- Acredito que André Luiz e Clayton não quisessem a Grécia, mas pelos vistos não tiveram alternativa;
- a SAD do Rio Ave queria ganhar o máximo de dinheiro com estas transações, até porque precisava dos 20 milhões;
- Marinakis conseguiu dois bons jogadores a preço de saldo (sabe-se que o Benfica dava mais por AL e 5 milhões por Clayton é embaraçoso, se pensarmos que Pablo foi vendido pelo Gil Vicente por 23 milhões!!).
Penso que será correto dizer que, no final, Marinakis prejudicou uma das suas empresas para beneficiar outra.
Todos perderam (até, pelos vistos, o Estrela da Amadora...), menos o patrão.
Não tenho conhecimentos jurídicos para afirmar que se trata ou não de gestão danosa (é preciso ter em conta, por exemplo, os valores dos objetivos, que não sabemos como podem chegar a Vila do Conde), mas percebe-se que o futebol português, em geral, ficou perplexo com estas decisões.
Provavelmente isto já aconteceu noutros multiclubes, mas em Portugal foi a primeira vez. Tudo nos acontece, até sermos pioneiros...
Embora a abordagem deste texto seja financeira, acho que todos concordam que desportivamente o negócio foi muito negativo. Cá estaremos para ver se os 7 reforços dão conta do recado. O meu desejo? Que façam esquecer a dupla André Clayton o mais depressa possível!

