11.3.16

O futuro de Tarantini

revelado ao JVC desta semana

(não sei se há alguma ideia, no Rio Ave, sobre como continuar capitalizar os méritos de Tarantini para o Rio Ave mas tenho a certeza absoluta de que estamos perante um casamento que vai durar. Muito para além deste contrato).

10.3.16

Um onze diferente na Madeira

Parece óbvio que Pedro Martins fará mudanças no onze que vai entrar em campo frente ao Nacional - e não apenas porque Lionn está de volta (e Pedrinho não conseguiu agarrar a oportunidade).
Parece haver jogadores em "crise de confiança", nomeadamente no meio campo e no ataque.
Postiga continuará no onze, é certo.
Mas aposto na saída de Kayembé e no regresso de Kuka (se for convocado). Sobre Yazalde tenho mais dúvidas - haverá quem esteja melhor no plantel?
(dois golos de Kuka e dois de Postiga, são eles que marcam...)
Já a saída de Bressan é mais problemática: Krovinovic, talvez por ser ainda jovem, tem sido bastante irregular, entrando quase sempre bem, mas não correspondendo quando é titular. Há também Zé Paulo, mas é Pedro Martins quem o tem 'dito': foi um erro a sua contratação?

PS - embora seja um jovem,  que pode 'esperar', parece-me que quando foi contratado não havia a intenção de trazer Postiga. Com Postiga, Yazalde e Guedes, Ronan terá a sua oportunidade?

O jogo frente ao Estoril no JVC


A recuperação é psicológica

Para o Rio Ave dar a volta e trazer os três pontos da Madeira, este domingo, vai ter de haver uma grande recuperação psicológica.
Talvez a equipa técnica não seja suficiente, talvez seja necessária a presença do Presidente Campos (e do presidente da AG, Mário Almeida) mais vezes no relvado, mais vezes no balneário, nestes dias.
(foto: Facebook Rio Ave FC/Agostinho Santos)

PS - crise psicológica porquê? Porque - penso - muitos jogadores apostaram tudo no jogo da Taça de Portugal e a desilusão é, agora, proporcional.

9.3.16

Rio Ave - Marítimo é sexta-feira

Rio Ave - Marítimo, dia 18, sexta feira às 20.30h (em direto na Sporttv)

Feliz x 2 no Rio Ave B da segunda liga

Já não é nosso jogador, mas fica sempre a memória.
Feliz Vaz marcou hoje dois pelo Famalicão.
A equipa treinada pelo nosso ex-jogador Daniel Ramos, e com Silvério a titular, está em posição de subida!
Emanuel Novo, nosso jovem da formação, continua a titular na baliza; Mendes e Mércio hoje foram suplentes.

Duas narrativas sobre o jogo de segunda; cada um que escolha

Termino a minha análise ao que se passou segunda-feira, relembrando que há duas narrativas sobre o jogo.
A que o site do Clube nos quer passar ("Antes dos primeiros vinte minutos Kayembe sofre uma carga nas costas, dentro da área, sem que o árbitro assinale falta. Instalou-se um espírito de revolta e alguma desconcentração consequente. Logo depois surge o golo do Estoril, num lance confuso na área do Rio Ave FC. Aumentava o sentimento de injustiça. Aos 29 minutos, novo lance na área do Estoril, desta vez com Diego a atingir violentamente Tarantini na cara com o braço. Não só o impediu de discutir o lance como foi um registo de conduta violenta. Lance passível de grande penalidade e expulsão para o infractor. Nem o árbitro, nem o auxiliar viram qualquer falta (?!). A cara inchada de Tarantini não foi provocada pela relva ou pela bola… logo… Perante mais uma situação de injustiça o estado anímico dos jogadores ruiu") e que se alicerça na arbitragem;
(foto: Facebook do Rio Ave FC/Agostinho Santos)
E o que quase toda a gente viu, desde as três crónicas que publicámos aqui no Reis do Ave aos três comentários nos três jornais diários desportivos (e, até, ao que disse Pedro Martins no final);  ou seja ninguém esquece o penalti sobre Tarantini mas não é isso que explica o que se passou:
O Jogo: "Rio Ave passou ao lado do jogo (...) noite desinspirada, muito lento e sem ideias" (Tarantini parece sofrer falta para penalti)
Record: "desde o início se percebeu uma diferença de atitude e, acima de tudo, de intensidade competitiva, que acabou por fazer a diferença; Rio Ave verdadeiramente 'congelado' de ideias e sem conseguir incomodar Kieszek" (penalti ficou por marcar sobre Tarantini)
Bola: "a formação de Vila do Conde esteve bastante longe daquilo que tem feito esta temporada e aparentou algum desgaste físico e até psicológico" (penalti por marcar a favor do Rio Ave)

Cada um que tire as suas conclusões.
(pessoalmente gostaria que o Clube falasse a uma só voz e que, portanto, a visão do Site não fosse diferente da do treinador do Rio Ave)

Postiga foi o melhor da jornada

Postiga venceu de forma clara o título de melhor da jornada.
O avançado Vilacondense conseguiu 37 pontos, mais 10 do que Tarantini, o segundo.
Yazalde e Wakaso recolheram 25, mais um do que Cássio e Krovinovic, um suplente que bateu vários titulares.
Entre os titulares menos pontuados destaca-se Pedrinho, com apenas 19 pontos, quase menos 20 do que o primeiro classificado, o que é uma diferença muito grande.

Ainda o empate dos juniores frente ao FC Porto

Em complemento a isto, outras informações.
Alinharam: Carlos Alves; Virgílio, Tiago Letras, Filipe Almeida e Tiago André; Pacheco, Pedro Matos (Manuel Lopes aos 93′) e Vitó; Manuel Namora (Mário aos 86′), André Sena (Pedro Graça aos 66′) e Jaime Pinto.
(Facebook Rio Ave FC)

- Nono golo de Vitó (segundo de livre direto, pelas minhas contas)
- alinharam os mesmos onze da ultima jornada e mesmo nos suplentes só uma novidade: João Silva não foi opção desta vez e entrou Manel;
(Além de Yazalde, também Pedro Moreira e André Vilas Boas viram o jogo; se necessário, poderão transmitir informações à equipa técnica)

Sempre o mesmo modelo a meio campo

Volto a um tema que o Gil iniciou na noite do próprio jogo frente ao Estoril para um desenvolver um pouco mais, e com a minha perspetiva:
- fará sentido jogar sempre da mesma maneira quando os adversários são muito diferentes?
É verdade que há sempre variações (laterais sobem mais ou menos, Wakaso passa ou não a linha, Tarantini surge ou não com mais frequência na grande área adversária), mas são variações sobre um mesmo modelo de três médios, um mais avançado e dois mais recuados.
Não faria sentido mudar qualquer coisa nomeadamente nos jogos em casa, quando o adversário vem mais fechadinho?
O Rio Ave é como aquelas pessoas que andam sempre vestidas da mesma maneira, mas têm vários pares de calças e camisolas, só que todas iguais...
Que tal mudar de roupa, de vez em quando?

8.3.16

... como se eu fosse muito burro!

Nunca joguei futebol a sério, mas imagino que não seja necessário ter sido profissional de futebol para saber se um jogador acusa ou não o desgaste de um jogo cinco dias antes.
Pedro Martins disse que a equipa ressentiu-se fisicamente do jogo com o Braga na semana passada e eu, que não percebo nada, pergunto-me se isso não era previsível antes do jogo começar?
Com tanta tecnologia, com tanta metodologia de treino não era possível perceber que alguns jogadores estavam mais cansados do que outros e apostar em unidades diferentes?
Ou o cansaço é psicológico e não físico???
(para que fique claro: se o cansaço for psicológico não vejo como Pedro Martins poderia adivinhar; sendo físico, o mister falhou na escolha de várias unidades)
(foto: Rio Ave FC)

Por falar em jogadores:
Cássio: 1 (pouco defendeu e sofreu três golos; um deles por culpa própria)
Pedrinho 1 (perdeu várias bolas, uma delas fatal)
Marcelo, e Roderick: 2
Edimar: 2 (foi dos mais inconformados, mas pouco ou nada lhe saiu bem)
Wakaso: 2 (muito abaixo do que sabe e costuma fazer)
Tarantini: 3 (o melhor em campo; por ele não perdiamos 3-1)
Bressan; 1 (para esquecer)
Kayembe (1 para esquecer)
Postiga: 3 (o melhor do ataque, pelo remate defendido pelo guarda-redes e pelo golo)
Yazalde: 2 (ninguém luta como ele, mas quando pouco ou nada se consegue...)
Heldon: 1 (jogou?)
Krovinovic: 2 (melhor do que Bressan)
Pedro Moreira: 1

Jogador a jogador com o Estoril

Brrrrrrrrr que o dia começou frio e acabou gelado.
O Rio Ave não conseguiu impor o seu futebol, existe mérito do Estoril (naturalmente), mas a verdade é que fomos uma sombra do nosso real valor.
Até ao últimos cinco minutos apenas fizemos um remate à baliza adversária. Só criámos perigo efetivo após a redução do Estoril a dez. Não conseguimos ter a posse da bola, com critério. Nada saía bem. Ao invés o Estoril atacava e quando chegava à área marcava.
Há dias assim.
Como pontuar os jogadores? É fácil:
Postiga: 3. Não só pelo golo, mas muito pela atitude. Parecia que sempre jogara no Rio Ave.
Cássio, Wakaso, Krovinovic: 2. 
Restantes: 1.

Positivo e negativo contra o Estoril

Positivo
É quase um exercício de criatividade encontrar algo de positivo no jogo de ontem. Do jogo jogado não encontro o que dizer de bom. Foi ao intervalo que aconteceu o melhor da noite quando foram apresentadas as nossas equipas femininas. Mas nem isso inspirou os jogadores para uma segunda parte melhor. Espero que as mulheres deles lhes tenham dado um merecido castigo.


Negativo
Já nos aspectos negativos há matéria que quase dá para escrever uma enciclopédia sobre mau futebol. Mau posicionamento táctico, perdas de bola, passes errados, bolas paradas mal aproveitadas, descontrolo emocional, houve de tudo isto e mais, bem mais.

Um a um contra o Estoril

Infelizmente, são das notas mais fáceis de atribuir.
2 a Wakaso, 3 a Postiga, 1 a todos os outros.

A derrota de ontem e a arbitragem

Podia ter sido marcado um penalti a favor do Rio Ave na primeira parte (lance sobre Tarantini)? Podia e devia (e escrevi-o logo ao intervalo).
O Rio Ave perdeu pela arbitragem? Nem pensar!

Por isso não gostei do que disse Cássio sobre o árbitro na Sport tv, do que não disse Pedro Martins no final ao mesmo canal e, principalmente, do que o site oficial do Clube nos revela. [ATUALizo: vi agora o que disse Pedro Martins na conferência de imprensa: "não vou justificar a derrota com a arbitragem porque nós estivemos muito abaixo daquilo que podemos fazer"; concordo plenamente!]

Depois de uma exibição miserável, como a que fizemos até ao 3-0 (sem garra, sem ànimo, sem oportunidades), como é possível falar do árbitro?
Acho, aliás, preocupante que se faça isso, sinal de que estamos a esconder a realidade, que estamos a meter a cabeça na areia. Depois da lista de penaltis, fora de contexto, é mais uma.

Sinceramente, não me revejo nesta forma de encarar o futebol, que passa por entregar aos outros as nossas responsabilidades e não assumir os erros.
PS - depois de tudo o que tem acontecido, justificava-se, isso sim, um pedido de desculpas da equipa aos adeptos no final.

7.3.16

25j - Estoril - Estou em choque

Estou mesmo em choque. Foi só um mau dia no trabalho? Eu acho que foi isso, mas não só. E também acho que a eliminação da Taça teve influência e que nos deve fazer pensar. Acho duas coisas:
1 - já falei no assunto, acho que muito pode ser explicado por dores de crescimento. As equipas quando vêm a Vila do Conde, a maior parte delas pelo menos, não vem para jogar o jogo pelo jogo, vem para jogar com extremas cautelas, muito reforçadas defensivamente e a apostar no nosso erro. O Estoril esta noite não fez segredo nenhum de como vinha jogar desde o primeiro instante: comprimiu a equipa em 30 metros de terreno, não deixou espaço para jogarmos e contra-atacava sempre que podia. Nós fomos incapazes de contrariar esta estratégia e vimo-nos desorientados e perdidos.

2 - para essa perda do norte contribui também outro factor, que é a qualidade. Temos boa equipa, mas talvez não tenhamos uma equipa tão boa como por vezes achámos que temos. E isso nota-se mais quando é preciso assumir as despesas de um jogo que os adversários não querem jogar. Hoje, por exemplo, achei que só Postiga deu um contributo diferente à equipa. Provavelmente será criticado por estar muitas vezes fora de jogo, mas eu acho que foi o único que esticou a equipa para lá do colete de forças estorilista. E ninguém soube ler as suas movimentações. E este deslumbramento de uma série de bons resultados que não é necessariamente acompanhado pela qualidade de recursos actuais, leva a depressões como a que vimos hoje. Não fomos à final da Taça e ficámos deprimidos ao ponto de não sermos capazes de reagir contra o Estoril. Sermos capazes de perceber que podemos não ser tão bons como às vezes achamos que somos, pode ser um factor para ter melhores resultados nos momentos certos.

O caminho que vimos a trilhar é o certo. Vamos continuar a ter alegrias, não temos que nos envergonhar do que estamos a fazer, apesar da noite de hoje. Hoje foi um banho de humildade que levámos. Há que aprender com ele, chorar esta noite a derrota, berrar o desencanto todo agora e acordar amanhã e depois e depois e depois com a cabeça no sítio.

Rio Ave perde 3-1 com o Estoril. Fracasso coletivo

Exibição miserável por parte da nossa equipa,  que acusou claramente a eliminação da taça.
Um descalabro colectivo em que ninguém se aproveita -embora haja uns piores do que outros. 14 jogadadores em campo não conseguiram criar oportunidades de golo, pressionar o adversário ou controlar o adversário, que veio passear a Vila do Conde durante 85 minutos.
Talvez tenha sido a pior exibição da época. Mas sobretudo é grande a desilusão pela incapacidade demonstrada.
O guarda redes do Estoril fez cinco defesas em 90 minutos, as quatro últimas nos 10 minutos finais.
Postiga marcou mais um de cabeça

Rio Ave perde 1-0 ao intervalo com o Estoril

Muito mau jogo da nossa equipa,  tantas as bolas perdidas, as bolas paradas desperdiçadas e tanta falta de garra.
A queda é geral.  Até Cássio esteve mal no lance do golo adversário.
Uma só defesa do guarda redes adversário em 45 minutos (a lance de tarantini) diz tudo.
(Penalti por assinalar sobre Tarantini)

Postiga entre Yazalde e Kayembé

De resto, o onze esperado com Pedrinho no lugar de Lionn.

Mulheres Rioavistas? falta ousadia...

O Rio Ave preparou um trabalho interessante sobre as mulheres da vida dos nossos jogadores mas, custe o que custar, andámos de cavalo para...
Antes é que era!


Pedro Martins e o "momento difícil"

«Este plantel já tem dado respostas fantásticas após momentos difíceis»