O Reis do Ave voltou a bater records de views este mês de Abril e isso leva-me a partilhar convosco uma história que aconteceu há poucas semanas.
Mas depois surge um momento destes e percebe-se que, para alguém, pode significar muito mais.
Pode ser um elo.
Pode ser uma ponte.
Pode ser uma forma de matar saudades de um clube e de uma terra.
E isso muda a perspetiva de tudo.
Porque o Reis do Ave — e outros espaços independentes que vão falando do Rio Ave — são hoje, cada vez mais do que páginas ou plataformas de adeptos.
São pontos de encontro.
São memória.
São presença.
São ligação.
Conhecer o Tiago foi um episódio breve.
Mas deixou uma certeza grande.
Vale a pena continuar.
Vale a pena escrever.
Vale a pena gastar horas a investigar, recordar, analisar e publicar sobre um clube que tantas vezes parece ter pouca voz.
Porque se isso ajuda, nem que seja um adepto em Londres, França, Suíça ou Luxemburgo, a sentir-se um pouco mais perto de Vila do Conde, do Rio Ave…
então já valeu.
E muito.
Obrigado, Tiago.
Porque naquele momento talvez tenhas achado que estavas só a agradecer.
Mas, na verdade, foste tu que me lembraste porque é que tudo isto faz sentido.
