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24.9.25

O novo edifício de apoio à estrutura profissional: estará mesmo pronto nas datas partilhadas pela Presidente?




No passado dia 12 de agosto, realizou-se uma reunião entre um grupo de sócios do Rio Ave — Daniel Silva e João Paulo Meneses (do projeto Reis do Ave) e Sérgio Oliveira (do Rioavistas, que não pôde estar presente por motivos pessoais) — e a direção do clube. Nesse encontro, a presidente Alexandrina Cruz apresentou um conjunto de informações sobre o que tinha sido feito até então no Estádio dos Arcos e o que estava planeado para os próximos meses.

Entre os pontos partilhados, destacou-se um detalhe que até então não tinha sido tornado público: o novo edifício de apoio ao futebol profissional já estaria em andamento e a sua primeira fase estaria concluída em janeiro.

No entanto, a realidade que se observa hoje, cerca de mês e meio depois, levanta sérias dúvidas sobre esse prazo. A zona destinada à construção continua praticamente inalterada, sem sinais visíveis de evolução. Não há maquinaria pesada no local a não ser uma maquina de limpeza de terreno, nem sequer uma grua montada — elemento essencial para dar início a qualquer obra desta envergadura.

Perante este cenário, torna-se difícil acreditar que os timings apresentados sejam cumpridos.  (Confesso não dominar a matérias mas 4 meses para ser levando o edifício e o rechear para que possa acolher todo a estrutura profissional parece-me demasiado curto).  Não está em causa a sua concretização mas sim os timings partilhados.

Também foi partilhado pela presidente Alexandrina Cruz que a direção tinha intenções de marcar uma assembleia extraordinária em Setembro para apresentar a todos os associados o "MasterPlan". No entanto, até há data que escrevo este texto, nada foi anunciado. 


(Foto retirada no dia 13 de Agosto de 2025)


13.8.25

Direção transmite informações sobre as obras (presentes e futuras)

Na última AG ordinária (finais de junho) a Presidente do Rio Ave FC falou num conjunto de obras, umas a decorrer e outras futuras (o tal masterplan). Na última AG extraordinária, quando interpelada por um sócio sobre a falta (crónica) de informação, disse que o Clube está de portas abertas e que não recebera qualquer pedido de informação por parte dos sócios. Para saber mais sobre as obras, um grupo de três sócios (Daniel Silva e João Paulo Meneses, do Reis do Ave, e Sérgio Oliveira, do Rioavistas, que não esteve presente na reunião por motivos de força maior) pediu um encontro e visita às obras, tendo esse encontro decorrido ontem na sede, mas sem visita às obras (segundo Alexandrina Cruz, por não haver condições). Na reunião estiveram presente, além da Presidente, o presidente adjunto Luís Oliveira e o diretor João Borges. 

Eis uma súmula do que nos foi dito:

1) Estragos da depressão Martinho: só houve tempo para reconstruir o que foi e o que estava destruído no espaço da atual bancada (exemplo: casas de banho), sendo o mais importante garantir que o Rio Ave jogaria o primeiro jogo em Vila do Conde. E isso está certo. Ficou tudo preparado para uma cobertura integral da bancada, mas não se sabe se ou quando será feito. Soubemos entretanto que na primeira pausa do campeonato (setembro) as cadeiras serão substituídas.

2) Novo edifício de apoio ao futebol profissional (e sub23) no topo norte. Está em andamento e a primeira fase ficará pronta em janeiro. Servirá também de apoio aos jogos oficiais (os jogadores passarão a sair desse edifício). Tudo estará pronto em um ano, promete AC. Haverá dois novos relvados e um mini-estádio, onde jogarão os sub23 e a equipa feminina (enquanto não estiver pronto, as senhoras jogarão no campo principal). A Academia ficará para apoio à formação e ao futebol feminino. Sub-23 para já continuam a jogar em casa emprestada.

3) Bancada nascente: AC reafirmou que estará pronta até 2028 e o principal argumento é que, disse-nos, o investidor quer o Rio Ave a jogar nas competições europeias; sem a nova bancada, a UEFA não licencia o estádio e, se nos apurarmos entretanto, os jogos terão de ser fora dos Arcos. Posteriormente, os sócios passarão para a nova bancada. Não há calendário, mas, como disse AC, "2028 é amanhã", não há muito tempo, portanto… 

A Presidente prometeu uma AG extraordinária para falar das obras antes ainda da AG ordinária prevista para outubro.

(falou-se também da sede e foi explicado que, após analisados os prós e contras, o futuro museu será mesmo no Estádio, no miolo da bancada atual, e que não haverá 'sports bar') 


 (texto conjunto Daniel Silva e João Paulo Meneses)