30.1.22

Varzim: se tivéssemos treinado a finalização tínhamos ganho. Empate é mau.

Ainda a cadeira não estava quente, golo do Varzim. Para quem comeu tão cedo para ver o jogo há sinais de indigestão. Não só isso, a cadeira está cheia de espinhos, não há posição para se ficar confortável. O Rio Ave parece o Varzim a jogar, perde e joga mal. Hoje Gabrielzinho está a jogar, mas não teem feito a diferença. Há umas corzinhas tímidas de futebol aqui e ali. Não anima aquilo que se vê. Entretanto um jogador do Varzim resolve ajudar. Dá a bola ao Joca, Joca dá ao Pedro Mendes e golo do Rio Ave! Há mais alegria, mas não há ainda o Rio Ave poderoso e dominador que se queria. O Varzim jogava na sua paz, estava e não estava em jogo, adormecia aquele Rio Ave sem corrente nem caudal. Achei diversas vezes que era mais fácil marcar o Varzim. Vítor Gomes entrou e parecia que vinha pra me dar razão. A expulsão é tão infantil quanto estúpida. O capitão regressou ao Rio Ave este ano para acrescentar pouco, para não dizer nada. Não se questiona o amor ao clube, mas quem vem, tem de vir para acrescentar qualidade. Vir para isto, e já não é a primeira vez, mais vale jogar noutro clube.
Curiosidade das curiosidades, depois da expulsão temos duas incríveis oportunidades por Yakubu. Espero que o façam limpar o balneário a semana toda depois destes falhanços. Mesmo a jogar mal e pouco, deveríamos ter ganho. Era obrigatório. 

O Varzim é fraco, muito fraco. Vai ter muitas dificuldades em se manter. Nós hoje também não fomos melhores e não temos motivos para sorrir e nós acharmos superiores. 

23.1.22

Farense, vitória com pouco futebol

15:30, começa o jogo. Está uma bela tarde em Vila do Conde. Lá em Faro é capaz de estar mais quente. Curioso, na tabela classificativa as duas equipas ocupam posições parecidas com as das suas cidades no mapa de Portugal, nós em cima a Norte, eles em baixo, a Sul. A última vez que os recebemos em nossa casa, a 7 de Março do ano passado, ganhámos por 2-0, era nosso treinador Miguel Cardoso, o agora nosso reserva de luxo. Foi a última vitória dele como treinador principal, a penúltima do Rio Ave nessa malfadada Liga. Por falar em treinadores, Luís Freire deve ser masoquista para tirar Hugo Gomes da equipa e lançar Aderllan.
Estava eu entretido com estas coisas e já Pedro Mendes fazia o 1-0. Guga recupera uma bola pela direita do ataque, cruza e Pedro Mendes fura as redes com um remate de primeira. GOLAÇO!
Logo de seguida, quase 2-0, mas os dois centrais conseguiram acertar no redes algarvio duas vezes em menos de um segundo. Azares. 
A malta estava excitada, mas é preciso não entrar em euforias. Vamos é jogar devagar e abdicar de atacar. Os de Faro podiam estar cansados da viagem, mas não estavam a dormir. Alguém se espantou com o empate? A nossa sorte é termos na equipa o Guga. Quando ele recupera bolas e a passa em menos de 15 segundos é um perigo. Toma lá Aziz e faz o 2-1! Teriam passado 2 minutos do empate? Nisto passa o resto da primeira parte e ganhavamos 2-1. Pra quem jogou toda a primeira parte com 10 foi excelente. Sim, Gabriel foi anunciado na equipa inicial, mas não jogou, só marcou presença, não contou efectivamente.

Na segunda parte cedo se ligaram as luzes e se sentiu frio. Gabrielzinho começou a jogar, mas pouco. Luís Freire, cheio de frio desde a primeira parte não parava de andar para um lado e para o outro junto do nosso banco. Joca saía para entrar Zé Manel. Aderllan ainda não tinha nenhum cartão. O jogo era tão desinteressante que dava pra contar pessoas na bancada. O Rio Ave teimava em não querer jogar, importante era controlar. O ponto mais alto destes 45 minutos finais foi a lesão do árbitro. Os últimos 10 minutos de jogo foram inqualificáveis. Se o Farense não criou perigo, é porque não sabe para mais. Vencemos com a pior exibição desde que foi inventada a escrita.
O próximo jogo é com o Varzim. Temos uma semana para treinar e jogar mais qualquer coisinha. Jogar a este nível não pode ser pra nós. 

19.1.22

Académica: 1 vitória, 2 golos, 3 pontos.

Primeira parte, 35 minutos. Lembro-me de ser criança e de estar menos aborrecido na interminável missa de domingo, onde ia obrigado pelos meus pais. 35 minutos a ver homens a correr atrás de uma bola. De futebol, nem sinal. 
Não havia jogo colectivo, não havia sal, não havia pimenta, não havia nada que ligasse os elementos entre si. 
Bocejo número 19 e de repente Pedro Mendes saca um coelho da cartola:  remata quase de Viana do Castelo e acerta na trave. Aziz que só andava ali a ver as vistas foi mesmo obrigado a meter a bola lá dentro da baliza, porque não apareceu ninguém da Académica para perguntar se estava tudo bem. Aziz ainda hesitou, "isto é mesmo só pra mim?", mas antes que se fizesse noite lá fez golo. Aziz e Mendes, que até tinham começado de início mas que, quais moscas-mortas, não se tinha dado por eles, transformavam-se nos homens do momento. Sempre me disseram que se devia desconfiar dos caladinhos e dos sonsos. Falando em sonsos, que dizer do alaranjado árbitro que nos castigou com 2 amarelos patéticos?

Segunda parte. Ao minuto 1 eu já pedia o fim do jogo. Não, não era cedo demais. O tempo só veio mostrar que jogamos mesmo muito mal. Acabar ali o jogo era garantia de 3 pontos e de uma menor peugada ecológica. Não me deram ouvidos e a Académica empatou. Não sei o que deu ao avançado dos de Coimbra aos 65 minutos, mas embalou campo afora e enfiou a bola no fundo da nossa baliza. Na verdade também ninguém lhe disse que não podia fazer aquilo, deixaram-no ir como se soubessem que não podia ser incomodado.

Aos 74 minutos Luís Freire tem um gesto de mestre. Tira Joca e mete mais um sonso, Zé Manel. Ah, ah!, agora é que eles iam ver! E só foram precisos 6 minutos para Zé Manel cruzar da direita e estrategicamente Pedro Mendes cabecear contra um academista e fazer o nosso segundo golo! Afinal o Freire percebe da bola ou quê?!

Entretanto Gabrielzinho consegue manter-nos presos à TV até ao fim falhando duas boas oportunidades. Não se faz Gabriel, a malta tem de ir fazer o jantar e não tem TV na cozinha. Nisto Jhonatan e Pantalon negam um golo à Académica. Aderllan ainda não foi expulso? Esperem lá, hoje não joga, está castigado.

O relógio fez-nos o favor de avançar rapidinho e o jogo acabou com a nossa vitória. Foi um alívio. Este fraco Rio Ave sofre mas vence. 16 jogos 30 pontos. Domingo recebemos o Farense e só podemos pensar em vencer de novo. 

O que disse hoje a vitória ao Rio Ave?

17.1.22

Jogo hoje adiado passa para a próxima quarta-feira

Foi através de um comunicado conjunto que os dois clubes anunciaram a nova data para o jogo que se deveria ter disputado hoje. Tudo de acordo, amigos na mesma, próxima quarta temos jogo às 6 da tarde/noite.

Parece-me uma boa solução e só lamento que não se tenha chegado a ela mais cedo. Quarta teremos o que mais gostamos. 

Afinal não se joga o Académica - Rio Ave

Comunicado da Liga.
Não se joga à luz dos regulamentos aprovados no final de 2021. Aguardemos desenvolvimentos. 

Repete-se o cenário de comunicado e contra-comunicado.

Começou a Académica e acabou o Rio Ave. De Coimbra chegam acusações de falta de Fairplay, de Vila do Conde segue esclarecimento cabal à luz de regulamentos. Curiosamente, é ao contrário do que é habitual, o Facebook do Rio Ave acabou por dar voz a adeptos academistas insatisfeitos com a Direcção do seu clube. Mais comum nos tempos que correm era virem insultar-nos de tudo e mais um par de botas. Em todo o lado há gente descontente.

De que lado está a razão? Claramente do nosso, mas isto extravasa essa questão. A primeira vez que falei deste assunto, falei em falta de bom senso. Independentemente de quem são as equipas em questão, a Covid não deve servir de desculpa para tudo. Não se defende os melhores interesses do futebol com estas novelas. A triste conclusão a que chego é que de facto, todos os dias se mostra que não gostamos de futebol em Portugal, nem de desporto, por arrastamento. Gostamos de clubes e tudo justifica tudo para se fazer valer as vontades do clube ou de quem os governa. Minta-se, envenene-se mentes e opiniões, não importa, importante é ter as bancadas vazias e as redes sociais a arder. 

15.1.22

Adiamento do jogo com a Académica: coimbrões terão pedido, nós não teremos aceite.

(imagem: abola.pt)

Não gosto de ler estas coisas.
"A Académica viu recusado por parte do Rio Ave o pedido de adiamento do jogo da 18.ª jornada da Liga 2, marcado para as 18 horas da próxima segunda-feira.
Segundo A BOLA apurou, a equipa de Coimbra, a contas com surto de Covid-19 no plantel, tem os 13 jogadores disponíveis (dos quais um guarda-redes) exigidos pelos novos regulamentos da Liga e o conjunto de Vila do Conde não acedeu ao pedido também por já ter dois jogos em atraso (Covilhã e Chaves)."

Tal como a razão estava do lado do Covilhã quando não aceitou adiar o jogo contra nós, a razão assiste-nos agora. Regulamento ou não, parece faltar cada vez bom senso no nosso futebol. Eu não gosto de futebol assim. 

12.1.22

Fim da caminhada na Taça. Derrota por 0-1 com Tondela no prolongamento.

Foi uma derrota vendida bem cara já no prolongamento e apenas com 10 em campo depois da expulsão de Aderllan na segunda parte do tempo regulamentar.

Foi uma derrota adequada ao jogo. Durámos 5 minutos em cada parte dos 90, em ambos os casos os minutos iniciais. Depois foi sempre mais Tondela, connosco na espreita de algum contra-ataque que pudesse resultar em golo. Nada disso aconteceu, a equipa andou sempre muito perdida e nada esclarecida. Ainda tivemos uma bola na trave por Guga e na recarga golo bem anulado por fora de jogo do nosso avançado. Aderllan já tinha entretanto sido expulso por duplo amarelo. Critério (no estádio assim pareceu) muito apertado do árbitro.
O Tondela adiantou-se na primeira parte do prolongamento é nós tivemos de novo bola na trave após livre de Sávio. 

A segunda parte do prolongamento não trouxe o coração que seria preciso para pelo menos empatar. Caímos e apesar de ter sido uma exibição menos conseguida, a equipa deve estar de cabeça erguida. Esteve sem treinar algum tempo e defrontou uma equipa de um escalão superior. Boas notas para Leo Vieira, um estupendo Pantalon, Sávio, Vítor Gomes e Joca a espaços. Assinala-se ainda a estreia de Amine. 

5.1.22

Sábado também não há jogo.

Com o plantel em isolamento, não há possibilidade de se jogar em Chaves. A data do jogo passou para 10 de Fevereiro, quinta-feira, às 6 da tarde. Também o jogo com o Covilhã já tem data, 2 de Fevereiro, uma quarta-feira às 5. Ambos têm transmissão da Sporttv.

Nota do clube aqui

3.1.22

Temos mais reforço : Amine Oudrihiri

Médio Francês de 29 anos estava sem contrato, apesar de já ter jogado este ano pelo Farense. Antes dos algarvios já tinha representado o Leixões.

Confesso não conhecer o jogador, será mais um ter de provar valor e a vencer a desconfiança. Que seja, como todos os outros que já cá estão, feliz e nos ajude a subir de divisão. 

30.12.21

Afinal não há jogo!

Volte face quanto ao jogo de amanhã, afinal não se joga. O Rio Ave explica aqui que tal acontece "no seguimento da decisão aplicada pelo Sr. Delegado de Saúde do ACeS Póvoa de Varzim – Vila do Conde, Dr. António Manuel Monteiro, que determinou a aplicação de isolamento profilático/quarentena de todos os profissionais do clube, com atividade ligada à equipa profissional sénior do Rio Ave FC. Esta decisão estará em vigor até dia 8 de Janeiro de 2022 (inclusive)."

Assim, queira ou não o Covilhã jogar, a bola não rola amanhã no estádio. Ainda não há data para a realização do jogo. 

Covilhã justifica-se com regulamento recentemente aprovado.

Depois do comunicado do Rio Ave, chega da Serra da Estrela um esclarecimento do Sporting da Covilhã. Os nossos adversários de amanhã justificam-se com o regulamento recentemente aprovado pelos clubes. Tal como disse ontem, é legítimo. Se é bonito ou feio, se fica em causa a verdade desportiva ou não, são outros quinhentos. O regulamento protege a atitude dos serranos, ponto final, vamos a jogo e vamos pra ganhar.

E a propósito do jogo, bem esteve o clube ao disponibilizar uma tenda para a realização de testes à Covid-19 aos adeptos durante a tarde de amanhã, nas horas que antecedem o jogo. Há sempre condicionalismos, mas é um facto que se saúda. A hora do jogo não ajuda à presença de público, mas que fazer? 

28.12.21

O comunicado chegou e bem!

Esteve muito bem o Rio Ave no comunicado que emitiu. Tardio? Diria que não, apesar de eu próprio me ter queixado da falta de um esclarecimento sobre a notícia que dava conta de um surto de Covid-19 no clube. O clube justificou-se quando já tinha todos os elementos, pelo que percebi. Nós adeptos é que queremos tudo para ontem.

Vamos ao eseencial: há jogo. O Rio Ave pediu o adiamento mas o Covilhã não aceitou. As justificações dos serranos são as que são. Cada um sabe de si e se a lei lhes permite recusar, nada a dizer. Na minha opinião parece atitude de miúdo mimado e ressabiado. Mas é legítima. Desconheço por completo os contornos do caso da época anterior que é dado como justificação da recusa, mas não muda a imagem que fica de uma birra.

Seja como for, com baixas ou sem elas, sexta é pra ganhar. Ganhar por ganhar, porque deve ser sempre assim, sem sentimentos revanchistas. Se queremos ser grandes é assim que deve ser. 

As queixas fazem sentido.


Enquanto aqui se apela à nossa presença no jogo de sexta-feira, esta notícia de O Jogo fala em surto entre atletas e staff.

Oficialmente do clube nem uma palavra, nem a confirmar, nem a desmentir. Quem se queixa desta falta de esclarecimentos parece-me ter razão. Não queremos saber de quem se trata, mas uma palavra de esclarecimento aos sócios e adeptos não ficava nada mal. Pelo menos deixam-nos informação sobre preços de bilhetes e condições de acesso ao jogo

27.12.21

Recebemos o Tondela nos 1/4 da Taça de Portugal

Jogar em casa é sempre melhor e os primodivisionários que cá vieram para as Taças não nos venceram. Boas expectativas assim para avançarmos até às meias-finais onde poderemos defrontar o vencedor do Portimonense-Mafra.

O sorteio não foi nada mau: evitamos já um dos grandes e se passarmos voltamos a não ter nenhum dos maiores favoritos, que ficarão, hipoteticamente, guardados para a final.

Vamos a eles! 

23.12.21

Taça de Portugal: Olá quartos de final!

A B Sad até começou melhor no jogo, marcou primeiro aproveitando alguma apatia do Rio Ave, mas depois o jogo foi verde, muito verde. Quando a reacção chegou e o empate também por Hugo Gomes, após um canto (de novo um canto), o controlo foi sempre nosso. É mais fácil ao Rio Ave jogar contra equipas que jogam mais abertas e dispostas a correr mais riscos. Foram nossas as melhores ocasiões e quando foi necessário defender estivemos sempre acertados. Hugo Gomes esteve com Pantalon e Savio no centro da defesa e apesar de ser um trio improvável e pouco rotinado esteve a um bom nível. O golo dos adversários nasce de um corte infeliz de Hugo Gomes, mas foi o único momento menos bom nos 90 minutos. Daí para a frente fomos controladores e só se lamenta o desacerto na hora de chutar à baliza. O jogo terminou empatado com a sensação que podia ter dado em vitória. A primeira parte do prolongamento manteve o registo de mais Rio Ave, mas com pouco perigo junto das balizas. Segunda parte do prolongamento: era agora ou dava penalties. Deu penalties. Confesso que me veio à cabeça o jogo contra o Milan. A mente e o corpo dos atletas esteve muito bem nos 120 minutos, mas penalties é outra coisa.
E foi mais uma sessão prolongada! Eis a sequência:
Aziz golo
Ukra falha
Leo defende penalty seguinte da B Sad
Costinha golo
Hugo Gomes golo
Pedro Mendes golo
Rúben Gonçalves golo
Sylla golo
B Sad acerta na trave. 

Foi um final feliz e o mais ajustado ao jogo! A prenda de Natal chegou a 23 de Dezembro e foi excepcional! 

Bom Natal todos. 

21.12.21

Fabrice Olinga é reforço

Extremo internacional camoronês, 25 anos e estava sem clube. Já jogou na Bélgica, Itália, Chipre, Roménia e Espanha.

Estando sem clube pode jogar logo que se oficialize a inscrição não necessitando da reabertura do mercado de Inverno. 

Confesso que não conheço nada do atleta. Qualquer reforço gera expectativas, mas face ao desconhecimento que tenho espero que consiga vencer a minha desconfiança, originada pelo percurso "globetrotter" que traz no currículo e mostrar que tem muito valor e que nos vai ajudar de forma substancial a ter muitas alegrias.

19.12.21

Casa Pia: a vitória que se impunha.

Fo uma vitória arrancada a ferros, porque o Casa Pia vendeu os 3 pontos muito caros, mas foi adequada ao jogo.

Luís Freire inovou no 11 com Savio e Amaral na esquerda e com Pantalon no centro da defesa. Sacrificou Hugo Gomes e Zé Manel e acabou por ganhar. Pedro Amaral parece mais confortável a jogar assim e Pantalon não vacilou nem tremeu. É positivo para a equipa conseguir vencer quando os que jogam não são as escolhas habituais: motiva quem jogou e alerta quem ficou de fora. 

 O golo surgiu na segunda parte por Pedro Mendes após canto. Foi mais um golo de bola parada, o desbloqueador preferido da equipa esta temporada. Aziz ainda acertou depois no poste numa iniciativa individual. Não estamos ainda na fase da exibição segura e dominadora, atraente e entusiasmante, mas vencendo está-se mais perto de lá chegar. Como sempre, o que se pede agora é que haja continuidade nas vitórias. 

15.12.21

Adeus à Taça da Liga

A derrota desta noite no Dragão por 1-0 oficializou aquilo que já se sabia ser muito difícil de conseguir. Precisariamos de uma vitória gorda, fora e contra um dos melhores planteis nacionais. Houve mudanças nos titulares dos dois lados, nós só tivemos Zé Manel comparativamente ao jogo com o Mafra, mas mesmo que jogassemos com os mais rodados a tarefa seria sempre muito complicada.
Foi um jogo que mesmo perdido não nos envergonha. A equipa foi tímida a atacar, mas não foi esmagada. O golo dos dragões surge já nos minutos finais, logo depois da nossa melhor oportunidade quando Zé Manel isolado permite uma excelente defesa ao duardiao portista.
Houve jogadores a dar indicações positivas sobretudo na defesa. Léo esteve bem, a dupla de centrais esteve muito competente (Aderlan que se cuide), Sávio está sem ritmo mas é claramente de entrar de caras no 11. André Pereira (na foto durante a flash interview da Sporttv) regressou aos relvados 11 meses após a grave lesão que sofreu. 

Ainda este mês temos a Taça de Portugal frente à BSad. A Liga terá de continuar a ser a prioridade e não espantará se Luís Freire voltar a usar uma equipa menos rodada. 

11.12.21

Mafra: derrota com dedo da arbitragem, mas não só

Não há como ignorar: marcámos um golo legal que nos foi anulado. Esse facto tirou-nos 1 ponto. Enquanto andarem os senhores que mandam a brincar aos campeonatos profissionais será assim.

Depois perdemos porque a sorte nada quis connosco. Dois erros defensivos deram 2 golos ao Mafra, as únicas oportunidades de golo que tiveram até esses momentos. Nós, além do golo anulado tivemos duas bolas nos ferros, uma em cada parte. Hoje jogámos suficiente para vencer, mas estivemos desalinhados com o golo. Voltou a não ser um futebol empolgante, mas com outra pontaria e uma arbitragem justa daria vitória.

Estes pontos vão fazer muita falta. Luís Freire deve começar a pensar que tem de fazer alguma coisa. É imperativo. Terá capacidade para isso?