Não estarei a exagerar se disser que não há, nesta altura, Rioavistas otimistas com o que resta do campeonato. Esse estado de espírito resulta da forma como a equipa (não) joga e da incapacidade do treinador em mostrar 'entendimento' com os jogadores. Claro que a esperança é a última a morrer, mas falta ânimo. Dentro e fora do relvado.
Com a saída de Clayton e de André Luiz, a dupla mais influente de todo o campeonato português, fiquei ainda mais apreensivo.
Vieram 7 jogadores, é certo, mas (falha minha?) não conhecia qualquer deles (Buta, superficialmente). Isso pode não querer dizer nada, mas significa que, pelo menos, a SAD não quis apostar em jogadores de valor indiscutível (e caros?).
O quadro que se segue mostra que houve a preocupação de substituir as posições que saíram, com exceção do ataque, para onde entraram dois pontas de lança (Clayton vale por dois... ou mais). Mas se Bezerra é o substituto de André Luiz, o facto de ter sido suplente no último jogo não me entusiasma. E Ryan é médio ofensivo, quando Bakoulas estava a jogar a 6.
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SAI |
ENTRA |
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Guarda redes |
Vacas |
Ennio |
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Defesa direito |
Moreira |
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Defesa central |
Panzo |
Mancha |
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Defesa esquerdo |
Nikos |
Buta |
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Médio |
Bakoulas |
Ryan |
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Extremo |
André Luiz |
Bezerra |
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Avançado |
Clayton |
Tamble |
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Blesa |
Dos 7, quatro (Bezerra, Ryan, Tamble e Blesa) assinaram até 2030, contratos de longa duração, que significam uma aposta do scouting. Mancha, Buta e Ennio vieram emprestados.
Saiu um português e veio um português.
Aqui fica a lista final, com um reforço que só pode ajudar (a ideia do terço foi retirada de um comentário lido algures na Internet):

