11.10.26

(3-2 ao Nacional) Melhor em campo, Vasco Seabra; pior, João Tomé

Com menos um o Rio Ave conseguiu marcar dois golos e ganhar o jogo ao Nacional. Não é qualquer equipa que o faz e pode ser o tónico ideal para o resto da época.

O dedo de Vasco Seabra (recebido em apoteose pelos adeptos no início do jogo, como não me lembro de ver nos Arcos) notou-se sobretudo como reagiu à expulsão de João Tomé. Acredito que o onze inicial tenha sido ainda de experiências, sobretudo no meio campo (Liavas foi surpresa e mostrou-se dos mais combativos, Sellouki não fez a diferença). Mas após o disparate de Tomé (por mim, tão cedo não voltaria à equipa!), Seabra foi mexendo até acabar com três centrais e Petrasso na direita. Do outro lado, Vroussai, que com Sotiris não fazia 90 minutos, foi dos melhores em campo e aguentou forte até ao fim.

O Nacional, que teve algumas oportunidades de golo e mereceu chegar ao 0-1, acabou por ser o adversário ideal para que a chicotada psicológica desse resultados. Da nossa parte houve atitude, crença, espírito de sacrífício e alguma sorte nos momentos-chaves.

Os Rioavistas saíram do jogo entusiasmados. A relação com Seabra parece amor à primeira vista. Agora só podemos melhorar


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