12.1.26

Sub-19 fecham 1.ª Fase com vitória e garantem apuramento para a fase de Campeão




A equipa de Sub-19 do Rio Ave terminou da melhor forma a fase regular do campeonato, ao vencer o Famalicão na última jornada. Este triunfo permitiu-nos fechar a 1.ª fase no 3.º lugar da classificação, assegurando com mérito o apuramento para a fase de apuramento do campeão.

Nesta fase, esteve em destaque Miguel Patrício, que apesar de ter visto a sua utilização na equipa de Sub-19 reduzida — fruto das chamadas frequentes aos Sub-23 desde o início de dezembro — terminou esta fase como o quarto melhor marcador, com um total de oito golos. 

Segue-se agora a fase mais exigente do campeonato, onde o Rio Ave medirá forças com as melhores equipas nacionais.



Sub-17 mantêm vivo o sonho do apuramento: tudo decidido na última jornada da fase regular






A equipa de sub-17 do Rio Ave venceu, este fim de semana, o Beira-Mar por 3-0 e manteve acesa a esperança de ainda alcançar a fase de apuramento de campeão. Um triunfo convincente que, aliado à derrota do Leixões frente ao SC Braga, permite-nos chegar à última jornada ainda com possibilidades matemáticas de evitar a fase de manutenção.

Com esta vitória, os sub-17 do Rio Ave igualaram o Leixões no número de pontos. No entanto, partimos em desvantagem no confronto direto, o que obriga a fazer obrigatoriamente um melhor resultado do que o Leixões na última jornada para garantir o apuramento para a fase de campeão.

Ou seja, não basta vencer: será necessário acompanhar atentamente o que vai fazer o Leixões e esperar por um deslize que permita ao Rio Ave ultrapassar o Leixões na tabela classificativa.

Na derradeira jornada desta fase, o Rio Ave vai medir forças com o Feirense, atual 8.º classificado, enquanto o Leixões terá pela frente o Beira-Mar, que ocupa o 9.º lugar. 



5 derrota seguida... a 9ª nos últimos 10 jogos.




A equipa de Sub-15 do Rio Ave recebeu o Braga e acabou derrotada por 0-4, num resultado que espelha as dificuldades que o Rio Ave (sub-15) tem atravessado nesta fase da temporada.

A uma jornada do final da primeira fase, já sabemos que vamos terminar na antepenúltima posição da tabela classificativa, o que significa que, na próxima fase, iremos disputar a manutenção no Campeonato Nacional.

Este desaire agrava o momento menos positivo da equipa, que soma agora cinco derrotas consecutivas no campeonato. Nos últimos dez jogos realizados, o saldo é de nove derrotas e apenas uma vitória.




9.1.26

Três clubes, um dono: Pela primeira vez uma mesa redonda Olympiacos–Nottingham Forest–Rio Ave

(há legendas em português, basta selecionar nas definições)
Para ver no youtube, clicar aqui

Um programa onde se falou de como (não) funciona o multiclube e se concluiu, a três, que falta uma estratégia de liderança e de gestão. Pelos vistos, o mais aproximado que temos de um multiclube é ... este podcast, porque, de resto, as queixas surgem dos três lados.

Sem a venda de André Luiz, virão reforços?

Não se fala de outra coisa. E percebe-se porquê. André Luiz (AL) veio para Vila do Conde em saldos, quando comparado com o que vale agora, um ano depois [mérito de quem o 'descobriu' no Amadora, deixando para trás as equipas com grandes departamentos de scouting, em Portugal e no estrangeiro].

Mas a venda de AL tem mais do que se lhe diga.

Desde logo, o braço de ferro entre Olympiakos e Lina Souloukou, como já aqui foi descrito, que pode levar o jogador para Atenas e não para a Luz. Se não sair agora (como ainda parece provável), sairá em junho. 

Uma coisa é certa e disso Lina não abdica: tem de entrar dinheiro: para pagar algumas despesas que a SAD está a fazer e para evitar mais uma época de resultados negativos, ajudando a equilibrar as contas.

Se AL não sair agora, a vinda de reforços poderá estar comprometida (a não ser que se tratem de empréstimos, como tem sido referido).

Com 20 pontos, o Rio Ave não está a fazer um campeonato negativo, mas certamente abaixo do que a folha salarial exige [aqui temos outra tabela, apenas ligeiramente diferente, que nos dá o valor de mercado do plantel]. Com mais 6 ou 9 pontos seria legítimo pensar que a manutenção estaria 'garantida'.

Mesmo sem a saída de AL, precisamos de um extremo. E existe uma lacuna no meio campo, nomeadamente na posição que Ndoi hoje ocupa. Faz falta alguém com mais capacidade de criar e ajudar o ataque, até porque só existem dois médios. Pohlmann poderia ser adaptado?

Em paralelo, existe um outro problema: excesso de jogadores na equipa principal, alguns dos quais raramente aparecem nas convocatórias.

Em suma, se AL sair acredito que haja mudanças; sem a sua venda, serão apenas empréstimos?
 

O melhor da primeira volta: unanimidade entre os colaboradores do Reis do Ave

 



Chegado o final da primeira volta do campeonato, os três colaboradores do Reis do Ave partilham quem foi, na sua opinião, o melhor jogador do Rio Ave nesta metade inicial da época.
 
O resultado foi claro: André Luiz reuniu unanimidade.

Apesar de percursos de análise diferentes e de expectativas iniciais distintas, todos nós convergimos na mesma conclusão: o extremo brasileiro foi a principal figura do Rio Ave nesta primeira volta.

Daniel Silva: o agitador ofensivo

"André Luiz destaca-se sobretudo pela sua capacidade de desequilibrar: apesar de ter bastantes dificuldades técnicas, usa e abusa da sua velocidade para desequilibrar as equipas adversárias.
Reconheço que Clayton ou até Miszta poderiam ser escolhas válidas, mas sublinho um ponto essencial: André Luiz é o único verdadeiro agitador ofensivo da equipa. A dependência coletiva do seu rendimento é evidente, sobretudo na criação de desequilíbrios no último terço.
Com 7 golos e 5 assistências em 17 jogos, números muito relevantes para um extremo num clube como o Rio Ave acho que vamos sentir a sua falta."

Gualter Macedo: evolução notável

"Assumo sem rodeios que a opinião sobre André Luiz mudou radicalmente ao longo da época: No início da época cheguei a dizer que ele era muito trapalhão. Mas dou o braço a torcer.
A grande evolução do brasileiro está na capacidade de decidir jogos, não apenas com assistências, mas também com golos. Esse crescimento torna-o um jogador muito mais completo e influente. A dupla com Clayton dá-se muito bem e, se querem que vos diga, não sei quem ganha mais: se André Luiz por ter Clayton, se o contrário."

João Paulo Meneses: um achado do scouting

"Quando ele veio do Estrela da Amadora fiquei com muitas dúvidas se tinha sido um bom negócio. Uma segunda volta irregular na época passada não ajudou a dissipar essas reservas, embora já se notasse que 'havia qualquer coisa'. No entanto, esta primeira volta dissipou todas as incertezas: foi espantosa. Parabéns ao scouting que viu o que mais ninguém viu; por 2 ou 3 milhões (metade do que se pagou na realidade) seria sempre em hiper-mega saldos...."

8.1.26

Como estamos face à época passada? Como foi a primeira metade desta temporada e a do ano passado?





Com o jogo deste fim de semana frente ao Casa Pia, o Rio Ave FC chegou ao fim da primeira volta do campeonato, um momento oportuno para fazer um balanço da época em curso e compará-la com a temporada passada.

Em termos pontuais, não há diferentes. Há 17ª o ano passado, também tínhamos 20 pontos.

Na época anterior, à 17.ª jornada, o Rio Ave somava 5 vitórias, 5 empates e 7 derrotas, num total de 20 pontos. Tínhamos 18 golos marcados e 28 sofridos.

Esta temporada, os números mostram um perfil diferente.
O Rio Ave contabiliza 4 vitórias, 8 empates e 5 derrotas, o que perfaz 20 pontos, exatamente os mesmos da época passada. No plano dos golos, a equipa apresenta uma ligeira melhoria ofensiva, com 22 golos marcados, mas também sofreu 29 golos, mais um do que na época anterior.

A grande diferença entre as duas épocas está no número de empates. Se no ano passado o Rio Ave dividia mais vezes entre vitórias e derrotas, esta temporada a equipa tem demonstrado uma clara tendência para empatar, o que ajuda a explicar porque, apesar de menos derrotas, não conseguiu transformar isso numa subida significativa de pontos.

Outro dado que merece especial atenção é o rendimento em casa. Na época passada, o Estádio dos Arcos era uma verdadeira fortaleza. Nos primeiros oito jogos disputados em casa, o Rio Ave somou 4 vitórias e 4 empates, mantendo-se invicto perante os seus adeptos.

Este ano, o cenário é bem diferente. Em oito jogos nos Arcos, a equipa soma apenas 2 vitórias, 3 empates e 3 derrotas, um registo claramente abaixo do esperado e que ajuda a explicar a frustração crescente dos adeptos. A perda de força em casa representa um dos principais retrocessos em relação à época passada, sobretudo num clube que historicamente construiu grande parte dos seus objetivos com base no rendimento caseiro.

Em resumo, apesar de apresentar mais golos marcados e menos derrotas, o Rio Ave termina a primeira volta com os mesmos pontos da época anterior.

7.1.26

O mesmo dono, dois clubes, dois caminhos: O que se fez no Nottingham e não se fez no Rio Ave



Esta semana, o Nottingham Forest comunicou de forma clara e objetiva aos seus associados que deu entrada nos pedidos de licenciamento para a requalificação do City Ground. Foram tornados públicos também  alguma informação como plantas, imagens 2D e 3D, e explicações sobre o projeto.

Nada de vago, nada de “confia que depois logo se vê”. Houve compromisso, transparência e respeito por quem vive o clube.

O contraste com o que aconteceu no Rio Ave é inevitável.

Nos Arcos, foi apresentado um chamado Masterplan em assembleia, mas com pouquíssimo detalhe, sem imagens públicas, sem explicações técnicas acessíveis e sem qualquer esforço sério de comunicação posterior. Para a maioria dos sócios e adeptos, o projeto continua a ser uma ideia abstrata, envolta em promessas, mas pobre em informação concreta.

A diferença não está apenas na dimensão dos clubes ou no contexto financeiro. Está na forma como cada um encara os seus associados.

O Nottingham Forest entendeu que um projeto estrutural, que altera a casa do clube e o seu futuro, deve ser:
  • explicado
  • ilustrado
  • e assumido publicamente.

Ao tornar públicas algumas plantas e imagens do projeto, o Forest assume um compromisso: mostra o que quer fazer, como quer fazer e permite que os seus associados saibam exatamente o que está em cima da mesa.

No Rio Ave, pelo contrário, optou-se pelo caminho oposto. O projeto existe, as obras avançam, mas os sócios continuam a olhar para estruturas metálicas sem saber ao certo o que ali nascerá, como será o resultado final ou que impacto terá no clube e na experiência dos adeptos.

E quando a informação não é partilhada, o espaço é ocupado por especulação, rumores e desconfiança. Não por maldade, mas por ausência de esclarecimento.

Importa sublinhar: a crítica não é ao projeto. Qualquer investimento em infraestruturas é, à partida, positivo. A crítica é à forma como tudo é feito à porta fechada, sem uma comunicação clara, contínua e respeitosa para com os sócios.

O Nottingham Forest mostrou que é possível fazer diferente. Que é possível informar, envolver e assumir publicamente as decisões estruturais do clube.

Fica a pergunta inevitável:
porque é que no Rio Ave isso continua a ser tão difícil?


Em anexo algumas das imagens e plantas tornadas publicas







6.1.26

Inscrição na Liga - tudo bem!

Dezembro de 2025 foi um mês para esquecer. Até a Liga anunciou que a Rio Ave SAD  "foi notificada para, igualmente no prazo de 15 dias, complementar a informação já apresentada, relativamente a obrigações contributivas e tributárias".

Agora a mesma Liga vem anunciar que todas as Sociedades Desportivas "cumpriram a obrigação de demonstrar a inexistência de dívidas salariais referentes aos meses de setembro, outubro e novembro, assim como demonstraram o cumprimento das correspondentes obrigações contributivas e tributárias."  

Tudo está bem quando acaba bem. Nem podia ser de outra forma.


 

 

Sub-19 do Rio Ave Garantem Apuramento para a Fase de Campeão





A equipa de Sub-19 do Rio Ave carimbou, de forma categórica, o apuramento para a fase de campeão ao vencer o Gil Vicente por 3-0, em jogo da penúltima jornada da fase de apuramento.

Os golos foram apontados por Rodrigo Moreira, Luís Rasgado e Pedro Davide, num encontro em que o Rio Ave foi claramente superior e confirmou em campo a ambição de estar entre os melhores da competição.

Com este triunfo frente à equipa de Barcelos, o Rio Ave abriu uma vantagem de quatro pontos sobre o Braga, atual 5.º classificado. Esta diferença torna matematicamente impossível que os bracarenses alcancem o Rio Ave na 4.ª posição, último lugar que garante o acesso à fase de campeão, assegurando assim o objetivo com uma jornada de antecedência.

Na última ronda desta fase, o Rio Ave desloca-se ao terreno do Famalicão, num encontro que servirá apenas para cumprir calendário, já que a posição da equipa vilacondense está definida.


Dois novos processos judiciais movidos contra a SAD do Rio Ave: valor reclamado é superior a 100 mil euros

Já é um habitué neste blogue darmos conta da entrada de novos processos judiciais contra a Rio Ave SAD.

Caso queira consultar os processos detetados desde o início do ano passado, pode clicar aqui.


No último mês, deram entrada pelo menos mais dois processos (os que conseguimos detetar)


1. A Peris Ruiz Consulting, S.L é uma empresa que funciona sob a alçada da Leaderbrock, agência que representa jogadores de futebol.

  • Valor reclamado: 32 828,00 €




2. A Team of Future é uma empresa que também representa jogadores de futebol.

  • Valor reclamado: 68 814,91 €



Valor total reclamado nestes dois processos: 101 642 ,91 €

5.1.26

(3-1 ao Casa Pia) Eficácia quase total de Clayton Luiz

Das 4 oportunidades de golo, o Rio Ave concretizou 3. Perfeito (André Luiz, frente ao guarda-redes, falhou a outra).

O Rio Ave não fez um jogo por aí além, sobretudo na primeira parte, mas com esta eficácia é difícil perder jogos. 

Quando o adversário parecia mais perigoso, o Rio Ave marcou. A seguir eles mandam uma bola ao ferro e nós aumentamos. Quando eles fazem o 2-1 e pareciam estar motivados para chegar ao empate, Clayton Luiz acabou com o jogo.

Houve atitude e houve, sobretudo, bom rendimento por parte de alguns jogadores (Miszta, Abbey, Petrasso, Tomé, Vroussai, Aguilera, etc). Só Spikic ficou uns furos abaixo.

Estatisticamente, esta eficácia quase total não se repete muitas vezes. Por isso precisamos de jogar melhor e de entrar mais acordados no jogo. 

Boa opção a de colocar Vroussai na esquerda.


 

 

4.1.26

Vitória importante frente ao Casa Pia - André Luiz MVP



Vitória importante frente a um adversário que irá lutar até ao final do campeonato para não descer de divisão.
Os primeiros 5 minutos de jogo foram muito maus com o casa pia a ter 2 ou 3 boas oportunidades para se adiantar na partida.
Foi uma primeira parte fraca do Rio Ave que teve apenas uma oportunidade por André Luiz (sozinho para o guarda redes falhou) contra duas ou três do casa pia.
A segunda parte, começou da mesma forma com o Casa Pia a mandar uma bola a barra e logo na jogada seguinte, André Luiz(quem mais?) a marcar o primeiro golo do jogo e o Rio Ave chegava a vantagem.
Pouco tempo depois, Aguilera marcou o segundo de livre (grande golo).
Na segunda parte o Rio Ave foi mais ofensivo e ainda teve mais uma ou outra oportunidade.
Até ao final, o casa pia foi saindo a jogar e o Rio Ave teve muita dificuldade em contrariar as suas saídas sendo que o Casa Pia marcou aos 82min.
Já perto do final, aos 86min, André Luiz marcou o terceiro do Rio Ave (resultado final).
Vrousai rendeu Nikos no onze inicial(e não fez pior que o lateral habitual - até esteve muito mais em jogo e acrescentou mais do que normalmente nikos acrescenta)
Clayton, assistiu duas vezes. Esteve desaparecido de jogo mas foi crucial nesta vitória.
André Luiz, com os dois golos, foi o melhor em campo. (Quando foi substituído, soube a despedida)
Sotiris, demorou a mexer e a refrescar a equipa e a coisa podia ter corrido mal.

3.1.26

João Graça é livre de assinar por outro clube




Para além de Lomboto, João Graça também está livre de assinar por um clube para a próxima temporada.

João Graça cumpre esta época a quinta temporada ao serviço do Rio Ave, tendo chegado ao clube no ano em que a equipa disputou a Segunda Liga. Foi um elemento importante nesse plantel e fez parte do grupo que garantiu a subida imediata ao principal escalão do futebol português.

Ao longo das épocas seguintes, foi sempre uma opção válida no plantel, mesmo que raramente assumindo estatuto de titular indiscutível. Ainda assim, tratou-se de um jogador útil, conhecedor da casa e frequentemente utilizado em momentos específicos dos jogos.

No início da temporada passada, João Graça renovou contrato por mais um ano, numa decisão que parecia indicar confiança na sua continuidade. No entanto, a presente época acabou por ser a de menor utilização desde que chegou ao clube. Até ao momento, soma apenas cinco jogos no campeonato, todos eles como suplente utilizado, sem nunca integrar o onze inicial.

Este reduzido espaço na equipa faz antever um cenário já esperado por muitos: tudo indica que João Graça estará a cumprir os últimos meses de ligação ao Rio Ave FC. Sem sinais de nova renovação e com uma utilização cada vez mais residual, a saída no final da temporada parece ser o desfecho mais provável.

Independentemente da avaliação desportiva que se possa fazer, João Graça ficará sempre ligado a um momento importante da história recente do clube — o regresso à Primeira Liga. 

2.1.26

Lomboto é livre de assinar por outro clube





O futuro de Lomboto entra, a partir de agora, numa nova fase.

Desde o dia de ontem, o jovem jogador encontra-se livre para assinar por qualquer clube, uma vez que ainda não existe qualquer anúncio oficial de renovação do seu vínculo com o Rio Ave. (Lomboto tinha renovado contrato até Junho de 2026)

Lomboto chegou aos Arcos ainda durante o reinado de António Silva Campos e cumpre atualmente a sua quarta época de ligação ao clube. Em setembro de 2023, renovou contrato por três temporadas, numa época que foi emprestado ao Torreense. Um empréstimo que se prolongou por duas épocas consecutivas, permitindo ao jogador ganhar minutos, maturidade competitiva e continuidade.

Na presente temporada, regressou ao Rio Ave e integrou a equipa principal, somando já quatro jogos oficiais. Apesar de ainda não ser uma presença regular no onze inicial, aproveitou as oportunidades que lhe foram dadas, ao ponto de muitos adeptos passarem a “exigir” a sua inclusão na equipa titular. 

É, por isso, difícil compreender que, a esta data, não exista qualquer definição sobre a continuidade de Lomboto no clube. Não tendo sido anunciada uma renovação, e não havendo sinais públicos de que essa reunião sequer tenha acontecido, o jogador fica agora livre para negociar o seu futuro com qualquer emblema, podendo sair a custo zero no final da temporada.

Na minha opinião, não só deveria ser proposto uma renovação de contrato a Lomboto como o mesmo devia ser promovido ao onze inicial e ser uma aposta da SAD. Não reconheço mais qualidade em Petrasso, Abbey ou Panzo.

Ainda tenho esperanças que o mesmo se venha a verificar