29.4.23
30j: Vitória curta mas justa
23.4.23
29j Boavista: Derrota em meio jogo.
16.4.23
Casa Pia: empate a 1 em maré tranquila.
2.4.23
26j - Benfica: derrota por 0-1 não faz justiça ao nosso jogo.
17.3.23
Sta Clara: um jogo que só podia resultar em vitória do Rio Ave.
12.3.23
Gil Vicente: vitória arrancada a ferros com tudo contra nós.
5.3.23
Derrota por 2-0 em Braga
26.2.23
Chaves: a vitória desejada.
18.2.23
Porto: uma derrota enganadora da melhor equipa no jogo, mas que não soube finalizar.
Atsu, o adeus a um Rei
13.2.23
Estoril: vitória cai que nem ginjas!
6.2.23
Sporting: Derrota é castigo demasiado
20 mil... textos!
Interrompo a minha (autoproposta) 'licença sabática' para escrever este que é o texto 20,000!
São 20,000 textos neste Reis do Ave (desde agosto de 2006), que é, ele próprio, o sucessor de outros projetos, um dos quais, o primeiro ou um dos primeiros, criado por mim em 2003, chamado rioave.blogspot.com.
Gostava de dizer duas coisas:
- O Rio Ave FC é hoje um Clube muito melhor do que há 20,000 textos atrás [a primeira vez que ASC falou em jogarmos na Europa eu não o levei a sério e disso já me arrependi muitas vezes];
- Em novembro de 2023 haverá eleições e deixarei as funções que, com mais ou menos capacidade e/ou dificuldade, atualmente exerço; a minha intenção é voltar a escrever;
Saudações Rioavistas e uma vitória logo!
30.1.23
Sobre a derrota com o Vizela: sou Jhonatan
22.1.23
17j Famalicão: um ponto é um ponto.
14.1.23
Jornada 16 e derrota com o Pacos: serão estas as duas piores equipas da Liga?
24.12.22
14j, Marítimo: Empate justo
Um pontinho, dois pontinhos, 3 pontinhos a voar, um é meu, outro é teu, o outro fica para o VAR.
Malta, eu acho que não merecíamos ganhar. Ficámos todos assanhados com o golo do Ruiz mesmo quando os últimos grãos de areia desciam da ampulheta, mas no fim de contas não valeu. Bolas! O Freire até se esbardalhou no relvado enquanto corria para os jogadores para festejar a vitória, mas tudo o que ganhou deve ter sido uma marca de relva nas calças.
Foi pena o vento ter estragado a partida. Não estamos habituados a ele e não o soubemos nem contrariar na primeira parte, nem aproveitar na segunda. O Marítimo habituado que está às rajadas fortes no aeroporto insular dançou um bailinho mais adequado que o nosso, sobretudo na primeira parte quando mais nos bateram à porta do golo e até na trave se esbarraram antes de nos marcarem. Vá lá que Aderllan deu com o caminho certo para o fundo da baliza mesmo antes do intervalo. Justo? Aceitava-se, mas não sabia bolo de mel. Chegou fora do tempo, diria, devíamos ter marcado no primeiro quarto de hora que foi quando tivemos ascendente antes de o Marítimo tomar conta do jogo.
Para vésperas de Natal e último jogo do ano seria de esperar um pouco mais. Mas antes uma rabanada nas mãos do que dois bolos-rei a voar! Bom Natal, rioavista. E até 2023!
6.11.22
12j - Boavista: Uma vitória que nos eleva.
Caros admiradores da camisola listada verticalmente de verde e branco, indefectíveis rioavistas, vila-condenses em geral.
Antes de tudo o mais, não devemos deixar que a euforia da vitória nos retire o discernimento de desejar melhores dias a um conterrâneo que hoje está num mau dia: Salvador Agra, não estamos contigo, mas também não te desejamos mal. Abraço sentido de quem gosta de te ver perder conta o Rio Ave.
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| Foto: Facebook do Rio Ave Futebol Clube |
Agora parabéns aos nossos jogadores pela vitória, especialmente ao Boateng pelo golo do 1-0 final e ao Jhonatan pelas defesas mais fotogénicas da jornada. Menção honrosa para o Paulo Vítor pela saída em maca mais original que me recordo de ver.
Parabéns também a Luís Freirke, mais que não seja porque são mais os jogos a pontuar do que as derrotas. Já agora, um agradecimento aquele moço do Boavista que conseguiu falhar um golo de baliza aberta já perto do fim.
Já devem ter percebido que pelo enchimento de chouriços que vai neste texto o jogo não me agradou particularmente. Bom, mas também vos digo que já nos vi jogar pior e perder e jogar melhor e ganhar. É futebol. De uma coisa não nos podemos queixar: inconsistência. Tal como é costume nos jogos em que estamos em vantagem, tivemos de sofrer até ao fim. É uma característica nossa, um ominoso sinal, uma espécie de provação a que temos de nos submeter pra provamos o nosso rioavismo.
Saí do estádio satisfeito, apesar de tudo. Hoje por hoje, vejo-nos ir a Arouca e ganhar. Sofrendo e gemendo, mas somando mais 3 pontos.
24.10.22
10j - Portimonense: vitória importante.
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| Boateng, o homem do golo da vitória. Foto Facebook do Rio Ave. |
Na verdade, rioavistas, vocês que passam por aqui uma vez por semana (se a malta vir os jogos e falar deles, que nem sempre vê, porque senão nao vem cá ninguém) sabem que a simpatia que eu nutro pelo treinador é proporcional à alegria que sinto quando dou uma martelada nos dedos. Hoje, há poucos minutos, logo após o fim do jogo, alertavam-me para a injustiça das apreciações que às vezes faço do treinador. A razão é deveras simples: por que me queixo que jogámos mal quando já temos 12 pontos? O reparo deixou-me pensativo. É verdade que temos 12 pontos, mas também acho que jogamos mal. Se jogassemos bem, já devíamos ter o dobro, arricavamo-nos a ser campeões nacionais e isto de se ter em Portugal um clube campeão com um estádio de uma só bancada fica tudo menos bem e iria abalar as fundações do futebol em si. Brevemente íamos ter nações a organizar campeonatos da Europa e do Mundo em estádios só com o chamado "peão" e associações de adeptos e ONGs a reclamar que bancadas com lugares marcados condicionam a livre circulação das pessoas. O mundo está assim.
Ora bem, eu acho que hoje não jogámos muito. Também acho que o treinador não viu bem a coisa quando afirma que 11 para 11 o jogo estava encaixado e equilibrado. Acho que estávamos, mais uma vez, a ser previsíveis e a contar minutos até ver o pobre do Jhonatan a sofrer um golo. E pobre nem é adjectivo pra ele que é um rico guarda-redes e que hoje voltou a valer-nos e muito. A expulsão do jogador do Portimonense fez toda a diferença a nosso favor. A partir daí há até alguma ironia no jogo: soubemos capitalizar a vantagem numérica, mas desperdiçámos a oportunidade, duas até, de arrumar com o jogo antes de metade da segunda parte. E se até ao momento do segundo desperdício fizemos um jogo muito bom, fazendo a bola circular e ocupando sempre o meio-campo do Portimonense, daí em diante passámos até a desperdiçar a posse de bola e sujeitámo-nos a jogar mais encolhidos e a ver os algarvios quase marcar.
No fim conta a vitória, no fim foi mais um passo em frente, mas no fim não posso deixar de continuar a achar que se joga pouco. É mau feitio, eu sei. No dia em que jogarmos bem e perdermos eu vou estar aqui a dizer que tenho de saudades de jogar mal e ganhar.
2.10.22
Sta Clara: vitória importante, mas em serviços mínimos.
Rapaziada, pra vos ser sincero, chegou o intervalo e eu estava com a sensação que quase nem tinha visto o Rio Ave a jogar. Claro que não é literalmente assim, até marcámos um golo por Boateng!, mas fora isso senti que tinha estado praticamente a olhar para o vazio. Um gajo vem para o jogo equipado a rigor, está sentado na bancada e não fosse a feijoada do almoço até admitiria que conseguia ser titular desta equipa sem precisar de treinar durante a semana. As melhores queixinhas que podemos fazer são estas, de barriga cheia, em vantagem no marcador. Mas as mudanças do Freire, obrigatórias e unicamente por decisão sua, não nos trouxeram um Rio Ave entusiasmante e que pudesse reclamar vantagem maior. Falta entrusamento a Samaris, Graça até não esteve mal, mas o global não foi o que esperava.
A segunda parte chegou-nos tão morna e desinteressante como tinha acabado a primeira, mas com Nóbrega no lugar de Patrick William. O Sta Clara mais pressionante mas inconsequente, o Rio Ave acomodado e a parecer não ter vontade de mandar no jogo. Entretanto Boateng sai por lesão, Samaris por exaustão e sai também do jogo um açoriano por expulsão. Espera-se sempre um jogo mais fácil e aberto quando se tem mais um em campo. Nada disso aconteceu com o Rio Ave deste domingo. Hoje foi daqueles jogos em que o treinador não apareceu e a malta só faz o mínimo. E cheirou a Barcelos instantes finais.
Tudo resumido, 3 pontos ganhos que é afinal o que conta.
20.9.22
7ªj: O empate em Barcelos consegue ser positivo e negativo.
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| foto: facebook Rio Ave FC |






