio Ave vendeu sete jogadores e no ano seguinte consegue um nova qualificação para a Liga Europa.
Antes de acabar a época já sabia que ia para Guimarães. Foi contactado pelo Vitória a meio da segunda época no Rio Ave, certo?
Sim. Eu não tinha só o Vitória - tinha mais clubes interessados. Tinha um na Grécia e outro na Turquia. E o António Silva Campos já sabia da minha parte que não tinha intenções de continuar no Rio Ave. [mas Pedro Martins disse na Tertúlia que ia para o estrangeiro e muitos Rioavistas não gostaram quando assinou pelo Guimarães!]
Porquê? Porque tinha esses contactos ou por outros motivos?
Primeiro que tudo, eu queria um projeto que me obrigasse a ser mais ambicioso... Não quer dizer que o Rio Ave não seja, e eu sei que as pessoas de Vila do Conde não me gostam de ouvir quando digo isto, mas um clube como o Rio Ave, que é altamente profissional e organizado, não tem a cidade a acompanhar. Não tem as pessoas para lhe dar o transfer para outra realidade. Para mim começou a ser curto. É esta a crítica que faço. É porque de facto as pessoas não acompanharam o crescimento do clube. E, para mim, era importante porque esse é um sinal de excelência, de maior exigência e eu precisava disso. Portanto a minha decisão acima de tudo era pensar que o Rio Ave já não me podia dar aquilo que queria na minha carreira.
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João Paulo Meneses
4.11.19
(da AG de ontem) Sobre a renumeração
O processo de renumeração, iniciado em julho, foi um dos protagonistas da AG de ontem.
Primeiro foi ASC a dizer que o processo está fechado mas que "é preciso respeitar os períodos necessários".
Mas o nosso Presidente também reconheceu que "está tudo informatizado, é cada vez mais fácil".
Ficou a saber-se que estes quase quatro meses se devem ao facto da Direção ter contactado sócios que deixaram de o ser, para regressarem, com um respetivo plano de pagamentos.
Nas duas intervenções feitas por associados, a questão também foi abordada.
ASC revelou que haverá cartões personalizados com cores para homens, mulheres e crianças (para atenuar a fraude na troca de cartões), sócios com 25 anos e 50, e que, por sugestão de um associado, será dado um período para trocar a fotografia do cartão (duas semanas?).
Algumas notas pessoais:
Continuo a pensar que é muito tempo ("está tudo informatizado, é cada vez mais fácil"), mas não é isso que mais critico, antes a falta de informação. No site foi publicada uma única notícia e nada mais foi dito desde então. Se o objetivo era recuperar sócios antigos, alguns dos quais de difícil contacto, até nisso a comunicação do Clube, com a respetivas redes sociais, poderia ajudar. 11 anos depois, o Clube mudou muito e bem, mas a esse nível da informação aos sócios as mudanças não acompanharam a evolução.
PS - Foi revelado na AG que foram vendidos 1777 lugares anuais, que as quotas valem 212 mil euros por ano no orçamento e que em finais de junho havia 5985 sócios (mais 300 do que no ano anterior). Foi em 2011 que se lançou a campanha dos 6000 sócios. Agora, com a renumeração, é normal que este valor baixe um pouco.
Primeiro foi ASC a dizer que o processo está fechado mas que "é preciso respeitar os períodos necessários".
Mas o nosso Presidente também reconheceu que "está tudo informatizado, é cada vez mais fácil".
Ficou a saber-se que estes quase quatro meses se devem ao facto da Direção ter contactado sócios que deixaram de o ser, para regressarem, com um respetivo plano de pagamentos.
Nas duas intervenções feitas por associados, a questão também foi abordada.
ASC revelou que haverá cartões personalizados com cores para homens, mulheres e crianças (para atenuar a fraude na troca de cartões), sócios com 25 anos e 50, e que, por sugestão de um associado, será dado um período para trocar a fotografia do cartão (duas semanas?).
Algumas notas pessoais:
Continuo a pensar que é muito tempo ("está tudo informatizado, é cada vez mais fácil"), mas não é isso que mais critico, antes a falta de informação. No site foi publicada uma única notícia e nada mais foi dito desde então. Se o objetivo era recuperar sócios antigos, alguns dos quais de difícil contacto, até nisso a comunicação do Clube, com a respetivas redes sociais, poderia ajudar. 11 anos depois, o Clube mudou muito e bem, mas a esse nível da informação aos sócios as mudanças não acompanharam a evolução.
PS - Foi revelado na AG que foram vendidos 1777 lugares anuais, que as quotas valem 212 mil euros por ano no orçamento e que em finais de junho havia 5985 sócios (mais 300 do que no ano anterior). Foi em 2011 que se lançou a campanha dos 6000 sócios. Agora, com a renumeração, é normal que este valor baixe um pouco.
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João Paulo Meneses
11.10.19
Projeto 'Rio Ave - Vila do Conde'
O Rio Ave tem apresentado várias parcerias na área social.
Embora umas pareçam mais consequentes do que outras, a preocupação merece nota positiva.
Falo do assunto porque, em alternativa, faltam iniciativas que aproximem o Rio Ave e Vila do Conde.
Uma coisa (o social) não impede nem substitui a outra, mas, pelo menos para mim, é como se o Clube tivesse deixado de considerar essa tarefa prioritária (a abertura de escolas nas freguesias é positiva, mas insuficiente).
E essa missão devia ser essencial, devia estar na primeira linha.
A questão das escolas é difícil de contornar? Ok, vamos procurar alternativas.
Vamos sobretudo criar Rioavismo nos jovens.
Embora umas pareçam mais consequentes do que outras, a preocupação merece nota positiva.
Falo do assunto porque, em alternativa, faltam iniciativas que aproximem o Rio Ave e Vila do Conde.
Uma coisa (o social) não impede nem substitui a outra, mas, pelo menos para mim, é como se o Clube tivesse deixado de considerar essa tarefa prioritária (a abertura de escolas nas freguesias é positiva, mas insuficiente).
E essa missão devia ser essencial, devia estar na primeira linha.
A questão das escolas é difícil de contornar? Ok, vamos procurar alternativas.
Vamos sobretudo criar Rioavismo nos jovens.
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João Paulo Meneses
28.9.19
O primeiro grande teste: todos na mesma bancada
Os deptos portistas irão ocupar a lateral norte (claques?) e possivelmente a lateral sul, uma vez que foi para esse local que o Rio Ave pôs à venda os bilhetes do público em geral.
A minha dúvida é se o público dessa lateral sul (quase todos portistas, embora adeptos de outros clubes também possam comprar - mas por 37 euros??? Sei que os lugares são escassos, mas acho, porque sempre achei, um preço exagerado) vai ter uma entrada completamente autónoma e estará completamente separado dos Riovistas. Espero que sim. Acredito que sim. Terá que ser assim.
Por falar em Riovistas, este será mais um jogo em que não teremos os nossos lugares marcados?
A minha dúvida é se o público dessa lateral sul (quase todos portistas, embora adeptos de outros clubes também possam comprar - mas por 37 euros??? Sei que os lugares são escassos, mas acho, porque sempre achei, um preço exagerado) vai ter uma entrada completamente autónoma e estará completamente separado dos Riovistas. Espero que sim. Acredito que sim. Terá que ser assim.
Por falar em Riovistas, este será mais um jogo em que não teremos os nossos lugares marcados?
28.8.19
As queixas (?) dos jogadores em relação aos adeptos (ATUAL.)
Acredito que os leitores se espantam com o título deste texto. Não mais do que eu.
Se só agora escrevo é porque quis confirmar que -infelizmente - assim é.
Segundo percebi: há jogadores (e não serão dois ou três, garantem-me) que estão zangados com o facto de (alegadamente) haver adeptos que apupam nos jogos desde o princípio.
E por isso limitam ao mínimo a relação com os adeptos nos jogos.
(atenção o problema não tem a ver com esta época, já se arrasta de épocas passadas)
(atenção o problema não tem a ver com esta época, já se arrasta de épocas passadas)
Continuo espantado.
- Nunca houve tanto apoio como agora, sobretudo por mérito da Associação de adeptos, que tem feito um bom trabalho;
- o local da bancada onde me sento é oposto ao da claque. No local onde me sento não noto qualquer animosidade para com a equipa (o Gil, que se senta ao meu lado há 20 anos, sabe que nestes anos por duas vezes interpelei sócios que mais pareciam torcer pelo adversário. Mas nos últimos anos não tenho precisado de me chatear...).
- Malucos há em todo o lado. Mas um maluco ou dois malucos não fazem uma massa adepta, nem quero crer que os jogadores pensem isso.
Por tudo isto, não percebo nem aceito.
Este texto serve para tentar afastar fantasmas da cabeça dos jogadores.
O que estiver ao meu alcance, continuarei a fazer.
E os jogadores, o que fazem eles?
Tarantini, o capitão, tem a palavra!
Atualizo a 2/9: texto colocado ontem pelo João Borges, presidente da Associação: "Os Ultras Verdes 1939 vêm por este meio agradecer à equipa por finalmente perceberem ao fim de muitos anos de que uma postura proativa para com os seus adeptos os fará catapultar para outros níveis"
E os jogadores, o que fazem eles?
Tarantini, o capitão, tem a palavra!
Atualizo a 2/9: texto colocado ontem pelo João Borges, presidente da Associação: "Os Ultras Verdes 1939 vêm por este meio agradecer à equipa por finalmente perceberem ao fim de muitos anos de que uma postura proativa para com os seus adeptos os fará catapultar para outros níveis"
2.6.19
2019, ano de renumeração de sócios
Vai arrancar no próximo mês mais um processo de renumeração dos sócios, atualizando aqueles que, pelas mais variadas razões, deixaram de o ser.
A última vez que isto aconteceu foi há dez anos e criou alguma polémica (sócios que eram sócios-estudantes e perderam esses anos; o assunto foi discutido em pelo menos duas assembleias gerais).
Em 2009 foi a primeira renumeração realizada por esta Direção; esta correrá certamente melhor.
E que não falte informação.
A última vez que isto aconteceu foi há dez anos e criou alguma polémica (sócios que eram sócios-estudantes e perderam esses anos; o assunto foi discutido em pelo menos duas assembleias gerais).
Em 2009 foi a primeira renumeração realizada por esta Direção; esta correrá certamente melhor.
E que não falte informação.
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João Paulo Meneses
6.5.19
Antes do jogo com o Benfica...
Espero que o Benfica não faça a festa de campeão em Vila do Conde, apenas porque isso significaria que os vencemos no domingo à noite.
Extra-futebol, deixo algumas preocupações:
1) Espero que o Benfica compre toda a bancada descoberta e nos deixe uma boa receita;
2) Espero que a nossa Direção seja intransigente com os benfiquistas infiltrados que vão aparecer na loja com 40 cartões de sócio e querem levar 40 bilhetes (ou 30 ou 20 ou 10 ou mesmo 5). Por mim seria um sócio, um cartão, um bilhete e faria um esclarecimento a dizer isso mesmo)
3) Espero que o controlo da polícia e dos seguranças, evitando adereços benfiquistas na nossa bancada, seja rigoroso e efetivo.
PS - por falar em controlo apertado: há sempre seguranças zelosos a impedir os nossos adeptos de ficarem de pé no corredor. Ok, se é assim que mandam as regras. Mas frente ao FC Porto não havia centenas de portistas de pé no corredor da bancada poente? Só se aplica a alguns?
Extra-futebol, deixo algumas preocupações:
1) Espero que o Benfica compre toda a bancada descoberta e nos deixe uma boa receita;
2) Espero que a nossa Direção seja intransigente com os benfiquistas infiltrados que vão aparecer na loja com 40 cartões de sócio e querem levar 40 bilhetes (ou 30 ou 20 ou 10 ou mesmo 5). Por mim seria um sócio, um cartão, um bilhete e faria um esclarecimento a dizer isso mesmo)
3) Espero que o controlo da polícia e dos seguranças, evitando adereços benfiquistas na nossa bancada, seja rigoroso e efetivo.
PS - por falar em controlo apertado: há sempre seguranças zelosos a impedir os nossos adeptos de ficarem de pé no corredor. Ok, se é assim que mandam as regras. Mas frente ao FC Porto não havia centenas de portistas de pé no corredor da bancada poente? Só se aplica a alguns?
22.4.19
FC Porto e Benfica em Vila do Conde
No sábado, no Jamor, um Riovista lembrava como, na final da Taça de Portugal, muitos dos que vinham no seu autocarro, com bilhetes do Rio Ave, vestiram as cores benfiquistas mal chegaram a Lisboa (um dos dias mais tristes da nossa história recente - digo eu).
E lembrei-me disso agora porque, com FC Porto e Benfica em Vila do Conde, nas próximas jornadas, merece elogios da decisão da Direção de não permitir adereços de outros clubes na nossa bancada. Eu sei que é uma decisão polémica, mas apoio-a a 100 por cento.
A questão é que, muito provavelmente, haverá oferta de bilhetes para esses jogos.
Espero que tudo corra bem.
E lembrei-me disso agora porque, com FC Porto e Benfica em Vila do Conde, nas próximas jornadas, merece elogios da decisão da Direção de não permitir adereços de outros clubes na nossa bancada. Eu sei que é uma decisão polémica, mas apoio-a a 100 por cento.
A questão é que, muito provavelmente, haverá oferta de bilhetes para esses jogos.
Espero que tudo corra bem.
| 20h0 | 2019-05-12 | (C) | Benfica | J33 | h2h | |||
| J32 | h2h | |||||||
| 20h3 | 2019-04-26 | (C) | FC Porto |
14.3.19
Fale Presidente! (CORR)
Esta é a minha opinião: o Rio Ave comunica quase sempre bem e informa quase sempre mal (no sentido de que pura e simplesmente não informa e não tanto de o fazer de forma deficiente).
O Clube tem uma boa presença nas redes sociais, sabe 'criar' conteúdos adaptados aos tempos que vivemos, mas quando se trata de informar ficamos pelo mínimo. Não me refiro apenas ao dia a dia da equipa principal, mas sobretudo a informar os sócios sobre os temas mais importantes.
Por exemplo: estamos em março e as obras não avançam. Os sócios têm o direito e saber porquê.
Vinicius e Schmidt saíram e iso deu polémica? Os sócios ficaram sem saber como e porquê (é verdade que cada jogador rendeu meio milhão de euros?).
A equipa principal atravessa uma momento menos bom? O Presidente deveria falar aos sócios (e o site também serve para isso). Apelar à união. Explicar por exemplo o que se passa com as arbitragens. Liderar a questão.
Eu acredito que informação produz confiança e reduz conflitos.
A Direção queixa-se afastamento por parte dos sócios e adeptos? Também deve procurar no que faz algumas explicações para essa realidade.
PS - há duas assembleias gerais por ano. Por regra, agosto e novembro. A partir de dezembro ficamos à espera de agosto? CORRigido: também há uma AG em junho/julho
O Clube tem uma boa presença nas redes sociais, sabe 'criar' conteúdos adaptados aos tempos que vivemos, mas quando se trata de informar ficamos pelo mínimo. Não me refiro apenas ao dia a dia da equipa principal, mas sobretudo a informar os sócios sobre os temas mais importantes.
Por exemplo: estamos em março e as obras não avançam. Os sócios têm o direito e saber porquê.
Vinicius e Schmidt saíram e iso deu polémica? Os sócios ficaram sem saber como e porquê (é verdade que cada jogador rendeu meio milhão de euros?).
A equipa principal atravessa uma momento menos bom? O Presidente deveria falar aos sócios (e o site também serve para isso). Apelar à união. Explicar por exemplo o que se passa com as arbitragens. Liderar a questão.
Eu acredito que informação produz confiança e reduz conflitos.
A Direção queixa-se afastamento por parte dos sócios e adeptos? Também deve procurar no que faz algumas explicações para essa realidade.
PS - há duas assembleias gerais por ano. Por regra, agosto e novembro. A partir de dezembro ficamos à espera de agosto? CORRigido: também há uma AG em junho/julho
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João Paulo Meneses
28.11.18
Sócios que têm dois amores...
Um dos temas mais fraturantes (como agora se diz) no universo Rioavista é o facto de haver muitos sócios e adeptos com dois clubes, o Rio Ave e um dos três ditos grandes.
No mundo ideal cada adepto teria apenas um clube, mas sabemos que, pelo menos em Portugal, não é assim - nem vai ser (até pela questão da mobilidade no país - eu por exemplo nasci em Lisboa).
A questão, para mim, é esta: devemos desprezar (no sentido de recusar) esses adeptos ou contar com eles?
Conseguirá o Rio Ave ter uma massa adepta apenas com aqueles que têm exclusivamente um coração Rioavista? Quantos serão? Calculo que menos de metade dos atuais.
Por isso defendo que todos são bem vindos se souberem respeitar o nosso Clube.
Por isso, também, aplaudi a decisão da Direção de não permitir adereços de outros clubes na nossa bancada.
No mundo ideal cada adepto teria apenas um clube, mas sabemos que, pelo menos em Portugal, não é assim - nem vai ser (até pela questão da mobilidade no país - eu por exemplo nasci em Lisboa).
A questão, para mim, é esta: devemos desprezar (no sentido de recusar) esses adeptos ou contar com eles?
Conseguirá o Rio Ave ter uma massa adepta apenas com aqueles que têm exclusivamente um coração Rioavista? Quantos serão? Calculo que menos de metade dos atuais.
Por isso defendo que todos são bem vindos se souberem respeitar o nosso Clube.
Por isso, também, aplaudi a decisão da Direção de não permitir adereços de outros clubes na nossa bancada.
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João Paulo Meneses
7.11.18
(da AG) Os 5653 sócios (e as críticas)
Foi revelado na AG de domingo que o Rio Ave tinha, no final de junho, 5653 sócios e que época passada entraram 402 novos sócios.
Soube-se também que há 1941 lugares anuais vendidos e que todos os camarotes estão entregues.
Os valores da venda de bilhetes caíram 20% (- 30% nos jogos com os três 'grandes'), tendo sido apontados vários fatores, como o facto de 9 dos 17 jogos em casa serem à semana
(Muito? Pouco? ASC afirmou que gostaria de ter mais massa humana a acompanhar a equipa. Poucos mas bons, disse, admitindo "frustração" nos jogos em casa com bom tempo. O Presidente disse também que espera, com a cobertura da bancada, mais adeptos nos jogos.)
PS - por falar em adeptos e sócios, o Presidente referiu-se a críticas, dizendo que as aceita, desde que construtivas, mas que "não ponham em causa a nossa dignidade e dedicação".
Soube-se também que há 1941 lugares anuais vendidos e que todos os camarotes estão entregues.
Os valores da venda de bilhetes caíram 20% (- 30% nos jogos com os três 'grandes'), tendo sido apontados vários fatores, como o facto de 9 dos 17 jogos em casa serem à semana
(Muito? Pouco? ASC afirmou que gostaria de ter mais massa humana a acompanhar a equipa. Poucos mas bons, disse, admitindo "frustração" nos jogos em casa com bom tempo. O Presidente disse também que espera, com a cobertura da bancada, mais adeptos nos jogos.)
(foto: Facebook Rio Ave FC)
PS - por falar em adeptos e sócios, o Presidente referiu-se a críticas, dizendo que as aceita, desde que construtivas, mas que "não ponham em causa a nossa dignidade e dedicação".
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João Paulo Meneses
2.10.18
Referendo sobre vender a sede
ASC disse que faria obras na sede para reativá-la.
O problema é que o disse há tantos anos que o assunto começa a ser caricato.
Por outro lado, se as obras não surgiram quando o Clube não estava comprometido com obras importantes (academia e cobertura), irão surgir agora com tantos encargos previsíveis?
A solução, parece-me, poderá passar por um referendo interno: que sejam os sócios a decidir. Se o referendo não for (técnica e legalmente) viável, que se apresente o assunto a uma Assembleia Geral extraordinária.
(o problema, contudo, não desaparece: se a maioria dos sócios decidir que se devem fazer as obras na sede, com que dinheiro elas serão feitas?)
PS - estamos em outubro. Não há obras nem na Academia nem na bancada.
O problema é que o disse há tantos anos que o assunto começa a ser caricato.
Por outro lado, se as obras não surgiram quando o Clube não estava comprometido com obras importantes (academia e cobertura), irão surgir agora com tantos encargos previsíveis?
A solução, parece-me, poderá passar por um referendo interno: que sejam os sócios a decidir. Se o referendo não for (técnica e legalmente) viável, que se apresente o assunto a uma Assembleia Geral extraordinária.
(o problema, contudo, não desaparece: se a maioria dos sócios decidir que se devem fazer as obras na sede, com que dinheiro elas serão feitas?)
PS - estamos em outubro. Não há obras nem na Academia nem na bancada.
20.9.18
Carta de aniversário
Há uns anos o Clube - e bem - começou a enviar uma carta aos sócios em dia de aniversário.
Os anos foram passando e a ideia passou a ser rotina - a mesma carta recebida no mesmo dia.
Admito que muitos já não a abram e ou não a leiam.
É a única carta que os sócios recebem do seu Clube por ano.
Uma oportunidade que não devia ser desperdiçada.
(ou será que mais vale acabar, como aconteceu como o anúncio sonoro dos sócios que fazem anos?)
Os anos foram passando e a ideia passou a ser rotina - a mesma carta recebida no mesmo dia.
Admito que muitos já não a abram e ou não a leiam.
É a única carta que os sócios recebem do seu Clube por ano.
Uma oportunidade que não devia ser desperdiçada.
(ou será que mais vale acabar, como aconteceu como o anúncio sonoro dos sócios que fazem anos?)
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João Paulo Meneses
31.7.18
Mobilização
O primeiro jogo europeu em Vila do Conde foi histórico por diversas razões.
Este será o 7º, algo que - quem imaginaria??? - se vai tornando banal.
Nem por isso é menos importante ou entuasiasmente.
Acredito que poderemos ser nós a fazer a diferença depois de amanhã.
Para isso precisamos de encher pelo menos a bancada poente.
(o Clube está a oferecer dois convites aos socios com lugar anual e um convite extra para os socios sem lugar anual)
Este será o 7º, algo que - quem imaginaria??? - se vai tornando banal.
Nem por isso é menos importante ou entuasiasmente.
Acredito que poderemos ser nós a fazer a diferença depois de amanhã.
Para isso precisamos de encher pelo menos a bancada poente.
(o Clube está a oferecer dois convites aos socios com lugar anual e um convite extra para os socios sem lugar anual)
(cachecol à venda na loja por €6,80 para sócios)
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João Paulo Meneses
8.7.18
Cobertura da bancada: "dar todas as condições aos nossos sócios"
Quando o associado Adriano Rodrigues disse - com coragem e acerto - que os 'os sócios do Rio Ave são os mais mal tratados da 1ª divisão' estava dado o mote para o tema mais importante desta AG: a cobertura da bancada poente.
ASC repetiu o que disse na Tertúlia (que o projeto, revelado há um ano, de cobertura dos topos, foi abandonado por não ser globalmente bom, e trocado por uma renovação total da cobertura) mas também avançou duas novidades:
- que já existem projetos e orçamentos, faltando tomar a decisão ("que terá muita dignidade e nos encherá de orgulho, mudando por completo a bancada e permitindo todas as condições para os sócios");
- que, para impedir que o Rio Ave tenha de jogar fora, as obras vão ser feitas de acordo com um calendário muito rigoroso.
(o meu comentário: não me importa de ir fazer um ou dois jogos fora, para ter a bancada pronta o mais depressa possível).
PS - uma das três intervenções de sócios na AG visou a forma como o Clube comunica nas redes sociais. O sócio Vítor Azevedo fez diversas críticas, falando em amadorismo (que, sinceramente, e de uma forma geral, não partilho, tendo o Presidente elogiado explicitamente o trabalho do diretor de Comunicação), mas revelou algo que me parece grave: dois comentários seus foram apagados do Facebook do Rio Ave FC. Em qualquer cenário, apagar comentários é errado, a menos que sejam insultuosos (e o sócio leu-os, eram apenas sarcásticos). Sendo de um sócio identificado, não vejo como é possível calar as nossas opiniões numa página oficial do Clube. (este caso exigiria uma intervenção no imediato do presidente da AG, que não pode ser um mero condutor dos trabalhos)
à(s)
15:00
Etiquetas:
AG jul18,
Amândio Couteiro,
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Facebook rioavista,
Obras,
sócios
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João Paulo Meneses
6.4.18
Ainda os dois amores da Inês
Suscitou polémica - como se esperava e desejava, aliás - o texto da mana, sobre a sua ligação ao Rio Ave e a outro clube do futebol português.
Deixem-me partilhar algumas ideias:
- imagino que haja 5 mil (mais?) pessoas que se dizem adeptas do Rio Ave;
- destas 2 mil (no máximo) terão apenas um Clube, o nosso.
- pode o Rio Ave viver com apenas esses 2 mil (que, na verdade, se traduziriam em - vá lá - 500 pessoas na bancada)?
- ou deve pensar numa forma de fazer aumentar o Rioavismo nos outros 3 mil e em muitos outros que, sendo de Vila do Conde, poderiam fazer do nosso o seu segundo Clube?
(tem sido essa a estratégia do Paços de Ferreira, nos últimos anos)
Deixem-me partilhar algumas ideias:
- imagino que haja 5 mil (mais?) pessoas que se dizem adeptas do Rio Ave;
- destas 2 mil (no máximo) terão apenas um Clube, o nosso.
- pode o Rio Ave viver com apenas esses 2 mil (que, na verdade, se traduziriam em - vá lá - 500 pessoas na bancada)?
- ou deve pensar numa forma de fazer aumentar o Rioavismo nos outros 3 mil e em muitos outros que, sendo de Vila do Conde, poderiam fazer do nosso o seu segundo Clube?
(tem sido essa a estratégia do Paços de Ferreira, nos últimos anos)
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