13.3.26
Um mês e meio depois, que impacto estão a ter Clayton e André Luiz no Olympiakos?
12.3.26
Eu nunca vi tal (uma equipa sem avançados no banco)
Atentem por favor a esta lista de suplentes:
Exato, não há qualquer avançado.Mais, saíram os dois extremos (com o resultado a zeros) e entraram dois médios. Segurar o resultado?
Segunda, em Tondela, Tamble no banco (por razões médicas) e mais uma vez nenhum extremo.
Ou seja, se um deles se lesiona, o treinador tem de fazer remendos (Vroussai a extremo, para Sotiris, é um remendo), em vez de convocar os extremos que tem no plantel. Ou, como o Daniel, hoje, sugere, ir buscar alguém aos sub23 (Sawané ou Dudu), até como sinal de que, estando a jogar bem, este jovens podem chegar à primeira equipa - se não chegam, para que servem os sub23?
Já agora, espero que um dia se venha a saber porque é que Lobato (um jogador em que muitos depositavam esperanças) nunca jogou e Medina, um jogador bastante caro, também não é opção.
Sawané não pára de marcar nos sub-23... Merece ser aposta?
10.3.26
Van Der Gouw: chegou, agarrou o lugar… e agora?
LIGA 25/26 🇵🇹 | Rio Ave regressa às vitórias
— GoalPoint (@_Goalpoint) March 9, 2026
◉ O Rio Ave não ganhava há 7 jornadas, mas confirmou-se as melhorias nos vila-condenses, que conseguiram, finalmente, somar 3 pontos e materializar alguns bons apontamentos que a equipa vinha exibindo, e ainda falharam uma grande… pic.twitter.com/EXbJMqJAno
Obrigado Blesa: único a marcar desde as saídas de Clayton e André Luiz
9.3.26
Finalmente 3 pontos! Rio Ave vence em Tondela
Menção honrosa para Ryan Guilherme: parece que tem mais do que qualidade para assumir uma posição no meio campos (seja no lugar de Ntoi ou Nikitscher)
Outra vez a escrever o mesmo - Hoje temos um jogo importante
Parece sina. Nas últimas semanas tenho escrito várias vezes que o Rio Ave tem pela frente jogos importantes. Pode soar repetitivo, mas a verdade é que os resultados que temos somado — seis derrotas consecutivas e, na última jornada, apenas um empate — fazem com que, semana após semana, seja impossível escrever outra coisa que não seja sobre a importância do jogo seguinte.
E desta vez não é diferente.
O Rio Ave desloca-se a Tondela para defrontar o atual penúltimo classificado, num jogo que pode ter consequências diretas na classificação. Em caso de vitória do Tondela, somos ultrapassados e caímos para o penúltimo lugar. Uma situação que, no início da época, muitos considerariam impensável.
A realidade é que estamos numa luta pela permanência, e cada jornada que passa confirma-o.
Os números são particularmente preocupantes quando se olha para o rendimento recente.
Estes números dizem tudo. Demonstram, sem margem para discussão, qual tem sido o rendimento pontual do Rio Ave desde cerca da décima jornada do campeonato.
É verdade que, nos últimos dois ou três jogos, a equipa até mostrou sinais de melhoria na qualidade de jogo. Mas no futebol, por mais que se valorize a exibição, o que decide campeonatos são os pontos. E nesse capítulo, os números trazem ao de cima uma verdade nua e crua que não pode ser ignorada.
Por isso, volto a escrever aquilo que já parece repetido, mas que continua a ser verdade: este é, novamente, o jogo mais importante do momento.
Não apenas porque a classificação aperta, mas porque é frente a um adversário que luta exatamente pelos mesmos objetivos. Jogos destes valem mais do que três pontos.
4.3.26
E Lina apareceu!
Nunca vimos o 'pai' Marinakis, que, a propósito, só esteve uma vez em Vila do Conde, mas hoje pudemos ver que Lina Souloukou, o braço-direito do investidor grego para os negócios do futebol, está por cá.
Desde a saída de Boaz Toshav, esta é a primeira vez que vemos um dirigente da SAd, que não a presidente.
Será que a oportunidade vai servir para Lina dizer o que quer o investidor para o Rio Ave? Recordo que as explicações relativas aos despedimentos de dezembro ou às vendas de janeiro nunca chegaram.
Compensar em atitude o que falta em qualidade
Como assinalei aqui, há um mês, o Rio Ave, de um momento para o outro, perdeu os seus 4 melhores jogadores.
Vieram outros, mas acho que ficámos a perder na troca.
Apesar de quatro contratações terem custado mais de oito milhões de euros, de acordo com os dados do Transfermarket, reproduzidos pelo Sindicato dos Jogadores (impressiona-me a facilidade com que, hoje, se gastam milhões de euros), olhamos para o plantel e não vemos - é a minha opinião - quem possa fazer a diferença e resolver num lance individual. Bezerra parece ser o melhor, mas quando comparado a André Luís... Guilherme, o mais caro dos quatro, ainda não foi titular.
Sei que os jogadores estão cá há pouco tempo e que provavelmente ainda se estão a adaptar, mas só temos 10 jornadas para resolver o 'problema'.
Para sermos felizes no final da época, a qualidade técnica e individual tem de dar lugar, ou pelo menos tem de estar associada, a um empenho redobrado, a mais atitude, a um futebol com mais intensidade.
Sotiris acha que vai conseguir: "Eu acredito que todos os jogos até ao fim vão ser importantes. Não é só focarmo-nos no que está distante, é ir jogo a jogo e pôr toda a energia nestes jogos. Vamos procurar vencer para voltarmos a ganhar a nossa confiança."
3.3.26
Segunda-feira às 20h15 a mais de 2h de distância: Porque não?
158 quilómetros de distância.
E a Liga decidiu marcar o jogo para segunda-feira, às 20h15.
A pergunta impõe-se: quem, no seu perfeito juízo, faz uma marcação destas?
Qual foi o critério? Qual foi a lógica? Qual foi o argumento que sustentou esta decisão?
Não pode ser o período de descanso. Ambas as equipas jogaram no domingo anterior e nenhuma tem compromisso a meio da semana. Não há sobrecarga europeia e não há taças pelo meio...
E, curiosamente, nesta mesma jornada existe um Estoril–Casa Pia marcado para sábado às 20h30. Duas equipas separadas por cerca de 20 quilómetros. Um jogo regional, com deslocação simples, perfeitamente ajustado a um horário mais tardio. Não faria mais sentido ser esse o jogo agendado para segunda-feira?
Na melhor das hipóteses, entre apito final, saída do estádio e viagem de regresso, os adeptos do Rio Ave estarão a chegar a Vila do Conde por volta da 1h30 ou 2h da manhã. Num dia de semana. Com trabalho no dia seguinte. Com filhos que têm escola. Com responsabilidades normais de quem vive fora da bolha do futebol profissional.
Que sentido faz isto?
Fala-se tanto em aproximar os adeptos do espetáculo, em valorizar quem vai ao estádio, em criar ambiente, em promover o produto. Mas depois tomam-se decisões destas, completamente desligadas da realidade de quem sustenta o futebol com presença, bilhete e paixão.
Os adeptos não são figurantes de grelha televisiva. Não são números numa folha de Excel. São pessoas reais, com horários reais, vidas reais e limites reais.
Mas parece que quem decide os horários não conhece essa realidade. Ou pior: conhece e não quer saber.
Perdoem-nos os senhores de gravata, mas quem toma decisões destas demonstra uma preocupante falta de sensibilidade. Porque o futebol pode ser negócio, pode ser televisão, pode ser marketing — mas sem adeptos não passa de um produto vazio.
E marcar um jogo destes para segunda-feira às 20h15 é mais um passo nessa direção.
1.3.26
(0-0 com o Famalicão) Que os últimos 10 minutos nos inspirem para o que resta do campeonato
O Rio Ave precisava de ganhar, mas ficou com apenas um ponto.
O Famalicão, sem ser muito melhor, teve as melhores oportunidades e nós apenas estivemos bem a defender (Brabec foi um monstro, Abbey entrou para o lugar de um 'desaparecido' Omar, Mancha precisa de mais confiança).
No ataque, apenas Bezerra e Vroussai fizeram a diferença, uma vez que as limitações e Tamble, Blesa e mesmo Spikic são evidentes.
Ainda assim, e já depois das alterações, os últimos 10 minutos foram nossos e podiam ter resultado em golo. Faltou uma pontinha de sorte para somar os 3 pontos.
O resultado ajusta-se, mas ficou a ideia de que se a equipa tiver, daqui para a frente a agressividade que teve na parte final e Sotiris fizer alguns acertos (Ryan merce ser titular e Papakanellos a extremo não funciona) podemos ir buscar pontos nos próximos jogos
26.2.26
O jogo mais importante de Sotiris
25.2.26
Sotiris II
É cedo para dizer que há um Rio Ave antes de depois do pseudo-despedimento de Sotiris.
Mas algumas coisas, que não os resultados😇, estão objetivamente diferentes desde o jogo com o Braga.
Primeiro, o Rio Ave passou a jogar com 4 defesas, o que permite ganhar um homem no meio campo, lacuna tantas vezes apontada ao treinador, sobretudo quando jogava em 5-2-3 (os dois homens do meio campo eram insuficientes para o número de adversários naquela zona). Pena não termos Aguilera, que estava em bom momento de forma.
A segunda mudança tem a ver com as escolhas o treinador. Parece que Sotiris agora escolhe os melhores e não apenas aqueles que Atenas quer ver em campo. Liavas é o exemplo mais flagrante - Nikitsher, sem ser um craque, é melhor.
Será que o novo Sotiris vai mostrar ao velho Sotiris como se faz?
Pohlmann (a avançado ou a médio centro) já fez 54 jogos pelo Rio Ave. Marcou um golo. Alguém se lembra de algo que mereça ser destacado e que tenha ficado na memória? Eis um caso a que Sotiris II deveria estar mais atento. João Graça faria melhor!
24.2.26
Pedro Marques Lopes: o seu lado A, B e C (direito de resposta)
Á cerca do comentário Pedro Marques Lopes ao jornal Record desta segunda feira.
23.2.26
(futsal e formação) Fim de semana desportivo pouco positivo: 4 derrotas e 1 vitória.
O que os dados nos dizem para estas últimas 11 jornadas
22.2.26
(derrota 1-0 no Dragão) A equipa parece estar a melhorar
A vitória do FC Porto nunca esteve em causa (três bolas no ferro), mas o Rio Ave deu alguns sinais que podem indiciar um final de época mais positivo do que se se chegou a temer.
É verdade que este Porto é bem menos intenso do que a da primeira volta, e que o Rio Ave beneficiou disso para ganhar muitas bolas no meio campo, mas também vi mais ligação entre setores e mais qualidade em alguns jogadores (Bezerra, Nikistcher, Brabec - apesar do lance do golo).
O que continuo sem perceber é a falta de avançados no banco, tal como tinha sucedido frente ao Moreirense. O Rio Ave poderia ter sido mais ousado na segunda parte, mas além de Zoabi (ou seja, nada!) não tinha mais ninguém para lançar. Como é que uma equipa pode querer ganhar um jogo sem avançados no banco? Onde está Gual? Onde está Medina? Bons ou maus, são os que temos, porque não jogam?
Em resumo: derrota justa e normal. Frente ao Famalicão é o teste. O tudo ou nada.
19.2.26
Caso André Luiz: Estrela diz que vai "agir com firmeza"
Governar por narrativa
Tempos em que a realidade é flexível, a verdade é negociável e o cargo que se ocupa depende mais do sítio onde se escreve do que dos factos.
E na realidade, quando as decisões são tomadas, quando pessoas são despedidas, quando processos judiciais se acumulam e quando o clube entra num silêncio ensurdecedor, alguém tem de ser responsável — não apenas figurante.
18.2.26
Marinakis confimou que André Luiz e Clayton valiam 30 milhões
Segundo o jornalista grego Nikos Kotsis, um dos melhores informados sobre o Olympiakos, Marinakis disse isto no momento da apresentação dos dois jogadores ex-Rio Ave: "Eu poderia ter vendido André Luiz para o Benfica ou o Wolverhampton por 20 milhões e Clayton para [um clube dos] Emirados por 10 milhões, mas eles vieram para cá para fortalecer o Olympiacos e nos ajudar a alcançar nossos objetivos."
A frase é agora reproduzida pela revista Kicker.
Registo a sinceridade de Marinakis, mas, por outro lado, será mais difícil negar que o Rio Ave vai sair prejudicado pelos dois negócios. Sinceridade a mais?
17.2.26
«Tenho 100% de certeza de que sou o homem certo para tirar o Rio Ave desta situação»
Desconcertante, no mínimo, a declaração feita ontem por Silaidopoulos no final do jogo com o Moreirense: "Tenho 100% de certeza de que sou o homem certo para tirar o Rio Ave desta situação. Isso é garantido. Estou muito focado no meu trabalho e no que posso fazer para desenvolver e melhorar a equipa".
E a verdade é que há pelo menos uma pessoa que acredita nele.
(Uma coisa é eu não acreditar, e a minha opinião é irrelevante, outra é Rio Ave permanecer na primeira divisão - que é o que todos queremos; espero estar enganado, portanto)16.2.26
(1-2 com o Moreirense) Nem assim...
O Rio Ave fez o seu melhor jogo das últimas jornadas mas mesmo assim perdeu. A nossa equipa teve ocasiões suficientes para pelo menos empatar mas não houve... estrelinha. O Moreirense teve dois (bons) remates à baliza e marcou dois golos - fiquei com dúvidas se o nosso guarda-redes não poderia ter feito melhor em pelo menos um deles.
Ficam estas notas:
- com dois centrais e três avançados, o Rio Ave esteve melhor;
- no banco, Sotiris tinha três defesas e cinco médios! Nenhum avançado. Como é possível? Quando foi preciso refrescar o ataque, não havia ninguém. Nem dos sub23??? Bezerra durou pouco mais de 70 minutos e Papakannellos não deu uma para a caixa.
- Estamos à espera de quê para anunciar o novo treinador?
15.2.26
Futsal: A Taça esteve perto de trazer uma surpresa
14.2.26
Alexandrina Cruz é ou não administradora executiva da SAD?
Segundo o site (informação divulgada Rio Ave SAD em outubro de 2025) sim:
Segundo a informação publicada na última sexta-feira no Portal do Ministério da Justiça, não (quatro meses depois).Das duas, uma:
- ou tudo não passa de uma gralha, que deve ser corrigida (curiosamente a notícia do site fala apenas em presidente da SAD, mas é bom lembrar que o saudoso Boaz era presidente e administrador executivo na pagina do MJ)
- ou, não sendo administradora-executiva (como sempre escrevi) o problema das (reais e hipotéticas) incompatibilidades não é, para mim, tão relevante, porque as decisões são realmente tomadas por Lina/Rabuanno e, nesse caso, a presidente da SAD será uma figura mais simbólica, por não ter poder executivo.
(Em qualquer caso, fica o meu desabafo, nem nas coisas mais pequenas, como a parte burocrática, esta SAD não acerta uma...)
PS- Curiosidade: Boaz deixou de ser presidente da SAD em agosto de 2025!
A continuidade de Sotiris: mau para todos
Na Grécia dizem-me que Sotiris poderá ficar até final da época.
A ser verdade a sua continuidade, isso seriam péssimas noticias, sobretudo para o que falta do campeonato e pela luta pela manutenção. Era óbvio que a equipa não estava a corresponder ao que o treinador pedia (o que quer que fosse, tal o número de pedidos de desculpa), situação que se agravou nas últimas jornadas com 4 derrotas. 12 golos sofridos e zero marcados.
A chicotada psicológica, aqui, seria um abanão na cabeça dos jogadores, uma motivação extra e a possibilidade de um novo treinador trazer novas ideias. Mesmo com a partida de André Luiz e de Clayton (e as lesões de Aguilera e de Miszta), acredito que o Rio Ave tem melhor plantel do que Alverca, Amadora, Tondela ou mesmo Santa Clara (além do AFS) e que a descida não é uma fatalidade.
Mas a continuidade de Sotiris, sabendo-se que o Rio Ave o dispensou e só o mantém por falta de alternativas, é má para todos. Até para ele (embora se perceba o ascendente que Marinakis tem). E o que estarão a pensar os jogadores? Já entre os adeptos a descrença é cada vez maior.
Vou reproduzir o que disse ao meu amigo grego: não acredito! Marinakis é um péssimos gestor dos seus multiclubes (pelo menos NF e Rio Ave), mas não vai querer ser ele a contribuir para prejudicar ainda mais esses clubes...
PS - também me garantem que é opinião generalizada entre os responsáveis do Olympiakos que Sotiris terá chumbado o teste que era a experiência de liderar o Rio Ave.
13.2.26
Futsal: Rio Ave volta a competir 1 mês depois
12.2.26
Sotiris: Quatro dias de silêncio
Se saiu, deve-o comunicar. Se não sair, tem de vir a terreiro desmentir.
E vão quatro: Sub-23 do Rio Ave continuam em alta
A equipa de sub-23 do Rio Ave conquistou a quarta vitória consecutiva, desta vez frente ao Estrela da Amadora, por 2-1, confirmando o bom momento que atravessa no campeonato.
Mamadou Sawané voltou a estar em destaque e continua numa fase goleadora, ao apontar o primeiro golo da equipa, mantendo a sua sequência de jogos a marcar.
Com este triunfo, o Rio Ave sobe, à condição, ao primeiro lugar da tabela classificativa (Rio Ave tem mais dois jogos realizados do que o Estoril).
11.2.26
Atualização sobre o processo do novo treinador do Rio Ave
A Rio Ave SAD procura treinador, mas o contexto não ajuda
10.2.26
Sotiris de saída do Rio Ave: veja os números (péssimos) do grego
Há estatísticas que admitem contexto.
Há outras que criam o contexto.
A média de 0,95 pontos por jogo de Sotiris não vive numa bolha. Vive inserida numa era concreta do Rio Ave, iniciada em 2012/2013, quando o clube deixou de aceitar o “chegar ao fim” como objetivo máximo. Desde essa viragem, todos os treinadores foram avaliados pelo mesmo critério invisível: competir com dignidade, somar pontos com regularidade e manter o clube acima da linha do medo.
E é precisamente aí que Sotiris se destaca — pela negativa.
Entre todos os treinadores desta fase moderna do clube, Sotiris apresenta a pior média de pontos por jogo. Pior do que treinadores em contextos de transição. Pior do que apostas de risco. Pior do que soluções de emergência. Em 21 jogos, nem sequer chegou ao patamar simbólico de um ponto por partida — o mínimo dos mínimos para quem quer sobreviver sem calculadora.
Isto não é uma comparação injusta. É uma comparação inevitável.
Todos os nomes acima trabalharam com diferentes plantéis, diferentes orçamentos, diferentes circunstâncias. Mas todos tiveram algo em comum: fizeram mais pontos.
O argumento do “tempo” começa a esvaziar-se quando o tempo já foi dado. O argumento da “ideia” perde força quando a ideia não se traduz em resultados. E o argumento do “processo” cai por terra quando o processo conduz, de forma consistente, ao mesmo destino.
0,95 pontos por jogo não é um momento mau.
Não é uma fase.
Não é azar.
É a pior média desde que o Rio Ave decidiu ser mais do que apenas mais um.


















