15.2.26
Futsal: A Taça esteve perto de trazer uma surpresa
A Taça de Portugal esteve muito perto de trazer uma surpresa para o Rio Ave FC. A equipa sénior de futsal precisou de recorrer ao prolongamento — e posteriormente às grandes penalidades — para ultrapassar o Macedense, na 4.ª eliminatória da prova.
No final do tempo regulamentar, o marcador assinalava um empate a quatro golos, resultado que obrigou recorrer às grande penalidades.
Do lado do Rio Ave ninguém falhou sendo que da equipa adversária houve um jogador a falhar uma grande penalidade.
Nota ainda para a ausência de Rúben Góis, que não foi utilizado, e para a estreia de Kayque, que somou os primeiros minutos.
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Daniel Silva
14.2.26
Alexandrina Cruz é ou não administradora executiva da SAD?
Segundo o site (informação divulgada Rio Ave SAD em outubro de 2025) sim:
Segundo a informação publicada na última sexta-feira no Portal do Ministério da Justiça, não (quatro meses depois).Das duas, uma:
- ou tudo não passa de uma gralha, que deve ser corrigida (curiosamente a notícia do site fala apenas em presidente da SAD, mas é bom lembrar que o saudoso Boaz era presidente e administrador executivo na pagina do MJ)
- ou, não sendo administradora-executiva (como sempre escrevi) o problema das (reais e hipotéticas) incompatibilidades não é, para mim, tão relevante, porque as decisões são realmente tomadas por Lina/Rabuanno e, nesse caso, a presidente da SAD será uma figura mais simbólica, por não ter poder executivo.
(Em qualquer caso, fica o meu desabafo, nem nas coisas mais pequenas, como a parte burocrática, esta SAD não acerta uma...)
PS- Curiosidade: Boaz deixou de ser presidente da SAD em agosto de 2025!
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João Paulo Meneses
A continuidade de Sotiris: mau para todos
Na Grécia dizem-me que Sotiris poderá ficar até final da época.
A ser verdade a sua continuidade, isso seriam péssimas noticias, sobretudo para o que falta do campeonato e pela luta pela manutenção. Era óbvio que a equipa não estava a corresponder ao que o treinador pedia (o que quer que fosse, tal o número de pedidos de desculpa), situação que se agravou nas últimas jornadas com 4 derrotas. 12 golos sofridos e zero marcados.
A chicotada psicológica, aqui, seria um abanão na cabeça dos jogadores, uma motivação extra e a possibilidade de um novo treinador trazer novas ideias. Mesmo com a partida de André Luiz e de Clayton (e as lesões de Aguilera e de Miszta), acredito que o Rio Ave tem melhor plantel do que Alverca, Amadora, Tondela ou mesmo Santa Clara (além do AFS) e que a descida não é uma fatalidade.
Mas a continuidade de Sotiris, sabendo-se que o Rio Ave o dispensou e só o mantém por falta de alternativas, é má para todos. Até para ele (embora se perceba o ascendente que Marinakis tem). E o que estarão a pensar os jogadores? Já entre os adeptos a descrença é cada vez maior.
Vou reproduzir o que disse ao meu amigo grego: não acredito! Marinakis é um péssimos gestor dos seus multiclubes (pelo menos NF e Rio Ave), mas não vai querer ser ele a contribuir para prejudicar ainda mais esses clubes...
PS - também me garantem que é opinião generalizada entre os responsáveis do Olympiakos que Sotiris terá chumbado o teste que era a experiência de liderar o Rio Ave.
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João Paulo Meneses
13.2.26
Futsal: Rio Ave volta a competir 1 mês depois
A equipa sénior de futsal do Rio Ave FC regressa este fim de semana à competição, cerca de um mês depois do último jogo oficial, realizado frente ao Arsenal da Maia, a contar para a Taça da Liga, encontro no qual saímos vitoriosos.
O regresso faz-se agora na Taça de Portugal, com a disputa da 4.ª eliminatória, frente ao Macedense, formação que milita atualmente na Terceira Divisão e ocupa o 4.º lugar do respetivo campeonato.
Face à diferença de escalões, o favoritismo recai naturalmente sobre o Rio Ave, que entra em campo com a responsabilidade de confirmar esse estatuto e garantir a passagem à próxima fase da prova rainha do futsal nacional.
Depois de um período prolongado sem jogos oficiais, será também um bom teste para perceber o estado da equipa e a forma como o grupo reage ao regresso à competição.
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Daniel Silva
12.2.26
Sotiris: Quatro dias de silêncio
Devemos ser um caso único no futebol nacional. Pelo menos nos últimos anos, não me recordo de nada semelhante.
Desde o início da semana que vários meios de comunicação social garantem que Sotiris já não é o treinador do Rio Ave e que a SAD se encontra ativamente à procura de um novo técnico. Não se trata de um rumor isolado ou de uma notícia lançada num dia e esquecida no seguinte. São quatro dias consecutivos de notícias no mesmo sentido.
E, perante isto, a SAD… silêncio absoluto.
É legítimo perguntar:
Saiu ou não saiu Sotiris?
Se não saiu, porque razão a SAD não veio a público desmentir de forma clara e objetiva?
Que SAD profissional permite que, durante vários dias, se noticie a demissão do seu treinador sem qualquer reação oficial?
Se saiu, deve-o comunicar. Se não sair, tem de vir a terreiro desmentir.
Se saiu, deve-o comunicar. Se não sair, tem de vir a terreiro desmentir.
Esta ausência de comunicação não é apenas estranha. É reveladora.
A leitura que faço — e dificilmente se encontra outra mais lógica — é simples e dura: Sotiris já foi despedido, mas foi-lhe pedido que “aguentasse o barco” até ser encontrado um substituto. Um treinador em gestão, um banco técnico a prazo, um líder sem futuro definido.
Do lado da SAD, tudo indica que o plano não está a correr como esperado. As recusas sucedem-se, os nomes caem, e o tempo passa. E enquanto isso acontece, o clube deixa-se afundar numa nebulosa comunicacional que só aumenta a instabilidade interna e externa.
Desconfio que teremos Sotiris no banco na próxima segunda-feira, frente ao Moreirense. E, quem sabe, em caso de vitória, talvez ainda o arrastem até ao Dragão, numa lógica de sobrevivência semanal, jogo a jogo, resultado a resultado. (apenas desconfiança, sem qualquer tipo de fonte, mas uma possibilidade credível).
Tudo isto expõe uma realidade inquietante: não há liderança clara, não há estratégia assumida e não há coragem para comunicar. Num momento delicado da época, a SAD opta por deixar correr, por fingir que não se passa nada, enquanto toda a gente fala do mesmo.
No futebol, o silêncio raramente é neutro.
Neste caso, soa cada vez mais a confirmação.
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Daniel Silva
E vão quatro: Sub-23 do Rio Ave continuam em alta
A equipa de sub-23 do Rio Ave conquistou a quarta vitória consecutiva, desta vez frente ao Estrela da Amadora, por 2-1, confirmando o bom momento que atravessa no campeonato.
Mamadou Sawané voltou a estar em destaque e continua numa fase goleadora, ao apontar o primeiro golo da equipa, mantendo a sua sequência de jogos a marcar.
Com este triunfo, o Rio Ave sobe, à condição, ao primeiro lugar da tabela classificativa (Rio Ave tem mais dois jogos realizados do que o Estoril).
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Daniel Silva
11.2.26
Atualização sobre o processo do novo treinador do Rio Ave
O Rio Ave está à procura de treinador para substituir Sotiris.
Até ao momento, a SAD já fez três abordagens.
Primeiro, Vasco Matos.
A resposta foi clara: rejeitou.
Depois, Luís Nascimento.
O desfecho repetiu-se: rejeitou.
Agora, o foco virou-se para João Pereira, ex-treinador do Casa Pia.
João Pereira está a pensar. A ponderar riscos. A medir o passo antes de avançar.
Enquanto isso, Sotiris mantém-se no comando.
Sotiris continua a comandar a equipa, sabendo que o cargo que já não é verdadeiramente seu.
Todo este processo está a ser conduzido pela estrutura grega. É ela que decide, que escolhe, que aborda.
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Daniel Silva
A Rio Ave SAD procura treinador, mas o contexto não ajuda
Há silêncios que dizem mais do que comunicados oficiais.
E o silêncio da Rio Ave SAD em torno da saída de Sotiris é um deles.
Apesar de praticamente toda a comunicação social dar como certa a saída do treinador grego, a verdade é que não houve qualquer confirmação oficial. Sotiris continua, formalmente, a ser treinador do Rio Ave. E quando a decisão parece óbvia mas não é executada, a pergunta impõe-se: porquê?
E se a Rio Ave SAD estiver a ter dificuldades em encontrar um treinador que aceite assumir o cargo?
Não por falta de nomes no mercado, mas por falta de interesse real. Porque hoje, no futebol, os treinadores não escolhem apenas clubes. Escolhem contextos. Escolhem projetos. Escolhem autonomia. Escolhem se vão ser líderes… ou apenas gestores de sobrevivência.
E o contexto do Rio Ave, nos últimos anos, não tem sido particularmente sedutor.
Treinar o Rio Ave tem significado, para muitos, trabalhar com um plantel profundamente condicionado, construído não por uma lógica desportiva própria, mas por uma política de reaproveitamento. Jogadores que chegam tarde, opções que não são verdadeiras escolhas, decisões tomadas acima do banco. Um treinador que entra já a saber que não manda, apenas executa. E executa com o que lhe dão — muitas vezes, os restos dos outros dois clubes da estrutura.
É legítimo perguntar:
Que treinador com currículo, com provas dadas, aceita entrar num clube onde a margem de decisão é mínima e a responsabilidade máxima?
A resposta ajuda a explicar o padrão. Quando não se oferece um projeto forte, não se atraem treinadores fortes. Atraem-se treinadores disponíveis. Treinadores em fim de linha. Treinadores que aceitam porque precisam, não porque acreditam.
E isso reflete-se inevitavelmente no relvado.
O caso de Sotiris não é isolado. É sintoma. Sintoma de uma política que desvaloriza o papel do treinador enquanto peça central do projeto desportivo. E enquanto assim for, a substituição de nomes será apenas cosmética. Sai um treinador fragilizado, entra outro nas mesmas condições — e o ciclo repete-se.
Se o Rio Ave quiser, de facto, um treinador com provas dadas, terá de fazer algo mais difícil do que despedir Sotiris: terá de mudar. Mudar a forma como constrói plantéis. Mudar a forma como comunica objetivos. Mudar a forma como respeita a autonomia técnica.
Caso contrário, a profecia cumpre-se sozinha.
Continuaremos a receber os “restos” — de jogadores… e de treinadores.
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Daniel Silva
10.2.26
Sotiris de saída do Rio Ave: veja os números (péssimos) do grego
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O Rio Ave, desde a época 2012/2013, entrou numa nova fase da sua história.
O clube cresceu, o plantel passou a ter outra qualidade e os objetivos deixaram de ser apenas a sobrevivência. A partir daí, o Rio Ave começou a olhar para cima — nem sempre a chegar lá, mas a tentar.
Desde então, passaram pelo banco 13 treinadores:
Nuno Espírito Santo
Pedro Martins
Capucho
Luís Castro
Miguel Cardoso
Daniel Ramos
José Gomes
Carlos Carvalhal
Mário Silva
Pedro Cunha
Luís Freire
Petit
Sotiris
É neste contexto — de ambição assumida e de exigência inevitável — que os números ganham verdadeiro significado.
Há estatísticas que admitem contexto.
Há outras que criam o contexto.
A média de 0,95 pontos por jogo de Sotiris não vive numa bolha. Vive inserida numa era concreta do Rio Ave, iniciada em 2012/2013, quando o clube deixou de aceitar o “chegar ao fim” como objetivo máximo. Desde essa viragem, todos os treinadores foram avaliados pelo mesmo critério invisível: competir com dignidade, somar pontos com regularidade e manter o clube acima da linha do medo.
E é precisamente aí que Sotiris se destaca — pela negativa.
Entre todos os treinadores desta fase moderna do clube, Sotiris apresenta a pior média de pontos por jogo. Pior do que treinadores em contextos de transição. Pior do que apostas de risco. Pior do que soluções de emergência. Em 21 jogos, nem sequer chegou ao patamar simbólico de um ponto por partida — o mínimo dos mínimos para quem quer sobreviver sem calculadora.
Isto não é uma comparação injusta. É uma comparação inevitável.
Todos os nomes acima trabalharam com diferentes plantéis, diferentes orçamentos, diferentes circunstâncias. Mas todos tiveram algo em comum: fizeram mais pontos.
O argumento do “tempo” começa a esvaziar-se quando o tempo já foi dado. O argumento da “ideia” perde força quando a ideia não se traduz em resultados. E o argumento do “processo” cai por terra quando o processo conduz, de forma consistente, ao mesmo destino.
0,95 pontos por jogo não é um momento mau.
Não é uma fase.
Não é azar.
É a pior média desde que o Rio Ave decidiu ser mais do que apenas mais um.
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Daniel Silva
Entre linhas: o recado de Sotiris à SAD?
As palavras de Sotiris no final do jogo frente ao Braga não foram apenas um comentário de circunstância. Foram, acima de tudo, um momento raro de honestidade pública num clube onde, nos últimos tempos, o discurso tende a ser cuidadosamente higienizado.
“No início da época estávamos preparados, agora temos novos jogadores, saíram sete jogadores e não é fácil criar dinâmicas com jogadores novos. Saíram jogadores importantes e agora temos de encontrar uma nova ideia de jogar…”
Não é todos os dias que o treinador do Rio Ave assume, de forma tão clara, que a equipa que idealizou deixou de existir a meio da época. E muito menos que o faça sem rodeios, sem chavões e sem o habitual “temos de nos adaptar” dito em modo automático.
Esta foi, claramente, uma bicada à SAD. Uma bicada contida, educada, mas ainda assim uma bicada.
Sotiris não falou em azar e não falou em falta de atitude. Falou em algo muito mais estrutural: a perda de jogadores, a ruptura de processos e a obrigação de inventar uma nova ideia de jogo em pleno campeonato. Ou seja, aquilo que qualquer treinador sabe ser o cenário ideal para correr mal.
Pela primeira vez, o próprio treinador veio dizer aquilo que é evidente para qualquer adepto atento: não há estabilidade possível quando a equipa muda radicalmente a meio da época.
Sete saídas. Jogadores importantes. Dois deles responsáveis pela esmagadora maioria dos golos da equipa.
Quando Sotiris fala em “encontrar uma nova ideia de jogar”, está a admitir algo preocupante: a ideia anterior morreu (sendo que ela não era boa).
Mais do que isso, é um sinal de desconforto. Sotiris percebe que não tem controlo nos jogadores com que pode contar.
Ao falar assim, Sotiris protege-se. E, ao mesmo tempo, expõe a realidade: não se pode exigir muito de Sotiris quando não existe compromisso com o projeto desportivo.
Resta saber se estas palavras foram apenas um desabafo momentâneo ou se representam o início de algo mais raro no Rio Ave atual: alguém, por dentro, a começar a dizer em voz alta aquilo que durante demasiado tempo foi apenas sussurrado nas bancadas.
Porque quando até o treinador deixa de conseguir fingir que está tudo normal, é porque claramente não está.
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Daniel Silva
9.2.26
Um fim de semana positivo da formação da Rio Ave SAD
Nem todos os fins de semana são iguais. Este foi, sem grande margem para dúvidas, um fim de semana positivo para a formação do Rio Ave.
Os Sub-23 continuam a confirmar que atravessam o melhor momento da temporada. A vitória por 1-3 frente ao Portimonense foi a terceira consecutiva e voltou a ter um nome em destaque: Mamadou Sawané. Dois golos, quatro nos últimos quatro jogos, e a sensação de que há jogadores a crescer de jornada para jornada. Com 12 pontos somados e um sólido terceiro lugar, esta equipa começa a olhar para cima com legitimidade.
Nos Sub-19, um empate frente ao Benfica. Miguel Patrício, de regresso à titularidade após ter começado no banco na jornada anterior, voltou a fazer o que melhor sabe: marcar. O 1-1 permite aos juniores somarem agora 4 pontos e ocuparem o quarto lugar, ainda que à condição.
O único resultado negativo do fim de semana surgiu nos Sub-17, com a derrota caseira por 0-1 frente ao Vitória de Guimarães. Segunda derrota em duas jornadas nesta fase de apuramento de campeão.
Já os Sub-15 deram um passo importante na luta pela manutenção. A deslocação ao terreno do Barreirense terminou com uma vitória clara por 0-3, a segunda consecutiva nesta fase decisiva.
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Daniel Silva
8.2.26
(Derrota 3-0 em Braga). A equipa melhorou, mas o problema maior é o 'gerente'
Derrota incontestável do Rio Ave em Braga, que foi melhor e teve várias oportunidades para marcar.
Quatro reforços no onze (Ennio, Mancha, Tumble e Bezerra) mais Blesa e Buta na segunda parte, ajudaram a melhorar a prestação face aos últimos jogos, mas insuficiente para equilibrar o jogo com o Braga.
Mas o problema não está nos reforços (o guarda-redes foi o melhor, Brabec também em bom plano), mas sim no 'gerente' que Marinakis mantém à frente da SAD vilacondense. O que é normal é o treinador fazer o seu onze e liderar o seu espaço técnico-tático sem intromissões. No Rio Ave fica a ideia de que a equipa é feita a meias entre Atenas e Vila do Conde e que o treinador é sobretudo um gerente. De outro modo, como entender a presença de Liavas no plantel? Outro facto incompreensível: Aguilera saiu do onze e o seu substituto é Papakanellos?? Com Ryan Guilherme no banco, além de Pohlmann. Até Graça faria melhor.
Em resumo: alguns indicadores positivos, mas mais uma derrota. Justa.
Aos 29 minutos, o repórter da Sporttv contou o seguinte episódio: Liavas queria falar com Ennio, mas o seu inglês não foi suficiente para o guarda-redes perceber. Teve de ser Brabec a resolver...
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João Paulo Meneses
7.2.26
Vendas de André Luiz e de Clayton podem chegar aos 27 M€ (diz O Jogo)
São números tão grandes que O Jogo (que não cita qualquer fonte, mas só pode ser a SAD) diz que a transferência de André Luiz pode fazer história no Rio Ave: 17 milhões pelo extremo, 10 por Clayton, se forem atingidos todos os objetivos. Quais? "Objetivos contratuais definidos considerados acessíveis pela SAD de Vila do Conde."
O jornal diz que "Um dos aspetos centrais do acordo entre Rio Ave e Olympiacos prende-se com a forma de pagamento, assente na disponibilidade imediata dos fundos por parte do emblema grego, evitando modelos faseados ou prolongados no tempo, que frequentemente condicionam este tipo de operações."
A notícia avança ainda que o Rio Ave (SAD) já "investiu mais de seis milhões de euros em infraestruturas"
O meu comentário: sei que o povo diz que quando a esmola é grande o pobre desconfia. Mas desejo sinceramente que tudo isto se concretize. Tenho dúvidas quanto aos 6 milhões, porque, até agora, não vejo obra correspondente a uma verba tão significativa - mas o que percebo eu de obras? Se estou enganado, ainda bem!
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João Paulo Meneses
6.2.26
Rio Ave em Braga sem os quatro melhores jogadores
Quase de um momento para o outro perdemos os quatro melhores jogadores: Miszta, Aguilera * (lesionados), André Luiz e Clayton. Que rombo!
* Aguilera lesiona-se no melhor momento da época, mas Vroussai, que ultimamente tem estado menos bem, foi quase sempre - do meu ponto de vista - um dos quatro melhores.
Eu espero que alguns dos reforços façam esquecer se não os quatro pelo menos dois ou três. Mas uma adaptação exige tempo. Além disso, estes quatro jogadores são pré-Sotiris, a verdade é que, com ele, nenhum outro jogador do plantel se afirmou. Mais difícil é.
Dos quatro, o único que ainda podemos ver esta época é Miszta. É o meu desejo
(este é o resultado que o Chat GPT apresentou, quando lhe pedi para juntar os quatro jogadores!!👀👿👅😎😩)
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João Paulo Meneses
5.2.26
Clayton e André Luiz: todos perderam, menos Marinakis
- Acredito que André Luiz e Clayton não quisessem a Grécia, mas pelos vistos não tiveram alternativa;
- a SAD do Rio Ave queria ganhar o máximo de dinheiro com estas transações, até porque precisava dos 20 milhões;
- Marinakis conseguiu dois bons jogadores a preço de saldo (sabe-se que o Benfica dava mais por AL e 5 milhões por Clayton é embaraçoso, se pensarmos que Pablo foi vendido pelo Gil Vicente por 23 milhões!!).
Penso que será correto dizer que, no final, Marinakis prejudicou uma das suas empresas para beneficiar outra.
Todos perderam (até, pelos vistos, o Estrela da Amadora...), menos o patrão.
Não tenho conhecimentos jurídicos para afirmar que se trata ou não de gestão danosa (é preciso ter em conta, por exemplo, os valores dos objetivos, que não sabemos como podem chegar a Vila do Conde), mas percebe-se que o futebol português, em geral, ficou perplexo com estas decisões.
Provavelmente isto já aconteceu noutros multiclubes, mas em Portugal foi a primeira vez. Tudo nos acontece, até sermos pioneiros...
Nota: O Vasco recebe um milhão na venda de Clayton (afinal são 4 milhoes) e o Amadora também reclama com a venda de AL.
Embora a abordagem deste texto seja financeira, acho que todos concordam que desportivamente o negócio foi muito negativo. Cá estaremos para ver se os 7 reforços dão conta do recado. O meu desejo? Que façam esquecer a dupla André Clayton o mais depressa possível!
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João Paulo Meneses
Zerozero dedica tema do dia ao Rio Ave FC: "Ainda há Rio Ave nos Arcos?"
O Zerozero dedicou o Tema do Dia de ontem (uma rubrica que têm) ao Rio Ave.
É uma visão independente que vale a pena ouvir e refletir.
Existe também artigo de opinião em baixo do vídeo, assinado também ele pelo Pedro Cunha.
Artigo do Reis do Ave citado pelo Zerozero.
✍️«O Rio Ave é uma equipa desnorteada pelo carrossel de Marinakis»
— ZEROZERO (@zerozeropt) February 5, 2026
As palavras de @pedrojscunha no seu espaço de opinião no 𝘇𝗲𝗿𝗼𝘇𝗲𝗿𝗼, «Campo Pelado». pic.twitter.com/qgmV62bIKt
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Daniel Silva
4.2.26
Grupo39: Quando os limites são ultrapassados
O ano passado escrevi por diversas vezes sobre o grupo que explora o bar da Avenida em dias de jogo no Estádio dos Arcos e que, paralelamente, promove várias iniciativas positivas para a ligação entre os adeptos e o Rio Ave FC — o conhecido Grupo 39.
Na altura, essas crónicas surgiram não por implicância, mas porque existiam problemas reais: falhas associativas, ausência de eleições, incumprimento de estatutos e obrigações legais. Problemas esses que feriam a credibilidade de quem, querendo ou não, assumia um papel visível junto do clube e dos adeptos.
Acredito sinceramente que o facto de se ter escrito sobre isso contribuiu para que, a 6 de janeiro de 2025, fosse criada a Associação Cultural e Recreativa de Adeptos do Rio Ave, regularizando a situação e deixando para trás uma estrutura informal e ferida de legitimidade. Com essa formalização, o clube passou a poder estabelecer protocolos com uma associação real, legalmente constituída e com legitimidade para tal.
A partir desse momento, e precisamente por entender que o problema estrutural tinha sido resolvido, deixei de escrever sobre esta associação. A sua atividade prosseguiu, e apesar de não conhecer ao detalhe os protocolos existentes com o clube ou com a SAD, é evidente que algum tipo de entendimento existe — caso contrário não seria possível a exploração continuada do bar da Avenida, a organização de deslocações fora em articulação com o clube, ou a exploração da sede do Rio Ave em dias festivos como o São João.
Justamente por existir essa ligação, direta ou indireta, sinto-me agora na obrigação de voltar a escrever.
O que vi este fim de semana no Estádio dos Arcos é demasiado grave para ser ignorado.
Por duas vezes assisti a conflitos envolvendo elementos identificados como pertencentes a esta associação:
-
perto do final da primeira parte, entre dois elementos do próprio grupo;
-
e já mais perto do final do jogo, um confronto (não fisico) entre um elemento do grupo e outros associados, dentro do estádio.
Estas situações foram visíveis para muitos sócios e adeptos. Mais grave ainda, foi igualmente visível que os protagonistas destes episódios eram pessoas que representam — formal ou informalmente — esta associação. Não estamos a falar de adeptos anónimos ou de sócios comuns a perderem a cabeça num momento de tensão. Estamos a falar de pessoas que, de alguma forma, colaboram com o clube e beneficiam de uma relação privilegiada com o mesmo.
O facto da situação protagonizada por um responsável pelo grupo e um associado ter nascido de um equívoco (aquele não terá percebido o que estava a ser dito por este e qual era o objetivo) só aumenta o absurdo da situação
É inadmissível ver membros deste grupo a intimidar ou ameaçar outros associados. Se já é grave quando isso parte de um adepto sem qualquer responsabilidade ou representação, torna-se absolutamente intolerável quando vem de quem tem ligação direta ao clube.
Somos todos livres de ter opinião, de discordar, de tomar posições e até de criticar. O futebol vive dessa paixão. Mas há limites. E este fim de semana esses limites foram claramente ultrapassados.
Quando se representa uma associação de adeptos — ainda por cima uma associação com protocolos com o clube — exige-se mais responsabilidade, mais contenção e mais respeito. Não só pelo nome que se carrega, mas sobretudo pelo clube que se diz defender. Temos maus exemplos recentes que não queremos igual dentro de portas.
O Rio Ave não pode ser palco de intimidação entre os seus próprios sócios. E quem tem uma posição de destaque ou proximidade ao clube tem o dever acrescido de dar o exemplo.
3.2.26
Sub-23 conquistam a segunda vitória consecutiva
A equipa de sub-23 conseguiu hoje a segunda vitória consecutiva frente ao Estoril.
Recordo que os sub-23 estão a disputar a segunda fase do campeoanto sub-23 (serie dos derrotados - que não passaram a fase de apuramento do campeão).
Com este resultado, a equipa sobe ao terceiro lugar.
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Daniel Silva
O desafio para a segunda volta é ainda mais difícil (7 reforços e uma ajuda extra...)
Não estarei a exagerar se disser que não há, nesta altura, Rioavistas otimistas com o que resta do campeonato. Esse estado de espírito resulta da forma como a equipa (não) joga e da incapacidade do treinador em mostrar 'entendimento' com os jogadores. Claro que a esperança é a última a morrer, mas falta ânimo. Dentro e fora do relvado.
Com a saída de Clayton e de André Luiz, a dupla mais influente de todo o campeonato português, fiquei ainda mais apreensivo.
Vieram 7 jogadores, é certo, mas (falha minha?) não conhecia qualquer deles (Buta, superficialmente). Isso pode não querer dizer nada, mas significa que, pelo menos, a SAD não quis apostar em jogadores de valor indiscutível (e caros?).
O quadro que se segue mostra que houve a preocupação de substituir as posições que saíram, com exceção do ataque, para onde entraram dois pontas de lança (Clayton vale por dois... ou mais). Mas se Bezerra é o substituto de André Luiz, o facto de ter sido suplente no último jogo não me entusiasma. E Ryan é médio ofensivo, quando Bakoulas estava a jogar a 6.
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SAI |
ENTRA |
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Guarda redes |
Vacas |
Ennio |
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Defesa direito |
Moreira |
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Defesa central |
Panzo |
Mancha |
|
Defesa esquerdo |
Nikos |
Buta |
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Médio |
Bakoulas |
Ryan |
|
Extremo |
André Luiz |
Bezerra |
|
Avançado |
Clayton |
Tamble |
|
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Blesa |
Dos 7, quatro (Bezerra, Ryan, Tamble e Blesa) assinaram até 2030, contratos de longa duração, que significam uma aposta do scouting. Mancha, Buta e Ennio vieram emprestados.
Saiu um português e veio um português.
Aqui fica a lista final, com um reforço que só pode ajudar (a ideia do terço foi retirada de um comentário lido algures na Internet):
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João Paulo Meneses
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