21.12.20
A antevisao de Mário Silva ao jogo com o Braga
20.12.20
Empate em Futsal com rival poveiro
Os 'B' ganham em Mondim de Basto
19.12.20
A "Bazuca"
A notícia é de ontem: a Liga quer que os clubes de futebol tenham acesso ao Mecanismo Europeu de Recuperação e Resiliência da União Europeia, a tal "bazuca" de 15.3 mil milhões de euros que será injectada na economia portuguesa nos próximos 6 anos.
A notícia contém uma imprecisão quando afirma que os clubes ficaram fora das linhas de apoio à economia. Os clubes de futebol puderam recorrer à Linha de Apoio à Economia – COVID 19, nomeadamente à Linha Específica “Covid 19 – Apoio a Agências de Viagem, Animação Turística, Organizadores de eventos e similares”. O valor desta sublinha era de € 200 milhões.
Não sei se o nosso Rio Ave terá recorrido a esta ferramenta, mas em termos de CAE podia tê-lo feito, cumprindo com os restantes requisitos que estas linhas sempre obrigam.
Não é um tema pacifico se o futebol deva ser um sector a ser ou não apoiado. As práticas de gestão, a criação de efectivas mais-valias para a economia do país e a distribuição das mesmas, por exemplo, entre outros temas nunca serão consensuais.
Mas se o futebol puder recorrer a estes apoios e de novo com garantia do Estado de 90% do capital em dívida a cada momento, não deve deixar de o fazer.
18.12.20
Adeus Matheus, bem-vildo Ivanildo?
A notícia é capa da edição de hoje do Record: Matheus Reis terá tudo certo com o Sporting para ser leão.
O jornal fala também em entendimento com o Rio Ave e na possibilidade da vinda para Vila do Conde de Ivanildo Fernandes, central de 24 anos que era excedentário em Alvalade.
Como sempre nestas coisas das transferências, o melhor é esperar que a poeira assente e que cheguem as confirmações oficiais das partes envolvidas. De Ivanildo Fernandes nada conheço, não tenho a menor noção do seu valor.
Sobre Matheus: até agora o jogador castigado não teve direito a contraditório. Não teve ou não quis. Muito provavelmente saberemos a sua versão dos acontecimentos que o levaram a ser castigado quando já não for atleta do Rio Ave. Hoje por hoje, acho que o sentimento generalizado é de que se vá depressa e deixe algum dinheiro nos cofres do clube.
16.12.20
Estoril nos 1/8 em casa
Sorteio da Taça é hoje às 16:30
15.12.20
Relação longa, nem sempre amistosa, mas profícua
E já que de manhã falámos em transferências...
São conhecidos os arrufos entre Braga e Rio Ave, alguns não muito distantes no tempo.
No entanto, essas relações às vezes menos cordiais não têm impedido que entre os clubes se façam negócios de troca, empréstimo ou venda de jogadores. Num exercício rápido de memória e de consulta de algumas notas, fiz uma lista de jogadores que trocaram de camisola entre Rio Ave e Braga, desde o primeiro que me lembro (sou muito jovem, façam-me um desconto...) a fazer o caminho de Vila do Conde para terras minhotas. Lembram-se de mais alguém?
E já agora, balanço feito, quem mais beneficiou com as trocas?
De Braga para Vila do Conde:
1992/1992: Barroso e Gama
1993/1994: Toni
1994/1995: Jaime Pacheco
2008/2009: Yazalde (primeira de várias passagens)
2010/2011: Tiago Pinto, Mário Felgueiras e Mendes
2012/2013: Ukra
2013/2014: Kritciuk e Pedro Santos
2019/2020: Diogo Figueiras
De Vila do Conde para Braga:
1992/1993: Toni
1996/1997: Gamboa
2001/2002: Armando Sá
2004/2005: Vandinho
2011/2011: Silvio
2015/2016: Hassan
2018/2019: João Novais
Ida ao mercado
A imprensa volta a falar do Rio Ave numa perspectiva de mercado.
A Bola fala num ponta de lança e nas negociações com o Sporting por Matheus Reis que podem incluir Lumor. Já O Jogo avança que o Olympiakos terá voltado a incluir o ainda nosso lateral esquerdo nas suas prioridades. ´
Matheus ainda é um activo do clube, apesar de tudo. Procurar ganhar alguma coisa com ele, é melhor do que ter que lhe pagar salários até ao fim da época para o ter encostado.
Já sobre o possível ingresso de Lumor: é preferível receber alguém emprestado sem certeza que venha a ser mais-valia ou apostar em Amaral, que apesar de todas as grandes carências que tem, é nosso e de vez em quando tem uns lampejos como o do lance do segundo golo contra o Famalicão sábado passado? Pois, o melhor é mesmo rezar que Coentrão regresse depressa, não é?
14.12.20
O reencontro com Carvalhal
O nosso próximo jogo é só na terça-feira da próxima semana, dia 22, quando vamos a Braga.
Até lá o Braga joga 2 vezes: hoje fora para a Taça de Portugal com o Montijo e dia 17 quinta-feira para a Taça da Liga com o Estoril em casa.
Vantagem ou desvantagem? O Braga estará mais cansado ou mais rodado?
Por outro lado, vamos defrontar pela primeira vez o treinador que nos levou a um recorde de pontos no campeonato. Carvalhal conhece melhor o plantel do Rio Ave do que se calhar o seu próprio plantel, tal como o nosso plantel (ou a maioria dele) o conhece melhor do que a Mário Silva. E neste caso, é vantagem ou desvantagem? De quem?
Como curiosidade, no ano passado também fomos a Braga em Dezembro (dia 2) em jogo a contar para a 12ª jornada. Perdemos 2-0.
12.12.20
Boa vitória sobre o Famalicão
E já temos equipa: Léo Vieira titular
Prova de fogo logo à tarde
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| imagem: rioavefc.pt |
Mário Silva dizia ontem na conferência de imprensa de lançamento do jogo de hoje para a Taça de Portugal que se vão defrontar duas equipas fortes, com jogadores competentes e com duas equipas técnicas competentes. É uma declaração ousada, demonstrativa de boa auto-estima. De minha parte, estou convencido que este jogo é uma espécie de vai ou racha para o treinador. A eliminação da Taça será o fim de um dos objectivos da temporada que é vencer uma Taça, sendo que a da Liga já la vai.
Ficamos assim na expectativa para ver de que lado estará a maior competência. Não querendo nenhum de nós perder, podendo isso acontecer, esperaremos para depois perceber se é o fim da linha para o treinador ou se a Direcção, em última instância o verdadeiro juiz, ainda lhe reconhecerá competência para continuar.
Mas nada temam: vamos ganhar!
11.12.20
Os números por trás dos 500 jogos de ASC - 2
Cada treinador tenta sempre deixar uma marca nos clubes por onde passa. Como vimos ontem, ASC trabalhou com 12 técnicos nestes 500 jogos, tendo contratado 10 deles.
João Eusébio foi o primeiro a trabalhar com o presidente. Aguentou 6 jogos, saindo do clube a 05 de Janeiro de 2009.
Carlos Brito foi o treinador que mais jogos orientou o clube, 132. Foi o único que esteve no clube mais de duas épocas. O icónico treinador pegou na equipa após a saída de Eusébio e só saiu no final de 2011/2012. É o 3º com maior % de derrotas e o 9% com maior % de vitórias.
O homem que se lhe seguiu foi das figuras mais importantes do clube na sua história recente. Nuno Espírito Santo trouxe ao Rio Ave uma atitude ganhadora e muito trabalhou para mudar mentalidades acomodadas. Duas temporadas, duas finais e mais a supertaça que já não disputou, a primeira ida à Europa. 80 jogos e a 4ª maior % de vitórias.
Pedro Martins substitui Nuno com a possibilidade de jogar na Europa. Conseguiu chegar à fase de grupos na Europa e põe a equipa a jogar bom futebol. Na segunda temporada volta a levar-nos a uma posição europeia. É o 2º técnico com mais jogos, 101.
Segue-se Capucho. Uma desilusão: não chegámos à Liga Europa e o futebol da equipa não convence. Saiu com 14 jogos disputados.
Com a chegada de Luis Castro percebe-se outro perfume. A equipa muda radicalmente e consegue chegar ao 7º lugar. Castro decide não continuar, mas fica na história como o técnico com maior % de vitórias nos jogos em que participou, 48.15%.
2017/2018 traz-nos Miguel Cardoso, o técnico do controlo. Apesar de desconhecido fez um trabalho meritório, mas deixou-se embriagar pelo seu sucesso e decide procurar a sorte além fronteiras. 42 jogos, a 2ª maior % de vitórias destes 500 jogos.
2018/2019 é um ano desportivo agitado. José Gomes é o escolhido, mas não nos leva à fase de grupos na Europa. Ainda assim, atrai a atenção do Reading que paga ao Rio Ave para levar o treinador. Faz 21 jogos e apresenta maior média de golos marcados por jogo, mas também a maior média de golos sofridos. Segue-se Gama que interinamente assegura 3 jogos em que empata 1 e perde 2. Daniel Ramos chega em Janeiro de 2019 e fica até final. 19 jogos com a 2ª maior média de golos obtidos.
2019/2020 traz a surpresa Carlos Carvalhal. Bom futebol, recorde de pontos, 5º lugar. A maior diferença de golos positiva dos 500 jogos: 20 golos. Foram 42 jogos do técnico que provavelmente mais saudades deixa nos rioavistas.
O actual príncipe regente é Mário Silva. Contribuiu com 13 jogos. para o total. Tem o 2º pior desempenho percentual a atacar, mas o melhor a defender.
O resumo do desempenho de cada técnico no quadro abaixo.
10.12.20
Os números por trás dos 500 jogos de ASC - 1
No cômputo geral, há uma vitória a menos que o número total de derrotas (182 - 183). Em termos de golos há mais 3 sofridos do que marcados (603 - 600).
9.12.20
Os 500 jogos de António da Silva Campos como Presidente do Rio Ave Futebol Clube
Nota prévia: admito que as minhas contas possam estar erradas. E caso estejam, agradeço ajuda na correcção. Se não estiverem, vamos a isto!
O jogo contra o Boavista assinalou o 500º jogo de ASC como Presidente do Rio Ave. Notável! Não pode passar em claro, porque admito que não haja mais nenhum Presidente com tantos jogos ao leme no nosso Clube.
São 500 jogos que marcam uma viragem completa na história do Rio Ave. Haverá certamente quem no futuro venha a retratar de forma mais exaustiva o brilhante percurso do nosso actual Presidente ao leme da caravela. De minha parte, quero deixar um agradecimento grande ao homem que estabilizou o nosso clube, que o credibilizou e o lançou em patamares que se calhar não pensaríamos chegar. Obrigado Presidente!
Venham mais 500!
(podem consultar um resumo do curriculum desportivo do Presidente nesta ligação)
8.12.20
Reforços sim e não
7.12.20
O pior ataque
9 jogos e 5 golos. Nem as equipas abaixo da linha de água marcam tão poucos golos como nós. Somos o pior ataque da Liga a par do Belenenses. Em casa só o Guimarães marca tão pouco como nós, 2 golos, com a agravante de eles têm 5 jogos disputados como anfitriões e nós 4. Mas com o mal dos outros podemos nós bem.
A defender somos os segundos melhores, abaixo do... Belenenses. Quer isto dizer que temos uma manta curta? Estamos a cobrir pés mas ficamos com a cabeça muito de fora?
Faltará só mesmo um bocadinho para as bolas entrarem? Ontem no final do jogo o treinador dizia que os golos vão chegar, eventualmente. O que parece é que os ovos que tem usado não fazem a omelete. Há que mudar a receita. Se a que se usa não produz resultados ou se usa uma melhor ou o defeito poderá estar no cozinheiro.
6.12.20
Mas que coisa fraca!
E já temos o 11 que vai jogar hoje
4.12.20
Contagem decrescente para recepção às Panteras
Depois do solavanco em Barcelos, a recepção ao Boavista é a oportunidade perfeita para retomar o caminho das vitórias. Perfeita, porque é o próximo jogo e o próximo jogo tem de ser sempre pra ganhar.
Vamos ver se a equipa acusa muito a derrota ou se não há crise nenhuma. Vamos ver também se o treinador mantem a confiança na equipa inicial que perdeu com o Gil. Se não, Ivo Pinto já regressará? Pedro Amaral mantém-se? Tarantini voltará ao 11? Dala terá companhia no ataque?
Na última recepção ao Boavista vencemos por 2-0. Diego Lopes fez o 1-0 e assistiu Taremi para o 2º golo. O iraniano já não joga de caravela ao peito, mas o 10 continua cá e esperamos que volte a ter uma tarde inspirada.











