11.8.26
A equipa respondeu e os adeptos também
19.8.25
Se é verdade, deve merecer reflexão
Saí do Estádio, no domingo, com a perceção de ter presenciado algo que nunca tinha acontecido: um 'divórcio' entre a equipa e (uma parte d)os adeptos logo à primeira jornada. Talvez a palavra divórcio, que coloquei entre aspas, seja exagerada, mas quem esteve na bancada terá percebido isso. Até 'bocas' ao treinador se ouviram. E foi um empate (contra 10, ok).
No final tive a prova:
Comparem a primeira foto (no final, frente aos adeptos) e a segunda, durante o jogo. Parece evidente que a esmagadora maioria saiu e, consciente ou inconscientemente, evitou aplaudir os jogadores.Se a minha perceção está certa, isso deve merecer reflexão, porque ninguém quer se torne realidade ou se agrave. O que importa perceber: é apenas por causa do resultado/exibição ou algo mais?
2.4.25
Convite à SAD e Clube: os sócios e adeptos "falaram"
O Que Dizem os Sócios?
- Falta de promoção das deslocações – Apesar de existir comunicação sobre os jogos, os adeptos sentem que a SAD/clube deixou de organizar grandes mobilizações, limitando-se a vender bilhetes sem grande esforço promocional.
- Comunicação pouco clara – Antigamente, a informação sobre deslocações era mais direta e antecipada. Agora, há menos clareza, e a claque remete muitos detalhes para mensagens privadas, dificultando o planeamento dos adeptos.
- Falta de interação entre SAD/Clube e adeptos – A comunicação do clube piorou significativamente, tornando-se menos frequente e pouco esclarecedora, o que gera insatisfação entre os adeptos.
- Horários e dias de jogo desajustados – O Rio Ave tem jogado frequentemente à noite e a meio da semana, o que dificulta a deslocação dos adeptos e reduz a presença nos estádios.
7.4.21
A relação do Rio Ave com os adeptos
2.12.20
Mário Silva, sim ou não?
| Foto: Ivan Del Val/Global Imagens |
Escrevo sem qualquer inside information sobre o que possam ser as ideias da Direcção quanto ao trabalho que Mário Silva tem feito. Sobre o que os adeptos pensam, parece-me que estamos conversados, a opinião não é positiva.
Nas redes sociais as manifestações de desagrado não faltam. Há quem diga que a equipa só jogou bem enquanto ainda tinha as rotinas da época passada e que à medida que o treinador tenta impor o seu modelo a equipa piorou gradualmente. Há quem diga que não tem unhas para um plantel de muita qualidade, há quem diga que não controla os pesos pesados do balneário.
Não estaremos a ser precipitados ao pedir a cabeça do treinador?
A minha grande preocupação depois da eliminação da Liga Europa era saber até que ponto a moral da equipa se ia aguentar em níveis elevados. Cair como caímos não nos desonra, mas deixa marcas porque o jogo, há que dizê-lo sem rodeios, esteve nas nossas mãos diversas vezes. O jogo que se seguiu â queda foi a recepção ao Benfica e os sinais não foram animadores. Mas se o Benfica não era talvez a melhor equipa para testar o estado de espirito do grupo, os jogos que se seguiram confirmaram os meus receios: a chama foi-se.
Não sei até que ponto o treinador ou "o seu modelo de jogo" sejam responsáveis por esta quebra. O que sei é que um treinador tem de estar sempre do lado da solução e nunca do problema.
Dito isto e sem certezas, repito a questão: Não estaremos a ser precipitados ao pedir a cabeça do treinador?









