14.9.17

Eu sei o que fazer para não sofrermos golos

imagem Clker.com

Não é treta, sei mesmo.

Se tivermos em conta que os adversários só nos marcam de pé direito, é pô-los a chutar com o pé esquerdo que não acertam no fundo da baliza. O boneco abaixo mostra isso mesmo. Falta bolinha amarela para o golo que sofremos de penalty, mas posso garantir-vos que foi de pé direito que o piscineiro do Jonas nos marcou, está aqui neste link.

Já nós, como se percebe, marcámos de qualquer forma. Espero que na Madeira a indecisão na escolha entre tanta abundância não tenha prejudicado a obtenção de golos.

Como não há nada a dizer sobre os golos marcados na Madeira, acrescente-se o Ibson enganou Cássio para lá dos 90, a primeira vez que isso aconteceu este ano. Também foi a primeira vez que um suplente dos adversários nos fez golo. A nosso favor o suplente Pedro Moreira marcou o golo que nos deu a vitória no Bessa.

Afinal não há dois Rio Ave - FC Porto seguidos

O jogo da Taça da Liga (que é FC Porto-Rio Ave), previsto para a próxima semana, foi adiado para 21 de dezembro.
Antes, para a mesma competição, jogamos a 8 outubro em Paços Ferreira (15h00) e fica por marcar o jogo da terceira jornada (novembro).
(esta alteração pode trazer consequências na forma de abordar o jogo. Imaginando que chegamos a 21 de dezembro com seis pontos, poderemos ir ao Dragão discutir o apuramento. Da mesma forma, se o Rio Ave se apresentar ambicioso em Paços terá mais hipóteses de vencer)

É a primeira vez

E como todas as primeiras vezes...



pode ser boa ou má, depende de cada um. Esta não é boa, mas não é definitiva. O Rio Ave abandonou os lugares de acesso à Europa. Nunca tínhamos estado em desvantagem pontual em relação aos lugares europeus. Agora fomos à Madeira, que geograficamente até é africana, e escorregamos. O trambolhão é pequeno, mas somos 5º isolados, que é o mesmo que dizer que somos o primeiro dos que só jogam entre portas.


Da Madeira trouxemos várias novidades:
- 1ª derrota;
- 1º jogo sem marcar golos:
- 1ª expulsão;
- 1ª vez em desvantagem no marcador.

(bolos de mel e do caco, poncha, peixe espada, maracujá e bananas é que nada. da banana só a casca...)
A desvantagem no marcador é ingrata. O Rio Ave só esteve um minuto a perder, mas foi quanto bastou para não somar qualquer ponto. E como se costuma dizer, grão a grão apanha a galinha uma congestão, ou seja, esperemos conseguir ultrapassar o Marítimo mais tarde ou mais cedo mas sempre antes do final da Liga porque para desilusão bastou a da época passada.

Os resistentes

Sobram-nos 4 totalistas entre os 25 jogadores inscritos: Cássio, os M&M's Marcelo e Marcão e o capitão Tarantini. Ruben Ribeiro foi substituído mesmo antes do apito final nos Barreiros e perdeu o estatuto. O mesmo aconteceu com Pelé que nem da ficha de jogo constou. Há 8 jogadores que participaram em todos os jogos e que são os 4 totalistas mais Ruben, Barreto, Geraldes e Guedes. No total são 19 os já utilizados.

Do lado dos não utilizados, não é surpresa que os 2 guarda-redes Rui Vieira e Carlos integrem esta lista, tal como os dois jovens centrais de reserva, Monte e Silvério. Depois temos o jovem Vitó que ainda no fim de semana passado jogou pela equipa B. O nome que sobra é Yazalde. É difícil perceber se o avançado já foi alguma vez convocado, já que o Rio Ave nem sempre divulga lista de convocados. A nossa equipa parece seguir a linha da época passada em que escondia muitas vezes o jogo, sobretudo quando havia lesões. Para quem, como nós aqui no blogue, faz as contas a estas coisas fica com metade da informação e pode errar sem culpa própria. O que aconteceu a Nadjack e Pelé, por exemplo? Lesão? Ainda não perceb(i)emos. Aqui demos como lesionado Pelé e Nadjack como ausente por opção do técnico.

Olhando para os que temos levado a jogo:
Geraldes desta vez não foi substituído, mas também não passou dos 24 minutos de jogo por ter sido expulso. Barreto é que não escapa nunca do olho do treinador. Quebra de rendimento por cansaço? Falta de habituação ao ritmo do futebol em Portugal?  MC é que sabe.

Pedro Moreira e Nuno Santos vão já nas 4 presenças, mas em conjunto somam menos de 90 minutos de jogo. Todas as suas presenças em jogo na condição de suplentes utilizados.

No que toca a cartões, são 12 amarelos e 1 vermelho directo para Geraldes. O médio cedido pelo Sporting vai ser assim o primeiro jogador a falhar um encontro por motivos disciplinares. Mais detalhes aqui.


13.9.17

Símbolos alheios na nossa bancada

Se o futebol fosse como eu o idealizo, toda a gente se poderia exprimir, em respeito e educação, nas bancadas dos estádios.
Infelizmente o futebol que temos é diferente e a irracionalidade anda muitas vezes aliada à emoção. Nesse sentido, compreendo e até elogio a opção da nossa Direcção de proibir adereços adversários na zona onde os sócios do Rio Ave se sentam.
Como se viu no jogo com o Benfica, permite - à partida - uma espetáculo mais sereno.

A vida dos nossos emprestados: Jaime à espera de se estrear

Ronan (Varzim): Foi suplente; entrou aos 55 minutos para substituir Milhazes;
José Postiga (Salgueiros): foi titular na Camacha, mas saiu aos 33 minutos (lesão?) [no Salgueiros jogam esta época os nossos conhecidos Danielson e Zé Domingos)]

Rafa Miranda (Vilaverdense): de pedra e cal no ataque.
Jaime (Merelinense): ainda não se estreou. Esteve no banco no empate a 2 com o Vizela.

Primeiro teste sem a RGB

Já defendi a justiça da expulsão de Geraldes. Seria diferente se o nosso adversário do fim de semana não fosse um dos 3 grandes? Bem, nunca saberemos e não vale a pena especular. 

Vai ser o nosso primeiro teste sem o tridente do meio campo Ruben, Geraldes, Barreto, a RGB (tão à maneira da imprensa desportiva que babando sobre os símbolos dos seus clubes amados vai inventando siglas para as combinações de jogadores. Em Portugal ainda não uma há coisa destas, por isso reclamamos o primeiro tridente com sigla para o Rio Ave! Nem por acaso, RGB até tem ligação aos estarolas...)
imagem: http://www.cantalupiusa.com
Fico curioso para saber como o mister vai montar a equipa e quem será o escolhido para o lugar de Geraldes. Remeto-vos para este texto. 

O plano B passa por tentar que alguém faça de Geraldes ou por uma disposição diferente dos atletas em campo? 

12.9.17

Sofrimento

O Rio Ave demonstrou no Funchal que é uma grande equipa. 
Soube sofrer, adaptou-se às más condições do terreno, lutou até à exaustão, reagiu positivamente contra as adversidades, mostrou que domina o futebol (num recinto impróprio para a prática do jogo). 
Numa época que a LPFP apostou no VAR (vídeo árbitro), existem já dados que demonstram que esta nova tecnologia não é, só por si, o fim do erro, o fim as polémicas. Em algumas situações é importante, noutras poderá vir a ser um pomo de discórdia ainda maior. Os exemplos crescem jornada após jornada.  A polémica, a "suspeita", por vez de diminuir, aumenta.
Não sabemos como tudo isto vai acabar, sabemos, contudo, que o Rio Ave é uma grande equipa. E isso é o mais importante.

Marítimo reage às queixas do Rio Ave sobre o relvado (ATUAL.)

O Borges é testemunha: ainda ontem ao fim da tarde conversávamos sobre o assunto e não conheciamos esta posição do presidente do Marítimo.
Na minha opinião, o Rio Ave falhou porque apenas protestou (pelo menos publicamente) depois do jogo acabar. E agora vem o presidente adversário dizer que é porque perdemos.
Desde o jogo do Estoril na Madeira que se sabia que ia ser assim.
Não sei se é possível, mas o Rio Ave envolveu a Liga, pedindo por exemplo uma vistoria?
Uma posição pública antecipadamente teria evitado a sensação (injusta, mas compreensível) de que protestamos porque perdemos o jogo.
(foto: Rio Ave FC)
ATUALizo: O presidente do Marítimo fala em declarações do nosso diretor-geral ao jornal O Jogo, o que me intrigou, porque em lado nenhum essas declarações aparecem. Daí, tentei saber um pouco mais e percebi que o dirigente madeirense estará a referir-se à posição que o nosso diretor tomou antes do jogo começar (e no fim também), contra a utilização do relvado, mal a comitiva Rioavista chegou aos Barreiros. Posição que não teve acolhimento, porque o árbitro validou a partida. Mas fico satisfeito em saber que a posição do Rio Ave começou antes.

Abalo, ao sábado ou ao domingo

Ao ver as dificuldades que a equipa estava a sentir no lamaçal dos Barreiros (sem Pelé ou Pedro Moreira em campo), lembrei-me de um jogador que poderia [digo eu, que não percebo nada] fazer bem aquela função: Abalo.
Acontece que Abalo não está inscrito nem MC terá visto no jogador qualidades suficientes.
Eu, que acompanho Abalo, desde os sub19, tenho a uma ideia diferente.
Ainda por cima, o Rio Ave tem apenas 25 inscritos na Liga (o plantel mais curto). Não faria sentido ter mais dois ou três, mesmo que adstritos à equipa B? Em caso de necessidade, haveria sempre esse recurso. Sem inscrição é que não pode ser...

PS - Abalo foi o melhor no jogo de domingo porque é o melhor elemento do plantel, penso. O mais maduro, o mais completo fisicamente, o que melhor se conseguirá adaptar ao estilo de jogo da distrital. Estou certamente enganado, mas quando vejo Abalo a jogar lembro-me de William ou Danilo. Afinal, quantos jogadores nesta competição têm mais de 40 jogos em competições profissionais?

11.9.17

RRR = Ruben Ribeiro Rei

Vitória do médio na Madeira.
35 para RR, 34 para Marcão, 33 para Cássio.
Depois aparecem Lionn (32), Leandrinho e Tarantini (31).
Sem surpresa, Geraldes foi o menos pontuado [os jornais atribuem sempre 0 em caso de expulsão?], com apenas 14. Gabriel, o suplente mais pontuado, somou mais seis.
(foto: Rio Ave FC)

Geraldes bem expulso

Por muito que tente arranjar algo que ilibe Geraldes no lance que leva à sua expulsão, tenho de concordar com a decisão do árbitro. A intenção não era magoar o adversário, mas Geraldes de facto toca no adversário e coloca em risco a sua integridade física. Em bola corrida fico com a sensação que não toca no adversário, mas nos dois ângulos em que vi o lance, tenho de concordar.
Mas também tenho de concordar com este post do blogue rioavistas. Para que serve afinal o VAR? Vê bem a expulsão de Geraldes, mas falha no fora do jogo do golo do Marítimo. E falha num penalty contra nós? Há muito para evoluir na utilização do VAR. Pode ser que chegue a bom termo, mas para já, pelo menos a mim, confunde muito a forma de actuação.

O lugar de Yazalde no novo Rio Ave

Com a chamada de Carlos Alves, Vitó e Silvério à equipa B, há apenas um jogador que não se estreou esta época: Yazalde (nem sequer convocado).
Não sei alguma vez virá a jogar pela B, mas sei que pior é limitar-se a treinar.
Provavelmente até virá a ter a sua oportunidade, mas nesta altura parece ser a última opção para Miguel Cardoso (como a pré-época já denunciava...).
Curioso é que até vejo Yazalde como um jogador com boas características para o sistema do míster: menos preso na área, mais capaz de romper as defesas adversárias, levando a bola consigo e possante no um-para-um.

Da estreia da equipa B, algumas reflexões

O Rio Ave apresentou-se com Carlos Alves, Silvério, Vitó, Abalo e Tiago André, para referir apenas aqueles que já tiveram algum contacto com a equipa principal (sem ser treinos).
Um elenco de luxo que não chegou para ganhar ao Infesta.
Difícil de explicar?
Fácil!
O Infesta é uma equipa de qualidade individual muito fraca, mas aguerrida. Sabe jogar neste campeonato, dá porrada qb e tentam nunca perder um lance.
Do nosso lado, alguns destes jogadores pareciam pouco mais de juvenis, inseguros, receosos, às vezes sem saber o que fazer.
Pedro Cunha vai ter muito trabalho pela frente.
A questão mental (jogar no distrital...) é a principal.
Depois há outras questões, menos relevantes, mas que também fazem sentido: a articulação com a equipa principal (treinam num lado, jogam no outro); a necessidade dos jogadores se adaptarem ao estilo do campeonato (futebol fisico); alguns desequilibrios no plantel (sobretudo na frente).
Nenhum dos jogadores do Infesta jogaria no Rio Ave B. Mas isso não os impediu de pontuar em Vila do Conde.
Pedro Cunha está habituado a desafios difíceis...
Abalo, o melhor em campo.

PS - Os que alinharam neste primeiro jogo: Carlos Alves; Virgílio, Silvério (cap), Filipe Almeida, Tiago André; Abalo, Leandro e Vitó; Martin, Pauleta e Ricardinho. Jogaram ainda: Murilo, Diogo Teixeira, Pedro Graça, Shutte e Jake.

Com o Marítimo, um a um

jogo intenso, num mau relvado.
Não é admissível que a LPFP regule tudo ao pormenor e permita jogos num mau relvado, perigoso para os atletas e mau para o espetáculo.
De realçar a garra vilacondense. Por isso mereciam, pelo menos, o empate.
Mas ganha quem marca e esse foi o Marítimo.
Cássio, Lionn, Marcelo, Leandrinho: 4.
Marcelo, Bruno Teles,  Tarantini, Óscar Barreto, Guedes: 3.
Francisco Geraldes: 2 (por causa da expulsão).
Rúben Ribeiro: 5. Muita classe.
Gabrielzinho: 3.
João Novais: 2.
Nuno Santos: - entrou aos 93 minutos

10.9.17

As coisas que o JVC sabe

Não é a primeira nem segunda vez que o JVC se refere ao vice-presidente para as camadas jovens do nosso Clube.
No jornal desta semana há algumas informações que merecem atenção:


Rio Ave faz queixa na Liga contra relvado do Marítimo?

A Bola diz que sim.
O Rio Ave defende que o jogo não se devia ter realizado.
(foto: Rio Ave FC)

O meu comentário: a denúncia faz sentido, mas além do que se diz e faz depois do jogo, também faria sentido ter feito algum alerta/pressão antes do jogo, como aqui se escreveu. Foi feito alguma coisa?

Um a um frente ao Marítimo: RR, mais Cássio e os centrais (e Leandrinho!)

Cássio: 4 (segurou o que pôde. Só nao defendeu o que não podia)
Lionn: 3 (algumas dificuldades a defender)
Marcelo e Marcão: 4 (seria nota 5, não tivesse havido a falha - se é que foi falha, mas pronto - no golo adversário. Estiveram perfeitos e não faltou trabalho)
(foto: Lusa/JN)

Bruno Teles: 4 (lutou muito, defendeu e atacou)
Tarantini: 3 (mais atrasado no terreno do que o habitual, ainda apareceu na frente - é dele o primeiro lance de perigo do Rio Ave, a fechar a primeira parte. Mas muitas bolas perdidas)
Leandrinho: 3 (primeira coisa a dizer: para quem esteve tanto tempo parado, este seria um regresso complicado - pelo terreno e pela posição ocupada. A tarefa era difícil e confirmou-se. Leandrinho lutou muito mas não se pode dizer que tenha mostrado 'o seu futebol'; não faltarão oportunidades).
(foto: Rio Ave FC)

RR: 4 (o melhor, para mim. Sacrificou-se pela equipa, fez os possíveis para ter a bola, para segurar o jogo, para ganhar lances ao adversário)
Geraldes: 3 (foi expulso e tem 3? Acho que a expulsão muito injusta)
Barreto: 2 (peixe fora de água...)
Guedes: 3 (até mete dó o que ele correu. Mas com poucos resultados, é certo).
Gabriel, Nuno Santos e Novais: 1 (sem tempo para mais).

Sobre a primeira derrota: sem Pelé, com menos um naquele relvado, era muito difícil (ATUAL.)

1) Lesões: ter Pelé e Pedro Moreira lesionados ao mesmo tempo é muito azar. Miguel Cardoso apostou em Leandrinho, mas não se pode dizer que tenha resultado. Para isso, acho, muito contribuiu o relvado (já não falo na falta de rotinas do jogador para aquela posição, porque desconheço). Não estavam reunidas as condições para Leandrinho poder fazer o seu trabalho. João Novais teria outro respaldo físico [ou Abalo, mas isso será tema para um texto durante esta semana].
2) Relvado: foi por demais evidente. A equipa que queria ter a posse a bola foi a mais prejudicada. Seria possível o Rio Ave jogar de outra forma, em função do relvado? Com outros jogadores? Barreto, por exemplo, parecia em dificuldades. A expulsão de Geraldes tem a ver com o relvado, do meu ponto de vista. (se acham que estou a exagerar com o relvado, vejam o que disse o mister no final].
3) Qualidade de jogo: onze contra onze, o Marítimo foi melhor, adaptou-se melhor ao relvado e soube contrariar a nossa forma de jogar [repararam como não nos pressionava à saída da nossa área, concentrando os seus jogadores no meio campo, para aí ganhar superioridade?] Com dez, fomos buscar forças para equilibrar e em alguns momentos até nos superiorizarmos. Mas foi um jogo fraco.
4) O Rio Ave perde o jogo quando já não tinha avançado, quando apenas defendia o empate. Talvez haja quem critique o treinador por isso, eu não. Naquele contexto, um empate era bom. Já tenho mais dúvidas de que o Rio Ave se tenha preparado da melhor forma para as condições do relvado, que se sabia, desde o jogo dos madeirenses com o Estoril, estar péssimo. Talvez se justificasse uma abordagem diferente, mesmo em termos táticos, e com alguns jogadores diferentes (não faz sentido ficar refém da identidade). Nesse aspeto, o Marítimo bateu-nos claramente.

ATUALizo: no final do jogo escrevi que o jogo fica marcado pela arbitragem. Mantenho a ideia: a expulsão é injusta, porque Geraldes escorrega. Já agora acrescento que, ainda que com dúvidas, aceitaria a marcação de uma grande penalidade contra nós, a fechar, por falta de Cássio.
(foto: DN Madeira)

PS - pela primeira vez nos últimos 30 anos, o Rio Ave jogou e a Linear não fez o relato. Ainda por cima no jogo em que menos adeptos se podiam deslocar ao estádio. Mau.

9.9.17

A primeira derrota no campeonato. 0-1 nos descontos

Se o marítimo não vencesse é que seria de estranhar, ja que teve mais um durante uma hora.
Perder nos descontos, no único lapso dos centrais, custa mais.
Marítimo é um justo vencedor.
Bruno Esteves teve influência direta no resultado, o que se lamenta.

Ao intervalo na Madeira 0-0. Mau

Mau o relvado.
Mau o árbitro que expulso sem sentido Geraldes .
É má a exibição da nossa equipa, limitada pelo relvado, pela ausência de Pelé, pela expulsão e por algum desacerto.