25.1.26

(Nacional, 4- Rio Ave, 0) A diferença entre ter no banco um teinador a sério e um estagiário

Mais uma derrota, mais um jogo em que o Rio Ave esteve apático e mais um jogo em que Sotiris pediu desculpas no final [atenção: estou a escrever logo após os 90m, sem saber se isso aconteceu ou não; ATUAL: não pediu, mas de que valeria?].

É verdade que tudo correu bem ao Nacional, mas isso não explica tudo, num jogo em que entrámos a perder: sem Mizsta (lesionado?), Vacas tem de ser muito fraco para ser suplente de Chamorro!

Na primeira parte, ainda que sem entusiasmo e sem empenho, podíamos ter marcado. Na segunda, logo após os madeirenses terem feito o 2-0 no recomeço, o jogo acabou para nós.

No banco, Sotiris continua a comportar-se como estágio que está a fazer 360 horas de formação. Por muitos erros que cometa, nada lhe vai acontecer. Apenas os resultados no final da época serão a sua avaliação. Mas, qualquer outro treinador, no seu lugar, já teria dado lugar a um treinador a sério.

Sotiris é responsável pelas escolhas (Liavas, por exemplo, não tem condições para jogar na primeira liga portuguesa; Spikic nada acrescenta: Bezerra ou Medina não fariam melhor?)

Nota final para um jogador que já aqui recebeu vários elogios mas que hoje voltou a comprometer: Brabec não ganha uma bola de cabeça e essa incapacidade deu mais um golo ao adversário (pelas minhas contas, é o terceiro esta época). Ter um central assim é muito arriscado.

A continuar assim, vai ser uma segunda volta muito difícil.