29.11.09

AG 2 - As contas (no verde!)

Contas positivas, o que não sendo inédito (a nossa vice-presidente financeira confidenciava que nos seis anos que leva de mandatos esta é a terceira vez que acontece) é sempre de elogiar.
Por isso o voto de louvor proposto pelo associado Manuel Quintela fez todo o sentido.
A época desportiva fechou 20 mil e 600 euros positivos.
ALguns destaques:
- O Rio AVe recebeu 2,247 milhões de euros de proveitos suplementares (televisão e patrocínios, sobretudo) e 3,260 milhões de euros de ganhos operacionais (jogadores vendidos - ver texto acima), mais 191 mil euros da Câmara, 238 mil de quotas e camarotes e ainda 230 mil de bilhetes vendidos. (os amigos do Rio ave deram 50 mil euros, ou seja, quase nada...)
- Os custos com pessoal atingiram os dois milhões e meio de euros, mais dois milhões e meio de «fornecimentos e serviços externos, um valor exagerado mas explicado pelos quase dois milhões de euros pagos a Jorge Mendes (ALípio); continuaram a ser feitas amortizações de emprestimos.
Relativamente à proposta de orçamento apresentada pela anterior direcção para este mesmo ano desportivo, há diferenças substanciais: por exemplo, estavam previstos 71 mil euros para treinadores e gastou-se quase 250 mil euros (já com jogadores a subida é menos relevante em termos proporcionais). Mas ainda bem que isto aconteceu... Estavam previstos 500 mil euros de receitas com venda de jogadores e o valor real mais do que duplicou.

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