21.12.20

A antevisao de Mário Silva ao jogo com o Braga



E está feita a conferência de imprensa para o lançamento do jogo de amanhã. O mister espera jogo complicado amanhã mas considera que o Rio Ave tem argumentos para contrariar o Braga. Carvalhal terá vantagem por conhecer bem o nosso plantel apesar de esta já não ser propriamente a mesma equipa.
Questionado sobre o mercado de Inverno, o treinador foi... evasivo.



20.12.20

Empate em Futsal com rival poveiro

Também desta manhã é o jogo de Futsal com o Póvoa Futsal. No final um 5-5 que penaliza um Rio Ave que comandou o marcador chegando a ter larga vantagem. A reacção dos poveiros levou ao empate literalmente no último remate do encontro. 

Os 'B' ganham em Mondim de Basto

Por motivos do "forno interno" cá de casa, este jogo foi seguido com atenção especial e com plateia dividida no apoio às equipas. 

Ganhámos nós que fomos sempre melhores em todos os períodos de jogo. Não foi uma partida fulgurante, em certos períodos até foi aborrecida, mas teve o desfecho adequado ao que se viu. Se há algo a dizer é que até podíamos ter feito mais um ou outro golo. Não o tendo feito, ficam no marcador final um golo em cada a parte, o primeiro de Luís Pedro e o segundo de Luís Pinto. 

19.12.20

A "Bazuca"


 
A notícia é de ontem: a Liga quer que os clubes de futebol tenham acesso ao Mecanismo Europeu de Recuperação e Resiliência da União Europeia, a tal "bazuca" de 15.3 mil milhões de euros que será injectada na economia portuguesa nos próximos 6 anos.

A notícia contém uma imprecisão quando afirma que os clubes ficaram fora das linhas de apoio à economia. Os clubes de futebol puderam recorrer à Linha de Apoio  à Economia – COVID 19, nomeadamente à Linha Específica “Covid 19 – Apoio a Agências de Viagem, Animação Turística, Organizadores de eventos e similares”. O valor desta sublinha era de € 200 milhões.

Não sei se o nosso Rio Ave terá recorrido a esta ferramenta, mas em termos de CAE podia tê-lo feito, cumprindo com os restantes requisitos que estas linhas sempre obrigam.

Não é um tema pacifico se o futebol deva ser um sector a ser ou não apoiado. As práticas de gestão, a criação de efectivas mais-valias para a economia do país e a distribuição das mesmas, por exemplo, entre outros temas nunca serão consensuais. 

Mas se o futebol puder recorrer a estes apoios e de novo com garantia do Estado de 90% do capital em dívida a cada momento, não deve deixar de o fazer. 

18.12.20

Adeus Matheus, bem-vildo Ivanildo?

A notícia é capa da edição de hoje do Record: Matheus Reis terá tudo certo com o Sporting para ser leão. 


O jornal fala também em entendimento com o Rio Ave e na possibilidade da vinda para Vila do Conde de Ivanildo Fernandes, central de 24 anos que era excedentário em Alvalade.

Como sempre nestas coisas das transferências, o melhor é esperar que a poeira assente e que cheguem as confirmações oficiais das partes envolvidas. De Ivanildo Fernandes nada conheço, não tenho a menor noção do seu valor.

Sobre Matheus: até agora o jogador castigado não teve direito a contraditório. Não teve ou não quis. Muito provavelmente saberemos a sua versão dos acontecimentos que o levaram a ser castigado quando já não for atleta do Rio Ave. Hoje por hoje, acho que o sentimento generalizado é de que se vá depressa e deixe algum dinheiro nos cofres do clube. 

16.12.20

Estoril nos 1/8 em casa

No jogo dos 1/8, a realizar entre 12 e 14 de Janeiro, recebemos o Estoril da 2 Liga. Teoricamente um adversário bem ao nosso alcance. Jogar em casa como eh tinha desejado é vantagem adicional. 

Os 1/4 não são tão simpáticos. O jogo é fora e poderemos ter de ir à Alvalade defrontar o Sporting que ainda espera por saber se jogará com Marítimo ou Salgueiros. 

As 1/2 finais já jogadas a duas mãos e com o primeiro jogo a realizar-se em Vila do Conde podem trazer-nos outro grande candidato, o Benfica. Os outros possíveis adversários são a AD Fafe, a B Sad, o Sp. Espinho ou o Estrela. 

Não é um cenário propriamente fácil em teoria, mas quem quer ganhar a Taça não pode atemorizar-se. 

Sorteio da Taça é hoje às 16:30

Ainda não são conhecidos todos os apurados para os 1/8 de final, mas já se vai ficar a conhecer hoje quem defrontará quem até às 1/2 finais.

É um sorteio puro, sem condicionantes, pelo que nos pode tocar qualquer um dos participantes. 

Um desejo: que nos calhe jogar em casa. 

15.12.20

Relação longa, nem sempre amistosa, mas profícua

E já que de manhã falámos em transferências...

São conhecidos os arrufos entre Braga e Rio Ave, alguns não muito distantes no tempo. 

No entanto, essas relações às vezes menos cordiais não têm impedido que entre os clubes se façam negócios de troca, empréstimo ou venda de jogadores. Num exercício rápido de memória e de consulta de algumas notas, fiz uma lista de jogadores que trocaram de camisola entre Rio Ave e Braga, desde o primeiro que me lembro (sou muito jovem, façam-me um desconto...) a fazer o caminho de Vila do Conde para terras minhotas. Lembram-se de mais alguém?

E já agora, balanço feito, quem mais beneficiou com as trocas?

De Braga para Vila do Conde:

1992/1992: Barroso e Gama
1993/1994: Toni
1994/1995: Jaime Pacheco
2008/2009: Yazalde (primeira de várias passagens)
2010/2011: Tiago Pinto, Mário Felgueiras e Mendes
2012/2013: Ukra
2013/2014: Kritciuk e Pedro Santos
2019/2020: Diogo Figueiras


De Vila do Conde para Braga:

1992/1993: Toni
1996/1997: Gamboa
2001/2002: Armando Sá
2004/2005: Vandinho
2011/2011: Silvio
2015/2016: Hassan
2018/2019: João Novais

Ida ao mercado

A imprensa volta a falar do Rio Ave numa perspectiva de mercado. 

A Bola fala num ponta de lança e nas negociações com o Sporting por Matheus Reis que podem incluir Lumor. Já O Jogo avança que o Olympiakos terá voltado a incluir o ainda nosso lateral esquerdo nas suas prioridades. ´


Matheus ainda é um activo do clube, apesar de tudo. Procurar ganhar alguma coisa com ele, é melhor do que ter que lhe pagar salários até ao fim da época para o ter encostado. 

Já sobre o possível ingresso de Lumor: é preferível receber alguém emprestado sem certeza que venha a ser mais-valia ou apostar em Amaral, que apesar de todas as grandes carências que tem, é nosso e de vez em quando tem uns lampejos como o do lance do segundo golo contra o Famalicão sábado passado? Pois, o melhor é mesmo rezar que Coentrão regresse depressa, não é?

14.12.20

O reencontro com Carvalhal

O nosso próximo jogo é só na terça-feira da próxima semana, dia 22, quando vamos a Braga. 

Até lá o Braga joga 2 vezes: hoje fora para a Taça de Portugal com o Montijo e dia 17 quinta-feira para a Taça da Liga com o Estoril em casa. 

Vantagem ou desvantagem? O Braga estará mais cansado ou mais rodado?



Por outro lado, vamos defrontar pela primeira vez o treinador que nos levou a um recorde de pontos no campeonato. Carvalhal conhece melhor o plantel do Rio Ave do que se calhar o seu próprio plantel, tal como o nosso plantel (ou a maioria dele) o conhece melhor do que a Mário Silva. E neste caso, é vantagem ou desvantagem? De quem?

Como curiosidade, no ano passado também fomos a Braga em Dezembro (dia 2) em jogo a contar para a 12ª jornada. Perdemos 2-0.

12.12.20

Boa vitória sobre o Famalicão


Esta eliminatória já está. Foi uma boa vitória numa exibição colectiva consistente perante um Famalicão que vendeu cara a derrota. Os minhotos sabem jogar, praticam um futebol muito agradável, mas isso não bastou para contrariar um Rio Ave mais cínico e cirúrgico e globalmente melhor.
Não trememos a defender e fomos hoje capazes de finalizar, coisa que nos tem falhado. Dala e Diego Lopes deram-nos vantagem, Gil Dias reduziu à entrada dos 10 minutos finais, mas nunca pareceu o adversário capaz de tirar mais do jogo. 
Não foi, porque nenhuma é, uma exibição perfeita, mas é mais próxima daquilo que queremos ver o Rio Ave render.

Melhor em campo: Filipe Augusto. Grande em todos os momentos do jogo. 

E já temos equipa: Léo Vieira titular

Mário Silva aposta nos mesmos jogadores de campo, mas muda de guarda-redes. Se se esperava uma equipa sem duplo pivot defensivo tal não é a decisão do treinador. 

Prova de fogo logo à tarde

imagem: rioavefc.pt

Mário Silva dizia ontem na conferência de imprensa de lançamento do jogo de hoje para a Taça de Portugal que se vão defrontar duas equipas fortes, com jogadores competentes e com duas equipas técnicas competentes. É uma declaração ousada, demonstrativa de boa auto-estima. De minha parte, estou convencido que este jogo é uma espécie de vai ou racha para o treinador. A eliminação da Taça será o fim de um dos objectivos da temporada que é vencer uma Taça, sendo que a da Liga já la vai. 

Ficamos assim na expectativa para ver de que lado estará a maior competência. Não querendo nenhum de nós perder, podendo isso acontecer, esperaremos para depois perceber se é o fim da linha para o treinador ou se a Direcção, em última instância o verdadeiro juiz, ainda lhe reconhecerá competência para continuar. 

Mas nada temam: vamos ganhar!

11.12.20

Os números por trás dos 500 jogos de ASC - 2

 Cada treinador tenta sempre deixar uma marca nos clubes por onde passa. Como vimos ontem, ASC trabalhou com 12 técnicos nestes 500 jogos, tendo contratado 10 deles. 

João Eusébio foi o primeiro a trabalhar com o presidente. Aguentou 6 jogos, saindo do clube a 05 de Janeiro de 2009. 

Carlos Brito foi o treinador que mais jogos orientou o clube, 132. Foi o único que esteve no clube mais de duas épocas. O icónico treinador pegou na equipa após a saída de Eusébio e só saiu no final de 2011/2012. É o 3º com maior % de derrotas e o 9% com maior % de vitórias. 

O homem que se lhe seguiu foi das figuras mais importantes do clube na sua história recente. Nuno Espírito Santo trouxe ao Rio Ave uma atitude ganhadora e muito trabalhou para mudar mentalidades acomodadas. Duas temporadas, duas finais e mais a supertaça que já não disputou, a primeira ida à Europa. 80 jogos e a 4ª maior % de vitórias.

Pedro Martins substitui Nuno com a possibilidade de jogar na Europa. Conseguiu chegar à fase de grupos na Europa e põe a equipa a jogar bom futebol. Na segunda temporada volta a levar-nos a uma posição europeia. É o 2º técnico com mais jogos, 101.

Segue-se Capucho. Uma desilusão: não chegámos à Liga Europa e o futebol da equipa não convence. Saiu com 14 jogos disputados.

Com a chegada de Luis Castro percebe-se outro perfume. A equipa muda radicalmente e consegue chegar ao 7º lugar. Castro decide não continuar, mas fica na história como o técnico com maior % de vitórias nos jogos em que participou, 48.15%. 

2017/2018 traz-nos Miguel Cardoso, o técnico do controlo. Apesar de desconhecido fez um trabalho meritório, mas deixou-se embriagar pelo seu sucesso e decide procurar a sorte além fronteiras. 42 jogos, a 2ª maior % de vitórias destes 500 jogos.

2018/2019 é um ano desportivo agitado. José Gomes é o escolhido, mas não nos leva à fase de grupos na Europa. Ainda assim, atrai a atenção do Reading que paga ao Rio Ave para levar o treinador. Faz 21 jogos e apresenta maior média de golos marcados por jogo, mas também a maior média de golos sofridos. Segue-se Gama que interinamente assegura 3 jogos em que empata 1 e perde 2. Daniel Ramos chega em Janeiro de 2019 e fica até final. 19 jogos com a 2ª maior média de golos obtidos. 

2019/2020 traz a surpresa Carlos Carvalhal. Bom futebol, recorde de pontos, 5º lugar. A maior diferença de golos positiva dos 500 jogos: 20 golos. Foram 42 jogos do técnico que provavelmente mais saudades deixa nos rioavistas.

O actual príncipe regente é Mário Silva. Contribuiu com 13 jogos. para o total. Tem o 2º pior desempenho percentual a atacar, mas o melhor a defender.  

O resumo do desempenho de cada técnico no quadro abaixo. 

10.12.20

Os números por trás dos 500 jogos de ASC - 1

Ontem assinalámos os 500 jogos de ASC como Presidente do Rio Ave, mas não detalhamos muito o caminho até lá chegar. Por isso damos-lhe alguma atenção hoje e amanhã.

Em 12 anos de presidência tivemos 12 treinadores. 3 rescindiram contrato, João Eusébio, Nuno Capucho e José Gomes, sendo que este saiu directamente para outro clube e o Rio Ave foi ressarcido pela sua saída. Contratados por ASC foram 10: Carlos Brito, Nuno Espírito Santo, Pedro Martins, Nuno Capucho, Luis Castro, Miguel Cardoso, José Gomes, Daniel Ramos, Carlos Carvalhal e Mário Silva. Gama que foi nosso treinador interino já estava na estrutura, é um "homem da casa" (Gama está em Vila do Conde desde 1992/1993, impressionante. Mais da casa que isto...).

Em 12 anos participámos em 5 competições, mas não conseguimos ganhar nenhuma apesar de termos estado em 3 finais. Participámos pela 1ª vez nas competições europeias tendo disputado 17 jogos dos quais vencemos 4, empatamos 7 e perdemos 6. Marcámos 18 golos e sofremos 21.

Sem surpresas, a Liga Portuguesa é a competição onde mais jogámos. São 386 jogos com 132 vitórias, 103 empates e 151 derrotas. 429 golos marcados e 475 sofridos. 


No cômputo geral, há uma vitória a menos que o número total de derrotas (182 - 183). Em termos de golos há mais 3 sofridos do que marcados (603 - 600).

Amanhã vamos olhar para o desempenho dos treinadores, época a época.




9.12.20

Os 500 jogos de António da Silva Campos como Presidente do Rio Ave Futebol Clube

 Nota prévia: admito que as minhas contas possam estar erradas. E caso estejam, agradeço ajuda na correcção. Se não estiverem, vamos a isto!


O jogo contra o Boavista assinalou o 500º jogo de ASC como Presidente do Rio Ave. Notável! Não pode passar em claro, porque admito que não haja mais nenhum Presidente com tantos jogos ao leme no nosso Clube.

São 500 jogos que marcam uma viragem completa na história do Rio Ave. Haverá certamente quem no futuro venha a retratar de forma mais exaustiva o brilhante percurso do nosso actual Presidente ao leme da caravela. De minha parte, quero deixar um agradecimento grande ao homem que estabilizou o nosso clube, que o credibilizou e o lançou em patamares que se calhar não pensaríamos chegar. Obrigado Presidente!

Venham mais 500!

(podem consultar um resumo do curriculum desportivo do Presidente nesta ligação)

8.12.20

Reforços sim e não

Quando se fala em reforço, de acordo o site da Priberam, fala-se em
1. Acto ou efeito de reforçar.
2. Aquilo que reforça.
3. Aumento de força.
4. Auxílio.
5. Tropas auxiliares.
6. Peça de ferro, soldada a outra, para lhe aumentar a resistência.
(...) 
Em futebol fala-se de reforço referindo-nos à chegada de novos atletas ao plantel. Se isso depois se traduz num aumento de qualidade para a equipa é outra história.
Passado que está 1/4 de campeonato, deitamos uma vista de olhos rápida aos principais entradas de 2020/2021, com reflexão se podemos já afirmar se se tratam ou não de reforços.

Léo Vieira - Não. Está por confirmar, continua na sombra de Kieszek

Fábio Coentrão. Não. Em teoria será um Sim a médio prazo, mas com apenas 1 participação e 45 minutos jogados, não é contributo relevante por agora.

Ivo Pinto. Sim. Um sim substancial. É uma mais-valia. 

Nando Pijnaker. Não. A dificuldade em dizer correctamente o sobrenome de Nando equivale à de vê-lo actuar na primeira equipa.

Pelé. Sim. Chegou e assumiu a titularidade. Não estará ainda na melhor forma, mas acrescenta qualidade. 

Geraldes. Não. Ainda não se afirmou esta época. Espera-se mais, mas ainda é Não.

Meshino. Nim. Já fez um golo, mas ainda não tem utilização regular. Promete, mas precisa de mais tempo em campo. 

André Pereira. Não. Não conheço o suficiente do jogador para ter sequer expectativas sobre ele. O que já vi não me agrada. 

7.12.20

O pior ataque

9 jogos e 5 golos. Nem as equipas abaixo da linha de água marcam tão poucos golos como nós. Somos o pior ataque da Liga a par do Belenenses. Em casa só o Guimarães marca tão pouco como nós, 2 golos, com a agravante de eles têm 5 jogos disputados como anfitriões e nós 4. Mas com o mal dos outros podemos nós bem.

A defender somos os segundos melhores, abaixo do... Belenenses. Quer isto dizer que temos uma manta curta? Estamos a cobrir pés mas ficamos com a cabeça muito de fora? 

Faltará só mesmo um bocadinho para as bolas entrarem? Ontem no final do jogo o treinador dizia que os golos vão chegar, eventualmente. O que parece é que os ovos que tem usado não fazem a omelete. Há que mudar a receita. Se a que se usa não produz resultados ou se usa uma melhor ou o defeito poderá estar no cozinheiro. 



6.12.20

Mas que coisa fraca!

Mau, mau, mau. Fraquinho, pobre.
Poderia ser pior? Sim, podia, podíamos ter perdido e por pouco isso não aconteceu já perto do fim do jogo. Se perdessemos seria muito injusto, porque convenhamos o Boavista só criou uma oportunidade. Mesmo a jogar mal tivemos mais oportunidades e domínio.

O Rio Ave assim não vai aspirar a chegar a lugares europeus. É uma equipa triste, desengonçada, desencontrada, sem chama. Achei que tivemos demasiada tracção atrás ao jogar com F. Augusto e Pelé e depois sem criatividade nem capacidade de romper no ataque. Não me agrada termos tanto peso ofensivo pedido aos defesas laterais, por exemplo. 

Mário Silva não mostrou rasgo, mexeu tarde na equipa e parece mais um cordeiro que um leão no banco. Quer-se ambição e ela hoje meteu folga junto com o treinador. 

Nota final: foi estranho não ver a bancada nascente. Ainda falta conhecer a que aí vem. 

E já temos o 11 que vai jogar hoje

Em relação ao jogo de Barcelos sai Costinha para o regresso de Ivo Pinto e Piazon é rendido por Geraldes. Dala continua a ser o avançado de serviço. 

4.12.20

Contagem decrescente para recepção às Panteras

Depois do solavanco em Barcelos, a recepção ao Boavista é a oportunidade perfeita para retomar o caminho das vitórias. Perfeita, porque é o próximo jogo e o próximo jogo tem de ser sempre pra ganhar.

Vamos ver se a equipa acusa muito a derrota ou se não há crise nenhuma. Vamos ver também se o treinador mantem a confiança na equipa inicial que perdeu com o Gil. Se não, Ivo Pinto já regressará? Pedro Amaral mantém-se? Tarantini voltará ao 11? Dala terá companhia no ataque?

Na última recepção ao Boavista vencemos por 2-0. Diego Lopes fez o 1-0 e assistiu Taremi para o 2º golo. O iraniano já não joga de caravela ao peito, mas o 10 continua cá e esperamos que volte a ter uma tarde inspirada.