11.2.20

Tarantini de fora. E agora?

Sem Tarantini, parece-me que Carvalhal tem duas opções, uma mais conservadora e outra mais atrevida.
A conservadora é meter Al Musrati no onze, como a imprensa tem vindo a sugerir.
Vejo, contudo, uma dificuldade.
Se não estou enganado, o jogador é mais '6' do que '8', joga mais posicionalmente do que área-a-área (como Tarantini, que tanto está a ajudar na defesa como aparece na área adversária).
Com Al Musrati, jogariamos com um duplo pivô defensivo. É mais seguro e cauteloso.
(foto: Facebook Rio Ave FC)

O outro cenário é - parece-me - mais ambicioso: Piazon no lugar de Tarantini, Diego no seu lugar tradicional e a frente de ataque com Nuno Santos, Mané e Taremi (Dala está emprestado pelo Sporting, não pode jogar). A desvantagem que vejo neste sistema é que implicaria uma dupla alteração (o recuo de Piazon e a deslocação de Diego Lopes face aos últimos jogos; Atualizo a 12/2: Diego Lopes é o melhor artilheiro da equipa neste melhor ciclo da temporada de Carlos Carvalhal no campeonato: quatro vitórias e um empate. Nos últimos cinco jogos, o número dez do Rio Ave apontou três golos em outros tantos desafios que terminaram com a conquista dos três pontos: Boavista (2-0), V. Guimarães (2-1) e Aves (4-0). Marcaria da mesma forma na posição habitual ou é resultado da mudança?).