17.1.17

Uma equipa cansada? (Não percebo) [atual.]

Luis Castro justificou a fraca exibição no Restelo com o cansaço da equipa, causado pelos jogos a meio da semana (Taça da Liga).

Alguns comentários da minha parte (sentado no computador a escrever, obviamente...):
- Não duvido que a equipa esteja cansada, até porque no rescaldo da eliminação da Taça da Liga o treinador já tinha falado em "desgastar a equipa". Por isso deixou Roderick e Tarantini na bancada; por isso Cássio, Marcelo, Ruben Ribeiro e Heldon, por exemplo, ficaram no banco. Pelos vistos não resultou, porque a equipa continua cansada;
- Ainda bem que não estamos na fase de grupos da Liga Europa e/ou na Taça de Portugal! Como seria...?
- Agora a sério, como é que se resolve a sobrecarga de jogos, mais ou menos inevitável em quem quer sempre vencer? Com um plantel maior do que o normal.
- Ora o Rio Ave tem provavelmente o maior plantel da primeira liga - embora joguem basicamente sempre os mesmos (jogo a jogo poderiam acontecer rotações pontuais, cirúrgicas, no sentido de dar descanso a este ou aquele jogador).
É por isso que, acreditando que a equipa esteja cansada [ATUAlizo com esta frase de Filipe Augusto, dita hoje: "É importante voltar e ter tempo para treinar e descansar”), custa-me perceber porquê.
(Bruno Teles, o único que não está cansado? Foto: Facebook Rio Ave FC)



Separados à nascença (2)

João Novais e o ator dinamarquês Alex Høgh Andersen, que faz de Ivar, Sem-ossos na série de televisão Vikings!

Quem foi? Vá lá, a gente não conta...

Se dentro de campo as coisas correram de feição a Quim Machado este domingo, com a vitória do Belenenses sobre o Rio Ave (1-0), o mesmo não se pode dizer fora das quatro linhas.

16.1.17

(Um-a-um frente ao Belenenses) O melhor? Tarantini? Gil Dias? Marcelo?

Cássio: 3 (pouco trabalho, mas respondeu bem, quando necessário)
Nadjack: 3 (na segunda parte faz um corte excelente, que vale ver em video. Melhorou no segundo tempo e terá feito o seu melhor jogo).
Marcelo: 3 (confirma-se que está a subir de rendimento)
Roderick: 2 (alguns sustos, alguns desacertos)
Rafa: 2 (apareceu mais no ataque; a defender dá menos certezas)
Filipe Augusto: 3 (bem, desta vez sem brilhar e sem lapsos)
Tarantini: 3 (provavelmente o melhor em campo. Ligou os setores, apareceu na defesa e no ataque, lutou até cair)
Ruben Ribeiro: 1 (era dificil estar 90 minutos em campo e fazer menos. Como ficou 90 minutos em campo é que é um mistério);
Heldon: 2 (pouco se viu; lutou no meio campo, ganhou várias bolas de cabeça [!] mas não fez a diferença)
Guedes: 1
Gil Dias: 3 (o melhor do ataque, tentou fazer sozinho o que coletivamente falhou. Mas sozinho é sempre mais dificil. A nota é sobretudo pela combatividade e não tanto pelos frutos desse esforço)
Paciência, Yazalde e Krovinovic: 1 (seja por falta de tempo, sobretudo no caso de Krovinovic, seja por outras razões, não acrescentaram ao que já existia).

Fraquinho, logo ...

Jogo fraco por culpa de ambos os intervenientes. Esqueceram-se que o jogo de futebol joga-se num retângulo em que em duas das extremidades existem balizas e que o objetivo é fazer com que a bola entre na baliza defendida pelo adversário.
Noite tranquila, muitíssimo tranquila, para ambos os guarda redes. Passes falhados, falta de fio de jogo em ambos os conjuntos. Positivo foi mesmo a entrega de todos os intervenientes, nunca viraram a cara à luta, o que deu para mitigar as fracas exibições.
Cássio: 3. Pouco ou nada para fazer durante todo o jogo, por isso não pode ser penalizado na pontuação;
Nadjak, Marcelo, Roderick, Rafa Soares, Filipe Augusto, Rúben Ribeiro, Heldon, Guedes, Gil Dias, Yazalde e Krovinovic: 2 (sem comentários - remete-se para os parágrafos supra);
Tarantini: 4. O capitão tentou remar contra a maré. Mas sozinho tornou-se impossível.
Paciência: 1. Notou-se a falta de ritmo competitivo. Nota-se que ainda precisa de minutos, muitos minutos.

Luís Castro: "Fizemos um jogo muito fraco" (vamos lá falar sobre isso)

Se o míster diz, quem sou eu para o contrariar?
Aliás, concordo plenamente, como escrevi um minuto após terminar.
não concordo quando o o nosso treinador diz que "Fomos uma equipa diferente de tudo o que vínhamos a ser" e que "estivemos aquém do que temos vindo a fazer".
Sim, estivemos melhor frente ao Chaves do que ontem em Belém, mas não nos iludamos - tirando a segunda parte na Luz ainda não houve um bom jogo desde que Luís Castro chegou ao Rio Ave.
Há umas semanas ganhávamos mesmo jogando pouco - como aqui se escreveu, o que me valeu críticas de alguns Rioavistas - mas a sorte não dura sempre. O que me preocupava antes é o que me preocupa agora: quem joga mal tem mais hipóteses de perder.
(foto: Facebook Rio Ave)
Então o que correu mal?
Atrevo-me a deixar duas notas:
- Ruben Ribeiro não existiu! Não alimentou o ataque, não rematou à baliza, não foi criativo, não fez a ligação entre setores. É uma posição chave, como se sabe, na equipa;
- o ataque continua desinspirado, Ontem nem Heldon.
Não sei se Luis Castro falhou no onze, mas não gostei da forma como leu o jogo.
(nota: quando uma equipa joga muito mal nunca pode ser falha de um ou dois jogadores. O que nos leva para outro campo: o que está a falhar coletivamente para que a equipa não produza?)



15.1.17

Rio Ave perde 1-0 no Restelo. Mau!

Que mau jogo da nossa equipa!
Dois lances de golo em 90 minutos???
Que desilusão!
Mesmo a perder pouca dinâmica a equipa mostrou.
O que é preocupante é que as jornadas passam e a nossa equipa não melhora. Falta criatividade, faltam soluções e falta qualidade.
Falta, sobretudo, que Luís Castro mostre resultados do seu trabalho.

Ps - Paciência estreou - se mas não se viu em campo.

0-0 ao intervalo em Belém

Mais um mau jogo.
Desinspirado.
Belenenses melhor.

Sobre o apuramento da equipa de juniores para a fase final

Ontem, ainda nas bancadas, deixei uma palavra para Pedro Cunha, que classifico como grande responsável pelo apuramento da equipa junior. Não é nem pode ser o único, mas conseguir em cinco anos quatro apuramentos, três deles consecutivos é obra!
Muito mais porque, espero não estar a ser injusto, esta é, entre as quatro equipas, a que precisou mais de recorrer ao espírito de grupo, ao coletivo, à liderança psicológica, para compensar algumas limitações técnicas individuais.
Ou seja, foi mais difícil, exigiu mais de todos, a começar pelo treinador,
Aqui ficam, pois, palavras justas para Pedro Cunha.
(no final, Pedro retirou-se rapidamente para deixar o palco aos jogadores)

Quem diria que três laterais direitos não era muito?

Pedrinho e Lionn lesionados.
Sobra Nadjack.
Quem sabe se com Pedrinho e Lionn operacionais Nadjack não seria emprestado agora em janeiro?
Assim, está de pedra e cal!

14.1.17

Futsal : azar, azelhice e o árbitro. Derrota por 4-3

O Rio Ave deveria tomar uma posição contra o árbitro que acompanhou o nosso ataque na segunda parte.  Duas decisões absurdas acabaram com as nossas hipóteses.
Dito isto o Rio Ave jogou menos do que temos visto e ainda teve pelo menos três bolas na madeira.  Na parte final tudo nos correu mal.
O Azeméis tem uma excelente equipa mas nós já fizemos melhor.
Empate seria o resultado justo.

Juniores empatam mas garantem fase final

0-0 com o Guimarães.
Chaves perdeu e o Rio Ave garante mais uma fase final.
Uma palavra especial para Pedro Cunha.  Com uma equipa com mais limitações continua a fazer história.

Convocados para Belém: na máxima força

Tirando os quatro lesionados (Pedrinho, Aníbal Capela, Leandrinho e Lionn), Luis Castro chamou os 20 (mais ou menos) habituais; Tarantini e Roderick regressam: Paciência está; Teles ainda não, Tiago André sai da lista ~
foto: Facebook Rio Ave FC

13.1.17

Sinais contraditórios

A FPF concorda com a FIFA sobre a o alargamento do número de seleções a participarem no Mundial de 2026. Isto é, o organismo que tutela o futebol nacional aprova o  alargamento de seleções nos mundiais.
Entretanto em Portugal o debate é inverso. O que muitos defendem é a diminuição de participantes nos escalões profissionais.
Quer para o alargamento quer para a diminuição das competições os fundamentos são bens conhecidos e os argumentos já foram profundamente debatidos.
Acontece que a FPF é que, em última análise, tem a responsabilidade de  definir os quadros competitivos em Portugal, nomeadamente os profissionais.
Perante os sinais referidos, qual será a deliberação da FPF se for confrontada com o pedido de diminuição dos participantes nas competições profissionais?

Bruno Teles é reforço para o lado esquerdo da defesa

É oficial:

"Defesa esquerdo, brasileiro, Bruno Teles, regressa ao campeonato português, (...)Bruno Martins Teles é natural de Alvorada (Brasil), com formação no Grêmio. Jogou na Portuguesa, Sport, Juventude, do noutro lado do Atlântico, antes de viajar para Portugal, em 2009, para representar o Vitória SC.Depois seguiu-se a aventura na Russia, no Krylya Sovetov (2012/14). Regressou ao Brasil, para o Vasco, Mogi Mirim e America Mineiro, clube de onde vem agora para representar o Rio Ave FC.

Mau começo de ano

No Rio Ave FC, este ano, até as boas notícias têm tido um sabor amargo.  No primeiro jogo que o Rio Ave ganhou em 2017 (Rio Ave 2 - Covilhã 0), ficamos todos dececionados. Tudo nos corria de feição para chegar às meias finais da Taça da Liga (CTT), o Rio Ave ganhava e os adversários diretos empatavam ao minuto 90. Só que o futebol é pródigo em manter a adrenalina alta e na parte final do prolongamento do jogo dos adversários diretos o resultado deixou de ser um empate e, consequência direta, fomos arredados das meias finais.
Ainda não refeitos, fomos confrontados com a notícia que LIZARDA, glória do Rio Ave por, além de outros feitos, ser a pessoa mais velha viva que representou, como jogador, o Rio Ave, faleceu.
Neste momento de tristeza estou certo que todos os adeptos do Rio Ave se associam à dor da família e manifestam-lhes o mais profundo pesar.
Mais uma memória que nos deixa fisicamente, mas o seu legado está aí, e não o podemos, nem devemos, esquecer ou apagar.
 

Estágio para Paciência...

A nova equipa técnica identificou o ataque como a grande lacuna e escolheu Gonçalo Paciência como reforço - qualquer um de nós já tinha percebido, desde a época passada, que ali estava o maior problema do Rio Ave, porque não há quem marque golos.
Na quarta-feira, frente ao Covilhã, o Rio Ave precisava (teoricamente) de marcar muitos golos. Mas Paciência não saiu do banco.
Jogaram Ronan (exibição bastante fraca) e Guedes (melhor, mas apenas porque a de Ronan foi má).
O que pretendia Luís Castro com a manutenção de Paciência no banco?
Alguém na bancada dizia que era uma forma de respeitar os que já cá estavam. Mas os interesses do Clube não estão acima? Além disso, se Paciência é jogador do Rio Ave, não têm todos os mesmos direitos?
Outra interpretação: ainda não tem ritmo competitivo, porque treinou poucas vezes. E vai para o banco? 
Para mim fazia sentido que Paciência tivesse jogado 15 ou 20 minutos para começar a ganhar esse ritmo e entrosamento.
Estou curioso para ver como será em Belém: Guedes ou Paciência?
Até porque na jornada seguinte, no Dragão, vai ter de encostar. Como a outra jornada, com o Braga, vai ter de ser adiada (Braga na fase final da Taça da Liga), só teriamos Paciência em fevereiro,

Jebor, 10 golos, um contrato?

Parece que Marrocos fez bem a Jebor.
Já se fala em 'grandes contratos'.
Mas como diz esta notícia, o mais certo é aguentar-se no atual clube até final da época e então sair como jogador livre!

Um árbitro de segunda categoria em Belém

Não, não é Mota, Xista ou Paixão.
"Segunda categoria", aqui, não é adjetivo mas o escalão a que pertence João Matos, árbitro de Viana do castelo com apenas um jogo na Primeira Liga no currículo.

Que tudo lhe corra bem no jogo, porque isso é bom para todos.

PS - fala-se em Bruno Paixão e ele cá está: vai ser o quarto árbitro; cuidado mister ao sair da zona técnica...

12.1.17

Afonso Figueiredo já não vem?

O negócio esteve muito perto de se consumar, com o atleta a aceitar um acerto salarial para assinar pelos vilacondenses, só que o clube francês terá feito novas exigências ao Rio Ave que não foram aceites pela direção de António Silva Campos, ao que apurou o zerozero.

Ainda a Taça da Liga - o que ficou por dizer

O Rio Ave fez 3 jogos e eu só vi o último (que por sinal foi bastante fraco). Não posso, por isso, falar de uma forma mais geral.
Mas há coisas que são óbvias:
- o Rio Ave terminou com 6 pontos, os mesmos do Braga;
- o Rio Ave jogou fora com o Braga e Marítimo (e só fez um jogo em casa, com o Covilhã), o Braga recebeu o Rio Ave e o Covilhã;
- o Rio Ave perdeu o apuramento na Madeira, nos descontos.
(foto: Rio Ave FC)

Não há nem tem de haver justiça no futebol.
Mas se houvesse, o Rio Ave era a equipa apurada.

PS - mesmo goleando seriamos eliminados porque tinhamos menos jovens em campo; é pena!