30.11.18

Taça de Portugal: Sporting - Rio Ave


5ª eliminatória a disputar entre 18 e 20 de dezembro (corr) e não em janeiro.

29.11.18

Um mistério difícil de compreender

Na jantar que organizamos para assinalar os 10 anos de ASC como nosso Presidente abordamos o assunto: o Rio Ave não vai às escolas do concelho, metendo o 'bichinho' nos miúdos.
O Presidente explicou aquilo que já aqui tinha sido abordado mas que não cabe na cabeça de ninguém: as escolas de Vila do Conde não querem receber o Rio Ave!
(fotos: Facebook Rio Ave FC)

Todas as escolas de Vila do Conde? Não! Nas do Agrupamento Afonso Sanches parece haver recetividade, como ainda esta semana aconteceu. É o resultado da boa influência do Prof. Pedro Soares, a quem devemos estar agradecidos.
Mas sinceramente não se compreende: ou Pedro Soares está errado (não está certamente!) ou então é preciso desafiar o nosso Clube a não aceitar passivamente a inércia das escolas..

28.11.18

Sócios que têm dois amores...

Um dos temas mais fraturantes (como agora se diz) no universo Rioavista é o facto de haver muitos sócios e adeptos com dois clubes, o Rio Ave e um dos três ditos grandes.
No mundo ideal cada adepto teria apenas um clube, mas sabemos que, pelo menos em Portugal, não é assim - nem vai ser (até pela questão da mobilidade no país - eu por exemplo nasci em Lisboa).
A questão, para mim, é esta: devemos desprezar (no sentido de recusar) esses adeptos ou contar com eles?
Conseguirá o Rio Ave ter uma massa adepta apenas com aqueles que têm exclusivamente um coração Rioavista? Quantos serão? Calculo que menos de metade dos atuais.
Por isso defendo que todos são bem vindos se souberem respeitar o nosso Clube. 
Por isso, também, aplaudi a decisão da Direção de não permitir adereços de outros clubes na nossa bancada.



27.11.18

Dala vs Vinicius

Ainda o jogo de domingo, que afinal se revelou mais rico do que se poderia pensar: pudemos apreciar dois dos três pontas de lança disponíveis com idêntico número de minutos, a jogar na mesma posição e com o mesmo resultado no marcador. Ou seja, a conjugação destes fatores permite fazer uma comparação entre eles.
E o que se viu: um Dala tecnicista, procurando o um-para-um, jogando um pouco mais atrás mas sem 'defender'; por outro lado, Vinicius é o primeiro a atacar o adversário, joga com energia, aparece na área e conta com as assistências dos colegas para faturar.
Não sei se estou a ver mal, mas Dala tem sobretudo perfil para jogar como segundo avançado (4-4-2) enquanto Vinicius é um ponta de lança clássico (o último a jogar assim em Vila do Conde foi João Tomás).
Percebe-se que entre os dois, José Gomes aposte em Vinicius. É grande jogador e vai deixar saudades por cá. Também se percebe que o míster aposte em Dala como médio criativo. Embora eu continue a pensar que ele faria bem uma das posições de extremo.
(Acredito que dala ainda não parou a sua evolução; Vinicius é um jogador 'feito')
(foto: Rio Ave FC)



26.11.18

Jam(b)or

Além da vitória, o melhor do jogo de ontem foi o regresso de Jambor.
A nossa equipa com ele está mais forte.
E com ele temos mais possibilidades de ter sucesso(s).
Nos minutos que jogou Jambor mostrou as qualidades que fazem dele um jogador importante: grande mobilidade (atrás e à frente), confiança no passe, pressão sobre o adversário [compará-lo com Tarantini parece-me injusto, porque nem o melhor Tarantini era um jogador de pressão sobre o adversário, estando, como se sabe, a jogar adaptado ao lugar].

Por outro lado, os dois golos de Schmidt ajudam à motivação do jogador, que quanto mais confiança ganhar mais rendimento terá em campo.

25.11.18

(Taça de Portugal, 7-0 ao Silves) Normal

Resultado normal, face à diferença gigantesca entre as duas equipas.
Ainda podia ter havido mais um ou dois golos, mas assim está bem.
José Gomes não facilitou e apresentou um onze de 'titulares'; aos 10 minutos já ganhavamos por 2-0.
Destaco as exibições de Diego Lopes, Vinicius, Schmidt (dois golos de cabeça!) e Galeno - não está numa fase boa mas empenho não falta.

Pela negativa, destaco Gabriel. Perdeu mais uma oportunidade de se mostrar. E agora com Murilo, que somou os primeiros minutos, vai ser ainda mais difícil...
(defendi que o míster podia ter dado uma oportunidade a Costinha e não me arrependo. Costinha e Tiago André teriam feito melhor hoje do que Junió e Matheus).
Segunda-feira da próxima semana há mais!

PS - chuva ao longo dos 90 minutos. Aguentar lá em baixo é obra, mas vários elementos da claque aguentaram firmes e rijos!

"Chegar à final da Taça e vencer"

Desta entrevista de Junió ao site do Rio Ave destaco esta frase:
"Tenho a certeza de que o Rio Ave tem todas as condiçções para chegar à final da Taça de Portugal e vencer, para dar uma alegria aos adeptos".
(sobre o que diz Junió, comento da mesma forma relativamente ao que disse esta semana Borevkovic:  Pelo meu lado saúdo a ambição do jogador. Nunca me ouvirão criticar alguém do Rio Ave que queira sempre mais. Aprendi a engolir o meu pessimismo quando fomos à Europa e às finais. Passei de pessimista a optimista quando se fala do nosso Clube!

24.11.18

(Futsal: 4-4 com o Viseu); só o querer não chega

Antes de mais: o Rio Ave apresentou-se sem o seu melhor jogador (Tiaguinho, lesionado) e sem o gurda-redes habitual (castigado, tal como Renato Pontes). Tiaguinho não tem substituto neste plantel, onde, sejamos francos, falta qualidade.
Apenas Lincoln e Simas são indiscutíveis nesta equipa, onde, hoje, também Cigano esteve bem.
De resto...
De resto, valeu o querer!
Muita entrega de todos permitiu o empate, perante um adversário que se mostrou melhor, embora não tenha melhor equipa.
Mas como o querer não é suficiente, antecipo que a equipa terá de fazer duas ou três contratações se quiser ter uma palavra a dizer no campeonato. Por falar em reforços, Arnaldo jogou uma dúzia de minutos e não fez a diferença.
Sobre a mudança de treinador: sinceramente não vi alterações relevantes, mas pode ser falha minha. Há que dar mais tempo ao novo treinador que, mesmo assim, soma uma vitória e um empate nos dois últimos jogos.
(foto: Facebook Rio Ave FC)


Silves não vai estacionar o autocarro em Vila do Conde

Quem é o diz é o treinador dos algarvios, que também não quer ser saco de boxe.

foto: barlavento.pt
O autocarro não vai ser estacionado, porque a fazer fé na foto o Silves até pode vir de avião e o seu treinador já avisou que não vem fazer uma excursão. Isso será para os adeptos, dois autocarros deles.

23.11.18

O JVC e o Rio Ave

Dos três jornais que se publicam em Vila do Conde, aquele que faz um acompanhamento mais sistemático do nosso Clube é o JVC.
Após as últimas eleições para os corpos sociais do Rio Ave, o jornal surgiu com uma linha editorial mais crítica, mas acredito que o faz de uma forma bem intencionada - porque querem o melhor para o Clube! - mesmo que isso nem sempre seja bem entendido ou que discordemos de alguns pontos de vista.
Na edição desta semana, o JVC dedica uma página a uma troca de correspondência entre o jornal e a Direção do Clube, centrando-se muito na ideia, já antes apresentada, de ser criada uma comissão de sócios para acompanhamento das várias obras que aí vêm.
A Direção parece não acolher a ideia e está no seu direito.
(para mim, a grande falha do jornal é não ter textos noticiosos assinados)

22.11.18

Alguém se lembra da última derrota em casa?

Alguém se lembra da última derrota em casa sem ter de andar a pesquisar? Não é fácil, pois não?

O motivo é simples, já não perdemos em casa desde 27 de Novembro de 2017! Foi neste jogo que Heldon, ex-jogador nosso, nos quebrou o coração.

Se domingo não perdermos vamos conseguir completar 1 ano sem derrotas no nosso estádio, o que é impressionante. Não sei será inédito na nossa história, mas é muito significativo. A nossa casa tornou-se um obstáculo que ninguém ultrapassa. É certo que já perdemos uma eliminatória da Taça de Portugal em nossa casa, mas esse jogo acabou empatado e teve de se avançar para desempate por grandes penalidades. Mas, em jogos de 90 minutos e até mesmo de 120 ninguém nos ganhou. A esperança que tenho é que sirva de motivação para o jogo contra o Silves. Para esse e todos os outros que se lhe seguem.

21.11.18

4-2-3-1 - É muito mais o que “os” separa…


Já poucos se lembram que Miguel Cardoso (MC) o ano passado usou o 4-2-3-1 como esquema tático, esquema esse também ele usado este ano pelo atual treinador José Gomes (JG). Creio que não estarei a mentir se disser que todos nós reconhecemos diferenças e melhorias na equipa deste ano, o seu futebol é mais apelativo, talvez mais eficaz, mas também me parece que temos melhor equipa, e mais soluções.
Com MC o jogo era uma seca, muitas vezes o criticámos por não haver alternativa a esse modelo, era tudo sempre igual, previsível, nas últimas jornadas percebia-se algum desespero porque os adversários já sabiam o que fazer para não perder com o Rio Ave. JG introduziu nesta equipa alguma dose de equilíbrio na posse, e no sair a jogar “sempre” de sectores recuados, esta equipa não sai sempre pelos centrais, laterais, ou pelos médios de cobertura, de vez em quando alterna  com a profundidade, usando os médios/avançados mais criativos, Jambor, Diego, Fábio, e Dala (quando joga). A profundidade, permite à equipa sair de situações de pressão alta. Hoje quase todos os clubes da 1ª liga trabalham esta capacidade de pressão com algum sucesso, esta diferença ( a profundidade) trouxe à equipa, mais soluções, e menos calafrios, o ano passado sofremos muitos golos por erros defensivos quando queríamos sair a jogar, porque o fazíamos sempre, e os adversários sabiam disso. Este ano, creio que isso só aconteceu uma vez com prejuízo.
No início da época muito criticamos a “incapacidade” da equipa pressionar, achávamos ser muito macia, hoje isso não acontece tanto, a equipa mudou pelo menos 5 intervenientes do meio campo para a frente, entraram Fábio, Diego, Vinicius, Jambor, Schmidt, e tudo mudou, a profundidade melhorou, a qualidade na pressão também, a equipa passou a recuperar mais vezes em zonas mais avançadas, e passou a gastar menos “passes” para conseguir situações de perigo, a equipa tornou-se mais objetiva, mais perigosa, mas ao mesmo tempo serena, capaz de impor ritmos, de ter mais posse que os adversários, não nos números exagerados e inconsequentes do ano passado, mas em números que os adversários mesmo assim não gostam…Pois não ter bola significa, ter menos chances de marcar. Outra constatação é de que, esta equipa cria muito mais situações de golo do que com MC, - mais oportunidades, e por consequência um  futebol  mais atrativo.
Mas como podem ser tão diferentes usando o mesmo sistema tático?
Porque os intervenientes não são os mesmos. Esta equipa tem mais qualidade,  e porque  também na equipa de MC os laterais faziam todo o corredor, vezes sem conta, muitas vezes falamos do “estoiro” dos laterais. Com JG os laterais sobem, mas são muito mais comedidos, vão na certa(equipa equilibrada),  apenas quando a equipa não usa a profundidade ( lá está a tal profundidade). Ora esta característica faz com que os laterais não tenham que “esticar” o seu jogo tantas vezes, e por consequência, não estoiram aos 60’ como os do MC.

Chegados aqui, facilmente compreendemos este “Dinâmico” 4-2-3-1, que se transforma a cada jogada em vários sistemas dadas as funções específicas dos jogadores nucleares tais como Fábio, Diego, e Jambor, os “players” desta equipa! Para Galeno e Vinicius, ficam guardadas a fantasia, e a capacidade de finalizar, respetivamente, outra grande diferença do ano passado, os nossos avançados este ano são melhores, talvez com a exceção, de Rúben Ribeiro, que a mim me deixa algumas saudades! 
Falta falar do banco e dos defesas,  ter Dala, Gabrielzinho, Furtado, ou Bruno Moreira no banco é um luxo, e é também uma dor de cabeça das boas para o treinador, estes jogadores iniciaram o campeonato a titulares, com bons resultados, interpretaram com preceito este esquema tático, e dão garantias ao treinador para nos momentos mais difíceis alterarem  o rumo dos acontecimentos. Na defesa, sem dúvida que Borevkovic fez esquecer Marcelo, se continuar assim, Borevkovic, poderá render muito dinheiro ao Rio Ave,   parece-me estar ao nível de um grande, e Buatu está a dar mostras de que é solução, sabemos que com o regresso  de Monte, a coisa pode ficar difícil para ele, mas é claramente opção. Eu diria que estamos muito bem de centrais, mas nas laterais, a coisa parece-me que está um pouco abaixo do ano passado, Lionn e Yuri, são jogadores feitos e de grande qualidade, era difícil substitui-los, sempre muito ofensivos, comparando com Nadjack, Matheus Reis ou Junio, estes bem mais jovens e claramente a necessitarem de jogar para crescer, mas a cumprirem na plenitude o plano do treinador, sobem a preceito, colocam velocidade no ataque, no entanto acho que falta ainda alguma experiência, traquejo e matreirice em virtude da idade, e isso nota-se principalmente em lances capitais, como por exemplo mais recentemente aconteceu com Nadjack.
Durante muito tempo no futebol português só se falava em 4-3-3 ou 4-4-2. Hoje, e percebendo a evolução do futebol moderno (anos 90, Ferguson é o 1º a usar este sistema 93/94), os treinadores retiraram a carga que o sistema tem/tinha sobre o posicionamento dos jogadores, e transformaram-no em algo muito mais dinâmico, o treinador (português) dá muito mais importância aos momentos de jogo, e passou a obrigar os jogadores da frente a correrem mais. Ele (treinador) dá importância ao que se faz quando se tem a bola, e o que se faz quando não a temos (Mourinho é também um dos inovadores neste capitulo). Saber interpretar os momentos de jogo é para o Treinador Português  muito mais importante que muitos outros aspetos do treino, o mérito e o sucesso do treinador português, está precisamente no trabalho que estes passaram a fazer nesta área, criando dinâmicas entre os muitos sistemas de jogo. Para surpresa  minha, e mérito ao presidente, que em boa hora apostou em JG, JG está claramente entre estes treinadores, jovens e modernos, de qualidade.

E sim, acho que esta equipa, é uma equipa jovem e moderna, à imagem do seu treinador,  ambicioso, com um sistema tático de equipa grande(Espanha 2010, usou este sistema).  Este sistema valoriza muito o trabalho de um treinador, e por consequência o de JG, porquê? Porque é sempre muito difícil colocá-lo em prática com sucesso, ainda mais e  principalmente usando tantos jogadores novos.
(um caso recente de rotundo insucesso, Paulo Fonseca no FC Porto…)


Gosto mais, mas muito mais, do 4-2-3-1 de JG do que, o do MC, já ninguém se lembra dele!

"Nos 3 primeiros", Toni????

(O Jogo de hoje; como se pode ver há uma diferença entre o que o diz o jogador ["Tentar terminar entre o terceiro e o quinto lugar"] e o que diz o título ["Podemos terminar nos 3 primeiros"]; de qualquer forma saúdo a ambição do jogador)


20.11.18

4-2-3-1?

Uma folha distribuída pelo Clube no último jogo em casa diz-nos que o Rio Ave joga em 4-2-3-1.
A questão é de pormenor, mas não me parece que faça sentido colocar Galeno e Coentrão no mesmo plano de Diego Lopes, um centro campista clássico. Sendo verdade que Coentrão joga na posição 'vagabundo', aceitaria muito mais um 4-3-3 ou, no limite um 4-4-2 (com Coentrão no meio campo e Vinicius e Galeno na frente).

19.11.18

Vitó, sucessor de Tarantini

Desde a última época de juniores que antecipo um lugar de Vitó no plantel principal, como substituto de Tarantini.
É verdade que não teve ainda a sua grande oportunidade, mas não é menos certo que quando foi chamado - a começar pela época passada - mostrou qualidades suficientes.
Dirão: os treinadores não viram as mesmas qualidades. Ok, mas se nos lembrarmos que Miguel Cardoso queria dispensar João Novais no início da época passada também não podemos levar tudo tão definitivamente.
Eu acredito em Vitó, o melhor jogador que concluiu a formação do Rio Ave nos últimos três anos.
Ao ver que no sábado apareceu no onze inicial frente ao Boavista fiquei com mais esperanças.

18.11.18

Um jogo em Vila do Conde às 15h...

De hoje a oito dias: Taça de Portugal, com o Silves, às 15horas!
Já não me lembrava de ir aos Arcos às três da tarde...

17.11.18

O lado direito da defesa - Costinha!

Em poucas palavras: Junió tem sido uma desilusão e Nadjack atravessa um momento completamente azarado (duas grandes penalidades, ainda por cima decisivas, uma expulsão).
De tal forma que, entre os Rioavistas, já há quem defenda que Coentrão deve ocupar essa posição.
Só pode melhorar, como é evidente.
Mas vamos ganhar mais do que aquilo que perdemos?
Não.
Vamos perder mais.
Na direita da defesa, Coentrão é apenas mais um bom jogador.
Na frente, a vagabundear, mostra a sua classe e faz a diferença.
Então como ficamos com o lado direito da defesa?
José Gomes tem a resposta nos sub23: Costinha!
(é verdade que seria interpretado como uma desconfiança relativamente a Junió, mas devem jogar os melhores em cada momento; e Junió tem tempo para mostrar o seu valor, quando estiver mais adaptado; Já José Gomes estará a dar um sinal que todos, Direção e sócios, aplaudirão: a aposta na formação em que tanto o Clube tem apostado)
Frente ao Silves, Costinha, Míster! [até porque não teremos Coentrão]

16.11.18

Toni Borevkovic em grande destaque na Europa

O observatório do futebol (CIES), que segue os melhores sub-21 na seis principais Ligas europeias, colocou em grande destaque Toni Borevkovic.
É uma excelente montra, muito mais se tivermos em conta que Toni tem 21 anos [e não 19 como escrevi, por lapso]!
(Toni e Jambor, duas contratações do Clube, a título definitivo, vão trazer muitas al€gria€ ao Rio Ave!)
(O Jogo de 18/11/18)

15.11.18

José Gomes esteve a aprender como responder às arbitragens!

(agora a sério, excelente iniciativa)

Chegou a cabeça, mas não chegaram os pontos

Sábado passado manifestei fé que ia chegar o golo de cabeça que faltava ao portfolio de golos desta Liga 2018/2019. O golo de cabeça até que veio e foi um belo golo, mas só deu pra reduzir a desvantagem no marcador. 

Olhando para aquilo que nos dizem os números, continuamos mesmo assim com um balanço positivo nos golos. 


Vinicius desta vez ficou em branco, mas Bruno Moreira, o primeiro jogador do Rio Ave a fazer um golo nesta Liga, voltou a facturar. Bolas paradas continuam a ser um ponto fraco, sendo que sofremos 7 golos nestas circunstâncias (3 de penalty) e apenas marcamos 2 e ambos de penalty.


14.11.18

Rui Malheiro e o momento do Rio Ave: melhorar a defesa

O Vilacondense desta semana ouve Rui Malheiro sobre o momento do nosso Clube.
(subscrevo integralmente o que diz, nomeadamente na afinação que a defesa precisa)

13.11.18

Futebol e Tribunais

Ano após ano o mundo do futebol lusitano convive cada vez mais com o mundo dos tribunais.
O recurso à via judicial começou por questiúnculas relativas a inscrições.
Posteriormente passou-se para uma fase onde se dirimia sobre as penas que eram aplicadas aos agentes desportivos.
Fruto das novas dinâmicas desportivas, onde a classificação final é cada vez mais importante para a sobrevivência dos agentes desportivos (sejam clubes, sad`s, sduq`s, dirigentes, atletas e seus representantes) e como nem todos podem ser simultaneamente campeões, ou jogarem a Champions ou a Liga Europa, enveredou-se por caminhos em que muitas vezes é difícil de distinguir o trigo do joio.
E, assim, a composição dos departamentos jurídicos começaram a ser tão ou mais importantes que a composição dos plantéis e equipas técnicas. 
Este fenómeno é mais preocupante quando a imprensa desportiva dedica, cada vez, mais páginas a falar de problemas jurídicos do que do desporto propriamente dito.
O espetador/adepto começa a distanciar-se deste pântano para que o querem levar e, consequentemente, deixa de ir aos estádios.
A desconfiança é generalizada, Vão-se criando mais mecanismos para tentar que a verdade desportiva não seja abalada. Nada, mas mesmo nada, parece resultar.
Atualmente todos os jogos são transmitidos na televisão. O espetador/adepto tem meios de comparação. Os erros são detetados mais facilmente. As bonitas jogadas e os bonitos golos são visíveis por todos: As táticas podem ser apreciadas em direto
Não será possível falar-se apenas de desporto? Parece que sim.
 

Porque defendo uma posição pública sobre arbitragens

O Presidente tentou 'a bem' mostrar como os erros se estão a suceder.
Não foi por falta de iniciativa da nossa Direção que a mensagem não passou. Junto das mais altas instâncias.
Os erros continuam - e já parece má vontade ou mais qualquer coisa...
Dir-se-á: ainda vai ser pior porque os árbitros não vão gostar de ser criticados publicamente.
Até pode ser. Mas temos de defender a nossa posição e não comer calados.
Por mim, fazia-se um comunicado oficial no site, com recurso às imagens comprovativas.
(ourtra explicação, mazinha: agora que somos só quintos e já não ameaçamos ninguém, as arbitragens vão voltar a acertar...)

12.11.18

Uma pausa bem vinda

Voltamos a jogar para o campeonato dia 3 de dezembro (com o Sporting).
É (mais) uma paragem longa, que neste caso nos vai beneficiar.
Se daqui a três semanas já tivermos Jambor e Monte, a equipa estará mais forte.
Se Murilo já for opção, teremos um banco mais forte.
Será também tempo para recuperar Coentrão, que jogou com dores uma parte do encontro nas Aves (fratura).

E será ainda tempo para dar algum descanso a jogadores que parecem precisar (por razões diferentes, Galeno ou Nadjack, por exemplo).
Em resumo, custa tanto tempo sem competir (há o jogo com o Silves, para a Taça de Portugal, pelo meio), mas vai valer a pena!

11.11.18

É penalti! Não 1, mas 2 por marcar!

Estou furioso com este árbitro (Luis Miguel Godinho), e claro com este VAR…Entrada direta para a minha lista negra. Quem jogou à bola sabe como as coisas se fazem, e ontem foi por demais evidente!
Já todos falaram na expulsão exagerada de Nadjak, e todos perceberam, que dar esta vantagem ao adversário, é meio caminho andado para penalizar a nossa equipa duplamente, e claro a consequente derrota ficou anunciada muito cedo. Jogar 75’ com 10 é uma desvantagem muito grande, em termos físicos é muito exigente, e as alterações ao plano de jogo são forçadas…Nenhum treinador prepara um jogo para jogar com 10, 75´min, não faz parte do treino mental jogar em inferioridade numérica. Sabemos que se fazem alguns treinos para obter sintonias nessas condições adversas, mas o facto de nunca sabermos quem vai ser expulso, impede o treinador de treinar a equipa nas mais variadas opções de forma regular e assídua, além disso temos o adversário que também se ajusta em função da vantagem. Portanto é sempre preferível orientar a equipa usando o plano e filosofia de jogo de 11 X 11.
Com a perda de Nadjak, a equipa perdeu alguma profundidade, e capacidade de sair, o Fábio recua para lateral direito, perdemos os seus passes longos, e Diego Lopes passa a desempenhar as funções de Fábio. A equipa ajustou-se bem, quanto a mim, e até teve mais posse de bola que o adversário, na 1ª parte. O Aves teve varias oportunidades para fazer o 2-0, mas Leo, foi enorme, e manteve a equipa no jogo. Pena foi, aquele canto, no último min da 1ª parte, quanto a mim tão importante quanto a expulsão. Deu ao Aves no regresso para a 2ª parte, a perceção de que controlando o jogo usando o resultado, e baixando as suas linhas, usaria apenas o contra-ataque, e mais cedo ou mais tarde mataria o jogo com o 3-0. Mas isso não aconteceu, MERITO da nossa  EQUIPA, que CORREU o DOBRO, e é aqui que eu acho que a par de Leo (melhor em campo! Cada vez mais se afirma como grande GD), Diego esteve muito bem, fez uma exibição fabulosa, num jogo onde se lhe pedia mais sacrifício em funções mais recuadas na perda, ele quanto a mim foi “enorme”, cumpriu sempre, e correu como ninguém. Já schmidt, me parece estar claramente a cair um pouco de rendimento, vi-o perder demasiadas bolas, colocando quase sempre o nosso capitão em dificuldade, acho que schmidt, talvez tenha sido o que mais teve dificuldades em jogar com 10, talvez porque foi mais exigente para ele que o normal,  em termos físicos. 
Até podemos ficar com sensação de que o treinador, podia fazer mais cedo as alterações, e aceito isso, porque todos viram que foi tarde,  mas também é verdade, que depois das alterações a equipa iria continuar a jogar com 10, continuaria em desvantagem, e uma precipitação nas substituições, poderia resultar em descalabro, (sabemos como isso pode ser prejudicial, era necessário guardar substituições para quem precisasse de o fazer por razões físicas num jogo tão exigente) e,   uma coisa seria chegar ao 2-1 e reentrar no jogo, e outra coisa seria o 3-0, e um atirar a toalha ao chão muito cedo, por isso entendo muito bem o treinador (neste jogo) ao arriscar, um tudo por tudo, um pouco mais tarde.
Falta ainda dizer que este foi o 2º grande erro de Nadjak, (consecutivo nos últimos 2 jogos) e que claramente nos retira a capacidade de obter resultados mais condizentes com as exibições. O jogador não deve ser crucificado, porque é jovem, porque eu até gosto de o ver jogar, mas terá que aprender  com certeza com estes erros, e melhorá-los...da próxima NADJAK usa a "cabecinha"!  A verdade é que estes, mais os ERROS do Árbitro e do VAR nos tiraram a possibilidade de pontuar mais 5 pontos, nestas duas últimas jornadas, e já nem falo do jogo com o Braga!
Finalmente, não vou falar dos lances de penalti, deixo para vocês o comentário,  vi e revi, e tenho a certeza que o Var também, que ambos foram penaltis… (Penalti 1 Penalti 2 )ou revejam os videos das imagens da Liga, vulgo VAR, no site do ZeroZero ! A propósito do repto que lancei no inicio deste post,  "de que sabemos como as coisas se fazem", posso adicionar á  2ª parte deste árbitro, que parou constantemente o nosso jogo, porque o Aves fez um jogo com muitíssimas faltas, e pasme-se, apenas aos min 88’ um jogador de campo viu o cartão amarelo…eu penso que existiam ordens, mas é o futebol que temos, estávamos a incomodar!
FÁBIO, obrigado por continuares em campo mesmo com o pulso partido, ou lesionado!

Teorias da conspiração, arbitragens e etc. (do jogo de ontem)

Não sou muito dado a teorias da conspiração, pelo que não acredito que as arbitragens nos têm estado a prejudicar por causa de qualquer 'sombra' aos grandes ou Braga. A verdade é que a escolha de VARs de Braga ou Lisboa não ajuda a manter a minha ideia...
Entre teorias da conspiração e incompetência, prefiro esta última.
Mas chegados ao terceiro jogo consecutivo penalizados pelas arbitragens é tempo de parar para pensar.
Não falo de lances duvidosos, de amarelos por mostrar ou até foras de jogo mal tirados.
Falo, antes, de lances capitais: os penaties em Braga e e frente ao Nacional e a expulsão de Nadjack: a grande penalidade é bem assinalada mas, como explicava no final José Gomes, não há qualquer agressão do nosso jogador, apenas um grande disparate.
Três jogos, três lances capitais sempre contra nós.
O Presidente não anda a dormir e confio no que está a fazer. A pergunta é se estará a resultar?

PS - ontem escrevi que José Gomes reagiu tarde. Explico melhor:  Nadjack é expulso aos 14 minutos e Coentrão vai para defesa direito. 'Perdemos' Coentrão e a equipa fica um pouco amorfa., mas percebo que naquele contexto até era a melhor coisa a fazer. O problema é que as coisas se arrastaram no tempo. O Rio Ave só reage após as entradas de Dala, Gabriel e Bruno Moreira. Muito tarde, na minha opinião. Aliás, mais 10 minutos e ainda empatávamos!
(foto: Rio Ave FC)


10.11.18

(Aves, 2 - Rio Ave, 1 ) Um jogo que acaba aos 14 minutos

Acredito que com 11 teria sido diferente, mas a verdade é que a equipa acusou muito a expulsão de Nadjack (que grande disparate, Nadjack!) e a grande penalidade convertida (aceito a grande penalidade mas o amarelo seria mais acertado, penso).
Faltou capacidade de reação, que só apareceu nos últimos minutos.
O Aves foi sendo mais perigoso e não é por acaso que Leo é o melhor em campo (fez 3 defesas de golo!).
Além da equipa ter acusado em demasia a expulsão, também não estou seguro se José Gomes não podia ter feito diferente e melhor. Penso que foi muito conservador (Coentrão a defesa direito não nos beneficou) e que, mais uma vez, reagiu tarde.
Finalmente - e sem querer falar de arbitragem (têm alguma coisa contra nós? fizemos mal a alguém?) - o lance do segundo golo nasce de um erro nosso de marcação (Buatu?) depois de uma bola parada.
Em resumo: cinco pontos perdidos nos dois últimos jogos.
Não morre ninguém, temos muitos para conquistar.
Mas fico com a ideia de que muitos jogadores acusaram a pressão de estarem nos primeiros lugares. E a equipa acabou por falhar nesta fase em concreto.


É hoje!



Numa equipa em que os 20 jogadores de campo já utilizados têm uma altura média de 1,82m é pouco compreensível que ainda não tenhamos nenhum golo marcado de cabeça. Sofridos são 5. Já marcados de pé esquerdo é uma fartura, 68,75% do total.

Eu acredito que é hoje! Por isso vamos lá entrar de pé esquerdo e ganhar ao Aves com muita cabecinha!

Dala por Vinicius

Vinicius e Tarantini não treinaram, pelo menos a 100 por cento, durante a semana.
É normal que mesmo que surjam hoje recuperados não estejam em condições de serem titulares.
A substituição de Vinicius é simples: Dala.

Já Tarantini, ainda sem Jambor, vai obrigar ao regresso de Leandrinho.
(o relvado vai estar 'pesado' nas Aves, o tempo não vai ser favorável, o que não ajuda ás características de Leandrinho).


9.11.18

(Sub23 3-0 ao Feirense) Massacre... de desperdício

Mais um jogo entre duas equipas de qualidade muito diferente.
Domínio absoluto do Rio Ave, que marcou 3 e falhou pelo menos mais 5 golos! Na verdade perdi a conta às oportunidades para o nosso lado... (o tempo, muito desagradável, não ajudou).
Um jogo dominado pelo fator 'aze-aza': azelhice e azar!
Algumas notas soltas:
- Tiago André voltou a marcar e foi o melhor em campo. A defender e no ataque (podia ter marcado pelo menos mais um),
- Murilo foi titular e jogou uma hora certa (é dele o - excelente - cruzamento para o golo de Tiago, além de ter 'sacado' o penalti convertido por Vitó);
- Além dos golos de Vitó e de Tiago André, marcou ainda Diogo Teixeira (a passe de Costinha).
Ou seja, mais uma vitória sem o contributo direto do ataque.
Não por acaso Pedro Cunha tirou na segunda parte Jaime e Schute, além de Murilo.
PS - o que fazia Nadjack no banco?

A Década de ASC

Imagem RAFC
António da Silva Campos (ASC) gere o Rio Ave FC há uma década.
Este facto, por si só, merece ser enaltecido.
Foram dez anos de crescimento a vários níveis: desportivo (aumento de equipas em competição e boas classificações), em infraestruturas (aquisição da sede, aumento de campos de futebol - relvado natural e sintéticos, autocarro e melhoramento no estádio), em pessoal administrativo.
ASC teve a arte de conduzir o Rio Ave para patamares elevados. Ano após ano o Rio Ave vai obtendo excelentes resultados desportivos, permitindo o acesso a competições europeias (onde se deram os primeiros passos, com as naturais fragilidades de quem inicia uma nova caminhada).
A par deste crescimento é-nos dito que a situação financeira do Rio Ave FC e da SDUQ é invejável, essencialmente fruto das transferências de atletas e de um novo contrato dos direitos televisivos.
O calcanhar de Aquiles de ASC é por um lado o pouco aproveitamento de atletas oriundos da formação e, por outro lado o distanciamento dos sócios.  
O investimento na formação não tem trazido mais valias significativas para o futebol profissional. O que poderá levar ao afastamento para outras paragens de jovens com valor.
Quanto ao afastamento dos sócios não se compreende, se os resultados desportivos são bons, se o futebol praticado é agradável, porque é que não comparecem aos jogos (se há mais de 5.000 sócios, como se compreende que nos jogos aparecem cerca de 2.000?)
A "nebulosa" do magistério de ASC é o pouco conhecimento que é dado aos sócios das contas da SDUQ. Época após época tem apresentado lucros (curiosamente na época finda terá dado prejuízo), mas analisadas as prestações de contas que são registadas na Conservatória do Registo Comercial a rubrica do passivo tem vindo a aumentar.
António da Silva Campos será um dos presidentes que ficará na memória do Rio Ave FC.

A nossa homenagem nos 10 anos de ASC

Ao longo desta semana não deixámos de apontar aquilo que foi menos conseguido ou até o que merece ser criticado nestes 10 anos de presidência do Rio Ave FC - porque entendemos que também é essa a nossa obrigação como adeptos empenhados.
Mas a verdade é que são 10 anos memoráveis (sobretudo os últimos cinco) e que o Presidente Campos merece a nossa homenagem.
Foi o que fizemos ontem à noite.
Elementos do Reis do Ave e do Rioavistas juntaram-se à mesa do Praça Velha e convidaram ASC para jantar.
Um encontro informal, caloroso, aproveitado por ambas as partes para troca de pontos de vista.
(do meu lado pessoal não me atrevo a pedir mais 10, mas - vá lá - mais cinco!)

ATualizo: Apesar da obra feita, António Silva Campos, atualmente com 57 anos, mostrou vontade de dar sequência ao projeto delineado para o clube. "Espero que o futuro seja tão profícuo como o desejamos, porque ambição não nos falta. Há ainda muito por fazer e para conquistar", rematou o dirigente.

8.11.18

Os 10 anos de ASC: os 3 negócios do 'outro mundo'

Há muitas formas de fazer o balanço destes 10 anos, e no Reis do Ave temos tentado dar o máximo de perspetivas durante esta semana.
Uma das mais incríveis é a dimensão dos negócios que, hoje, o Rio Ave faz. Com a ajuda, em muitos casos de Jorge Mendes, mas sobretudo com António Silva Campos ao leme!
Aqui fica uma atualização da lista que temos vindo a fazer:

1) Ederson (50% do passe, ao Manchester City), 2016/17: 5 milhões mais 50% do passe de Pelé e 100% do passe de Nuno Santos; [acrescenta o valor da transferência para o Benfica, quando vendemos os 50% do passe];



2) Fabinho: 3,8 milhões por 8% do passe na época 2017/18, mais 300 mil pela cedência ao Mónaco (época 14/15). Acresce valores por empréstimo?

3) Pelé (tinhamos 50% do passe, ao Mónaco), 2017/18: 4 milhões